Quem venceu a eleição americana?

28 de janeiro de 2021 § 25 Comentários

O NYTimes noticiou no fim-de-semana que Mark Zuckerberg, o dono do Facebook e do Instagram, “convocou a Suprema Corte das suas redes sociais” para reavaliar sua decisão de banir para sempre o ex-presidente Donald Trump e as redes de mensagens através das quais se comunicavam os seus apoiadores. 

É mais uma etapa do processo de “obsolescência planejada” daquela democracia fundada pela Constituição assinada por “We, the people”, em 1788 que, na 1a Emenda do seu segmento conhecido como “Bill of Rights”, proíbe o Estado americano de dizer que tipo de crença é boa ou ruim, e de cassar a palavra a quem quer que seja.

Se os Estados Unidos da América não podem fazê-lo, Mark Zuckerberg e as empresas privadas podem. Quem se importa, portanto, com o processo do congresso dos representantes eleitos do povo para o impeachment futuro do presidente pretérito? Ou com o que possa vir a decidir a respeito a outra Suprema Corte se e quando for acionada? Qualquer que seja a sentença dessas instituições obsoletas será anulada de facto se destoar da já passada pelos cinco donos do FATGA (Facebook, Apple, Twitter, Google e Amazon): existirá, politica e economicamente, quem eles concederem voz e canal para trabalhar; simplesmente deixará de existir quem for “cancelado” das redes…

Este o quadro simples e objetivo do atual estado da democracia moderna no seu berço de nascimento que levou o historiador britânico Niall Ferguson a afirmar em artigo recente que os “novos governantes”, que é como, já em 2018, um artigo da Harvard School of Law chamava os donos do FATGA, “foram os verdadeiros vencedores da eleição de 2020” pois, “com essa demonstração de força incontestada as companhias, que transformaram a rede mundial, de uma plataforma originalmente descentralizada num ambiente hierárquico oligarquicamente organizado cujo acesso eles controlam e que exploram para fazer dinheiro e comprar poder”, estabelecem, agora oficialmente, “uma dominância sobre a esfera publica inédita na História desde a que teve a Igreja Católica de antes da Reforma Protestante”.

Definida a nova fonte primária do poder, a história se repete. Estabelece-se um sistema de cooptação e proteção mutua entre o(s) papa(s) (da internet) e os reizinhos locais (nacionais), cada um com seus respectivos cardeais e barões, para o estabelecimento de mais um “reich de mil anos”…

Ferguson abria seu artigo citando George Orwell que dizia que “Enxergar o que está diante dos nossos narizes requer uma luta constante”. O que está vendo hoje quem ainda quer enxergar é o fim de um processo que começou com a reforma do Telecomunications Act de 1996 que derrubou as barreiras antitruste na industria da informação, primeiro passo para a derrubada das barreiras antitruste de todo o resto da economia americana. Elas proibiam a propriedade cruzada de jornais, rádios e televisões assim como o controle de mais de 35% da audiência em cada praça em nome da proteção da diversidade de informação e de opinião sem as quais a democracia por definição não existe. É na famosa “Seção 230” dessa mesma lei que inscreveram-se, inadvertidamente, as 26 palavras que fizeram da internet o monstro em que se transformou ao isentar os donos de plataformas de rede de responsabilidade legal pelo que se publica nelas sem no entanto impor-lhes qualquer obrigação quanto a garantias de livre acesso do publico a elas. 

Não se imaginava então que as redes seriam o que são mas, de lá para cá, a Seção 230 ganhou o efeito prático de uma licença para roubar e, da propriedade cruzada de todos os meios de comunicação velhos e novos evoluiu o FATGA para a deglutição de todas as gravadoras, teatros, livrarias, arquivos públicos ou privados e bibliotecas, primeiro, e para a propriedade das lojas de tudo; das invenções, dos passos e dos segredos de cada um de nós; dos meios de processamento do sistema financeiro planetário e de pagamento das transações da internet (alguns já estão na fila até para emitir moeda virtual) e do próprio esqueleto físico (o backbone) que mantém as redes sociais em pé. 

