Aulas de democracia nas cédulas americanas

13 de novembro de 2020 § 109 Comentários

A imprensa brasileira perdeu mais uma oportunidade de mostrar ao vivo ao seu iludido público que pensa que vive numa, o que é democracia e como ela funciona na eleição de 3 de novembro nos Estados Unidos. A exibição de uma única cédula dessa eleição tomada a esmo entre as de cada um dos 50 estados ou de municípios desses estados, diferentes entre si, faria o milagre pois nelas está um resumo completo dos poderes do povo e dos limites do Estado que definem o sistema americano como democrático e, por oposição, o brasileiro como a falsificação antidemocrática que é.

A exegese detalhada de uma única dessas cédulas numa série de matérias descritivas exibida e repetida em horário nobre nas principais redes de televisão do país, explicando a mecânica e a finalidade dos instrumentos que nelas aparecem e comparando-os com os usados para atender os mesmos problemas em nosso país, seria suficiente para iniciar uma revolução.

Indo do menor para o maior, seria preciso explicar, antes de mais nada, o sistema de eleição distrital pura. Começando pelos 7 membros do conselho gestor de cada escola publica de cada bairro do país, ele não só amarra cada representante eleito ao conjunto de eleitores moradores num determinado endereço como dá a esses eleitores – e só a eles – o direito de destituir esse representante a qualquer momento e por qualquer motivo mediante a convocação da retomada dos votos dados a ele (recall), o instrumento que alinha todas as lealdades do sistema a sua majestade o cidadão comum.

Vade retro “Constituição Cidadã”!!

Seria preciso mostrar que o mesmo mecanismo aplica-se a todo representante eleito escala acima até o nível de governador. Cada grupo determinado de eleitores, credenciado pelo seu endereço, elegerá “os seus” representantes no conselho gestor das cidades (“Council”), que na maioria esmagadora das americanas já nem tem mais prefeito; elegerá os “seus” legisladores municipais, onde houver; elegerá os funcionários que preferir eleger diretamente a autorizar o prefeito, o “Council” ou o governador a nomear; elegerá os “seus” juízes das diversas instâncias do Poder Judiciário abaixo da Suprema Corte Federal. E cada um desses representantes eleitos saberá exatamente, nome por nome, “de quem ele é”, isto é, quem o elegeu e tem o poder de deselegê-lo a qualquer momento, amarrados que estão os dois pelo distrito disputado pelo eleito e pelo endereço de quem o elegeu.

Todo e qualquer individuo em qualquer cargo público nos Estados Unidos, foi eleito por cidadãos determinados e identificáveis, menos aqueles que esses mesmos eleitores concederam a outros representantes por eles eleitos nomear, lista esta que se altera ao sabor dos interesses cambiantes do eleitorado. E todos, sem exceção, poderão ser “deseleitos” a qualquer momento. Milhares o foram, juizes entre eles, na mesma cédula de 3 de novembro que pôs Joe Biden uns metros à frente de Donald Trump, a decisão de menor alcance doméstico tomada ali.

Seria preciso explicar ainda o que eram aquelas propostas específicas só para os eleitores de alguns bairros de algumas cidades: a compra de um novo carro de bombeiros, de uma área para fazer um parque, a reforma de uma ponte, a aprovação ou não de um empreendimento privado que pode alterar a feição da cidade … e a criação de novos impostos temporários – valores e prazos claramente estabelecidos – para pagar cada uma dessas encomendas do povo e para o povo, desde que aprovadas ali, no voto, pelo povo, e como esse mecanismo explica que o país se tenha tornado multi-trilionário em função da drástica redução do espaço para a corrupção que desse sistema de decisão decorre.

Seria preciso explicar que 120 propostas de lei de alcance estadual foram decididas em 34 estados em 3 de novembro e que outras 9, mais urgentes na avaliação dos eleitores, já tinham sido decididas em “eleições especiais” convocadas em datas e estados variados desde março deste ano. 

Para entender “quem manda em quê e em quem” numa democracia, bastaria indicar que 20 dessas leis de iniciativa popular ou de referendo de sugestões de legislativos (que lá só têm poder de sugerir porque quem aprova ou não cada lei é o povo) são alterações no comportamento tolerado e nas regras de fiscalização das polícias estaduais, uma revisão desencadeada pela morte de George Floyd. Que 18 medidas em 14 estados tratavam de alterações nas regras para eleições incluindo temas como financiamento de campanhas, datas de eleições, sistemas de eleição, redefinição de distritos eleitorais, limitações de mandatos, etc. Que em 12 estados foram votadas 19 decisões alterando leis sobre impostos. Que outros quatro decidiram sobre uso de maconha. Que entre as novidades desta safra apareceram ainda a primeira lei de iniciativa popular sobre politicas de mega-dados, novas abordagens para a criminalização do uso de drogas, politicas de reintrodução de lobos selvagens em parques públicos, o veto por referendo de uma lei de libertação de presos por pagamento de fiança, a mudança de uma bandeira estadual, o veto à discriminação pelo Estado com vistas a ações afirmativas e até uma proposta de mudança do nome de um estado.

Um tema, enfim, tão obviamente jornalístico para um país paralisado em seu labirinto institucional e às vésperas de mais uma de suas “eleições” falsificadas, quanto é anti-jornalística e anti-humanitária a atitude de todos os “órgãos de imprensa” que, tendo repetida essa mesma oportunidade a cada dois anos, recusam-se reiteradamente a apontar a saída do inferno em que ardem os miseráveis do Brasil.

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§ 109 Respostas para Aulas de democracia nas cédulas americanas

  • plonios disse:

    Por aqui, a única coisa que temos parecido são os condomínios. O síndico tem poderes e orçamento limitados, e qualquer coisa que fuja dessas limitações tem que ser submetido aos condôminos, que também se comprometem com um rateio extra com finalidade definida.

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  • Kei Marcos Tanaami disse:

    Muito bom, cara, e aqui a imprensa toda propagandeia que democracia avançada é ter urna eletrônica que apura o resultado da eleição em alguns segundos.

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  • Seu texto mostra que o endereço de cada cidadão está na base do sistema. Sem isso, a construção vem abaixo.

    Ora, constata-se que a própria existência de «miseráveis que ardem no fogo do Brasil» trava, logo de saída, toda possibilidade de adotarmos o sistema americano. Por quê? Pelo fato de dezenas de milhões de miseráveis simplesmente não terem endereço.

    Portanto, podemos apreciar e aplaudir o funcionamento admirável da sociedade americana, mas somos obrigados a admitir que o sistema é intransplantável para nosso país. Independentemente de ‘imprensa marrom’ ou o que seja.

    Por muitos e muitos anos, ainda hemos de continuar cobiçando as guloseimas atrás da vitrine. Um dia, quem sabe…

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    • A. disse:

      Sempre aparece alguém com um “senão”, um “mas”… “um dia, quem sabe…!
      – JECA TATU!

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    • A. disse:

      Não!!! Não é falta de endereço que impede a adoção desse sistema: é a falta de caráter dos nossos políticos e a NOSSA acomodação!

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    • plonios disse:

      Observação interessante, que tem paralelo nos US. Será que alguém (quem sabe o Fernão) sabe como eles tratam os homeless? Afinal, o problema lá é menos grave que aqui, mas existe.

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    • A. disse:

      A ÚNICA solução que encontramos é dizer que não não há solução… Para, ô!

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    • Guga Palumbo disse:

      Cabe acrescentar a não obrigatoriedade de votar.

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    • whataboy disse:

      Quanto exagero argumentativo! Que tal alguma reflexão sobre causas e efeitos? Miseráveis sem endereço ou analfabetos são causa ou efeito de alguma coisa parecida com democracia?
      E os milhões que hoje votam na urna eletrônica são o quê exatamente? Acomodados, manipulados e subordinados à privilegiatura, sob o beneplácito do fraco e superficial jornalismo da terrinha, isso sim.

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    • flm disse:

      “Dezenas de milhões” sem endereço não existe, José. A “democracia” macunaímica é ruim de dar poderes aos miseráveis mas boa como nenhuma para cobrar-lhes os deveres, o principal dos quais é pagar impostos. E graças exclusivamente a isso, todo mundo no favelão nacional, ou quase, tem um endereço. O endereço é o cateter através do qual o Estado chupa o sangue de cada um de nós…

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      • Obrigado por sua manifestação, Fernão. Evitei me estender, porque me pareceu que ia incomodar muita gente. Mas agora digo.

        Há muitos e muitos anos, vivo na Suíça, um país onde o paradeiro de cada cidadão é atentamente observado, controlado e anotado. Quando a gente muda de casa, tem 14 dias para avisar ao serviço chamado ‘Controle do Habitante’ do município – um nome de arrepiar, que lembra Big Brother. Quando se muda para outro município, o aviso será duplo: no antigo, comunica-se a partida; no novo, a chegada.

        Para obter um cadastro confiável e permanentemente atualizado de cada cidadão, um sistema semelhante teria de ser adotado no Brasil. Fico pensando como seria.

        Pra começar, teria de ser criada uma rede nacional de controle de residência, com uma filial em cada um dos cinco mil e tantos municípios. Imagine o peso da estrutura e o que significaria como cabide de empregos.

        Em seguida, cada cidadão estaria obrigado a se registrar a cada vez que muda de casa, como se registra um filho no cartório. Sob pena de multa.

