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A resposta de Rogério Marinho sobre o áudio vazado pela PF de Lula

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Mario Frias explica tudo a Claudio Dantas

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PGR denuncia Zema por calúnia contra ‘intocável’ Gilmar no vídeo dos fantoches

15 de maio de 2026 § Deixe um comentário

Fiel escudeiro de Alexandre de Moraes, cuja família recebeu R$ 80 milhões do Banco Master para prestar serviços ainda não exatamente esclarecidos, Paulo Gonet denunciou hoje o presidenciável Romeu Zema por calúnia contra Gilmar Mendes.

O PGR baseou sua decisão no vídeo dos fantoches “intocáveis”.

Zema reiterou o que já havia dito, que não vai “recuar um milímetro”.

Originalmente, Moraes acionou a PGR pedindo para que o ex-governador de Minas fosse investigado no inquérito das Fake News, do qual é relator.

No fim, Gonet remeteu o caso ao STJ, alegando que o pré-candidato do Novo usou perfis públicos associados à sua atuação no exercício do cargo para se manifestar.

Na época da publicação do vídeo, Zema ainda era governador.

Para Gonet, a postagem excede o domínio da crítica admissível, pois, sob roupagem humorística, atribui a Gilmar Mendes conduta criminosa, como corrupção passiva.

PT quer censurar cinebiografia de Bolsonaro

15 de maio de 2026 § Deixe um comentário

O PT quer impedir a exibição e a circulação da cinebiografia de Jair Bolsonaro.

Em iniciativa encabeçada pelo deputado Rogério Correia, de Minas, vice-líder do governo na Câmara, o partido deflagrou uma ofensiva jurídica coordenada para censurar o filme, intitulado “Dark Horse”.

A expectativa é que o longa seja lançado em setembro, a um mês das eleições.

O PT espera parceria do Ministério Público em sua empreitada, alegando que se trata de propaganda eleitoral antecipada e abuso de poder econômico, além de acusar o filme de irregularidades no financiamento por conta do áudio de Flávio Bolsonaro que a PF vazou.

Sob a relatoria de Benedito “Missão dada, é missão cumprida” Gonçalves e acolhendo um pedido da coligação de Lula, o TSE já suspendeu o lançamento de um filme sobre Bolsonaro em 2022 – no caso, o documentário “Quem mandou matar Jair Bolsonaro?”, da produtora de vídeos de direita Brasil Paralelo, que seria exibido às vésperas do segundo turno.

O precedente pode ser usado agora para barrar a exibição de “Dark Horse”, pelo menos até o fim da disputa eleitoral, em 25 de outubro, ainda que o candidato desta vez não seja o protagonista.

A tradução da expressão “dark horse” seria “azarão”, em alusão à vitória de Bolsonaro em 2018 contra todos os prognósticos.

O filme é estrelado pelo ator norte-americano Jim Caviezel no papel do ex-presidente.

Ele trabalhou em filmes como “Além da Linha Vermelha”, “Paixão de Cristo” e “Conde de Monte Cristo”, além do recente “Som da Liberdade”.

Segundo o site IMDb, o ator brasileiro Marcus Ornellas vai interpretar Flávio.

De acordo com a coluna de Malu Gaspar, os R$ 61 milhões que Vorcaro pagou para financiar o filme de Bolsonaro equivalem a 13 vezes o que o Master tinha em caixa quando foi liquidado pelo Banco Central, em novembro do ano passado.

Ainda segundo o Globo, há quem ache arriscado lançar o filme perto da eleição para não resgatar uma discussão sobre o áudio de Flávio para Vorcaro.

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