O que é a China de Xi Jinping

26 de março de 2020 § 40 Comentários

Coronavirus àparte, é bom entender com quem estamos lidando…

 

 

Marcado:, ,

§ 40 Respostas para O que é a China de Xi Jinping

    • José Roque Brugnaro disse:

      Esse vídeo nos mostra como a China, na sua ânsia de domínio mundial já chegou na América. Vejam o que aconteceu na Venezuela que, para pagar os investimentos chineses, deverá fornecer muito petróleo por anos a fio, em troca da dívida. No Brasil não poderia ser diferente : soja, minério de Carajás, já controlam as empresas de energia, estão comprando as cooperativas de soja no sul. Nas comunicações já investiram na Rede Globo e na Rede Bandeirantes, mudando radicalmente suas diretrizes, com elogios ao governo chinês, atacando os governantes locais. Só não vê quem não quer.

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  • luizleitao disse:

    Sorry, nao vi q era 1 video

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  • carmen leibovici disse:

    Não é teoria conspiratória-é real!
    Aonde isso vai dar?

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  • marina disse:

    Então, quer dizer: ” O Olavo tem razão”? O Eduardo tem razão? E os que batem neles sabem por que estão batendo? Ou são tudo vaquinha de presépio? Digo sempre pra minha filha: A gente que é tonto não sabe de nada.

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  • jairlorenzettibrasil disse:

    Precisamos conversar! Twitter @Jair_Lorenzetti

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  • Newton disse:

    Com certeza nenhum Bolsonaro parou 52 minutos para ver isto.

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  • Newton disse:

    Porém o mundo não é cartesiano. A história mostra que essa nação milenar tem direção e rumo, concordemos ou não com eles, analisando sob o ponto de vista dos valores ocidentais.

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    • Fernão disse:

      Sem duvida.
      Se tem uma coisa que toda ditadura tem é direção e rumo. Tanto mais quanto mais totalitária for.

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      • carmen leibovici disse:

        Nós,com os valores humanos ocidentais que possuímos ,teríamos tudo de bom se tivéssemos,enquanto governos, rumo , disciplina,estratégia,e altruísmo também.É o que nos falta
        E também se tivéssemos armas efetivas contra a corrupção,que é o que destrói civilizações.Aqui ou na China.
        Eu acredito que China se destruirá ,ou será destruída.Mas isso talvez nos leve de volta à idade da pedra.Sei lá,eu acho que estamos no limiar de algo assim.

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      • carmen leibovici disse:

        valores humanos prevalentes no Ocidente,pois valor humano é valor humano em qualquer lugar,em princípio

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      • Newton disse:

        Tanto Cuba quanto China são ditaduras. Quanto tempo dura uma sem Castros & asseclas (nada) e a outra sem Xi-Jinping (ele não é um KIM da North Korea, mas um funcionario de carreira do partido) ? O que significa o iluminismo diante de 5000 anos de História ? Não estou defendendo, apenas argumentando. Eu acredito na democracia como menos pior dos regimes.

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      • José Augusto disse:

        Nunca vi qualquer ditadura acabar bem,mesmo as duráveis.

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  • Beatriz Meirelles disse:

    O mundo está dominado pela “economia”. ! Esquecendo da humanidade ! ! Tenho 80 anos e fiquei preocupado com o futuro dos meus filhos e netos !

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  • Adriana disse:

    Fernão, será que a China incentivou a propagação da doença, para depois oferecer ‘ajuda’? Ou já não podemos mais falar sobre isso.

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  • Fernão disse:

    Não acredito.
    Mas escondeu a principio.

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  • A promessa de um “paraíso” comunista mundial chinês avança sobre a civilização ocidental muito rapidamente e também esta sendo semeado em terras brasileiras!!! Ciro Gomes, João Doria e outros vendilhões que o digam!!!