        Tenho cá minhas dúvidas sobre a reação da população. Haveriam de aceitar bovinamente uma novidade desse quilate? E as liberdades individuais, como é que iam ficar? E a torrente de processos, suspensões liminares, habeas corpus, já pensou? Briga pra anos e anos.

        É por isso que lhe digo que, agora, não vejo possibilidade. Talvez, um dia.

        Forte abraço.
        José Horta Manzano
        https://brasildelonge.com/

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  • Guilherme Polato disse:

    Parabéns concordo plenamente. Endereço e distrito só isso.

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  • plonios disse:

    Um outro aspecto que chama a atenção nesse sistema: só dá para votar se você consegue ler. Os constituintes acharam um grande feito garantir o direito de voto aos analfabetos – em vez de colocar como direito das pessoas o de saber ler e escrever. Mas esse é duro para o Estado perseguir, então foi mais fácil definir as coisas dizendo que o problema não existe.

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    • flm disse:

      Da pra votar mesmo sem ler, plonios.

      Esse sistema começou naqueles EUA que v vê nos filmes de caubói. E com um único instrumento: o recall. Todo mundo, em qualquer cidadezinha do mundo, até o mendigo de debaixo a ponte, sabe quem são os políticos ladrões; se o prefeito asfaltou aquela rua porque é a que precisa ser asfaltada ou porque ele é dono dos terrenos à margem dela, se ele contratou os melhores materiais pelo melhor preço ou está só se locupletando…

      O cara mais analfabeto da cidadezinha sabe quem são as pessoas cultivadas ou dedicadas o bastante da comunidade para ensinar seus filhos na escola. Não precisa ir à universidade para se tornar democrata. Em geral o que acontece é o contrário: é só na universidade que se “aprende” que o obvio não é obvio e que “o melhor para você” é o pior para você…

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      • plonios disse:

        Não entendi sua primeira frase. Como é que dá para votar numa cédula que pode ter 40 ítens sem ler cada ítem?

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      • whataboy disse:

        Plonios, analfabetos são causa ou efeito do favelão? Observe em 360º e verá que o analfabetismo não é desculpa para a cegueira de letrados com qualquer nível de educação.

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      • carmen leibovici disse:

        Gostei!!!”Em geral o que acontece é o contrário: é só na universidade que se “aprende” que o obvio não é obvio e que “o melhor para você” é o pior para você…”

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  • whataboy disse:

    Um esclarecimento tão fundamental como esse deveria provocar urticárias e grande vergonha no conjunto dos profissionais jornalistas empresários de mídia do país. Inacreditável o esforço que fizeram para cobrir apenas a superfície do jogo americano e quem sabe para encobrir deliberadamente as causas mais evidentes da nossa desgraça como nação.

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  • Marcia disse:

    Aqui, os suspeitos de sempre, com sua indefectível trupe de inocentes úteis, estão flertando é com a “democracia” de partido único. Aguarde, na seção eleitoral mais próxima de você.

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  • Noemi Yuaça Hashimoto disse:

    Muito interessante o texto, e gostei do exemplo dos nossos condomínios. Também concordo que participação é fundamental,especialmente de gente comprometida com o bem publico. Apenas para reflexão, se cada vez mais há a degradação de caráter humano, o que será do resultado em cima, visto que a maioria está pendendo para egoísmos, desafetos, brigas ? Alguém tem visto Brasil Paralelo ? O cavalo de Tróia está atuante !

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  • LSB disse:

    Caro Fernão e demais

    Sendo o mais sucinto possível:

    “A imprensa brasileira perdeu mais uma oportunidade de mostrar ao vivo ao seu iludido público.’

    Não perdeu. Não se trata de desatenção, esquecimento ou falta de tirocínio.
    Pelo contrário, é proposital. Pois, ao mesmo tempo que “esqueciam” de explicar o modelo americano, florescia uma “supersafra” de artigos e matérias – de um ufanismo barato e quase caricato – exaltando o sistema brasileiro e como somos “superiores” e “exemplo” para o mundo.
    Enfim, a imprensa não perdeu oportunidade de desmascarar uma equivocada ilusão de um “público iludido”; pelo contrário, ela APROVEITOU MUITO BEM A OPORTUNIDADE e trabalhou intensamente para manter esse povo iludido (e cuja ilusão mesmo já tinha sido criada anteriormente com a fundamental colaboração da imprensa. Agora é só “manutenção”…)

    “Seria preciso explicar ainda o que eram aquelas propostas específicas só para os eleitores de alguns bairros de algumas cidades”

    – o brasileiro aceita essa descentralização? Via de regra, queremos federalizar tudo. Queremos que as leis e todos os códigos sejam milimetricamente iguais em todos os cantos do país.
    O brasileiro aceitaria, como o próprio exemplo do texto, que algum estado brasileiro aprovasse o uso da maconha? Ou que as regras trabalhistas fossem diferentes? Ou que tanto a “qualidade” como a “extensão” dos serviços públicos e assistência social fossem (bastante) diferentes?
    Em suma, apesar de “sonhar” com esse modelo, não consigo acreditar que o brasileiro aceite isso (pelo menos hoje em dia).
    (pelo contrário, a impressão que tenho que é a mesma coisa que você falar que o “certo” é todos andarem pelados! A única reação que você vai obter são dois olhos mega arregalados!)

    – todo nosso arcabouço jurídico impede essa diferenciação. Pode-se mudar? Sim, mas isso implica uma nova CF (porque os princípios contidos na “cidadã” vão totalmente contra esse “modelo”; pelo contrário, ela “empurra” para a centralização) e, obviamente, todo nosso jurídico infraconstitucional. Não é coisa de “reforminha”. É como querer transformar uma “casa” em um “arranha céu” fazendo pequenos “puxadinhos” (muda um pilar, hoje, acrescenta uma laje amanhã, etc. Não vai funcionar…)

    – e tudo isso fica muito mais difícil se considerarmos o “nível” do debate que vemos: quando não é xingamento, é desqualificação. Quando não é “puxa saquismo” oportunista, é “gelo” “blasé”. Se não é herói máximo, é o pior vilão da história; se não é especialista “vaca sagrada” chancelado oficialmente, é frustrado ignorante propagador de “fake news” que se acha porque descobriu a internet. Enfim, quando não é aderência “missionária”, “cega” ou “religiosa”, é “satanização” sumária e sem direito à defesa; e se não for otimismo infantil, é pessimismo suicida, pois quando não é imobilismo cadavérico, é voluntarismo adolescente irresponsável, e quando não “casamos” com ideias fantásticas e estapafúrdias, vamos mesmo na base do “fé em Deus e pé na tábua!”…
    (e, claro, se escrevemos pouco somos simplistas, mas quando escrevemos muito logo nos transformamos em pernósticos, preciosistas, arrogantes, enfadonhos, prolixos, evasivos ou inconclusivos)

    Conclusão, podemos mudar “acidentalmente”: o Estado brasileiro vem a colapsar e temos a “sorte” de haver, neste momento de “caos”, um “bloco na rua” com uma ou algumas ideias decentes (essas defendidas aqui no Vespeiro, por exemplo) e que, meio “sem querer”, consegue “emplacar” sua “marchinha”…
    Mas, de qualquer forma, como diz o Paulo, “la nave vá, peidando – sempre!”

    Abs a todos
    LSB

    Ah, e como BRADOU o Fernão: “Vade retro ‘Constituição Cidadã’!!”

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    • flm disse:

      Lendo-o “na diagonal”, LSB, remeto-o à resposta dada a polonios aí encima

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      • LSB disse:

        Caro Fernão,

        Meu ponto é um pouco diferente do expressado pelo “plonios”. A questão que ele colocou é a dificuldade do analfabeto votar.
        Meu ponto é se o brasileiro aceita a descentralização… mas vou colocar um comentário em forma de pergunta/pesquisa simples e assim ficará mais “claro” meu “senão” (se é que ainda podemos usar essa palavra…)

        Abs
        LSB

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      • pm disse:

        Ok, hoje terceiro dia, aguardando a ressurreição, teria resposta respeitosa ao LSB que transversalmente e generosamente comenta o autor? Inclusive as baboseiras do canto de sereias quando a rede de arrastao É lançada?

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    • whataboy disse:

      Se o Estado brasileiro vem a colapsar, não nos custa dar um empurrãozinho na direção correta do pós-colapso!
      Se ainda irá sobreviver para continuar comandado pela privilegiatura eleita e nomeada para sugar o sangue de todos, continuemos a bradar suas fundações podres!

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      • LSB disse:

        Caro Whataboy

        Concordo contigo. E era exatamente a isso que eu me referia quando escrevi que precisamos ter a “sorte” de ter “um ‘bloco na rua’ com uma ou algumas ideias decentes (essas defendidas aqui no Vespeiro, por exemplo)”; ou seja, este seria o “empurrãozinho na direção correta”.

        By the way, em comentários em outros artigos aqui no Vespeiro, já havia aventado a ideia de que devemos formar “movimentos” (até citei o “projeto” do Salim Mattar).

        Abs
        LSB

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  • Carlos disse:

    Fernão , Parabéns!!! Aula sobre o sistema americano !!!
    Infelizmente estamos a anos luz disto que foi implementado há 200 anos lá.
    Aqui , existe o interesse de manter os currais eleitorais e o poder de meia dúzia de interessados em explorar a população, e a mídia é controlada e conivente com isto, sem o mínimo interesse em dar uma aula sobre o assunto, como vc fez , para a população.
    Difícil nossa situação, pobre Brasil

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    • flm disse:

      Não são 200, Carlos são só 100 ou menos em um monte de lugares. Isso não vem da constituição deles, vem das reformas da chamada Progressive Era (virada do 19 para o 20).
      La também existem todos esses interesses escusos. Mas existe também um sistema que permite (e não bloqueia, como aqui) a passagem da maioria. Aqui a maioria só vale na decisão por penalizes, depois que o jogo inteiro ja foi jogado e s’o os escolhidos Poor “eles” estão na final.

