Esquerdo x direitopatas, Brasil àparte

25 de setembro de 2018 § 24 Comentários

Artigo para O Estado de S. Paulo de 25/9/2018

Apesar da dramaticidade feroz do presente, é como se ele não existisse. O mais dos movimentos são determinados pelo passado. O invisível é que faz o visível. E isso torna muito complicado entender o que se passa a tempo de não cometer erros fatais numa campanha tão curta e de tão cruciais implicações para o futuro.

Jair Bolsonaro pintado como ameaça iminente para a democracia é o exemplo mais evidente. Quem tem tanques e está querendo dar golpe não sai à rua pedindo votos. Antidemocrático declarado, com papel passado, com promessa solene de volta atrás, com “plano de guerra” aprovado em convenção nacional (2015) para a desmontagem das instituições republicanas já semi-implementado, com juras de amor diárias a ditadores com mãos sujas de sangue e supremas cortes recheadas de fantoches é o PT. Todas essas figuras sinistras da América do Sul e da África que estão enchendo o Brasil e o mundo de refugiados, com poucas exceções, são amigos diletos de Luís Ignácio Lula da Silva. Boa parte desses cujas “milícias” hoje atiram contra quem lhes pede eleições limpas foi bancada pelo BNDES do PT para chegar pelo voto às posições de que agora recusam-se a apear pelo voto.

Está mais atrasada a esquerda jurássica entrincheirada no Foro de São Paulo que a China e a antiga União Soviética na revisão do seu passado totalitário. O Foro de São Paulo, para ser exato, é declaradamente uma reação a esse “revisionismo”. É porque sabe que do “sonho” não restou nada que a esquerda bolivariana reacionária é um perigo real. Pra eles ou vai, ou racha! A Lava Jato tirou o lulismo do armário. Do confronto entre ele e as instituições democráticas, está jurado, só um sairá vivo. Tanto Haddad quanto Ciro Gomes têm como primeiro compromisso de campanha eliminar sumariamente o que ha de independente no Judiciário e no Ministério Público. “Lula livre, Brasil preso“! Para o lixo com o que resta da lei e da ordem institucional vigentes!

Onde acabaria o governo que começasse assim?

O ódio de Lula à democracia vem sendo gestado, gole por gole de fel, à vista do Brasil inteiro. Mas Fernando Henrique Cardoso não acredita nele. Não é o presente, é o passado que determina esse comportamento. Pior para Geraldo Alkmin – o homem certo no momento psicológico errado – que só confessou acreditar no Lula como ele é depois que o medo de fingir que não tornou-se maior que o de aceitar que sim. Jair Bolsonaro só teve de aquiescer: “Sim, eu também vejo o que vocês estão vendo; eu também ouço o que vocês têm ouvido“. E lá veio, para começar, 1/3 do eleitorado, os “direitopatas” à frente com seus 30 anos de sapos vomitados. Memórias também!

Mas o presente é o presente. Homofobia, misoginia, racismo? De Lula para baixo, qual o habitante deste planeta que se insere em todos os milímetros de exigências de pensamento, palavras e obras dos Grandes Inquisidores das sub-ideologias de ódio que vieram para reeditar a luta de classes como farsa? Nem o esfaqueador Adélio acredita honestamente que a eleição de Jair Bolsonaro levará a um genocídio LGBT. E depois, havendo Bolsonaro volta a haver imprensa.

Já quanto à venezuelização…

Deter o lulismo é a condição para a continuação da conversa. O resto é passado. E a eleição está como está. A opção entre Bolsonaro e Alkmin está espremida entre o “poste” e o “sub-poste”. Se correr o bicho pega, se parar o bicho come. A hora é de fazer contas. E se de Brasil se tratar, é a vez do do meio se mostrar magnânimo. A distensão tem de começar já. É preciso resistir à tentação das agressões irreversíveis agora porque será necessário construir um consenso do Brasil verde-e-amarelo inteiro em velocidade recorde logo adiante.

Pelo lado dos economistas as diferenças são só de grau. O quadro é agudo e as manobras de ressureição não variam muito. A questão, como sempre, é muito mais de tirar boca de bezerro de cima de teta e mão de ladrão com e sem alvará de dentro de cofre público que de escolher que contas fazer. Tirar o presunto da janela em vez de ficar espantando mosca, enfim. E para isso o que mais pesa é com que vontade um governo afirma essa disposição. Quem dá o tom é o maestro. Só não entendeu o que o tom de Lula fez com o Brasil quem não tem idade suficiente para ter memória viva do que nós fomos para comparar com o que nós viramos e tem na “narrativa” do próprio Lula e dos seus esbirros de palco, de sala de aula e de redação as únicas referências do passado do Brasil.

Este país nunca teve antes (nem terá agora) uma vontade autêntica de resolver de uma vez por todas esse problema sentada na cadeira presidencial. Mas agora a questão é de vida ou morte. E os primeiros a saber disso são os quadros do alto escalão do funcionalismo. Ainda que, como categoria, sejam eles próprios a essência do problema, a qualidade da elite dos nossos administradores públicos profissionais é indiscutível. E a frustração dos melhores entre eles por governos sucessivos se terem mantido surdos aos seus alertas e desperdiçado o seu know how na oferta de soluções em favor das ambições de presidentes que queriam ser reis, partidos que se queriam eternos e até de ministros que queriam ser presidente está mais que registrada na crônica das muitas estações do calvário do Brasil.

O Judiciário não aparelhado, se não for resgatado agora sabe que também cai definitivamente sob o domínio do crime. E o Legislativo, mesmo com todos os restos do passado que vão permanecer lá dentro, está tão ansioso quanto o resto do Brasil para provar que pode ser melhor do que tem sido, ou morte.