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  • Fernando Lencioni disse:

    O mundo deixou de ser simples desde a queda do muro de Berlim. Agora não há inimigos declarados. Há inimigos camuflados. Sub-reptícios. Os perigos e os movimentos são sutis. Quase imperceptíveis aos olhos não treinados. A China e a Rússia representam grandes perigos ao mundo ocidental e democrático. O Brasil precisa melhorar as suas forças armadas para qualquer eventualidade. Atualmente somos uma presa fácil para essas nações. Há que se melhorar os serviços de inteligência no Brasil para antecipar perigos eminentes e aprovar leis que protejam o país dessas aves de rapina que andam no submundo esperando o momento certo para atacar. Leiam “Unrestricted warfare: China’s Master Plan to Destroy America”.

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    • Newton disse:

      Amigo, “Forças Armadas” hoje em dia são datacenters e laboratórios.
      O Brasil, em termos convencionais (armamentos), não é pareo nem numa guerra com a Nicarágua ! Nossos “inimigos” são internos e muito mais destrutivos: ignorância, fome, mega-desigualdade, despreparo geral, falta de lideranças, desprezo da educação e da ciência, arrogância dos formadores de opinião, fora o resto. Deus nos ajude.

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      • Fernando Lencioni disse:

        Isso é ingenuidade. Desculpe. Estes problemas não são privilégio do Brasil. São universais.

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      • LSB disse:

        Prezado Newton,

        (não sei se alguém vai ler esses comentários antigos, mas vamos lá…)

        Discordo que ” ‘Forças Armadas’ hoje em dia são datacenters e laboratórios”.

        De fato, guerra cibernética, guerra eletrônica e guerra “econômica” são realidades no século XXI (embora guerra “econômica” já fosse antes).
        Mas a força tradicional (esquadras, aviação de combate, fuzileiros, etc.) AINDA são efetivos.
        Não se bloqueia ou mantém livre uma rota comercial oceânica com “hackers” ou cientistas: são necessários contratorpedeiros, submarinos, fragatas e porta aviões/helicópteros para tanto.
        De fato, isso é tanto verdade que nenhuma grande potência militar está abrindo mão de suas forças tradicionais (ainda que invistam em drones, robôs, armas biológicas, capacidade de ciberataques e defesas das suas redes, etc. Enfim, ainda que invistam na “guerra moderna”). A China, por exemplo, está expandindo significativamente suas forças armadas tradicionais (vários navios foram lançados e outros estão “encomendados”). A Rússia também…

        Abs
        LSB

        PS 1: a capacidade/importância estratégica da bomba atômica não mudou “um mísero milímetro” desde que foi inventada…

        PS 2: o Covid-19 foi , independentemente das hipóteses conspiratórias,a maior prova da efetividade da guerra biológica (que pode ser classificada como uma arma relativamente “tradicional”, uma vez que está na “praça” há décadas…).

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  • Marcia disse:

    Todo gigante tem um ponto fraco. O desse aí é a segurança alimentar. Fica a dica.

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  • LSB disse:

    Prezados e prezadas,

    Evitei comentar o assunto do momento (ou os assuntos do momento se considerarmos as controvérsias correlatas) devido à, digamos, “nebulosidade” que o(s) cerca(m).
    Todavia, dada a dimensão quase “fantásticas” que as coisas estão atingindo, não resisti em dar “uns pitacos”.

    Primeiramente sobre a “pandemia”:
    Qualquer doença, gripe, etc. mata um certo número de pessoas por ANO que chega na casa de dezenas ou centenas de milhares considerando o mundo inteiro. Digamos, gripe comum mata X mil pessoas por ano; dengue mata Y mil por ano; raiva Z mil, etc. (e o X, Y e Z atingem centenas).
    O coronavírus é uma doença “nova” e, portanto, vem a provocar mortes que crescem segundo uma curva “assustadora”, uma vez que “sai do zero”.
    A imprensa poderia, no começo do ano por exemplo, anunciar uma “pandemia” de malária ou febre tifoide e sair contando os casos no mundo: na primeira semana de janeiro anunciariam que havia 1.347 mortes confirmadas no mundo. Ao final da segunda quinzena, diriam que os casos dobraram e o número teria atingido 2.612. No final do mês, 5.108, e assim por diante.
    Por que não “colaria” a notícia?
    Porque um “gaiato” qualquer apontaria que no ano anterior (2019) foram 5.087 mortes em janeiro e no ano retrasado (2018), no mesmo mês, 5.349.
    Mas com o coronavírus não há tal histórico e, portanto, a “pandemia” se torna “realidade”.
    De fato, as mortes irão subir até atingir o “nível de equilíbrio” e, por essa ser a “primeira vez”, os números podem ser, e serão, ultra explorados midiaticamente.

