21 de junho de 2026 § Deixe um comentário

O Brasil não sabe fazer nada coletivamente. Desde sempre.

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“[…] nesta terra nenhum homem é repúblico, nem zela ou trata do bem comum, senão cada um do bem particular. Verdadeiramente nesta terra andam as coisas trocadas, porque toda ela não é senão um formigueiro de interesses…”

Padre Antonio Vieira
em algum momento entre 1640 e 1650

A seleção americana e o efeito pochetino

21 de junho de 2026 § 1 comentário

A retumbante atuação dos Estados Unidos contra o Paraguai colocou os holofotes sobre uma das nações anfitriãs da Copa do Mundo de 2026 e, em particular, sobre o trabalho de Mauricio Pochettino em liderar um país acostumado a ser uma potência em quase tudo, deixando para trás os fantasmas do passado e começando a competir de verdade no esporte mais importante do mundo.

O futebol sempre foi a exceção a todos os preceitos geralmente associados à mentalidade americana. Nesse esporte, eles não são os super-heróis, nem os que abrem caminho, nem os que descobrem inovações. Por anos, eles se definiram como “O Pequeno Motor que Conseguiu”.

No entanto, a proximidade de uma Copa do Mundo em seu território e o desempenho decepcionante na Copa América de 2024 soaram o alarme e, por fim, desencadearam uma mudança de rumo cujos resultados começam a aparecer.

Entre os ainda poucos, embora cada vez mais numerosos, torcedores de futebol nos Estados Unidos, uma ideia simples começou a ganhar força: para construir uma seleção nacional de elite, é preciso um técnico de elite.

Embora pareça uma conclusão óbvia, a iniciativa não surgiu na federação nacional, mas sim no coração financeiro de Manhattan e nos escritórios de alguns dos homens mais ricos do planeta.

“Eu pago.”

O catalisador para essa mudança de paradigma surgiu em uma conversa de WhatsApp publicada recentemente pelo veículo de mídia americano The Athletic. Nela, um grupo de amigos debatia por que o técnico da seleção ainda era Gregg Berhalter e não um treinador mais prestigiado.

O chat incluía pessoas ligadas ao futebol que apontaram que um técnico de nível mundial exige um salário condizente. Foi então que Scott Goodwin, cofundador do fundo de hedge Diameter Capital e fanático por futebol, proferiu uma frase que mudaria a história: “Eu pago.”

Se o problema era financeiro, a solução estava nas mãos de quem tinha os recursos. Goodwin rapidamente se reuniu com o CEO da Federação de Futebol dos EUA (U.S. Soccer), e ambos concordaram que a melhor opção era Pochettino, recém-liberado do Chelsea.

O nome do argentino logo se tornou a única alternativa viável, mas o que os amigos de Goodwin previram se confirmou: a federação não tinha condições de arcar com tal contratação, e sua contribuição individual também não seria suficiente.

Era hora de contatar Kenneth C. Griffin, fundador e CEO do gigante financeiro Citadel, uma das 40 pessoas mais ricas do mundo, segundo diversas publicações. Griffin já havia doado oito milhões de dólares para a construção de campos em Chicago e Miami com o objetivo de promover o desenvolvimento do futebol.

Após uma série de conversas com a U.S. Soccer, Griffin e Goodwin concordaram em fornecer os recursos necessários para alcançar o salto de qualidade. Embora os valores de suas contribuições nunca tenham sido divulgados, semanas depois Pochettino foi oficialmente apresentado como o novo técnico dos Estados Unidos.

O Método Poch:
Destruir para Construir


O início do ciclo esteve longe do ideal. O quarto lugar na Liga das Nações da Concacaf e um desentendimento com Christian Pulisic, o craque da equipe, pareciam lançar dúvidas sobre o projeto.

A resposta de Pochettino foi uma clara declaração de princípios: “Temos que destruir o que não precisamos para construir a casa do zero.”

O processo evoluiu com altos e baixos, alternando entre vitórias expressivas, como o 5 a 1 contra o Uruguai em novembro, e duros golpes, como a derrota por 5 a 2 para a Bélgica em março deste ano.

Uma Mudança
de Perspectiva


Além de seu papel no financiamento da contratação, Goodwin desenvolveu uma relação próxima com Pochettino. No final de 2025, ele recomendou que Pochettino assistisse “Miracle”, o filme que narra a histórica vitória da seleção masculina de hóquei no gelo dos EUA sobre a União Soviética nos Jogos Olímpicos de Inverno de 1980.

Segundo fontes próximas à equipe, Pochettino se emocionou até às lágrimas e, durante o período de treinamentos subsequente, usou repetidamente a frase imortalizada pelo técnico Herb Brooks: “Por que não nós?”.

O Momento
da Verdade


Com a Copa do Mundo em andamento e o primeiro resultado já divulgado, tudo indica que Pochettino lançou as bases para seu projeto e convenceu o elenco de que está pronto para fazer história.

Ainda há muito a provar. Austrália e Turquia estão no horizonte, mas os empresários que tornaram sua chegada possível estão confiantes de que, independentemente da duração do ciclo, a presença de Pochettino no banco de reservas representa o primeiro passo para tornar os Estados Unidos um protagonista constante no futebol mundial nas próximas décadas.

