“Intervenção moralizadora” do Fachin foi só pra matar a resistência da 2ª Turma
10 de setembro de 2026 § Deixe um comentário

Reintegrado à PF, Andrei Rodrigues comanda operação que mira filme sobre Bolsonaro
10 de setembro de 2026 § 3 Comentários


E o gópi segue sua marcha…
Um dia depois da reintegração de Andrei Rodrigues ao cargo, provocada por Flávio Dino e mantida por Edson Fachin, a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União deflagraram uma megaoperação sob medida para Lula reorientar a narrativa de campanha e ter munição suficiente para bombardear a candidatura de Flávio Bolsonaro até o dia da eleição.

Batizada Make Up, a operação cumpre 49 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Distrito Federal e tem como principais alvos a produtora Karina Gama e o deputado Mário Frias, ambos ligados ao filme Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro.
Sob a relatoria de Dino, comunista graças a Deus, e o comando operacional de Andrei Rodrigues, o inquérito investiga esquemas de desvio de dinheiro público associado a emendas parlamentares.

Afastado por André Mendonça sob acusação de arapongagem, o diretor-geral da PF recorreu a Dino alegando que a operação “policial-eleitoral” contra Flávio estava engatilhada, agora já se sabe que para hoje.
Segundo a CNN, Lula comandou nos bastidores a reação da ditadura à decisão de Mendonça, orientando seu ministro da Justiça e o fiel AGU a procurarem Fachin.

Foram quatro reuniões antes da decisão do presidente do STF de invalidar a decisão da Segunda Turma e fazer o que o chefão queria: deixar Andrei Rodrigues em condições de realizar a operação de hoje.
Ao que tudo indica, não será preciso um Inquérito das Fake News para os ministros do Supremo, a mando de Lula, continuarem a barbárie judicial de perseguição e influência indevida nas eleições.
Nem de Alexandre de Moraes, eles têm Flávio Dino, que, aliás, tirou o sigilo da ação da PF nesse caso “Dark Horse”, garantindo manchetes contra seu xará e a favor de Lula.

Dino vira Moraes e já põe Mário Frias sob meia prisão
10 de setembro de 2026 § 3 Comentários


Ao estilo Alexandre de Moraes, Flávio Dino determinou hoje medidas cautelares contra o deputado federal Mário Frias (PL-SP), proibindo-o de deixar o país e de manter contato com os demais investigados na Operação Make Up.
Eleito com mais de 120 mil votos, o parlamentar teve o passaporte retido por canetada.
A decisão vale para os demais alvos de busca e apreensão (foram 29 no total) executados nesta terça-feira pela PF do reintegrado Andrei Rodrigues.
Baseado em suspeitas, Dino, ex-ministro de Lula, alegou que Frias, ex-ministro de Bolsonaro, retardou o fornecimento de informações solicitadas pelo STF enquanto estava em viagem internacional e menciona em sua decisão uma transferência de R$ 645,4 mil feita pelo deputado à Go Up Entertainment, além de R$ 750 mil recebidos pela produtora da NTT Brasil.
A PF apontou que a Go Up movimentou R$ 19 milhões entre 10 de novembro e 30 de dezembro de 2025, período parcialmente coincidente com as gravações de “Dark Horse”.
Flávio diz que operação Make-Up é “golpe do Dino”: “a 3ª facada”
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