Um artigo que não dá pra perder

3 de junho de 2020 § 10 Comentários

Fabio Gianbiagi, um brasileiro por eleição, descreve hoje no Estadão um Brasil que ele e eu vivemos. Eram exatamente assim o país e, acredite, até os jornalistas dos meus tempos de redação.

CONFIRA O ARTIGO AQUI

§ 10 Respostas para Um artigo que não dá pra perder

  • terezasayeg disse:

    Li o artigo e concordo com ele. Não sei o que aconteceu com nosso país. Estou acabrunhada com a truculência e a grosseria das redes sociais. Parece que as pessoas se sentem “escudadas” por um certo anonimato e partem para a agressão e a desclassificação de quem pensa de maneira diferente. Muito triste.

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  • wbuzatto disse:

    Li o artigo hoje cedo (após ler o texto do Mourão), e concordo com sua avaliação. Quanto ao comentário sobre o escudo do anonimato feito acima, vejo muita semelhança com a diferença de postura de muita gente que pessoalmente é gentil mas basta se colocar atrás de um volante que se transforma em troglodita.

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  • José Tadeu Gobbi disse:

    País doente
    O Estado de S. Paulo23 May 2020
    A covid-19 adoece a população, Bolsonaro adoeceu o Brasil. O que aconteceu com o País? Quando foi que abandonamos a ciência e a defesa do meio ambiente? Quando renegamos a arte e deixamos de acreditar em direitos humanos e valores civilizatórios? Em que momento passamos a detestar nossos professores e nossas universidades? Quando foi que nos tornamos milicianos, amantes das armas e da violência? Quando optamos pelo obscurantismo e pelo ódio? Em que momento abandonamos o mundo civilizado e nos tornamos uma nação que causa repulsa, em vez de admiração?
    José Tadeu Gobbi
    São Paulo

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    • GATO disse:

      É caro Bobbi, tô contigo, tudo começou quando esqueçemos de cuidar do outro, daquele, brasileirinho que queria engraxar os sapatos pra ganhar algum e ajudar em casa e ai todos começamos a usar tênis. Perdemos aquele outro brasileirinho que se chamava sapateiro, pois ninguém mais quer meia sola, só novo e descartável. E assim fomos e aqui chegamos, olhando pro nada que é o que vamos nos transformar perante o mundo se não começarmos a ajudar o próximo, como algumas grandes empresas e pessoas já estão fazendo, doando, voluntariando, chegar perto dos outros sem que isso nos prejudique ou a eles, mas que como humanos possamos salvar o planeta. Acordem, ir pra rua protestar não, vamos pra rua construir seja lá o que for, educar, consertar, conservar, ajudar amar, amar, amar o próximo.

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    • Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut disse:

      Começou quando a escola deixou de fazer o seu papel e os “cidadãos” optaram por ‘estar nem aí” com a política, encarada como coisa suja e de gente suja. Aí está o resultado de décadas, ou séculos de abandono da Pátria. Amada? Que agora querem que seja armada! contra quem?

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  • Marcelo Alonso disse:

    Aí apareceu um certo “operário” nascido em Garanhuns e tudo mudou. Ele disse para a sociedade que era nós contra eles, sendo que era ele que determinava quem era o nós e quem era o eles e assim tivemos os pretos x brancos, mulheres x homens, héteros x homos, trabalhadores x empresários, ricos x pobres, espalhando o ódio na população. Também desarmou a população apesar dela ter se manifestado contrariamente a isso, enquanto dizia que criminosos eram vítimas da sociedade, até chegarmos em um crescendo ao impressionante número de 64.000 mortos em 2017, vítimas da violência, até que está população ficasse anestesiada quanto à violência. Usou os black blocks (alô PSOL) em 2013 e agora usa os antifas!? das torcidas organizadas, tão carinhosas e ordeiras, com bem sabe o Ministério Público, liderados por um gavião que tem nome de passarinho para a intimidação de quem pensa diferente. Ah e tudo com a benção de nosso genuflexo STF que o soltou.. E o quê podemos fazer? Nada, o sistema é, por desenho, imutável, a não ser por uma ruptura social. Sim não é só o Fabio e o Fernão que tem saudades do brasileiro generoso e caloroso mas…

    Curtido por 2 pessoas

  • A. disse:

    Não pude ler: o “Estadão” não permite acesso a anônimos, como eu. Querem que nos identifiquemos, para depois nos ficarem “torrando o s***” com ofertas de assinatura…

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  • Fernando Lencioni disse:

    Que pena. A única coisa que me alegrava quando eu voltava de uma viagem ao exterior eram essas qualidades de nosso povo. A esquerda fez isso. Matou a nossa ingenuidade benigna.

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