Moraes pune Flávio por repetir Lula e ler carta do pai na prisão
13 de julho de 2026 § 1 comentário


O ministro Alexandre de Moraes, aquele cuja família tem um contrato de R$ 129 milhões com o banco Master e que se notabilizou por perseguir de forma implacável todos os que denunciaram tanto os seus desmandos arbitrários no TSE na eleição que reconduziu Lula ao poder como sua proximidade com Daniel Vorcaro, a ponto de receber mensagens do banqueiro no dia em que seria preso pela primeira vez, suspendeu por 90 dias as visitas de Flávio Bolsonaro ao seu pai em prisão domiciliar.
Ele ainda determinou à defesa de Jair Bolsonaro que diga, em até 48 horas, se o ex-presidente sabia que sua carta seria divulgada nas redes sociais.
O ministro também encaminhou o caso ao procurador-geral eleitoral para apuração de eventual propaganda eleitoral antecipada.
No sábado, Flávio leu durante uma live em seu canal uma carta escrita à mão e assinada por Bolsonaro, nomeando o filho seu porta-voz.
Segundo Moraes, o pré-candidato a presidente descumpriu uma ordem judicial que proíbe Bolsonaro de se manifestar em plataformas digitais, diretamente ou por intermédio de terceiros.
Para o ministro, não basta prender e tornar inelegível o ex-presidente, é preciso também calá-lo por completo, de modo que ninguém saiba o que ele tem a dizer sobre o que quer que seja, sobretudo no ano de uma eleição que ameaça Lula e sua ditadura.
Assim, interfere de forma arbitrária, a pedido do PT, no curso natural da eleição, impedindo um pré-candidato de exercer sua completa liberdade de ação política.
No dia 11 de setembro de 2018, o advogado Luiz Eduardo Greenhalgh leu publicamente a “Carta ao Povo Brasileiro”, escrita pelo então ex-presidente Lula enquanto estava preso na sede da Polícia Federal em Curitiba, oficializando Fernando Haddad como candidato à Presidência da República em seu lugar.
Trump anuncia que EUA vão cobrar pedágio de 20% no Estreito de Ormuz
13 de julho de 2026 § Deixe um comentário


Donald Trump anunciou hoje em sua rede social que os Estados Unidos vão retomar o bloqueio naval aos portos iranianos e cobrar uma tarifa de 20% sobre toda carga transportada pelo Estreito de Ormuz, medida que ele apresentou como parte de uma ação para assumir o controle e a segurança daquela que é considerada uma das rotas marítimas estratégicas para o comércio mundial de petróleo e gás.

A decisão aprofunda a escalada com Teerã depois de dois dias seguidos de ataques entre os dois países e de novas declarações do presidente americano de que Washington vai agir como “guardião” do estreito e receber compensação financeira dos aliados pela proteção da passagem.

Mesmo com o poder de decisão dividido entre civis e militares, a ditadura do Irã reagiu de forma imediata e rejeitou qualquer interferência americana na administração do Estreito de Ormuz, afirmando que não permitirá, sob nenhuma circunstância, que os Estados Unidos interfiram na hidrovia e advertindo que qualquer cooperação dos países do Golfo com Washington será tratada como “ato de guerra”.
No final de junho, durante uma visita a três países árabes no Golfo Pérsico, o secretário de Estado Marco Rubio rejeitou a ideia de cobrança de pedágio em Ormuz.
Segundo o chefe da diplomacia americana, a ideia de cobrar pedágio numa hidrovia crucial era “inviável”.
“Se você está pagando alguém para atravessar – não me importa se você chama isso de taxa, pedágio ou doação; é um pedágio”, disse Rubio. “É assim que vamos definir. É uma via navegável internacional.”
Em meio à escalada dos conflitos, os EUA revelaram o primeiro uso de embarcações navais não tripuladas para atacar uma base iraniana de manutenção naval durante a noite.
A crise se agrava porque o acordo firmado em 17 de junho, que previa uma trégua de 60 dias para negociações, entrou em colapso, enquanto o Estreito de Ormuz segue no centro da disputa.


O novo álbum dos Stones
13 de julho de 2026 § Deixe um comentário


Lançado pela Polydor/Universal Music, “Foreign Tongues“ é o 25º álbum de estúdio do Rolling Stones, que chega completo, com 14 faixas no total, incluindo 12 inéditas, como uma versão de “You Know I’m No Good”, de Amy Winehouse, e uma referência a uma das maiores influências da história da banda, Chuck Berry, na faixa de encerramento, “Beautiful Delilah”.
Gravado no Metropolis Studios, no oeste de Londres, o “disco” conta com participações de Steve Winwood, Paul McCartney, Robert Smith, do The Cure, e Chad Smith, do Red Hot Chili Peppers.
Além de Mick Jagger e Keith Richards, ambos com 82 anos, a formação atual dos Stones conta com Ronnie Wood, de 79 anos, e os músicos Darryl Jones, no baixo, e Steve Jordan, que assumiu a bateria após a morte de Charlie Watts, em 2021.




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