    É possível que, por ser a primeira exposição ao tal vírus, o número de vítimas será maior do que aquele número de “equilíbrio” que irá vigorar no longo prazo.

    Sem dúvida, nesse “início” da disseminação do corona pelo mundo os números de “contaminados” em um dado intervalo de tempo (semana ou mês) será muito maior que o número médio que irá ocorrer no longo prazo no mesmo intervalo de tempo (semana ou mês), uma vez que estão todos sendo expostos ao “novo” vírus “mais ou menos” ao mesmo tempo.(logo, o número de contaminações que, uma vez estabilizado no longo prazo, será distribuído ao longo do ano, por exemplo, tende a ocorrer de forma “mais concentrada” neste início da disseminação).

    Também como não há como negar que tal “novidade” sobrecarrega os hospitais e sistemas de saúde.

    NO ENTANTO, “desligar” a economia pode ser muito mais mortífero que o vírus ou que a sobrecarga no sistema de saúde. De fato, trata-se de uma questão de conjunto: doentes, hospitais e sistemas de saúde estão contidos no conjunto (abstrato e mal compreendido, reconheço) “economia”.
    Por um lado, há o risco do sistema de saúde colapsar, porém, por outro, há o risco da economia colapsar! E se esta colapsar, colapsa o sistema de saúde, de educação, de segurança, de assistência social, etc. etc. etc.
    Sem produção não há o que consumir. Não adianta sair colocando a quantia que for na conta de cada brasileiro (mil, 2 mil ou 5 mil por mês ou semana) para “ajudar” na crise e sob o argumento que a vida é mais importante que o “dinheiro” ou a “dívida pública” SE o brasileiro não tiver nada o que comprar porque não produziu!!!!
    Estoques na indústria e comércio são baixos (estoque = custo, logo o objetivo é sempre minimizar estoques), logo não haverá o que consumir se não produzirmos…
    (podemos importar, mas essa é outra história que voltarei adiante).

    Logo, tem que haver uma solução intermediária que, sem parar totalmente a produção, seja capaz de diminuir a velocidade de contaminação, diminuir os casos graves focando nos grupos de risco as medidas preventivas, etc.

    No mais, tenho 4 questões (2 “técnicas” e 2 “políticas”) que estão azucrinando minha cabeça:

    1 – Se o grande problema é a capacidade dos sistemas de saúde, por que paralisar tudo – gerando dantescos custos econômicos – e não fazer (ou fazer também e principalmente) uma operação de guerra para aumentar a capacidade de atendimento?
    (já que é uma “guerra” que justifica “parar” a economia, porque não justificaria direcionar fábricas para produzir equipamentos, construção de hospitais de campanhas e módulos médicos, convocação de alunos de medicina que estão concluindo o curso e demais residentes, etc.).

    2 – Não sou infectologista, mas se a pessoa contamina passa de 8 a 10 dias para apresentar sintomas, sendo que nesse período pode contaminar outras, parece-me que a transmissão é “baixa”. Isso porque o “primeiro” brasileiro infectado, antes de apresentar sintomas, obviamente teve contado com dezenas ou centenas de pessoas (encontramos e cruzamos com 20, 30, 40, 50 ou mais pessoas por dia).
    Logo, se fosse muito “fácil” a transmissão, a progressão deveria ser muito mais rápida: após o primeiro caso, deveriam aparecer 10 ou 15 nos dias seguintes e 100 a 150 uma semana depois e assim por diante… Mas o ritmo é muito mais lento…
    Assim, ou a transmissão não é tão fácil assim ou um percentual muito elevado de pessoas expostas ao vírus não contraem a doença (como no caso da gripe comum).
    Entretanto, sem estatísticas confiáveis e um início de curva com crescimento “radical” (já que parte de base zero), é fácil se assustar e assustar…

