Grande entrevista!!!!
Mas tecerei duas observações:
1 – Os EUA são descentralizados (como você mencionou, o “presidente não pode fazer nada”), mas a esquerda americana “luta” para federalizar vários temas… de fato, isso já vem acontecendo…
O “ardil” é simples: “aprovar” sua agenda em cada cidade americana é quase impossível, MAS se você levar a questão a nível federal, é mais “fácil” conseguir seu objetivo…
(mobiliza-se grupos de pressão, imprensa, figuras públicas, etc. e uma hora você consegue aprovar a “lei” desejada ainda que seu povo, majoritariamente, não concorde)
2 – China (já debatemos isso, mas…):
– concordo integralmente com sua crítica à falta de proteção dos direitos intelectuais, patentes, etc.;
– entendo (e concordo com, ao menos, em termos) a sua crítica à falta de qualquer legislação anti trust na China;
– ENTRETANTO, reafirmo: com a miséria ABSOLUTA que Mao legou à China, não teria como haver salários dignos… se a China entra no mercado, ainda que observando/respeitando os dois pontos anteriores, a competição rebaixa os salários no mundo pelo simples fato que o chinês miserável vai trabalhar por menos…
Proibir o chinês de trabalhar por “peanuts” significa somente proibir o chinês de trabalhar…
Enfim, legislações que exigissem altos “padrões” só fariam manter mais – e/ou por mais tempo – chineses na miséria total… (pela produtividade não “pagar” o padrão imposto ou pela menor velocidade na acumulação de capital – que é o que enriquece uma Nação – etc.)… Tanto que, por mais miseráveis que fossem os salários, os chineses faziam fila para ocupar tais vagas (já que a alternativa – ficar no campo – era pior).. e faltavam vagas… e legislações impondo padrões “altos” restringiriam tais vagas (que já não davam “conta da demanda”) e teríamos hoje mais miséria e pobreza na China do que ainda há…
Resumindo: após Mao, a falta de dignidade no trabalho na China já estava contratada e não haveria lei ou sistema político algum no mundo que pudesse mudar tal realidade*, pois não se pode “revogar” a “matemática”, a “física” e as leis de “mercado”…
(aliás, qualquer semelhança deste último parágrafo com a realidade brasileira não é mera coincidência, mas tão somente a inexorabilidade das leis econômicas…)
Abs
LSB
* Leis ocidentais poderiam, é claro, manter a China fora do mercado. O Ocidente, talvez, não tivesse seu “padrão de vida”, ou laboral, rebaixado (digo “talvez” porque a mercadoria barata chinesa, por outro lado, também ajudou a aumentar o padrão de consumo ocidental), MAS, nesse caso, a China simplesmente permaneceria miserável como Mao deixou!
(ou se desenvolvendo muito mais lentamente, o que significa muito mais chineses pobres ou miseráveis por muito mais tempo do que ocorreu / vem ocorrendo…).
Como ocidental, talvez não me importasse com a pobreza/miséria por mais tempo na China, mas como ser humano, tenho que admitir que a “salvação” de um chinês é tão importante quanto a de um ocidental…
Fernão Lara Mesquita nos apresentou nesta entrevista na BANDNEWS – excelente tema e convidado, nas mãos de experimentado jornalista – uma verdadeira Aula Magna sobre o como é a eleição americana sob o voto distrital com recall, refrenduns, etc.. em um curto espaço de tempo.
Como se manifestou, ao final da entrevista, o também jornalista Marcello DÀgnello: precisamos voltar ao tema em outras entrevistas.
Este vídeo demonstra como a imprensa livre, democrática e investigativa esclarece e enfrenta o obscurantismo na administração pública e na atuação das dezenas de partidos políticos em mãos de caciques e seus apaniguados em patotas mil incluindo aqui os maus empresários.
Fico a imaginar Fernão discursando nas tribunas da Câmara Federal e do Senado, cobrando àqueles senhores um posicionamento político novo e reformador, através da adoção do sistema de voto distrital puro com recall em prol da Nação brasileira. E… outros tantos de notório conhecimento fazendo o mesmo nas Assembleias Estaduais e Câmaras Municipais.
Fernão, não entendi… você não escreveu nada…
Seria apenas um espaço para comentarmos / debatermos sobre o tema “eleição americana”?
Abs
LSB
Ops, falha nossa… o vídeo não “aparecia”… só o título… fiquei sem entender nada..
