Estes números comprovam que eleição não é uma questão pacificada nos EUA
8 de junho de 2026 § 2 Comentários


Desde a eleição presidencial de novembro de 2024 até junho de 2026, centenas de leis e projetos alterando regras eleitorais, de iniciativa popular ou de inciativa legislativa mas sempre decididas pelo voto direto do povo, foram considerados e votados nos 51 estados americanos, o que dá uma medida concreta da desconfiança que existe e Trump denuncia.
Consideradas só as que foram aprovadas, no ano de 2025, 32 leis classificadas como “restritivas”exigindo regras mais rígidas de comprovação de identidade do eleitor, alterações nos prazos para o voto ausente, por correio, alterações nas regras de contagem dos votos por correio, ou de verificação de cidadania do eleitor foram aprovadas em 17 estados.

Pelo menos 30 leis expansivas (que facilitam o voto, ex.: mais opções de registro, voto por correio, etc.) em 25 estados.
Uma das principais denúncias de Trump é que os democratas (e a esquerda europeia em geral) incentivam a entrada de milhões de imigrantes ilegais prometendo-lhes a facilitação das regras de imigração e cidadania com os olhos postos em eleições que, a cada rodada, são decididas por margens menores de votos.
Dessas leis, 62 estarão em vigor para a eleição de midterm em novembro próximo.

Leis eleitorais mais amplas, incluindo administração, primárias, financiamento etc.), varias centenas foram aprovadas em 2025 e, só até abril de 2026, 236 leis eleitorais entraram em vigor em 34 estados (um ritmo extraordinariamente alto).
Consideradas todas as leis de acesso ao voto submetidas ao voto popular nesse período (2025), aprovadas ou não, 486 restringiam o acesso às urnas e 631 facilitavam esse acesso (total 1.100).
Em 2026, ate o momento, outras 302 restritivas e 558 expansivas foram consideradas em dezenas de estados.

Considerados todos os aspectos envolvendo eleições, 4.400 leis foram apreciadas até abril de 2026.
São números que comprovam claramente que não é honesto afirmar que as regras vigentes para as eleições americanas são uma questão pacificada para o resto dos americanos que vivem fora das redações da outrora “grande midia”.






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