    3 – Paralisação total x isolamento seletivo = Bolsonaro x governadores = finanças estaduais x finanças federais
    Se privilegiarmos a economia, o PIB (e consequente arrecadação) não sofrerá muito e, portanto, um baixo custo para o governo federal (que não terá que atender “todo mundo” com todo tipo de ajuda financeira), porém a disseminação mais rápida repercutirá nos sistemas de saúde e a “bronca” recairá sobre governadores e prefeitos.
    Já isolando todo mundo, menos caos nos hospitais e menos “problemas” para governadores e prefeitos. Por outro lado, o colapso da economia será cobrado da “viúva” que terá que recompor caixa de estados, empresas, bancar assalariados parados, informais, etc.

    4 – Mundo ocidental parado. Todos os governos ocidentais darão ajudas a empresas, cidadãos, etc. No entanto, se estão parados não estão produzindo e, portanto, como consumirão?
    Resta somente a importação no período de quarentena no qual não se está produzindo.
    Mas quem irá produzir? A China que já está voltando aos trabalhos…

    Abs
    LSB

    PS: A China é um senhor adversário! No entanto, como já disse aqui outras vezes, sua força é econômica e decorrente do fato do povo trabalhar demais e poupar ainda mais (sem entrar aqui na discussão se isso ocorre porque é uma ditadura ou se é porque são/eram miseráveis esfomeados ou se é decorrente desses dois motivos ao mesmo tempo).
    Muito difícil lidar com ela: “abertamente” você tem/teria que fazer melhor (ser ou se manter mais produtivo e também poupador tanto quanto); mas se se decidir jogar “fechado” (ou fechando) corre-se o risco de perder uma oportunidade econômica* de crescimento ou desenvolvimento quase “irresistível” e/ou “única” (o ocidente não foi capaz de resistir à tentação… e o Brasil já teria entrado em colapso uns 10 anos atrás se “resistisse”)…

    * Sem contar o fato – importante ou não (cada cabeça uma sentença) – de que também se estaria condenando o chinês a mais tempo na miséria.

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    • Newton disse:

      Prezado LSB.
      Sua dissertação é muito bem articulada e sustentada em pura lógica. Acontece que a realidade não é lógica, apenas.
      Veja como paises bem estruturados, não apenas economicamente, mas também e principalmente em termos de cultura, saem-se melhor que outros – mesmo os de “primeiro mundo” (aliás, este conceito de quem é quem será revisto pós-corona). Estou falando do Japão. Tive um superior no trabalho, filho de japoneses, que nos explicou como aquela sociedade está estruturada há milenios. Considerando o nivel cultural médio dos comentaristas aqui, não vejo necessidade em detalhar, o senhor sabe.
      Isto os posiciona melhor para enfrentar QUALQUER tipo de ameaça. Mas peraí, USA não é primeiro-mundo ? Em termos economicos sim, em termos sociais e culturais nem tanto. E sua performance diante da crise do covid está revelando fraquezas. Eu disse num outro post aqui nesta mesma conversa. China é uma sociedade milenar. Ah, mas é uma ditadura. Medida pela nossa régua ocidental, sim. Voltando ao Japão (oriental e milenar como eles): Procurem saber em detalhes sobre a organização social japonesa, e abram um debate com a midia brasileira colocando sobre a mesa os valores e principios que regem por exemplo, a familia e seus membros. Maria da Penha ?? Não precisa. Lei de proteção ao idoso ? Menos ainda. Mas sem alongar. A China vai se tornar a maior economia do mundo com ou sem corona. E não tenho elementos para dizer se isto é bom ou mau. Acompanhemos.

