Moraes começa a cumprir a ameaça de Lula e toma passaporte de Flávio
26 de outubro de 2026 § Deixe um comentário

Veja como foi, minuto a minuto, a prorrogação amiga do Zanin
26 de outubro de 2026 § 4 Comentários


12h – A Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, pede ao TRE-BA a prisão em flagrante do secretário de Mobilidade de Salvador, Pablo Souza, por problemas com a circulação de ônibus na cidade.
~13h15 – Após denúncia da campanha do PT, o presidente do TRE-BA, desembargador Maurício Kertzman Szporer, determina a prisão em flagrante do secretário Pablo Souza, que estava em Paris, em missão oficial.
13h22 – A campanha de Lula protocola no TSE o primeiro pedido de prorrogação emergencial do encerramento da votação nas zonas eleitorais de Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas (BA), alegando problemas no transporte de eleitores.
13h37 – O PT entra com nova ação no TSE, informando problemas de transporte nos mesmos três municípios baianos — Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas — e pedindo providências.
13h54 – Os autos do primeiro pedido do PT são remetidos ao presidente do TSE, Kassio Nunes Marques.
~14h – Questionado sobre o assunto, Nunes Marques admite o problema na Bahia, diz que já estava sendo corrigido e afirma que o pedido de prorrogação seria analisado “no seu tempo”.
14h14 – O segundo pedido do PT é remetido ao corregedor eleitoral do TSE, Ricardo Villas Bôas Cueva (aquele, amigo do PT, que suspendeu a decisão de Kassio Nunes e reabilitou o canal “Exército do Lula”).
14h31 – Cueva pede informações ao TRE-BA e encaminha o caso a Nunes Marques para as providências cabíveis.
15h27 – A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) aciona o TSE pedindo prorrogação em 17 municípios de São Paulo, Paraná e Santa Catarina afetados por fortes temporais, deslizamentos e alagamentos causados por uma frente fria e um ciclone extratropical.
15h42 – O PT pede ao TSE a extensão da votação em outros nove estados, além da Bahia.
~15h45 – Em pronunciamento em frente à sua residência, em São Paulo, Lula diz que o PT está ingressando na Justiça Eleitoral para pedir a extensão da votação até as 19h.
15h52 – A campanha de Lula aciona o STF pedindo a ampliação do horário de votação em dez estados por problemas de transporte.
16h06 – Nunes Marques dá 30 minutos para o TRE-BA se manifestar sobre as informações solicitadas.
~16h22 – O PT apresenta adendo ao STF ampliando o pedido: prorrogação por duas horas em todo o Brasil.
16h32 – Os fatos alegados pelo PT chegam formalmente ao conhecimento do STF, e a reclamação é distribuída ao ministro Cristiano Zanin.
17h – Termina oficialmente o horário de votação previsto para o segundo turno.
17h01 – Zanin assina e divulga a decisão que prorroga por duas horas, até as 19h, o recebimento de votos em todas as seções de todo o Brasil, determinando seu cumprimento pelo TSE.
17h13 – Presidentes de seção de pelo menos uma zona eleitoral do Rio de Janeiro recebem mensagem sobre a prorrogação em um grupo de WhatsApp, primeiro registro de como a ordem começou a chegar às seções.
17h20 – O TSE informa que interrompeu a totalização dos votos, que já havia começado, com 0,25% das urnas apuradas.
17h24 – A decisão de Zanin entra no sistema do TSE, no processo em que a campanha de Lula pedia a extensão do horário.
17h34 – A decisão de Zanin é publicada no Diário da Justiça Eletrônico.
17h49 – Após reunião de ministros do TSE, Nunes Marques assina ofício aos presidentes dos TREs orientando que as seções ainda abertas permaneçam em funcionamento até as 19h.
18h – Diante da confusão em locais onde urnas já haviam sido fechadas, Zanin emite novo despacho esclarecendo que a prorrogação vale apenas para urnas que não foram encerradas; as já fechadas teriam os votos computados normalmente.
18h35 – O TSE informa que a totalização seria retomada às 19h.
19h – Encerra-se a votação prorrogada, e a totalização dos votos é retomada.
22h – Em pronunciamento a jornalistas após a apuração, Nunes Marques reconhece que a prorrogação nacional gerou “dificuldades” ao processo eleitoral, sem criticar diretamente a decisão do STF.






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