A admirável China Nova já chegou

6 de junho de 2020 § 23 Comentários

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§ 23 Respostas para A admirável China Nova já chegou

  • Marcos Dias disse:

    Pelo menos há “reabilitação”. Embora “Admirável Mundo Novo” seja uma paródia, de fato há necessidade de critérios nas organizações sociais, que são regidas por costumes (que geram leis). Grupos na escala do milhão, do bilhão necessitam parâmetros de avaliação e comportamento para corrigir-se. O perigo, quando há exagero e paranoia, é melhor retratado em “1984” de Orwell. Que bom senso será capaz de avaliar e corrigir essas tendencias?

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  • Marcia disse:

    Tem gente que, inadvertidamente, está ajudando a implantar esse sistema aqui. Quanto aos que o defendem intencionalmente, espero que não tenham como emigrar após o mal estar feito, para que sofram as consequências na pele.

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  • Gilson disse:

    O comunismo sempre teve por sua finalidade o controle de todas as camadas sociais não medindo para isso adaptações e represálias o interesse deles é o poder absoluto. Na então união socialista soviética não era diferente e o molde foi criar a cortina de ferro, e muitas famílias foram massacradas deliberadamente por escusas desse regime. A China aproveitou o lado bom de Hong Kong para adotar uma aparente nação próspera em formato digital aleatório.

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  • Fernando Lencioni disse:

    A China é a nova ameaça global. Não é o povo chinês. É o partido comunista chinês. Um perigo real e iminente. Por isso todos os negócios da China no país precisam ser vistos com desconfiança e cautela. Mormente quando sabemos terem eles montado um exército tão poderoso quanto o dos EUA.

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  • Varlice1 disse:

    Houve época em que o papel controlador e restritivo da sociedade estava nas mãos da religião – e continua no islamismo e hassidismo, por exemplo.
    Novos tempos, novas formas de controle, talvez nova religião.

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  • André Mastrobuono disse:

    a diferença entre o remédio e o veneno é a dosagem!

    O desafio de garantir que 7-8 bilhões de pessoas, como sociedade (grupo), atinjam um padrão adequado de bem estar social é cada vez mais complexo. A resolução passa obrigatoriamente por rever dilemas morais / éticos de cooperação entre pessoas, que é o pilar fundamental do desenvolvimento econômico. Os dilemas do “eu x nós”, do “nós x eles”, da “liberdade x vigilância”, e tantos outros precisarão serem melhor compreendidos e eventualmente ajustados.

    Tanto a ferramenta, quanto o sistema de incentivos associado a ela, é um fantástico instrumento educativo!

    Um santo remédio se usado para o bem, um terrível veneno se aplicado para o mal.

    Não há porque opor-se, acho muito bem vindo, há apenas que vigiar, para preservar nossa liberdade!!

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  • Carmen Leibovici disse:

    O ” judiciário”deles é ( ou será)o todo poderoso deus-estado.Todos (todos!)os cidadãos terão um julgamento compulsório, à sua revelia,todos os dias,em todos os momentos.Todos serão escravos absolutos do estado-absoluto.Imagina que horror!

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  • Jose Lopes disse:

    “Vida de Inseto: uma análise sob a perspectiva das ideias dos sociólogos Émile Durkheim, Max Weber e Karl Marx” aplica-se
    integralmente ao momento “corona virus” chinês.

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  • O uso de máscara acabou com a vigilância em espaços públicos. Não se consegue traçar o reconhecimento facial. O Big Brother deve estar desesperado. A solução é uma campanha para uso permanente pós-coronavírus.

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  • Alexandre disse:

    Comunismo não significa necessariamente estatização (nominal) dos “meios de produção”, como se aprendia nos livros de Moral e Cívica, o comunismo é um movimento que pretende o controle total da sociedade em nome de um ideal utópico (uma sociedade supostamente sem defeitos).

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  • Jorge disse:

    Na História desde que o Homem vive em grupo sempre houve coerção social para que o individuo se submetesse a normas grupais cujos lideres (indivíduos ou “conselhos”) determinavam o “certo” e “errado” premiando a submissão e punindo a rebeldia… Em pequenos agrupamentos a pressão dos grupos de convívio era um instrumento adequado para manter a sociedade coesa / direcionada para objetivos que transcendem os interesses individuais; hoje dado o crescimento populacional e a fragmentação social, para que a sociedade se mantenha funcional o controle está passando a ser feito com o uso de instrumentos de IA. Não vejo como ser diferente: a vida em grupo sempre exigiu perda de liberdade individual e o que muda é a forma como isso é imposto. No fundo o que é importante é a possibilidade do individuo poder influenciar / estabelecer os valores do grupo para que eles representem os anseios da maioria de forma a que possam ser alterados de acordo com as mudanças no espirito da sociedade. Afinal “democracia” não é forma mas conteúdo… e a forma de representação dos interesses dos indivíduos é que tem que ser questionada para analisar a validade do sistema de controle.

