Erika Hilton é cabo eleitoral de Flávio Bolsonaro
14 de março de 2026 § 1 Comment

O MPF ajuizou o Ratinho e o SBT, pedindo R$ 10 milhões em indenização, depois que o apresentador disse que a deputada “não é mulher, é trans”, criticando a sua escolha como presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher.
Lula recebeu 1 bilhão de dólares do narcotráfico, diz mexicano ‘El Mayo’
14 de março de 2026 § 2 Comments

Manifestantes incendeiam sede do partido comunista em Cuba
14 de março de 2026 § 1 Comment

Manifestantes invadiram e atearam fogo à sede municipal do Partido Comunista de Cuba (PCC) na cidade de Morón, província de Ciego de Ávila, durante protestos contra apagões prolongados, falta de alimentos e combustível que paralisam o país há semanas.
Vídeos mostram multidões retirando móveis e objetos da sede para queimá-los na rua, gritando “Liberdade!” e batendo panelas, sob motos iluminando a escuridão dos blecautes generalizados.
Há denúncias de tiroteios e feridos.
A revolta ocorre em meio à pior crise de abastecimento da história recente: postos sem gasolina, retorno ao carvão para cozinhar e colapso energético, agravados por sanções americanas do governo Trump e queda do turismo.
O ditador Miguel Díaz-Canel admitiu ontem que está negociando com Washington “saídas” à crise – anunciou isso em rede nacional.
Sem petróleo venezuelano e sob duras sanções, o regime cubano está encurralado enquanto a crise se aprofunda e a população passa ainda mais fome, e se revolta.
Depois de décadas, Havana precisa negociar para sobreviver, criando condições para um momento histórico: a abertura do regime cubano e o fim de uma das ditaduras mais brutais do século 20.
Com a queda de Maduro e o colapso da ditadura cubana, coração do movimento que catalisou uma aliança revolucionária e socialista na América Latina, as esquerdas estabelecidas na região — do chavismo ao lulismo — nunca estiveram tão próximas de ver tudo ruir.
Antes de reconhecer as conversar com o governo Trump, Cuba havia anunciado a libertação antecipada “nos próximos dias” de 51 prisioneiros, como demonstração de “boa vontade” em relação ao Vaticano, mediador histórico entre Havana e Washington.
Ainda assim, os esforços do regime não têm aliviado pressão interna crescente, com atos se espalhando por várias províncias.
A criatura saiu do controle
14 de março de 2026 § 1 Comment



Como no conto imortal de Mary Schelley, a imprensa domesticada se depara com sua criatura fora de controle.
Até as ameaças contra o Globo pelas revelações de Malu Gaspar e Lauro Jardim em janeiro deste ano, e o ensaio de AdeM contra o jornalista do Maranhão nesta semana, a chamada “grande imprensa” praticamente não registrou, nem as denúncias de Mike Benz, nem as de Eduardo Tagliaferro, mesmo quando cada um deles depôs no Congresso Nacional.
A Abraji estava entre as entidades mais citadas por Mike Benz como participante ativa do Consórcio Industrial da Censura financiada pelas entidades da CIA disfarçadas como ONGs.
As denúncias do especialista norte-americano em censura digital foram dadas a conhecer ao Brasil pela primeira vez pelo Vespeiro na véspera do Natal de 2024 – leia a matéria neste link.
Nas denúncias de Mike Benz, a Abraji é citada como parte integrante do que ele chama de “Complexo Industrial da Censura” financiado pelos EUA para interferir nas eleições de 2022, com o objetivo de enfraquecer o apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Por meio da USAID, do NED (National Endowment for Democracy) e do Atlantic Council, o Departamento de Estado criou uma rede de ONGs, agências de checagem de fatos e ativistas no Brasil para promover censura disfarçada de combate à “desinformação”.
Em depoimento no Congresso brasileiro (agosto de 2025), Benz descreve a Abraji como um “nó” nessa rede, em parceria com o TSE.
“A Abraji recebeu recursos diretos do Departamento de Estado (cerca de US$ 233.762 entre 2020-2024), da USAID (para eventos como o congresso de 2024) e da Embaixada dos EUA no Brasil”.
A Abraji é apontada como fundadora e controladora do Comprova, um consórcio de checagem de fatos envolvendo 28-40 veículos de mídia brasileiros e era apoiado por entidades americanas (incluindo Google News Initiative, Meta Journalism Project e First Draft) e foi integrado ao Programa Permanente de Combate à Desinformação do TSE em 2022 comandado por AdeM que usava os expedientes descritos por Eduardo Tagliaferro para produzir provas falsas e condenar inocentes, seja ao banimento das redes, seja a penas de prisão draconianas por participação na manifestação de 8/1 de 2023.

A Abraji e grupos semelhantes (como Agência Lupa e Fundação Getúlio Vargas) foram treinados e financiados para atuar como “checadores” oficiais, pressionando plataformas digitais a banir conteúdos que beneficiavam Bolsonaro.
Benz enfatiza que a Abraji, apesar de se apresentar como defensora da liberdade de expressão, funcionava como um “intermediário” para interesses geopolíticos dos EUA, alinhados ao governo Biden contra líderes como Bolsonaro (apelidado de “Trump dos Trópicos”).

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