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  • rubirodrigues disse:

    Precisamos de uma nova Constituição, mas não constituição feita por profissionais da política. Precisamos de uma Constituição feita com espírito verde e amarelo. Precisamos de um projeto do Brasil que desejamos para nossos netos. Os nossos intelectuais perderam a capacidade de sonhar? Os nossos jornalistas acreditam mesmo que a mediocridade pós-moderna pode construir um mundo melhor para se viver à margem da verdade? Os nossos agentes públicos realizam-se com o simples enriquecimento pessoal? Onde foi perdido o sonho de inscrever seu nome dignamente na história política do país? Ninguém percebe que estamos matando a crença na democracia? Assim como a pandemia está matando a crença na ciência sem a revolta dos cientistas e das instituições científicas? Você que prefere uma lógica destrutiva acha mesmo que o dia em que vier um ditador truculento você vai fazer parte do banquete? Se tiver ai alguém disposto a construir vejam ideias iniciais compatíveis com as de Fernão no link https://segundasfilosoficas.org/sem-categoria/pacto-federativo-um-novo-rumo-para-o-brasil/.

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  • Francisco G Nobrega disse:

    Parabéns caro Fernão. É um dos pouquíssimos jornalistas que realmente nos iluminam.

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  • A. disse:

    I-N-A-C-R-E-D-I-T-Á-V-E-L (ou não…). A maior parte dos comentários insiste que é impossível dar um passinho que seja na direção certa. O melhor é deixar como está pra ver como é que fica…
    “Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes.” – Nós pioramos esta frase: Não fazemos NADA!!!

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    • whataboy disse:

      Prezado A.
      Percorra outra vez os comentários dessa página.
      Acho que 90% estão alinhados com o artigo do Fernão. Um ou dois comentários são do tipo “deixar como está”.
      Eu tenho por hábito citar a falsidade da democracia brasileira e o aperfeiçoamento possível das ferramentas básicas nas áreas de comentários da imprensa. Já é alguma coisa inundar essas áreas revelando ausência da noção de causa-efeito generalizada!!

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    • flm disse:

      Pois é…
      É preciso ter uma paciência gigante para tourear a herança jesuíta, que nos ensinou a “pensar” nos meios e modos de negar a ciência e a experiência e condenar verdades gigantescas e auto-evidentes à mentira eterna “demonstrando” que no canto esquerdo o pé direito numero 98 da centopéia existe um defeito nessa ideia … e portanto ela está todinha condenada…
      Difícil gente que não tem imaginação para enxergar que todo movimento complexo começa por um movimento simples que evolui. Mas é do jogo…

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  • alvarojorgebm disse:

    Caro Fernão,
    Oportuníssimo artigo. Tomara surjam fóruns por aqui que fomentem o assunto. Apresento duas dúvidas:
    1) Como se dá o recall? Quem tem o poder de solicitá-lo contra um eleito?
    2) Como as propostas legislativas chegam às cédulas? Quem tem o poder de apresentá-las?
    Em última análise, pretendo saber se esse sistema distrital impede ou minimiza a presença de “caciques partidários” na condução da cédula elaborada.
    Um forte abraço.
    Alvaro Jorge Braga Mendes

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    • flm disse:

      Jorge,

      escreva “recall” na caixinha do canto superior direito da pagina de entrada do Vespeiro onde está escrito “Pesquisa” e você terá dezenas de matérias explicando tudo isso

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  • LSB disse:

    Prezados,

    Uma rápida pesquisa junto aos frequentadores e leitores do Vespeiro. Pediria que, quem possa responder, responda. É simples: vou colocar 5 perguntas abaixo e quem quiser responder basta dizer sim ou não.
    Exemplo:
    1 – sim
    2 – não
    3 – sim
    etc

    ENUNCIADO:
    Seguindo o modelo americano, mil vezes aqui descrito no Vespeiro, um município qualquer do Brasil (ou um bairro que seja), aprova NAQUELA LOCALIDADE (cidade ou bairro) uma alteração nos currículos escolares para INCLUIR VISITAS aos pontos históricos do mundo (Roma, Paris, etc.).
    Obviamente, o dinheiro para bancar o turismo VIRÁ dos IMPOSTOS (que serão aumentados) dos CONTRIBUINTES DAQUELA LOCALIDADE.

    1 – Você aceitaria que uma cidade (bairro) ofereça esse serviço aos seus estudantes enquanto outras cidades (bairros) não (porque pode não ter dinheiro para bancar)?

    2 – Você acha que o brasileiro aceitaria que uma cidade (bairro) ofereça esse serviço aos seus estudantes enquanto outras cidades não (porque pode não ter dinheiro para bancar)?

    Naturalmente, muitos moradores de fora da cidade ou do bairro (e não pagadores dos impostos majorados) irão querer usufruir desta escola. O município (bairro) terá que proibir os de fora de se matricularem ali.

    3 – Você aceitaria que os “de fora” não possam usufruir tais serviços públicos?

    4 – Você acha que o brasileiro aceitará que os “de fora” não possam usufruir tais serviços públicos?

    5 – Você acha que a nossa CF permite esse tipo de “segregação” e “discriminação” (separar quem paga e quem não paga e proibir quem não paga de usufruir o serviço)?

    (E para as perguntas 1 e 3, se você vai dizer sim, peço que reflita bem se realmente a resposta é “sim”. Inclusive imaginando que não seria apenas esse serviço, mas todos que seguiriam essa “lógica”)

    Abs
    LSB

    PS: Minhas respostas:
    1 – sim
    2 – não
    3 – sim
    4 – não

    5 – ABSOLUTAMENTE NÃO.
    Nossa CF não permite esse tipo de segregação/discriminação e isso é Cláusula Pétrea.
    Mais: temos batalhões e batalhões de juristas, procuradores, promotores e defensores públicos que JAMAIS aceitariam isso.
    Mais de 50% das faculdades de direito do MUNDO estão aqui para barrar e impedir qualquer ideia ou proposta neste sentido.
    De fato, qualquer estrangeiro que estiver de passagem pelo Brasil tem até direito de cirurgia de mudança de sexo pelo SUS.
    E cada dia mais, nosso judiciário ativista aumenta mais essa “solidariedade”. Ou seja, mudar nossa “linha” jurídica, só mesmo com revolução.

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    • whataboy disse:

      Minhas respostas e justificativas:
      1 – sim (não sou eu do lado de fora que irá pagar a extravagância dos outros)
      2 – sim, aceitaria (esse brasileiro do lado de fora que quiser usufruir da regalia pode mudar para essa cidade e pagar o imposto instituído para a extravagância)
      3 – sim (igual à anterior)
      4 – sim (igual à anterior)
      5 – entendi sua explicação e concordo com o Não relativo da interpretação. Cabe alterar essa esdrúxula situação. Cada orçamento distrital com as loucuras que quiserem escolher. Na verdade, quantas verbas já não são desperdiçadas lá no rincão do falso representante-despachante? Se esse desperdício atual é constitucional por que não seria constitucional o estudo do meio de Roma in-loco? Só não o é porque somos os cordeirinhos subordinados à privilegiatura.

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    • A. disse:

      Sr. LSB.:
      Não vou responder porque não consigo raciocinar a partir de hipóteses. Além disso seu enunciado está formulado de má fé (dessa o sr. não vai gostar!): se um distrito aprovar uma mudança curricular como o sr. propõe, a viagem nunca poderá ser considerada “TURISMO”. E propor que quem for responder “SIM” reflita se tem certeza é até desrespeitoso.
      O resto, pra mim, não tem base no mundo real!
      Abraço!

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      • LSB disse:

        ” seu enunciado está formulado de má fé “.

        Caro A.
        Complicado, muito complicado.
        Se escrevo um longo texto para me explicar, logo sou tachado de enfadonho ou que estou “missing the point”.

        Se resumo, vem essas críticas super inteligentes: pega uma palavrinha e tenta desmontar a questão inteira. Até porque a palavra “turismo” foi utilizada com um sentido irônico e que não alterava em nada a questão… dããã!

        (lembra dos artigos do Fernão acerca da “metodologia” intelectual para “manipular” e enganar os brasileiros? Trata-se EXATAMENTE da sua “argumentação”…)

        No mais, (dessa o sr. não vai gostar) se não entendeu o ENUNCIADO ou as QUESTÕES PROPOSTAS (ou dilemas) é porque NÃO ENTENDEU NADA do modelo que o Fernão defende e descreve.
        ________

        “E propor que quem for responder ‘SIM’ reflita se tem certeza é até desrespeitoso”

        Não é desrespeito, não. É fácil dizer sim agora, mas as únicas ações políticas que se vê no BRASIL são aquelas tentando pendurar alguma conta em algum “ente” “superior” da Federação. Nada mais dissonante do modelo americano.
        ________

        Por fim, mais uma questão:
        Para o sr., o que significa ter base no “mundo real”?

