‘Mulheres aprendem a tomar toque desde pequenas’, diz Lula
29 de setembro de 2026 § 3 Comentários

Ele disse isso em um comício em Belém ao tratar do tema câncer de próstata.
Luchsinger pagou R$ 1,8 mi para ver a aurora boreal com Lulinha
29 de setembro de 2026 § 2 Comentários


A lobista Roberta Luchsinger pagou R$ 1.868.179,66 por uma viagem à Escandinávia em janeiro de 2025 com Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Lula, e as respectivas famílias, incluindo esposas e filhos, para ver a aurora boreal, registra Malu Gaspar.
A informação consta de um orçamento encontrado pela Polícia Federal no celular de Roberta, com detalhamento de itens de luxo como mordomo e chef, com custo estimado de R$ 266,8 mil por pessoa.
O roteiro incluiu Suécia, Finlândia e Suíça, com hospedagem no hotel HUUS Gstaad, nos Alpes suíços, e seis dias consecutivos de esqui, e os preparativos foram feitos por Roberta com assessoria de Marina Mantega, da agência TTW, que se apresenta como especialista em turismo de alto luxo.
Segundo diálogos de WhatsApp obtidos pela PF, Roberta pagou um sinal de R$ 339 mil em outubro de 2024 para fechar o negócio com a agência.
A viagem havia sido revelada pelo Metrópoles em março de 2025, mas os custos não eram conhecidos até agora, e fotos obtidas pela PF mostram Lulinha e a mulher, Renata Abreu Moreira, na Suíça.
As informações fazem parte de um inquérito sigiloso que tramita no Supremo Tribunal Federal sob relatoria do ministro Flávio Dino, no qual a PF apura suspeita de tráfico de influência envolvendo Roberta e Lulinha em atuação por interesses da fábrica de fertilizantes Unigel.

Fux suspende decisão de Dino sobre Nossa Senhora e Flávio
29 de setembro de 2026 § 1 comentário


O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, suspendeu a decisão do ministro Flávio Dino que havia liberado publicações que associavam falsamente o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) a uma tentativa de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil.
Com isso, volta a valer, até análise do plenário do STF, a decisão do ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral, de sexta-feira, 25/9, que determinou a retirada do ar dos posts, incluindo réplicas e uma publicação do humorista Antonio Tabet.
No domingo, 27/9, Dino havia restabelecido as publicações sob o argumento de proteção à liberdade de expressão, afirmando que o post não citava nominalmente Flávio Bolsonaro.
A defesa de Flávio Bolsonaro recorreu ao STF no processo do Marco Civil da Internet, relatado por Fux, que acolheu o pedido e determinou que as plataformas, em até 24 horas, voltem a cumprir as ordens do TSE e informem as providências, sob pena de multa de R$ 50 mil por dia por provedor.
Na decisão, Fux afirmou que não julgou o mérito sobre liberdade de expressão ou sobre a licitude das publicações, mas apontou vício processual na atuação de Dino, argumentando que uma reclamação sobre outro caso não poderia suspender ordem da Justiça Eleitoral a pedido de quem não era parte do processo e com abertura para novos pedidos sem distribuição regular.
O ministro também destacou que o tema precisa ser analisado pelo colegiado por seus efeitos sobre a Justiça Eleitoral e sobre a campanha presidencial em curso, e que a Constituição reserva ao TSE a última palavra em matéria eleitoral.



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