Julian Busso, editor de esportes de El Clarin

Com o nº 2 iluminado pelo Master é hora de lembrar quem é o nº 3 do PT

21 de junho de 2026 § 2 Comentários

Do que é o numero 2 do PT, Jaques Wagner, o Brasil está sendo lembrado agora, com o escândalo do Banco Master. O numero 3, Rui Costa, agora chefe da Casa Civil de Lula, é o segundo elemento do casal de cujo cruzamento nasceu o Banco Master, amamentado pela exploração vil a que os dois petistas que se sucederam no governo da Bahia se entregaram do funcionalismo publico do estado deles.

No período crítico da pandemia, a outra grande “bandeira” do PT contra Bolsonaro, Rui Costa era o presidente do Consórcio do Nordeste reunindo os nove governadores da região que sustenta o jugo do PT sobre o resto do Brasil.

Aproveitando-se do pânico criado pela pandemia, o tal Consórcio assinou um contrato sem licitação com a Hempcare, uma empresa cuja única experiência comercial era a venda de derivados de maconha, para a compra de 300 respiradores para atender doentes de covid morrendo sufocados nos hospitais da região. A Hempcare recebeu o pagamento integral, antes mesmo de assinar o contrato. Mas nem um único respirador foi entregue.

Investigações posteriores indicaram que o plano era estender a falcatrua para a compra de 2000 respiradores, num golpe que chegaria a 300 milhões de reais.

Denunciado o golpe, bloqueios judiciais alcançaram menos de 4% do total do dinheiro apropriado pelos ladrões de gente doente. O restante continua desaparecido até hoje.

Apesar da falcatrua estar desvendada em todos detalhes, excluido o paradeiro do dinheiro roubado, ninguém foi preso. Sabe-se apenas que uma parte do dinheiro foi enviada ao exterior (12 milhões de reais), uma segunda parte (24 milhões), transferida à firma que supostamente fabricaria os equipamentos, e o restante (12 milhões) foi repassado a lobistas que se apresentavam como amigos e assessores de Rui Costa. Sabe-se também que uma parte desse dinheiro circulou pelo fundo Reag, o mesmo que, anos depois, aparece como canal preferencial das falcatruas do Banco Master, inclusive as tramadas com ministros do STF, e também como lavadora de dinheiro do PCC.

No primeiro depoimento que prestou na investigação do roubo do ar que os moribundos da Covid podiam ter respirado, Rui Costa disse que “não falava inglês” e, por isso, não desconfiou que a Hempcare não era do ramo de insumos hospitalares.

A dona da Hempcare, Cristiana Prestes Taddeo fechou um acordo de delação premiada em agosto de 2021 e disse ter mencionado pelo menos três vezes o nome de Rui Costa ao longo de cinco dias de oitivas. Nenhuma referência ao petista, porém, ficou registrada nos autos.

Em seis anos, o processo passou pela Justiça da Bahia, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), pelo STF, voltou à Justiça baiana, depois mais uma vez ao STJ e ao STF, pela terceira vez ao STJ e, por fim, foi encaminhado há duas semanas ao gabinete do ministro “comunista graças a deus” Flávio Dino.

E o PT até hoje, com o endosso da imprensa amestrada, acusa Bolsonaro de “genocida” por sua atuação na pandemia.

O PT se impõe ao Brasil até hoje graças ao “Pacote de Abril” do general Ernesto Geisel. Foi uma conta de chegar imposta pela ditadura militar quando sentiu que ia perder o controle do pais. Estipulando um mínimo de 8 e um máximo de 70 deputados por estado, independente da quantidade de eleitores em cada um, a ditadura que o PT vive de criticar, garantiu que uma minoria de brasileiros se impusessem à maioria. E, desde então, o “Pacote de Abril” ainda está aqui e, exatamente como faziam os militares, é de subornar essa minoria que tem vivido o lulismo., enquanto cinicamente posa de vítima da ditadura militar da qual ele é, na verdade, o herdeiro.

Sobre Wagner, Alckmin diz que confia no pai de todos

21 de junho de 2026 § Deixe um comentário

Na sequência da reafirmação da convocação de todos os policiais federais a serviço do Poder Judiciário, que ja tinha tirado do comando das investigações da roubalheira do INSS o policial federal que investigou e pediu a quebra de sigilo do Lulinha, e está tirando de Andre Mendonça o delegado Thiago Marcantonio que revelou os podres de Jaques Wagner, Geraldo Alckmin, o vira-casaca, deu declaração publica de que, sob Lula, “ a Policia Federal tem independência par investigar agentes politicos” e que ele “confia que o presidente, exemplo de comportamento republicano, vai conduzir bem a questão”.

Nos bastidores afirma-se que Lula ficou muito irritado com a entrevista à BandNews em que Jaques Wagner levantou seu santo nome em vão, revelando, sem autorização prévia, o telefonema de solidariedade que recebeu de Lula e afirmando que não sairia da liderança do governo, a menos que o presidente determinasse.

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