        Se eu pergunto se quer trocar o sistema/modelo X pelo sistema/modelo Y, como o senhor analise a questão e chega a uma resposta?
        – Imagina como funcionaria o sistema Y (em teoria, porque ele não existe), compara com o X e escolhe um;
        – OU joga dados porque não faz sentido imaginar como funcionaria o sistema/modelo Y já que não haveria “base no mundo real”?

        E como o sr. é a favor do VDP se não consegue “raciocinar a partir de hipóteses”?
        Se responder que o VDP não é hipótese (pois já existe nos EUA), eu digo que minha questão não é hipotética, pois já acontece nos EUA.
        Assim como o sr. “imagina” vivenciar o VDP (como nos EUA), eu estava pedindo para “imaginar” como é decidir segundo o modelo americano (ou melhor, “imaginar” quais são os TIPOS de escolhas e renúncias que os americanos já fazem – ou ainda, aquilo que eles podem e aquilo que eles NÃO PODEM escolher).

        Em suma, se o sr. consegue ser a favor do VDP (mesmo que nunca tenha vivenciado isso e, para tanto, toma como referência apenas o exemplo americano), gostaria de saber se é também a favor do individualismo americano (que o sr. também nunca vivenciou, mas, como o VDP, também há o exemplo americano para se “ver” ou entender como funciona…)
        ________

        Para concluir, então, meu caríssimo A., na verdade receio que muitos aqui no Vespeiro são quase “papagaios” do Fernão: repetem o que ele diz, mas não têm a noção exata do que realmente sejam, ou implicam, tais ideias.

        Abs
        LSB

        PS: sei que o Fernão não vai gostar, vai ficar “bravo”, mas vou dizer mesmo assim: BRANCA, BRANCA, BRANCA… LEON, LEON, LEON!

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      • A. disse:

        Sr. LSB:
        Vou repetir meu erro (tem gente que não aprende…): “pega uma palavrinha e tenta desmontar a questão inteira”. Mas é pelo dedo que se conhece o gigante. Uma simples fissura numa represa pode causar um rompimento!

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      • LSB disse:

        Caro A.

        Vamos lá…
        Com toda a boa vontade do mundo, vou refazer minha questão.
        (porém, não reclamem que está longa, etc. e tal….)

        ENUNCIADO:

        Seguindo o modelo americano, mil vezes aqui descrito no Vespeiro, a cidade de Paulínia (SP), cujo PIB per capita é de R$ 344.847,17* (2017 – ver fonte abaixo), decide implantar um novo serviço de saúde.
        Contratam um “bam bam bam” SUECO que viaja da Suécia para o Brasil (Paulínia – SP) uma vez ao mês para dar “plantão” no município.

        (ESCLARECIMENTO: pode ser de outro país também, o ponto aqui é só criar um hipotético, mas representativo, serviço CARO. E também poderia não ser de saúde, ok?)

        Vamos supor que esse médico/tratamento custe R$ 80.000/ano/ per capita.
        Os cidadãos de Paulínia (SP), aprovam, pois possuem “situação financeira” para tanto (pagando esse serviço “extra”, ainda “sobram” R$ 264.847,17 per capita).
        Assim, cria-se, ou aumenta-se UM IMPOSTO MUNICIPAL de forma que a arrecadar os adicionais R$ 80.000,00 per capita/ano.

        (ESCLARECIMENTO: os valores são arbitrários, porém escolhidos de forma a deixar claro o dilema que quero mostrar. Ok, alguém também pode dizer que, na prática, os valores não são tão altos. Entendo, mas a questão é que não se trata de um único serviço, mas todos. Estou “simplificando” a questão para ser “didático” – considere que “esse” serviço teórico aqui tratado represente uma “resultante” de todos os serviços).

        Esse serviço de saúde é tão bom que os moradores de Paulínia (SP) passam a viver até os 150 anos (na média) e… escalando montanhas!

        Daí, os moradores de Limeira (SP), Americana (SP) e mesmo de São Paulo (SP), cujos PIBs per capita são, respectivamente, R$ 40.393,18 (2017*), R$ 44.396,30 (2017*) e R$ 57.759,39 (2017*), também vão querer o mesmo serviço, mas NÃO TERÃO COMO PAGAR POR ELE, pois TODA sua renda não é suficiente para pagar o serviço!!!!!!!
        Ou seja, eles ficam SEM!

        (ESCLARECIMENTO: o serviço poderia não ser exatamente superior à renda per capita, mas poderia ser 80%, 75%, 50% ou mesmo 30% e, ainda assim, tais populações não poderiam abrir mão destas parcelas de suas rendas para bancar os custos extras).

        Mas aí eles irão para Paulínia para se tratar? Os paulinenses irão QUERER ou PODER bancar a conta?
        Podem até querer, mas com certeza não poderão, pois os 112.003 moradores desta cidade (pop. estimada 2020*) não terão como pagar pelos milhões daquelas 3 outras juntas (Americana+Limeira+São Paulo).

        Ah, mas o paulistano, o limeirense e o americanense podem se mudar para Paulínia.
        SIM, mas lembre-se: lá (nesta nossa hipótese) é uma cidade onde o imposto MUNICIPAL é ALTO (pois só para o médico sueco, são R$ 80 mil/per capita na média). Com renda per capita tão alta, imóveis e serviços também são caros.
        Assim, o paulistano, o limeirense e o americanense só podem se mudar para Paulínia se tiverem RENDA suficiente para morar lá.

        Em suma, vai viver bem até os 125 anos só o povo de Paulínia (SP).

        Frente a essa “situação”, o brasileiro vai reagir de qua forma?

        A) Ok, sem problemas. Eles são “ricos” e merecem;

        B) Não aceito. Vamos transformar o serviço de saúde sueco em um direito estadual (e não municipal). Daí os “municípios ricos” bancam os mais “pobres”, afinal somos a “sociedade solidária” e devemos acabar com as desigualdades.

        OBSERVAÇÕES SOBRE AS ALTERNATIVAS:
        Alternativa A)
        Alguém poderia argumentar que Paulínia (SP) só é rica por conta da Replan e que, em um outro sistema tributário, não haveria essa discrepância.
        Ok, mas isso é IRRELEVANTE aqui.
        Sob qualquer sistema tributário, uns municípios (estados) serão “ricos” e outros “pobres” (e, principalmente, considerando que estamos tratando de um território continental)
        Ou seja, o exemplo aqui tomado somente representa uma situação “real”.

        Atenção!!!!!!!!
        SE FOR PARA TOMAR OS IMPOSTOS DE TODOS BRASILEIROS PARA REDIVIDIR EQUITATIVAMENTE NÃO É MAIS O SISTEMA AMERICANO.
        É O NOSSO MESMO!

        Já alternativa B) apresenta os seguintes “problemas”:

        – esta “socialização” em um nível federativo maior (do município para o Estado – ou mesmo do BAIRRO para o MUNICÍPIO) pode não ser possível, ou seja, não tem como bancar para todo mundo. No exemplo acima, o PIB per capita do Estado de São Paulo é de R$ 1946,00/mês/per capita (2019**), o que representa aproximadamente R$ 24 mil/ano/ per capita. Logo esse Estado não terá como bancar um serviço que custa R$ 80 mil/per capita/ano;

        – se for financeiramente possível haver e, de fato, houver a “socialização” dentro do Estado, o mesmo “conflito” entre cidades surgirá entre Estados!!!!
        E as alternativas A) e B) acima novamente terão que ser aplicadas!
        (e seus “senões” também serão válidos!!!)

        – a “socialização” em um nível federativo mais elevado, mesmo sendo do Município para o Estado – ou ainda, do bairro para o município (e “pior” ainda se considerarmos o país inteiro) VAI EXATAMENTE na direção contrária do modelo americano!
        Ok se só for um ou alguns serviços, MAS QUANTO MAIS SERVIÇOS TIVEREM SUA “SOCIALIZAÇÃO” ELEVADA EM UM NÍVEL FEDERATIVO , mais caminhamos para esse modelo centralizado onde a arrecadação, planejamento, regulamentação, fiscalização, etc. etc. etc. vai ficando mais longe do cidadão.
        Assim, quanto mais próximas as decisões estiverem do cidadão, mais desigual serão os serviços!
        Quanto mais homogêneos se pretende que os serviços sejam, mais longe estarão as decisões do cidadão.

        Enfim, o dilema é esse aí. Somente está descrito de forma um pouco diferente e também ligeiramente mais detalhado do que acima (na tentativa de conseguir “mostrar” a “problemática*** existente sem que o leitor fique procurando um minúscula vírgula, um possível duplo sentido e uma questionável definição ou palavra ambígua para PODER ACREDITAR QUE a questão**** não existe!).

        Abs
        LSB

        *https://www.ibge.gov.br/cidades-e-estados/sp/sao-paulo.html

        **https://www.ibge.gov.br/cidades-e-estados/sp.html

        *** ATENÇÃO: a palavra “problemática” foi escolhida sem maiores implicações semânticas. Trata-se de apenas uma “expressão” que poderia ser substituída sem prejuízos para a compreensão do texto – por “problema”, “questão”, “dilema” ou até mesmo “desafio”.

        **** ATENÇÃO: a palavra “questão” foi escolhida sem maiores implicações semânticas. Trata-se de apenas uma “expressão” que poderia ser substituída – sem prejuízos para a compreensão do texto – por “problema”, “problemática”, “dilema” ou até mesmo “desafio”.