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      • carmen leibovici disse:

        Newton,liberdade de pensamento e de expressão são alguns dos valores mais sublimes a serem respeitados.
        O caminho mais curto e mais fácil é suprimi-los para governar( e roubar e corromper)com muito mais facilidade.
        Mérito tem o governo que consegue organizar uma sociedade com instituições verdadeiras e com mecanismos que as aprimorarem.
        Dá muito mais trabalho,mas é Humano.Comunismo é desumano ,assim como são desumanos governos “democráticos”que desdenham seus cidadãos

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  • carmen leibovici disse:

    que as aprimorem

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    • Newton disse:

      Carmen, que não tenha ficado a impressão que eu tenha apoiado qualquer tipo de supressão de direitos ou liberdades. Eu exaltei a sociedade japonesa e sobre a China, apenas fatos. Quem cresce por vários e vários anos à taxas acima de 5% ao ano, é apenas uma questáo de tempo. Obrigado.

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      • Carmen Leibovici disse:

        Newton,muita gente acaba pensando que uma China pode ser opção interessante,mas isso acontece por inocência.
        Eu tenho família que passou por regime nazista e comunista ,e isso instila na gente uma consciência,um “mêdo” quase visceral de que algo do tipo volte a ocorrer.Minha Mãe sempre pedia,como em oração,que nós nunca passássemos pelo que ela,meu pai e nossa família passaram.No Brasil,não se tem consciência plena do mau que são esses regimes.Liberdade é uma imensa benção.Meu pai beijava o chão do Brasil pela liberdade que obteve aqui.Que isso continue para sempre.

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  • Carmen Leibovici disse:

    do mal

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  • Carmen Leibovici disse:

    medo(sem acento).detesto errar no português,mesmo que erre de vez em quando.
    🙂

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  • Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut disse:

    Nostradamus em suas “Profecias” já apontava pra a expansão do oriente sobre o ocidente e isso ele o fez há séculos atrás. Parece que o enxame deles é mais ativo e se submete a sistema de um único super-líder,mesmo que num regime ditatorial, não havendo espaço para agir contra o regime. Houve um episódio com D.Pedro II no qual ele recusou a vinda de trabalhadores chineses em massa. Convivência é uma coisa, entrega é outra. Dilma entregou o nióbio brasileiro para os chineses explorarem por décadas…

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  • Gustavo Gonçalves disse:

    Depois de assistir a este documentário, alguém aqui ainda duvida que o Coronavírus / COVID-19 é uma arma biológica criada pela China!?!?!?!

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  • Antonio Brigolatto Carmona Barrionuevo disse:

    O vírus a parte, a China vai ser o estopim da terceira guerra mundial, e ela a guerra, vai ser o apocalipse que esta na Bíblia. Quando a maioria dos países do planeta declararam que a China era uma economia de mercado, esses países deram um tiro em suas próprias cabeças. Como pode um país que tem no seu sistema de governo o comunismo ser uma economia de mercado, se o povo é escravo e não tem nenhum direito trabalhista. O único que acordou foi o presidente dos EUA, o restante do mundo continua dormindo. A China esta inundando o mundo, com seus produtos baratos feitos pela mão de obra, de um bilhão de escravos que se compõe sua força de trabalho. Os países que compram seus produtos estão gerando desemprego em massa em suas economias, o desemprego traz pobreza, a pobreza traz violência e tudo o que não presta acompanha a violência. Só não vê quem não quer ou é imbecil.

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    • carmen leibovici disse:

      Não só isso,Antonio.Isso de destruir a economia de um país,deixando -a absolutamente a zero,é típico dos regimes comunistas(lembra do PT em processo?),quando aí entram com seu poder.É um novo tipo de conquistador .A China não só está fazendo o desemprego dominar no mundo como eles já estão se apoderando de terras e pontos estratégicos no mundo todo para plantações e pontos militares.Já fizeram acordos com vários países para ” administrar”seus portos por períodos contratuais.Só que a China não é de confiança.Agora é tirar o prato de mingau do bebê.”Ta fácil”.Também acho que isso vai acabar mal

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