A reformulação do Telecomunications Act coincidiu com a globalização virtual dos mercados e a inundação do Ocidente pelos produtos dos monopólios larápios do capitalismo de estado chinês e seus pupilos e assemelhados (entre estes o próprio FATGA), que não respeitam nenhuma lei nacional, internacional ou humanitária senão a que amanhece na cabeça do dono de plantão do partido único, das forças armadas e de todos os meios de comunicação e de produção da metade do mundo vítima do socialismo que cada um deles distribui como quer aos barões que aceitam comportar-se como barões. 

Hoje os Estados Unidos e o mundo inteiro amargamente sabem que as “reduções de custos” dadas pela “escala de produção” são obtidas mediante a redução dos salários em níveis só possíveis mediante o esmagamento da liberdade de escolher patrões e fornecedores garantido pela crescente monopolização da economia, mas é tarde. O Ocidente entregou sem luta os milênios de sangue, suor e lágrimas que lhe custaram a substituição da lei da selva pela arquitetura de proteção legal à dignidade e ao valor do trabalho que definiram o ápice da sua civilização. Em vez de proteger suas conquistas condicionando o acesso aos seus mercados ao respeito a elas, achinezou o seu mercado de trabalho e o seu ambiente empresarial, o que agora requer o achinezamento do seu sistema político que os xi jinpings da internet que se permitiu abrigar em seu seio estão se deixando docemente constranger a providenciar. 

Desde o primeiro momento enxerguei no start de 1996 um final parecido com este, como poderão conferir os leitores do Vespeiro na transcrição publicada aqui da conferência “A ameaça da imprensa corporate”, de 2005 (neste link). Mas o processo foi quase absolutamente ignorado pela imprensa do mundo inteiro que, produto de empresas familiares despedaçadas pelo ataque predatório das redes sociais num momento de troca de gerações, entrou em colapso pela combinação da ocupação de suas diretorias por neófitos alheios à função institucional do jornalismo e o consequente aparelhamento ideológico das redações.

A famosa “tempestade perfeita”…

Fazer as coisas voltarem ao trilho da civilização não seria nenhum bicho de sete cabeças. O falso problema da “verdade” contra a “mentira” está superado, em termos filosóficos desde sempre, e em termos práticos desde 1788 e a 1a Emenda à Constituição americana já mencionada acima. Ou cada um tem liberdade para dizer o que quiser e escolher o que quer ouvir ou em que quer acreditar, ou quem for mais forte decidirá por todo mundo com poder de vida e morte sobre os dissidentes. A História não registra outra alternativa. E como as plataformas de rede da internet são, legalmente falando, um espaço privado, mas com funções e atribuições próprias do espaço público, o que tem de prevalecer para elas nessa matéria são as regras que valem para o espaço público no mundo físico e ainda estão inscritas na Constituição e nas leis americanas. Contra  o excesso de poder dos xi jinpings do FATGA e assemelhados, o remédio também é conhecido e testado nos Estados Unidos desde a virada antitruste do século 19 para o 20. Embora não seja uma panacéia como nada é, vai pelo mesmo rumo da legislação que, no seu primeiro grande embate, dividiu a Standard Oil em 34 companhias diferentes em 1911.

O problema a ser superado, entretanto, não é apenas o técnico, é, principalmente e como sempre, o da corrupção pelo poder adjacente ao processo de agigantamento das big techs. E este, sem imprensa, toda ela no bolso do FATGA e pedindo censura, nem Joe Biden, nem os dirigentes europeus, nem muito menos a pequena política e a intelligentsia que viveram os últimos 200 anos de tecer loas ao “trabalhador” hoje massacrado pelos monopólios que eles ajudaram a construir e dos quais agora dependem dão qualquer sinal de estarem dispostos a endereçar.

Mas este é o tema dos próximos artigos.

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§ 25 Respostas para Quem venceu a eleição americana?

  • Anônimo disse:

    É rara essa lucidez. Hoje em dia. Obrigada.

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  • Tamas Rohonyi disse:

    Bravo, Fernão. Bravo!
    Abs.
    Tanas

    Sent from my iPhone

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  • Carmen Leibovici disse:

    Nem o Dilúvio resolveu.O Homem é, aparentemente, incapaz de cumprir sua suposta nobre missão nesta terra.Mal sabemos que missão é essa,talvez só intuamos,mas certamente só sabemos fazer m* como seres humanos.Nem sei o que dizer…Acho que só por Ds mesmo para nos livrar, porque se depender do homem,vamos nos acabar de novo

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  • Carmen Leibovici disse:

    Outra chance seria de que a FATGA saiba fazer,ou liderar,uma revolução que resulte em algo melhor.Acho que não é impossível.Tudo é possível.Existe em andamento uma total quebra de parâmetros.