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      • A. disse:

        Caro LSB:
        Essa problemática toda que o sr. está elocubrando seria (friso o tempo verbal – SERIA) uma etapa avançadíssima do processo de Voto Distrital Puro (o sr. que escreve tanto, sem cansaço, por que abrevia VDP?) que nem seus tataranetos (nem os meus) vão alcançar. Não é mais fácil “pisar no chão” agora e fazer coisas que estão ao nosso alcance fazer e não fazemos? O sr. já me disse que NUNCA enviou um e-mail sequer a um congressista… Que tal começar por aí? É bem mais simples que contratar “um assessor sueco…!

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      • A. disse:

        Caro LSB:
        Essa problemática toda que o sr. está elocubrando seria (friso o tempo verbal – SERIA) uma etapa avançadíssima do processo de Voto Distrital Puro (o sr. que escreve tanto, sem cansaço, por que abrevia VDP?) que nem seus tataranetos (nem os meus) vão alcançar. Não é mais fácil “pisar no chão” agora e fazer coisas que estão ao nosso alcance e não fazemos? O sr. já me disse que NUNCA enviou um e-mail sequer a um congressista… Que tal começar por aí? É bem mais simples que contratar “um assessor sueco”…!
        E cuidado! O dia não acabou e hoje é sexta feira 13… 👻
        Abraço!

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    • carmen leibovici disse:

      LSB,o seu nome sabe-se que você não quer expor,mas sua idade você se incomodaria de expor?

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      • LSB disse:

        Dona Carmen, isso é IRRELEVANTE!
        Até mesmo porque 90% ou 95% das ideias ou críticas que exponho aqui NÃO SÃO MINHAS, mas de outros autores, analistas, etc.
        Quer saber a idade de todos eles quando proferiram as ideias que replico aqui?

        No mais, qual o sentido disso?
        Diante de uma afirmativa ou de uma crítica, o que a senhora faz?
        Avalia a ideia por si só OU confere a idade do interlocutor?
        Se ele tiver 50 anos, a senhora aceita, pensa a respeito, dá crédito e até chega a concordar; mas se tiver, digamos, 18 anos, a senhora descarta sem pensar “nadica de nada” e dá um sorrisinho irônico?!

        Menos, Dona Carmen, menos… para de ser guiada por “rótulos” ou “chancelas”… as ideias são boas ou ruins por si só…
        (e como já disse, a senhora tem todo o direito de achar que o que escrevo aqui é o maior lixo do universo).

        Abs
        LSB

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  • Pullo Murano disse:

    Aulas são perfeitas para povos de DNA majoritário afeito à pesquisa e saber. Nosso caso é outro e vou além da crítica rumo à sinapse com aqueles que tem o espírito escravo de cérebros com incontido impulso de pensar __ natureeza falando mais alto:

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    • Paulo Murano disse:

      (sorry erros após algumas linhas — tamanho da tela do meu celuar (
      desconhecimento sobre recursos operacionais) afeta o julgamento daqueles que me lêem movidos ao verdo último)

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      • Paulo Murano disse:

        “Eliane Cantanhêde: ‘Entre Bolsonaro e Mourão, acabou a saliva e sobrou a pólvora'”

        Esta é a chamada de capa do OESP on-line. Corrobora meu respeito às “instituiçoes” centenárias que aprendem com as limitações e potencial de um povo rumo a exemplificar, em vida, as teorias de Darwin).

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      • paulo murano disse:

        Adaptação. E lunáticos exasperam-se com a impossibilidade de repetir no país a receita devido a ausência de grande parte dos ingredientes. Deixe os jesuítas nno desccanso eterno. A culpa é do Pero Vaz engando D.Manuel. Nas bandas de cá nem tudo dá. Mas para não desagradar o sinhôzinnho a bola foi cantada: plantemos umas mudas de cowboys e comm a maestria de um bbom alquimista em breve frutos mágicos transformarão nossa cultura E sociedade naquela declinanTe que teve seu apogeu no S.XX. E mais uns par de anos pra frente bora plantar uns Maos pra falar de igual pra igual com a nova primeira economia mundial. Até darei um tempo aqui. Bora buscar um play com crianças que saibam a Propria Idade Mental?

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  • Gilson Almeida disse:

    Me sinto priviligiado em participar deste grupo e aprender tanta coisa sobre a eleição americana. Mas uma coisa me chama atençao. A escolha de juizes para a Suprema Corte, como aqui, é feita pelo presidente. Aliás, presenciamos recentemente as escolhas feitas para os Supremos dos Estados Unidos e do Brasil. Um espetáculo deprimente. Ou seja, a democracia, parece que tem um limite. Alguma coisa pode. Mas não tudo. A decisão final, cabe, aos Deuses de capa preta.

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    • carmen leibovici disse:

      É mesmo! Lá como cá, quem nomeia os membros da Suprema Corte é o presidente da república.Essa não é uma falha na democracia americana,que ,no frigir dos ovos,ataca a ela mesma?

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    • flm disse:

      Tem de haver um limite para o poder do povo também.
      A constituição americana tem 7 artigos e 28 emendas, todos e todas consequentes uns dos outros e de um rigor lógico absoluto. E 233 anos de jurisprudência na interpretação de cada um que vale como lei.
      A nossa tem 250 artigos e 108 emendas, a ultima de 27 de agosto passado, e quase todos negam ou se contradizem uns aos outros.
      É minúsculo o espaço para invencionices no deles.

      Pensar no supremo deles com a cabeça no nosso é a melhor maneira de não entender nada sobre nada.

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      • flm disse:

        A função da suprema corte deles é garantir o respeito às 7 regras. A da nossa é impor as trocentas exceções, e criar novas em cima da perna quando as que jeans existem não bastarem.

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  • carmen leibovici disse:

    Fernão, obrigada.Vou fazer mais uma pergunta:quem inventou/criou esse sistema?Ele é o mesmo desde que foi criado ou mudou?Quando foi criado?
    Eu pergunto isso porque vê-se que o sistema americano de votação é PENSADO ,em oposição ao nosso que é um nada,vamos dizer assim.O Brasil não é pensado , é empurrado com a barriga ao sabor das falhas humanas de quem detém o poder.
    O Brasil é a “nave que va,peidando sempre” tão bem ilustrada pelo Paulo Murano.

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    • Paulo Murano disse:

      Oi Carmem, grato pela lembrança. Minha menção “la nave…” vai além de Brasil. Utilizando a lente micro quis concluir um planeta como bem fez a inspiração do Federico. Penso em humanos de qualidades complementares para o melhos da espécie (vegetais atraídos / inclinados aos sol é melhor exemplo.
      (Na tela não aparece o que escrevo e sorry erros vários (rio com o daquu lembrando da armadilha que A. fez pra si crendo nos atos falhos de Freud

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      • carmen leibovici disse:

        Paulo Murano, você tem como aumentar os caracteres no seu celular,precisa configurar

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      • Paulo Murano disse:

        Porra! Muito falei e perdi o foco.

        Para LDB e vc, Carmem, além do amados sensíveis a cores, um veredito:

        — Quem é Carmem e ama ação, Bizet e conclusões PARABÉNS, qualidade maior não há em nossa espécie querendo proteger;

        — Quem é LSB, escravo da inquietude racional, entenderá mineu comentário e limitaço — na Astrologia é Libra: apaixonados pelo saber não proferem conclusões “fáceis” nem aí encontram consolo existencial;

        — Fernão, genial, lembra-me Fernando Pessoa, pelas distintas personalidades on-l. e Hitchcock nas “Três Faces…”, como somos todos sem a doçura da honestidade de Eva.

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      • Paulo Murano disse:

        Resumindo: a expressão material da vida “consciente” está experenciada nas mãos humanas — do entalhe da roda aos dedos que aquidegitam. E cada ser tem sua beleza / estigma / qualidade que escraviza, soma conhecimento e permite a expansão “irresponsável” do Universo. Para DNA’s humanos afeitos a conclusão: ovidos (aqui, olhos de leitura), de ambas as parte; vocacionados ao saber: persistam na ingrata tarefa de pregar conhecimento em postes.
        Aos demais, humildade em aceitar serem demais — porque são a razão de tudo! O ultimo será o primeiro pois no mistério da vida razão é qualidade, apenas uma a mais, da qual sua expressão é escrava: MOVIMEBTO. Ex: aceitação.

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    • flm disse:

      O americano muda todos os dias, Carmen. Só o que não muda é a regra de como mudar.
      O brasileiro é uma pilha de erros sobre erros como ja expliquei em “N” artigos….

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    • Flm disse:

      Leia “O Fderalista” ou “Os Artigos Federalistas” (existem os dois títulos na tradução para português). Ali você lê ao vivo os inventores do sistema inventando o sistema.

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  • carmen leibovici disse:

    Lá leva tempo para votar ,pelo que se vê,o que também requer que o eleitor pense e pense bem.De fato há uma participação ativa,a eleição lá é um ato de cidadania no melhor sentido da palavra.

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  • Paulo Murano disse:

    Porra! Muito falei e perdi o foco.

    Para LDB e vc, Carmem, além do amados sensíveis a cores, um veredito:

    — Quem é Carmem e ama ação, Bizet e conclusões PARABÉNS, qualidade maior não há em nossa espécie querendo proteger;

    — Quem é LSB, escravo da inquietude racional, entenderá mineu comentário e limitaço — na Astrologia é Libra: apaixonados pelo saber não proferem conclusões “fáceis” nem aí encontram consolo existencial;

    — Fernão, genial, lembra-me Fernando Pessoa, pelas distintas personalidades on-l. e Hitchcock nas “Três Faces…”, como somos todos sem a doçura da honestidade de Eva.