Fernão,
Grande entrevista!!!!
Mas tecerei duas observações:
1 – Os EUA são descentralizados (como você mencionou, o “presidente não pode fazer nada”), mas a esquerda americana “luta” para federalizar vários temas… de fato, isso já vem acontecendo…
O “ardil” é simples: “aprovar” sua agenda em cada cidade americana é quase impossível, MAS se você levar a questão a nível federal, é mais “fácil” conseguir seu objetivo…
(mobiliza-se grupos de pressão, imprensa, figuras públicas, etc. e uma hora você consegue aprovar a “lei” desejada ainda que seu povo, majoritariamente, não concorde)
2 – China (já debatemos isso, mas…):
– concordo integralmente com sua crítica à falta de proteção dos direitos intelectuais, patentes, etc.;
– entendo (e concordo com, ao menos, em termos) a sua crítica à falta de qualquer legislação anti trust na China;
– ENTRETANTO, reafirmo: com a miséria ABSOLUTA que Mao legou à China, não teria como haver salários dignos… se a China entra no mercado, ainda que observando/respeitando os dois pontos anteriores, a competição rebaixa os salários no mundo pelo simples fato que o chinês miserável vai trabalhar por menos…
Proibir o chinês de trabalhar por “peanuts” significa somente proibir o chinês de trabalhar…
Enfim, legislações que exigissem altos “padrões” só fariam manter mais – e/ou por mais tempo – chineses na miséria total… (pela produtividade não “pagar” o padrão imposto ou pela menor velocidade na acumulação de capital – que é o que enriquece uma Nação – etc.)… Tanto que, por mais miseráveis que fossem os salários, os chineses faziam fila para ocupar tais vagas (já que a alternativa – ficar no campo – era pior).. e faltavam vagas… e legislações impondo padrões “altos” restringiriam tais vagas (que já não davam “conta da demanda”) e teríamos hoje mais miséria e pobreza na China do que ainda há…
Resumindo: após Mao, a falta de dignidade no trabalho na China já estava contratada e não haveria lei ou sistema político algum no mundo que pudesse mudar tal realidade*, pois não se pode “revogar” a “matemática”, a “física” e as leis de “mercado”…
(aliás, qualquer semelhança deste último parágrafo com a realidade brasileira não é mera coincidência, mas tão somente a inexorabilidade das leis econômicas…)
Abs
LSB
* Leis ocidentais poderiam, é claro, manter a China fora do mercado. O Ocidente, talvez, não tivesse seu “padrão de vida”, ou laboral, rebaixado (digo “talvez” porque a mercadoria barata chinesa, por outro lado, também ajudou a aumentar o padrão de consumo ocidental), MAS, nesse caso, a China simplesmente permaneceria miserável como Mao deixou!
(ou se desenvolvendo muito mais lentamente, o que significa muito mais chineses pobres ou miseráveis por muito mais tempo do que ocorreu / vem ocorrendo…).
Como ocidental, talvez não me importasse com a pobreza/miséria por mais tempo na China, mas como ser humano, tenho que admitir que a “salvação” de um chinês é tão importante quanto a de um ocidental…
Excelente obrigado
Oi te vi no direto Por acaso reconheci no ato muito bom parabéns Fernão orgulho de ser seu amigo
Fernão Lara Mesquita nos apresentou nesta entrevista na BANDNEWS – excelente tema e convidado, nas mãos de experimentado jornalista – uma verdadeira Aula Magna sobre o como é a eleição americana sob o voto distrital com recall, refrenduns, etc.. em um curto espaço de tempo.
Como se manifestou, ao final da entrevista, o também jornalista Marcello DÀgnello: precisamos voltar ao tema em outras entrevistas.
Este vídeo demonstra como a imprensa livre, democrática e investigativa esclarece e enfrenta o obscurantismo na administração pública e na atuação das dezenas de partidos políticos em mãos de caciques e seus apaniguados em patotas mil incluindo aqui os maus empresários.
Fico a imaginar Fernão discursando nas tribunas da Câmara Federal e do Senado, cobrando àqueles senhores um posicionamento político novo e reformador, através da adoção do sistema de voto distrital puro com recall em prol da Nação brasileira. E… outros tantos de notório conhecimento fazendo o mesmo nas Assembleias Estaduais e Câmaras Municipais.