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  • rubirodrigues disse:

    Em todos os tempos muitos tentaram ser imperadores do mundo e deram com os burros n’aguas. Esses moços que defendem a agenda globalista, também sonham com um governo mundial. O curioso é que o ensaio, representado pela União Europeia, cujo fracasso está desenhado – tanto pela saída da Inglaterra como pela invasão muçulmana – não lhes desperta desconfiança de que algo está errado nesses projetos. Não deu certo na Europa mas vai dar certo no mundo. Combinaram com os russos, perguntaria Garrincha. Mais curioso ainda é ver que esses megacapitalistas de direita recebem o entusiástico apoio da intelectualidade – midiática e acadêmica -, socialista de esquerda. Esquerda e direita unidos por uma agenda globalista. Fernão, que ameaça tão poderosa é essa que provoca uma aliança tão improvável? Ou nunca foram de fato inimigos? O proletariado, coitado, está órfão. A meia dúzia que persiste no Brasil fez passeata no fim de semana. É de dar dó. Penso que é o trator da história aplainando terreno para um novo período civilizatório – vide Período Imperial mudando para Idade Média – e os imperadores pensando em preservar sua pompa e suas circunstâncias. Pensar que Deus está no comando talvez não seja, exatamente, uma bobagem.

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  • Roberto Muylaert disse:

    Muito bem colocado Fernão, não há First Amendment que segure as FATGAS!

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  • Carmen Leibovici disse:

    Mas manter a consciência e alertar,como você faz Fernão, é fundamental para que não sejamos todos arrastados sem saber para onde.
    Saber e compreender ,sempre trazem consigo a chance de vitória sobre o erro e sobre o mal.Isso é certo!

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  • MORA disse:

    Genial. Sempre achei que devia ser limitado o tamanho das empresas. Não sabia que em 1911 já se preocupavam com isso.

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  • João Lincoln Viol disse:

    Conclusão. TRUMP está certo. Fundamental os USA resgatar a ORDEM E DISCIPLINACÃO no mundo . O PCC precisa ser contido, e só um país pode exercer essa autoridade: os USA-TRUMP.
    Até porque a Terceira Guerra Mundial já comecou , num DEMONÍACO SILÊNCIO, porém extremamente mortífera. A PAX AMERICANA precisa prevalecer, sob pena do caos.

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  • Carmen Leibovici disse:

    Como você comenta no seu excelente artigo mais antigo aqui citado,a democracia vem sendo desconstruída faz tempo,e sempre o vilão é a corrupção.Por isso eu disse que quem não presta , infelizmente em grande parte da humanidade,somos nós os humanos.Nao há nada a se fazer quando a ambição combinada com o poder econômico adentram as famílias,a sociedade e as instituicoes criadas com a melhor das intenções.Corrupcao é roubo e roubo destrói as relações humanas,cria o ódio,a vingança,a inquietação e tudo o mais que tanto mal faz as pessoas e sociedades.Roubo é a palavra chave que abre a porta do mal.

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    • Gilson Almeida disse:

      Sempre houve e haverão pessoas como o Fernão. Apontando o que não vemos. O Rei está nu. Lembrei, um livro: Discurso da Servidão Voluntária. Escrito pelos anos de 1500. Lá o autor ( Étiene de La Boétie) escreve: “A tirania se destroi sozinha quando os individuos se recusam a consentir com sua própria escravidão”.
      O caminho é arduo. Mas vale tentar.

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  • Flm disse:

    Há o que fazer sim, dona Carmem.
    O remédio- o único remédio eficaz – contra corrupção é a democracia. A democraciaesta sempre tentando acabar com a corrupção e a corrupção está sempre tentando acabar com a democracia.
    É assim mesmo. Normal…
    Essa luta não para nunca.
    Não desanime!