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    • Paulo Murano disse:

      Este post, aparecido depois dw palavras que busquei para o naufrágio de minhas consuderações que emergem comunuca algo a mim: siga em frente, permaneça!!

      E foda-se aquilo que impregna e impede outros corpos sentirem a sie expressarem a razão davida.

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      • Paulo Murano disse:

        Serei grosseiro mas é preciso, xem oque dissonãncia não desperta crianças:

        BORA ACORDAR PRÁ GUSPIR!

        Embota condição de vigília e assento escolhido nada afetem a Vontade e vontade de crianças, lindas emcorr-corre de vida

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      • A. disse:

        O Inri Cristo anda comentando por aqui????

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  • GATO disse:

    Ê mundinho esquisito, em espanhol, fino, bonito. Como é que ficam os analfabetos funcionais? Os analfabeto mesmo já deram solução, não precisa ler, é sorteio, igual a loteria preencha os campos em branco, tudo resolvido. Que preocupação com o bens públicos, parques, ruas, escolas, avenidas, rodovias. Preocupação ZERO, pois se nem os bens privados causam preocupação, vejam a presença média nas reuniões de condomínio. 20% no máximo. Dane-se se o prédio cair, quero mais jogar video game e tomar cerveja ou assistir ao TIMão.
    Nunca em momento algum se teve cuidado em desenvolver o CITIZEN, cidadão. Político aqui é profissional, que está lá pra resolver a situação dele. Pra votar alguém tem que me pagar. Pra propor algo quanto vou levar, a comunidade, ora a comunidade.
    Esquecem de comentar os defensores do sistema americano que lá a grande parte do serviço público político não tem remuneração é voluntário, ou com valores muito baixos de remuneração. Político lá está para servir sem pensar o que vai levar, não existe o toma lá dá KAR.
    Vamos continuar discutindo até que o VIRUS pegue a todos e tudo se resolva, e na lápide escrevam o seguinte: o último a morrer apague a lua, ou larguem de mão e vamos todos para esbórnia.

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  • GATO disse:

    whataboy, beber sempre, dos meus eu já cuidei, até 2100 não terão problemas, competência é isso ai.

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    • A. disse:

      Bem típico: o MEU tá salvo, a “galera” que se lixe…

      Curtido por 1 pessoa

      • GATO disse:

        Que galera, que turma, que grupo, que o que, não existe isso aqui é só um agrupamento. O último que tentou conduzir a galera foi posto na Cruz, então estamos a 2020 anos no salve alguém se puder, isso eu faço todos os dias, inclusive para os meus. Conselhos bons são sempre bem vendidos, as CIAs. que o digam, tem muitos conselheiros, principalmente as estatais, então sem sangue derramado não há salvação, vejam que Cristo testou e aprovou com a vantagem de que ele ressuscitou. Alguém quer testar??????

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  • LSB disse:

    Caro A.

    Ok, você venceu.
    Meu ponto era simples: VDP está “ligado” à descentralização. O “modelo americano” é muito mais democrático pela “descentralização” do que pelo VDP.

    Sim, esse é o primeiro passo. Mas se a discussão desse “primeiro passo” “vingar” (a discussão da proposta, veja bem), a questão da descentralização acabará vindo à tona – na minha opinião (só minha opinião, ok?).
    Mas tudo bem. Era só uma preocupação “besta” minha.
    (e só levantei a questão porque muitas vezes o “chamariz” do sistema americano que o Fernão destaca nos artigos dele é justamente esse: a possibilidade de decisões locais, iniciativas, referendos, plebiscitos etc. e tal).

    Abs
    LSB

    PS: escrevo VDP para não ficar repetitivo, para “economizar” texto, etc.

    PS2: sem iniciar outra discussão, porque isso não nos interessa. Mas sem a descentralização, também bye bye “iniciativa”, “referendos” e “plebiscitos” nos municípios e Estados como descritos aqui, ok?

    Vai ser VDP “canela seca”… ou com um “recallzinho” se “tivermos muita sorte” (CLAAAARO que isso já seria uma avanço dantesco e poderia nos levar a todo resto; mas, de qualquer forma, muito do “chamariz” “vendido” pelo Fernão – não que ele faça de má-fé, é óbvio – não se concretizaria… ao menos não em um primeiro momento… teria cara de “propaganda enganosa”, ok?).

    E por um motivo muito simples: lá esses dispositivos (“Iniciativas”, referendos, plebiscitos) funcionam porque as leis são locais e, portanto, precisam de pouca “mobilização” para se propor alguma coisa (só na cidade/condado) – e , evidentemente, os plebiscitos e referendos também são LOCAIS/ESTADUAIS. Não tem muito, ou nada, a ver com VDP!!!
    (tentem lembrar quantos PLEBISCITOS E REFERENDOS a nível FEDERAL os EUA fizeram? São quase sempre locais e estaduais…)

    E isto é tanto verdade que JÁ EXISTE a “iniciativa” no Brasil nos 3 entes da Federação – mas nos âmbitos municipais e estaduais pouco se pode fazer. E fazer no federal, a “iniciativa” é quase inviável (só 4 projetos de leis “chegaram lá” desde 1988… e ainda por cima, foi necessário que um deputado – nos 4 casos – “assumisse” a paternidade no final, por conta de tecnicidades…)

    CF/88

    “Art. 14. A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante:
    I – plebiscito;
    II – referendo;
    III – iniciativa popular.

    Art. 27 (…)
    (…)
    § 4º A lei disporá sobre a iniciativa popular no processo legislativo estadual.

    Art. 29 (…)
    (…)
    XIII – iniciativa popular de projetos de lei de interesse específico do Município, da cidade ou de bairros, através de manifestação de, pelo menos, cinco por cento do eleitorado;”

    Enfim, já temos isso aqui. Mas nos âmbitos municipal e estadual há pouco “espaço” para “legislar” sem “ferir” legislação federal.
    E mobilizar assinaturas no país inteiro para mudar a legislação federal é muito difícil.

    E plebiscitos e referendos (que também existem aqui em nível federal) são também difíceis de fazer à nível federal (cá como lá).
    Já nos âmbitos local e estadual só fariam sentido tais instrumentos se as leis também fossem locais e estaduais. Não se vai fazer plebiscitos e referendos locais ou estaduais “questionando” leis federais, ok?

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    • LSB disse:

      Só esclarecendo uma aparente contradição:

      (1) “VDP está “ligado” à descentralização”

      e

      (2) “… lá esses dispositivos (“Iniciativas”, referendos, plebiscitos) funcionam porque as leis são locais (…). Não tem muito, ou nada, a ver com VDP!!!”

      (2) acho que o sucesso de Iniciativas, referendos e plebiscitos está ligado à DESCENTRALIZAÇÃO e não ao VDP; porém acho que o VDP leva à DESCENTRALIZAÇÃO (1).

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      • LSB disse:

        E para deixar mais claro ainda minha posição (pois tudo está sendo motivo de polêmica ultimamente):

        Quando digo que o VDP leva à descentralização, digo “levar” em um sentido, digamos, “metafórico”…
        O VDP leva à discussão sobre a descentralização; ou
        O VDP leva ao dilema da descentralização, etc.

        Assim, acredito que se um dia o VDP entrar em pauta/discussão, provavelmente a questão da descentralização será posta.
        Mas se a “problemática” não for “colocada” nesta primeira hora, o VDP “canela seca”, uma vez adotado, acaba levando à discussão/dilema sobre a centralização/descentralização em um segundo momento (isto em função da combinação “falta de resultados” – pois continuaremos não decidindo muita coisa – e uma maior proximidade eleito-eleitor).

        Realmente não sei se o brasileiro vai dar o “passo” da descentralização.
        Mas sei que vai ser, no mínimo, muito difícil (impossível sob a CF/88) e sei que se não dermos esse passo, sempre estaremos “escravos” da centralização decisória, fiscal, arrecadatória, etc.

        E, enfim, não haverá democracia de verdade se não descentralizarmos. Pois a verdadeira democracia americana está no fato deles decidirem a vida deles em cada localidade/estado (o VDP, por si só, ainda significa essa democracia “de mentirinha” onde nossas vidas são decididas em Brasília – de fato, o VDP aumentará, mas não muito, nosso poder de influenciar nas decisões uma vez que elas são NACIONAIS)

        Mas isto tudo são só preocupações bobas minhas e elucubrações desnecessárias…

        Abs a todos
        LSB

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      • A. disse:

        “E para deixar mais claro ainda minha posição”…
        – Não precisa, sr. LSB! A sua posição é CLARÍSSIMA: o sr. tem tantas ressalvas, que é CONTRÁRIO ao Voto Distrital Puro. Simples assim!

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      • LSB disse:

        Caro A.

        Não vamos tumultuar as coisas. Não vamos criar polêmicas onde elas não existem. Não vamos emular conflitos que não existem.
        Já temos (não eu e o sr. – digo todos nós: Brasil, mundo, etc.) tantos problemas, conflitos, discordâncias e polêmicas; enfim, NÃO precisamos ACHAR PELO EM OVO.

        Desta forma, obviamente, não sou contra o VDP.

