Sidônio ainda alimentava ilusões sobre a moral do PT e seus eleitores
5 de julho de 2026 § Deixe um comentário


Lauro Jardim, do Globo, apurou que ele está super “queimado” com o PT da Bahia, com Lula e o resto, por ter recomendado que Lula se afastasse de Jaques Wagner depois que ele foi desmascarado como freguês de Daniel Vorcaro.
Não passaram 48 horas e lá estava Lula no palanque de Jaques em abraços e beijos fraternais.
Para piorar, Sidônio foi o marketeiro de Jaques Wagner e Rui Costa, os dois parteiros e amas de leite do Banco Master e sua mina de falcatruas perpetradas pela gazua que o Lula e pessoa criou para transformar em geléia as regras do setor financeiro brasileiro.
E o Sidônio — coitado! — pensava que as aparências ainda importam pra essa galera que esfrega todo dia na cara do Brasil, que vive, faz tempo, exclusivamente das trapaças do STF…
Tren de Arágua, gangue Venezuelana, atua em 7 estados e arma o CV
5 de julho de 2026 § Deixe um comentário


Tren de Aragua, facção venezuelana classificada como terrorista pelos EUA, amplia sua presença no Brasil, atuando em sete estados como fornecedor de armas para o Comando Vermelho.
Com raízes em Roraima e expansão nas regiões Sul e Sudeste, o grupo recruta imigrantes e domina rotas de tráfico. A morte do líder Héctor Guerrero por ação conjunta EUA-Venezuela pode aumentar a migração ilegal para o Brasil.

Foi Lula quem autorizou a livre publicidade para as bets
5 de julho de 2026 § Deixe um comentário


Agora “salvar os brasileiros do vicio da jogatina” virou tema permanente dos discursos eleitorais do painho.
Mas a verdade é bem outra.
O projeto de lei aprovado pela Câmara dos Deputados para o assunto previa a proibição de publicidade de jogos de azar em determinados horários, canais e eventos, seguindo vetos que existem em alguns países. A proposta foi alterada no Senado por sugestão do senador Jorge Kajuru (PSB-GO) e passou a proibir apenas que os anúncios tivessem menores como público-alvo, sem especificar estratégias para isso.
Os metadados do arquivo apresentado pelo congressista, analisados pela Folha de S. Paulo, mostraram que o texto foi escrito no computador de Vinícius Ruiz Paley, então coordenador-geral da Secretaria Nacional de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça.
Kajuru entregou o texto assim como recebeu do governo, sem qualquer alteração.


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