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Do jeito que está não tá dando mais pra aguentar

21 de outubro de 2026 § 2 Comentários

CEO da Quaest recebeu R$ 150 mil de Vorcaro

21 de outubro de 2026 § 2 Comentários

Mensagens extraídas pela Polícia Federal do celular de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, revelam negociações para contratar o CEO da Quaest, Felipe Nunes, como consultor estratégico do banco.

Os diálogos, obtidos pelo Metrópoles, mostram conversas entre Vorcaro e Ana Matos, do marketing da instituição, sobre um contrato de R$ 150 mil por mês, com valor total estimado em R$ 1,8 milhão em 12 meses.

Hoje, a poucos dias do segundo turno, a Quaest divulgou uma pesquisa em que deixa Lula e Bolsonaro com 1% de diferença.

Pelas mensagens, não há informação sobre quantas parcelas teriam sido efetivamente pagas.

Em 9 de setembro de 2024, Ana Matos perguntou a Vorcaro se estava alinhada a contratação de Nunes pela Quaest, e o ex-banqueiro respondeu que o acordo teria sido fechado por Augusto, sem identificar o sobrenome, mas tudo indica que se trata de Augusto Lima, o Guga Lima, do Credicesta.

Mais um golpe do ‘gópi’ contra Flávio Bolsonaro

21 de outubro de 2026 § 2 Comentários

Desta vez, quem prepara o golpe é a PGR de Paulo Gonet, no processo que investiga Karina Gama, produtora do filme Dark Horse, a cinebiografia de Jair Bolsonaro.

O ex-marido dela, Wemerson Marinho da Gama, negocia com a Procuradoria-Geral da República um acordo de delação premiada, registra o Valor.

As tratativas ocorrem na investigação sobre suspeita de desvio de emendas parlamentares destinadas a ONGs ligadas à empresária, mas ainda estão em fase inicial e não envolvem, neste momento, a Polícia Federal.

A expectativa é de que Wemerson apresente novas provas sobre fraudes envolvendo a rede de empresas e entidades mantidas por Karina.

Ele decidiu procurar as autoridades após ser alvo de buscas da PF em setembro, em investigação ligada a emendas indicadas pelo deputado Mario Frias. Entrou no radar dos investigadores por ter autorização para movimentar contas de uma das ONGs beneficiadas e por ter prestado serviços ao gabinete do deputado.

O caso tramita no Supremo Tribunal Federal, sim, sob relatoria do ministro Flávio Dino, comunista graças a Deus.

Promotor que quer censurar Campopiano é o mesmo que perseguiu Monark

21 de outubro de 2026 § 1 comentário

O promotor que ajuizou ação civil pública contra a vereadora e deputada estadual eleita Eduarda Campopiano (PL) por uma postagem em que chamou Erika Hilton (PSOL) de “homem biológico” é o mesmo que atuou de forma “inusual” no caso Monark.

Na época, Ricardo Manuel Castro pediu a retomada de uma cobrança de R$ 4 milhões após outro promotor ter se manifestado favoravelmente ao apresentador, que foi massacrado por defender a liberdade de expressão mesmo para quem diz coisas absurdas e execráveis, como os nazistas.

O procurador-geral de Justiça de São Paulo criticou a conduta do promotor, classificando-a como “absolutamente inusual e reprovável”.

A ação contra Campopiano pede indenização de R$ 100 mil por danos sociais e morais coletivos, retratação pública, curso obrigatório e uma ordem judicial para impedir novas declarações consideradas transfóbicas.

A deputada estadual eleita por São Paulo com a segunda maior votação da história da Alesp afirmou que a postagem foi uma provocação no contexto do debate político, sem intenção de discriminação.

O site A Investigação faz um detalhamento completo do caso.

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