        Ah, mas são “tantas ressalvas que é CONTRÁRIO…” = retórica vazia.
        Se esta afirmação fosse verdadeira, em um hipotético plebiscito para se implantar o VDP eu votaria contra por ter tantas ressalvas… e é óbvio que não…
        Dizer que o VDP sozinho significa que ainda estaremos da verdadeira democracia É UMA RESSALVA?
        Sim, MAS NÃO QUER DIZER QUE SOU CONTRA.

        Em suma, vamos fazer um esforço para debater melhor e com mais honestidade intelectual. Lacração não vai ajudar em nada, pelo contrário, criará mais cisões.

        Abs a todos
        LSB

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  • Paulo Murano disse:

    Apenas admirar, como quem visita um zoológico pela enésima vez e, ao fundo, percebe a permanência impassível da natureza — ora verde, em fotossíntese, e também peluda e abrigo de piolhos. Benvindos todos, bactérias, pelos, fezas e flores!

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  • PM disse:

    Para a pulga, foi alimento. Sempre há o doador, quem se coça e a maioria que nem de relance acorda. Mas pulga boa é igual pernilongo, se contenta com pouco sangue e não explode. Abs

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  • Gilson Almeida disse:

    Fico ansioso para descobrir qual o caminho, após as considerações feitas, poderíamos seguir para tentarmos contribuir ( instituição, partido político, etc) para implantação de um novo modelo para a sociedade brasileira.

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    • PM disse:

      O caminho? Bem, para Darwin, evolução é adaptação ao meio; Jesus falava em doar-se ao meio, seguidores em doar para o meio; radicais em explodir o meio… E assim vai que vai.

      Nesta coluna, fala-se em importar o meio. E, como uma Terra em Transe, exasperam-se com a impossibilidade de repetir a receita norteamericana devido a ausência de boa parte dos ingredientes. Não brotaram nas bandas de cá. Importa-se também? Acochambra-se?

      Deixemos no repouso eterno os jesuítas cansados. Se é para culpar alguém, bora malhar o Pero Vaz e D.Manuel. No Brasil, nem tudo dá e pouco se plantou.

      Para não desagradar sinhozinhos a bola foi cantada: plantemos mudas de cowboys! E a maestria de nossos alquimistas somará temperos mágicos resultando em novos costumes e “refino” / adaptação cultural — no médio a longo prazo, claro!

      E mais uns bons par de anos e plantaremos Maos Tse-Tungs! Desesperando o ocidente, desbancaremos os Estado Unido da América da atual posição de segunda economia e seremos o elo entre eles e a China. No longo prazo, certo?

      Como sempre, basta que o cenário externo permaceça mais ou menos igual nas próximas décadas. Vamos torcer e mãos à obra — no curto prazo, peli menos.

      Até mais! Darei um tempo aqui prá não arrumar briga e depois ser culpado a médio prazo, acho.

      Bora pro play do condimínio B, quais os planos de lá.

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      • PM disse:

        PS: Parece que na Secretaria da Cultura sobrou um punhado de terra da última horta que fizeram. Ir fundo nas redes sociais — robôs e flhos com traquejo — também é uma boa; com o Bolsa foi fundamental. Os bem relacionados terão de ir a programas da Luciana Gimenez e Pânico na TV. Milton Nascimento ja cantou a bola: todo artista tem que ir onde o povo está; certo?

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      • carmen leibovici disse:

        PM,2 coisinhas bem simples.Primeira:negar que a Igreja é e sempre foi suporte do poder é ingenuidade inocente, inocente demais para um adulto.Os jesuítas representavam a Igreja e estavam “amaciando”o caminho dos portugueses,da Corte e de tudo que viria depois.
        Segundo: dizer que uma simples cédula ,que diz e pergunta o óbvio para uma democracia-qualquer uma-,seria importar dos cowboys qq coisa, também é pura falta de vontade de refletir.Essas cédulas deveriam SIM ser implantadas para as eleições brasileiras.E muito simples, deveríamos ter o direito de pôr e repôr todos aqueles que são pagos com os nossos impostos.Para facilitar e racionalizar,aqui é sugerido que se vote em distritos menores e que se implante a possibilidade do recall(do pôr e do repôr mencionado acima)entre mais duas ou três simples instrumentos

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      • PM disse:

        Oi Carmem, tê-la Héstia em nosso play é sempre reconfortante. Obrigado. Mas recorro a Thémis para apoio do meu canto. Que se reestabeleça a luz e não se esconda a verdade por entre os derradeiros fios de sol dessa tarde.

        Clamo por justiça, pois não lavei as mãos dos jesuitas retirando o sangue de índios inocentes. Ingênuo e feliz, como pulga saltitate, meu intuito infeliz foi lembrar que se não se recupera o leite derramado. E chorar destino culpando legado dos antepassados é inconsistente num play que alguns desdenham a morte Gaia sem que outros se horrorizem e responsabilizem atitudes pessoais pela morte e terriveis condições de vida, atual e futura da fauna e flora, inclusiveis dos animais de sua própria espécie. E, por escusa, a dúvida e falta de “conclusividade científica. Porra, não têm olhos para ver e narizes para sentir a morte deste planeta?

        E querem mudar a cultura de um povo por meio de um novo hábito, e horrorizam-se com quem acha chata a frincadeira de fingir que o rei não está nú.

        Carmem, sobre isso que escrevi e foi entendido como cercear direito de criar cédulas. Aqui, fico atônito com tantos verbos, nomes e graça para justificar que se muda a cultura de um povo por meio de novos hábitos, impostos ( ou vendidos ) de cima para baixo. Numa sociedade que nem lei cola se não estiver no gosto popular, e como se muda o gosto dos membros de uma família? Prá evoluir, ADAPTAÇÃO. Para evoluir num planeta que vale a pena, entender que NÃO ESTAMOS SOZINHOS COM NOSSO BOTOES.

        Quando digo, para escândalo de A., que evolução humana não é linear, e há possibilidade de “saltos quânticos” entre os jovens que reconhecem a hipocrisia como entrave, falo com as paredes. Confundem bem estar coletivo com evolução da espécie.

        Enfim, esse é meu jeito de manter a lucidez. Quando o play perde a graça, há outros. Tipo cowboy peregrino solitário em terra de zumbis. Há muito mais no planeta. Abs

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      • carmen leibovici disse:

        Prezado PM,não pretendi que ficasse chateado, é meu jeitão mesmo de falar-no caso,de escrever.
        Eu concordo que não se deva chorar sobre leite derramado ,mas há sempre oportunidade de não derrama-lo de novo,ou pelo menos de tentar evitar,e para que isso aconteça é preciso evitar os gestos e lugares que provocaram o derrame anterior, e isso requer atenção e análise a respeito dos movimentos errados que provocaram a queda.E verdade que nem tudo depende só da nossa vontade, há fatores que transcendem a nossa razão que as vezes provocam o derrame dos leites,mas nós devemos seguir fazendo a nossa parte para evitar que o acontecimento se repita.Pelo menos ir tentando.Um dia dá certo!

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  • Paulo Murano disse:

    Sim, Carmem, concordamos. Louvável aprender com experiências e estudo. E admirável a transformação de erros em virtudes, into é: sangue da própria carne cujo odor repele a pedra que fez tropeçar — não por magia, mas pelo singelo ato de abandono, para servir a outrém em que se faz necessária. Na natureza não há excessos, em TUDO brilha utilidades e de TUDO alimenta-se (sem razão para acessos de gula).

    Em se tratando da história humana, de tribos a civilizações, não se iluda. Ela se repete — “a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa” –, asseverou importante estudioso (sem citar nome evitando-se a sanha de ratos do Brasil atual).

    Sobre chateação, que nada! É estado da mola comprimida. Da energia aí contida movimenta-se o cotidiano humano. Chatice séria é obrigação de conviver com o “homem cordial” definido em “raízes do Brasil”. Entende-se estrangeiros amuados buscando novos playgrounds. Entre nós, ficar de nhém-nhém-nhém falseante nativo é porre!

    Livre-se da Héstia! (Sei aqui meu erro. Deusas são vingativas. Fodam-se! Como Cristo, entrego-me à fogueira de caprichos dos deuses. Ao menos iluminar-se-á algum caminho. Perderia eu a glória por iluminar via a mortos inconformados?).

    Ficam suspiros de paulo murano, que aprendeu praticidade em aqui ganhar voz assinando PM (digitar, sempre, tudo, nome e email, para acessar voz é chato, mas prefiro a duscar facilidades lucrativas a espiões. E la nave vá, como gostou (gostastes diriam sulistas respeitosos do sentido da fala, sem saberem). Huma ocidental contemporâneo é outro, deixa de lado os tre-le-lês e vai direto aos finalmentes… Movimento coerente para salvar o habitat e sobrevivência ds espécie que lê e cria).

    As hordes ocidentais, letradas e não, serão varridas da história. Como o pó do brevíssimo apogeu (na linha da história) dos Estados Unidos.

    Compartilhei o prazer máximo do solitário. No cume do abismo e planícies, buscando sinapses com o vulgar e, assim, compartilhando vida com a minha morte.

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  • PAULO MURANO = PM disse:

    PS: fazendo aqui a graça, em respeito à mínima audiência daqui, e homenageando a esptupidez crescente entre humanos do planeta — (este estava em harmonia) –, exponho meu cérebro, entre outros, a ssr entendido após sucesso da ceiogenis(

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    • Pm disse:

      “Prezado PM,não pretendi que ficasse chateado”. Tudo bem, Carmem. Testemunhar o traquejo da vespa-mãe que nada comenta que interfira no status de burra amada é o suficiente. Desafiar o tosco criativo é,aqui, expectativa maior para retotno, além do contumaz sangue triste obtido dos aqui comentaristas. Abs

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      • PAulo Murano se despedindo disse:

        Chuparia até a última gota de sangue se encontrasse proveito. Mas nada de novo aqui; veias velhas e artérias perdidas colapsam-se.