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  • José Tadeu Gobbi disse:

    Fernão
    A série Black Mirror, disponível na NetFlix, tem um episódio que aborda um sistema parecido com este em outro contexto.
    A realidade é sempre pior que a ficção.
    Abs.

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  • rubirodrigues disse:

    Estou surpreso é com o número de comentários que admitem tal controle em algum nível. Eu não admitiria nem mesmo para controlar bandidos já condenados, em razão do risco de, depois de instalado, ser usado para outros fins. Penso que vale a pena estudar um pouco a natureza humana. Pelo que pude aprender, apenas capacidade interpretativa madura consegue controlar o animal que dormita dentro dos humanos.

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    • A. disse:

      “o animal que dormita dentro dos humanos..”
      – Dormita coisa nenhuma! Está mais ativo do que sonha nossa vã filosofia…

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    • Rafale Manuel disse:

      Idem.

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      • Rafale Manuel disse:

        Como se o problema não fosse o próprio mecanismo de controle orwelliano, mas o governo e a ideologia deste que o detém. De fato, o ser humano merece emsmo um sistema tirano lhe suprimindo as liberdades e lhe oprimindo o espírito, e desde que esse sistema tirano tenham uma “premissa supostamente nobre”, a espécie o suportará e até pensará qualquer sofrimento e descontentamento provenientes é na verdade uma fraqueza do infeliz.

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  • Ethan Edwards disse:

    Onde triunfam, os comunistas tentam implantar o controle total dos cidadãos pelo Estado. Nessa tarefa, esmagam implacavelmente todas as liberdades. Não por acaso o Estado que defendem é chamado de totalitário. É um regime para cupins ou formigas, jamais para seres humanos.

    A questão, para nós que até hoje conseguimos adiar essa calamidade, é estabelecer um princípio. Quem acha correta a ideia de que é dever do Estado propiciar aos cidadãos saúde, educação, alimentação, etc., não pode se indignar quando esse mesmo Estado desenvolve os meios para controlar absolutamente a sociedade. É óbvio: se eu me alimento mal e fico obeso, o Estado pagará minha bariátrica; se eu fumo, ele terá que debelar meu enfizema; se eu não me exercito, ele irá gastar com minhas coronárias; se eu sujo as ruas, ele terá que limpa-las. Etc. Em outras palavras, depois que escolhi conforto e segurança financeira assegurados pelo Estado, não posso, hipocritamente, lamentar por ter perdido a liberdade.

    Esta é uma questão de princípio. Não resolve situações concretas. Mas nos ajuda a definir, em cada ocasião, em que direção empurrar o perímetro da cerca. E a discussão, no fundo, é essa: cercas sempre haverá; a questão é saber se lutamos, em cada situação concreta, para diminuir ou aumentar o seu perímetro.

    Abraço e obrigado pelo espaço.

    PS: Se tivéssemos uma rede privada de saúde que fosse amplamente utilizada pelos cidadãos, as políticas adotadas em relação ao Covid-19 poderiam ter sido muito diferentes. O governo poderia simplesmente dar as orientações sanitárias pertinentes, reforçar o sistema público de saúde e deixar com os cidadãos a responsabilidade de se proteger de maneira adequada. A responsabilidade por se proteger e evitar o contágio seria mais ou menos dividida. Mas, uma vez que praticamente a totalidade do combate ao vírus foi confiada ao SUS, o governo, muito naturalmente, tomou para si todas as responsabilidades – inclusive aquelas que, em outras circunstâncias, seriam dos cidadãos. Afinal, se a conta – financeira e moral – recairá sobre ele, cabe a ele, e não aos cidadãos, decidir o melhor tratamento.

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  • Luiz Cadioli disse:

    Assustador mas não surpreende. Sistemas coletivas, como o comunismo, aniquilam a individualidade. É disso que se trata esse classificação. Qual o limite? Eliminação para quem tiver nota zero?

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    • Carmen Leibovici disse:

      Hoje,os chineses já assassinam e comercializam os órgãos de quem tem “nota 0”,ou seja,de quem afronta os limites “intransponíveis” determinados pela cabeça dos chefes do partido.
      É um regime de loucos.

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  • MORA disse:

    Ethan, ótima colocação para desespero dos sonhadores.

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