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    • Carmen Leibovici disse:

      Olá Alexandre,por enquanto li o segundo link que você postou.
      É assustador o que está acontecendo e que essa jornalista brilhante tão bem descreve.E exatamente isso.Estamos vivendo num mundo virtual onde qualquer indivíduo de m* virou juíz.Nem o dono do Twitter consegue controlar os juízes de m* que emprega e dá poder.
      O que eu acho inacreditável é que os países onde estão sediadas essas empresas (virtualmente todos os países do mundo),não estejam fazendo nada para conte-las.Elas estão se tornando monstros por covardia dos estados constituídos.
      Eu jamais elogiaria o chefe do partido comunista chinês,mas deram um sumiço no dono do Alibaba para po-lo na linha.Sera raios! que todas as instituicoes democráticas criadas no séculos recentes no mundo ocidental não dão conta de “dar um sumiço”legal(no sentido jurídico) a esses 5 ou 6 monstros ???

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      • Alexandre disse:

        Oi, Carmen.

        No caso da China, a censura tem motivação estritamente político-ideológica e se dá a partir de um comando central, o PCC, um enorme organismo burocrático que despreza solenemente o conceito de democracia liberal. Seu ideal é a “sociedade (chinesa)” perfeita; seu meio para isso, o controle político e econômico da sociedade (imperfeita). As empresas “privadas” que existem lá só existem porque O Partido permite, e nos ramos de atividade que O Partido permite.

        Nos países onde a censura tem fundo moral, ainda que seja só uma moral de fachada, a coisa é mais difusa. O politicamente correto começa nos meios intelectuais e artísticos, depois domina a mídia e demais “produtores de ideias”, até que chega nas big techs, e aí desce novamente, realimentando o processo. Essa tirania do politicamente correto, acaba, claro, tendo repercussão no quadro político. E então a democracia liberal vai pouco a pouco ficando menos liberal.

        Bem, é mais ou menos isso que eu vejo…

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      • Carmen Leibovici disse:

        Alexandre,eu só fiz uma analogia com a China do ponto de vista da contenção.La,sejam quais forem os ideais de m* daquele povo (me desculpo pelo exagero no ” de m* “hoje por mim utilizado),o chefe deles tem foco, coerência.
        “Por aqui”,o foco e a coerência desapareceram e talvez por isso as instituicoes anteriormente criadas estejam desaparecendo,dando lugar a todo tipo de víruses, incluídos os chamadas high-techs.
        Falhamos.Nao imagino por enquanto como será o conserto disso.

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      • Carmen Leibovici disse:

        Complementando meu comentário anterior:“Por aqui”,o foco e a coerência desapareceram e talvez por isso as instituicoes anteriormente criadas estejam desaparecendo POR TEREM PERDIDO SEU SENTIDO ORIGINAL ,POR INUTILIDADE,dando lugar a todo tipo de víruses, incluídos os chamadas high-techs.

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    • Carmen Leibovici disse:

      Alexandre,li o primeiro também.Ela escreve muito bem e tem uma capacidade crítica incrível.
      Enfim…Pena que por ora possamos apenas nos afligir lendo essas reflexões sem poder fazer nada além de repercutir

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  • Carmen Leibovici disse:

    Pode ser Carmel também,ou Carmela,mas não CarmeM.Grata novamente

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  • Francisco G Nobrega disse:

    O tema mais importante nos dias de hoje. Alimenta todos os males existentes. Obrigado Fernão.

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  • Carmen Leibovici disse:

    A Internet não foi inventada por esses 5 ou 6 monstros-foi capturada por eles,eles fizeram usocapeao da rede.A Internet precisa voltar ao domínio público.E como se a tecnologia do fogo fosse capturada por poucos e só esses pudessem acender um fósforo ou esfregar dois palitos.
    Os estados constituídos deveriam por um fim nisso.
    Eu chego a achar que essas redes deveriam ser públicas,como eram antes da “captura”.
    Não consigo entender como tudo chegou a este ponto.
    Acho que os “rapazes”deram um tiro nos pés ao colocarem as mangas de fora e decidirem criar uma corporação monopolista usando a rede

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  • Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut disse:

    Fernão, seu texto colocou nus e de quatro os “reis” de tudo, diante dos cidadãos comuns. Os “reis” que dominam a economia planetária e não etão nem aí com a existência sofrida de milhões de seres humanos sem lar – território pátrio – sem alimentação adequada, sem acesso à água e ao saneamento básico: sem trabalho que gere sustento para si e suas famílias: sem escolas de fato, sem acesso à tratamento de saúde? Assim como também acontece com outros tantos, como os políticos de fato, que sofrem porque são hostilizados, até com a participação de parte da imprensa, cooptada por governos despóticos.
    A conspiração benéfica proposta por Václav Havel , na qual os que tem conhecimento se unem à revelia de pseudo-autoridades e fazem acontecer eventos que ensejam a retomada do caminho democrático, quando as leis são desrespeitadas, ou, quando na prática é como se não existissem, anomia, talvez seja uma luz guia.
    Em meio a esse caldo despótico, como implementar o voto distrital puro com recall etc… se em nosso Congresso Nacional muitos deputados e senadores se vendem, a troco de mais verbas, ao insano governo do dia e passam por cima da Constituição Federal, que deveria estar sendo diuturnamente fiscalizada no seu emprego, ou não, pelos governos federal, estaduais e municipais.
    Somados a motivos racionais e sobejamente divulgados na imprensa sana que ainda existe, tenho a fé em que nosso bons juízes Brasil afora farão um movimento para, em conjunto com outros tantos no Supremo Tribunal Federal – STF, colocar a administração pública do brasil na linha e reduzir a níveis muito baixos a ocorrência de corrupção que destrói nossas instituições.
    É a força de cidadania esclarecida que resgatará o Estado Democrático de Direito. Se deixarmos correr como está acontecendo, muito pior virá no futuro, exemplo disso foram os acontecimentos que antecederam a Primeira Guerra Mundial, onde os grandes disputavam entre si o dom[inio de vastas porções de colonias e de recursos naturais, não importando se para isso se armassem até os dentes e milhões fossem mandados mandados à guerra, que devastou cidades inteiras e suas populações, prenúncio do que aconteceria daquele momento em diante com a humanidade.
    Seu texto aponta que estamos num limiar de atitudes: ou abraçamos e defendemos a democracia ampla ou seremos vítimas de estados totalitários, onde a humanidade em geral é o que menos conta.

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  • GATO disse:

    Grande Questão – grande questão-questão grande – Grande Questão “Rollerball – Os Gladiadores do Futuro”, lá de 1975 e Blade Runner o Caçador de Androides” de 1982, como já afirmei aqui são ficções que povoam nossos pesadelos, tão próximos do que está acontecendo, que podem até vir a ser nossa nova realidade.
    GANANCIA – GANANCIA – GANANCIA – GANANCIA – GANANCIA
    É o que está nos levando a isso, mundo sem escrúpulos, já afirmei, esse ZUCKERBERG, esse MUSK, esse YANG e FILO, entre outros são quarentões gerados na boom dos anos 1980/1990, que nunca passaram necessidades/ dificuldades, foram sendo financiados até que deram o bote das IPOS e aí alcançaram a independência financeira, com ela começaram a quer mais, mais, mais e mais. E deram, e deram e deram.
    Para reverter isso, temos que tirar, tirar e tirar. Como ????, fácil encerrem as contas no FATGA, pra que precisamos deles???? Pra que essa correria toda. Voltemos a velha carta, se acham velha, voltemos ao velho e-mail. Se não voltemos ao velho FAX. Voltemos ao velho jornal de mimeógrafo. Tudo isso pode ser revertido, o que não dá pra reverter é o FEIJÃO com ARROZ, BIFE MAGRO E BATATAS ASSADAS, muito AZEITE. Deixemos de dar tanta importância para o FATGA e seus adereços e vamos dar importância ao que importa, ficar levemente FAT. Vamos deixar de quer voar para a Lua, Marte como alguns desses FATGA querem, mas também precisamos deixar de aglomerar nas praias
    Vamos conversar mais a dois, é muito bom e quem sabe depois rola, sei lá o que, mas é mais saudável do que ficar olhando que nem uns bobos para telinhas pequenas e luminosas que fazem mal pra vista. PRONTO é isso MUITO AMOR….+ AMOR…..+ e menos grana ela atrapalha pois que pensa que ela traz felicidade muito se engana, no máximo pode comprar alguns acompanhamentos…..

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