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    • PM disse:

      PS: Acima, o termo “vespa-mãe” refere-se à idéia do voto distrital puro que norteia o debate, e “burra amada” a expectativa de resultados práticos no Brasil dado o distanciamento cultural com povo onde a prática vingou. (Importante esclarecer!)

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  • PM disse:

    PS2: “Veias” transportam o sangue desoxigenado,”velhas” por conter sangue para “reciclagem”, e artérias — (perdem-se sem rumo levando alimento para todo o corpo) — e veias não se encontram). Boa noite! Despeço-me ve vez agora.

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  • PM disse:

    (E não há corpo, sem veias nem artérias; talvez na era em que se reencontrem vida os seres em criogenia)

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    • Paulo Murano disse:

      PS2 Génesis Detalhada
      (homenagem a Eduardo Galeano)
      ____________

      “Veias”, abertas pelos debatedores, transportam o sangue agonizante (desoxigenado) da velha América Latina espoliada rumo a uma nova reciclagem, aqui.

      E “artérias” irrigam qualquer rincão, da Amazônia à Asia.

      Os objetivos não se encontram, exceto na vaga idéia que partem e se encontram num só corpo, um só planeta cuja visão da agonia não convence a são tomés. Talvez, em era vindoura, resquícios do que fomos, dê vida a um novo humano, liberto do sangue que nos escraviza e sustenta.

      Talvez seres aquáticos ou invisíveis bactérias sejam origem e destino final da vida no planeta.
      __________

      Bom dia! Adeus?

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      • PM disse:

        ( “resquícios do que fomos DÊEM vida” — verbo em concordância com o modo de flexão do sujeio e sem vírgula que os separe, seu carcamano tosco!); sim, esta é a face verdadeira da nave que não se entende espaço de debate sem o traje apropriado. Remendos com linha de qualidade duvidosa a desnudar fragmentos de brilho d’alma? Nem pensar tal ultraje. Silêncio é a melhor resposta dos que se creem superiores? Acordem para cuspir! Somos todos alimentos crescidos para nossos futuros vermes. Democracia pura@

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  • Marcelino Medeiros disse:

    Caramba!!! Eu tinha NOÇÃO da abrangência da eleição americana, mas suas explicações deram uma AULA do que é Democracia APLICADA! Excelente!

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  • LSB disse:

    Prezados,

    Matéria na Revista Oeste (aberta para não assinantes):

    https://revistaoeste.com/projetos-de-lei-ser-indigena-transexual-vegano-ou-permacultor/

    Outra no Estadão (não li, só vi a manchete e subtexto):

    https://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,urnas-reforcam-centro-e-avanco-de-pauta-identitaria,70003517245

    Enfim, estamos um passo mais distante do Voto Distrital Puro.
    Sei que Fernão e A. vão dizer que sou pessimista, mas estou só “acompanhando” (ou analisando) a realidade.

    Permacultor jamais seria eleito pelo VDP (pelo menos não se a pauta dele fosse “incentivar” a permacultura).
    Por um lado, essas “figuras” podem (ou poderiam) aumentar a indignação do brasileiro com seu sistema eleitoral. Entretanto, na prática, o que temos é mais resistência ao VDP.
    Essas “forças políticas”, ganhando mandatos, ficam mais “fortes” para sabotarem qualquer tentativa de se discutir o Voto Distrital Puro (e “ganham” argumentação para tanto junto aos seus eleitores: “vocês só estão sendo representados, etc. etc. etc.”).

    Enfim, quanto mais representantes de minorias ou de bandeiras “exóticas”, classistas ou oriundas de qualquer outra categorização possível, mais improvável que o VDP venha a ser adotado.
    (ou, no mínimo, muito maior se torna a resistência que terá – ou teria – que ser quebrada pelos plebeus… ou seja, maior e mais “assustadora” e “ameaçadora” precisa ser a mobilização pelo VDP).

    Abs
    LSB

    PS: Bacana! Vespeiro, além de política, agora também é poesia, gramática, literatura, zoologia, botânica, ficção científica, cinema e arte!
    E la nave vá, peidando – sempre!

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  • PM disse:

    (( Correção! @Democracia_Pura da elite-colônia. E, insisto: aprovar o VDP no Brasil não é impossível àqueles que lutam com inteligência e REAL querer. Trabalho maior é PRODUZIR adequados à realidade brasileira de forma que os resultados sejam próximos das expectativas. Conhecer a prática americana é etapa da metamorfose que urge no modelo político-administrativo do Brasil. Estudar aqui para somar expertise é fundamental! Mas, se objetivo for importar o troço e ampliar renome, estão corretos e espantar ingênuos do debate. E parem de regar essa planta de babosa de democracia melhor e pior. Democracia é musa ispiradora e Constituição o capataz vitalício — despedir dá sangue e, no Brasil, pior a Emenda que o soneto. Prá mudar tem que suar muito! E melhor sem charuto ))

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  • LSB disse:

    Prezados,

    Matéria na Revista Oeste (aberta para não assinantes):

    “Projetos de Lei? Melhor ser indígena, transexual, vegano ou permacultor”

    https://revistaoeste.com/projetos-de-lei-ser-indigena-transexual-vegano-ou-permacultor/
    ____________

    Outra no Estadão (não li, só vi a manchete e subtexto):

    “Eleições reforçam centro e avanço de pauta identitária”

    Votação mostra preferência por nomes conhecidos da política convencional e avanço de transexuais, mulheres negras, indígenas e mandatos coletivos nos Legislativos municipais.
    ____________

    Enfim, estamos um passo mais distante do Voto Distrital Puro.
    Sei que Fernão e A. vão dizer que sou pessimista, mas estou só “acompanhando” (ou analisando) a realidade.

    Permacultor jamais seria eleito pelo VDP (pelo menos não se a pauta dele fosse “incentivar” a permacultura).
    Se, por um lado, essas “figuras” podem (ou poderiam) aumentar a indignação do brasileiro com seu sistema eleitoral, por outro, na prática, o que temos é mais resistência ao VDP.

    Essas “forças políticas”, ganhando mandatos, ficam mais “fortes” para sabotarem qualquer tentativa de se discutir o Voto Distrital Puro (e “ganham” argumentação para tanto junto aos seus eleitores: “vocês só estão sendo representados, etc. etc. etc.”).

    Enfim, quanto mais representantes de minorias ou de bandeiras “exóticas”, classistas ou oriundas de qualquer outra categorização possível, mais improvável que o VDP venha a ser adotado.
    (ou, no mínimo, muito maior se torna a resistência que terá – ou teria – que ser quebrada pelos plebeus… ou seja, maior e mais “assustadora” e “ameaçadora” precisa ser a mobilização pelo VDP).

    Abs
    LSB

    PS: Bacana! Vespeiro, além de política, agora também é poesia, gramática, literatura, zoologia, botânica, ficção científica, cinema e arte!
    E la nave vá, peidando – sempre!

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    • Paulo Murano disse:

      Caro LSB, o alimento que escreveste revela a origem de sua alma manifesta do purgatório, pois plano inferior não teria voz na Terra encarnado como humano. Manifestando-me em comentário passado motivado por atenção a Carmem, blesfamei agredindo deuses e três o coisas perdi: um objeto, uma esperança e proteção, a mais valiosa. Aqui, em espaço que minha soberba ofendeu imortais humilho minha alma finita carente de saber e graça. Você, incógnito perneta disfarçado pensa possuir coragem humilhando homens em coragem superior, pois identifico-me distanciando-me do lixo de três letras. Desafie os deuses o que mantêm em isolamento e repulsa! Não é crescendo em impáfia que diluirá correntes que seguram beatas humanas e protegem a criação. Humilhe-se e suplique atenção dos deuses se ama a criação e pretende o nosso melhor.

      Perdoem-me outros a oportunidade que ofereço de jogar minhas sementes. Nelas, não há mal oculto ou qualquer maldição; não tenho descendência nem afeição. Atraído por LSB entendo agora a razão. E aos deuses rogo expurgo dessa expiação, em havendo resgate pelo meu aprendizado. O que expresso dele não será entendido nem busco entendimento. Expio minha culpa por haver aqui ter ofendido deuses, humilho-me nesta geração de humanos igualmente fracos e rogo para que eu e demais tocados pela verdade e graça iluminada a manuenção e proteção no perfeito arranjo determinado pelo Creador; sujeito-me e agradeço aos deuses e anjos, em perfeita harmonia, assim seja!

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      • LSB disse:

        Caro Paulo,

        “ Você, incógnito perneta disfarçado pensa possuir coragem humilhando homens em coragem superior”.

        Não estou desafiando ninguém e muito menos quero humilhar ninguém. E muito menos estou em qualquer tipo de competição de “coragem”.
        Só sou, no geral, mais pessimista que a “média” do “Vespeiro” mesmo!!!
        (se isto já não for crime ou contravenção)

        Mas vou pensar em alguma penitência. Talvez mereça mesmo…

        Abs
        LSB

        PS: Ah, e o “lixo de três letras” são só as iniciais do meu nome. Culpa dos meus pais, não minha.

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