É nisso que é preciso investir. Vai ter de haver uma mudança, e grande como nunca houve. E isso vai exigir o concurso de todo o melhor do Brasil. A dúvida é quanto conseguiremos aproveitar da condição extrema a que chegamos para avançar de fato e tornar parte dessa mudança irreversível. Essa deve ser a pauta da reforma política. Ela é que determinará quanto tempo ficaremos livres de ter de fazer a próxima cirurgia de emergência.

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§ 24 Respostas para Esquerdo x direitopatas, Brasil àparte

  • Adam Figueiredo disse:

    Excelente.

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  • helena disse:

    Muito bom. Só que não chegará a milhares de pessoas que deveriam lê-lo e entendê-lo.

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  • marcos disse:

    Para com bobagem, declare seu voto e pague o preço. Século XX é pródigo em exemplos de ditadores que pediram votos foram eleitos e deram o golpe.

    Lula, PT e seu quase poste não são obviamente opção para quem é democrata, mas Bolsonaro também não é. Mas é pior, visto que é rato magro e que será dirigido por um general que acha que o Brasil é um pangaré.

    O democrata vota nulo e parte pro pau, pra resistência democrática.

    Nunca entendi porque vc é contra o parlamentarismo até porque vc nunca explicou. Agora sei: Vc gosta de ser cavalgado por mãos de seda e pernas de ferro.

    MAM

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  • Com Bolsonaro parece possível um dialogo racional. É o que ele têm demonstrado, ao seu modo. A esquerda perdeu a capacidade de dialogar. Estagnou no sonho juvenil de concertar um mundo desigual e se tornou dogmática. Só adulto consegue compreender que, desde o plano quântico, é a diferença que permite construir complexidade e evolução. Temos avisado desde 2013, qual o Brasil que queremos. Naquela ocasião, fomos 4 a 6 milhões, ocupando as praças de 400 cidades, impedindo a participação de políticos e sem um único incidente. Mais claro impossível. Fizeram-se de desentendidos. Hoje, Bolsonaro representa a nossa indignação e a nossa esperança de uma ruptura (inevitável) de menor custo.

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  • José Luiz de Sanctis disse:

    A situação se resume em Bolsonaro ou Venezuela.

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  • Fernando Lencioni disse:

    Concordo. O momento é de luta por um Brasil democrático e honesto primeiro e depois pelas reformas que acreditamos. Por que se não tirarmos o Brasil das garras do foro de São Paulo não haverá reforma para o bem do Brasil e sim para a implantação pari passu do socialismo da ditadura do “proletariado”. A desculpa de sempre. Bolsonaro é rude e primário em suas ideias, mas ele conseguiu encarnar o herói ideal para enfrentar o perigo representado pelo foro de São Paulo que, por mais incrível que pareça, abusou tanto das teorias gramcistas que até mesmo a dona Maria e o seu Zé do bar da esquina já perceberam o perigo. É essa linguagem que está alavancando novamente o conservadorismo no Brasil como ocorreu em 64 sem que nem mesmo eles saibam que estão defendendo esse conceito de filosofia política e social. Eles só sabem que a família é uma coisa boa, que quem mata e rouba tem que ir pra cadeia e lá ficar, que sexo não é uma coisa para ser feita em qualquer lugar e de qualquer jeito, que as crianças são inocentes e como tais tem que ser protegidas, que o dinheiro dos impostos devem ser usados para estradas, saneamento básico, educação e saúde e que roubar esse dinheiro é um pecado cometido contra os que mais precisam e por isso quem faz isso tem que ir pra cadeia. É isso que anima o movimento conservador que espontaneamente ressurgiu no Brasil. E é isso que está levando Bolsonaro ao topo das intenções de voto. E sim. Indubitavelmente quem defende golpe contra a democracia e seus valores mais caros não é o Bolsonaro, é o PT e seus asseclas.A eleição de Bolsonaro é a garantia de manutenção da democracia e dos canais democráticos para que continuemos a buscas as reformas que tanto queremos para que o Brasil passe a ser uma democracia na qual quem mande seja o povo com o poder de eleger e “deseleger”, aprovar e rejeitar leis, controlar as despesas, decidir se juízes devem ficar ou ser destituídos de seus cargos… enfim, colocar a máquina governamental para trabalhar a favor de quem a sustenta. É isso.

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  • Fernando Lencioni disse:

    E o que tem feito a grande imprensa? Trabalha contra o único candidato com chances reais de vencer os comunistinhas. Vejam a manchete de hj do Estadão. 22% a favor de Haddad. Estão brincando com fogo. Vocês acham mesmo que o Brasil passa incólume por um retorno do PT ao governo federal? Nunca estivemos tão perto de uma guerra fratricida. Se eu não tivesse família não estaria preocupado, mas o caminho que isso pode nos levar trará muita dor. Paremos de brincar com coisa séria.

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  • Marco Antonio Pereira disse:

    Bom Dia minha gente!
    Está mesmo difícil esse pleito.
    Cuidado com o jacaré! (Vc pode estar votando 17 e elegendo 13)…
    Adotei um critério muito interessante para a decisão: Matrizes de escolha e de preferência. Foram 3 matrizes: 1 para definir os valores que entendo serem os melhores para o país e pesos correspondente de acordo com a importância de cada um deles; 1 para definir os candidatos em relação aos valores, pontuando de 0 a 10 e ponderando pelos respectivos pesos (definidos da matriz 1); e por fim, para confirmação da matriz 2, fiz a matriz de preferência 3 onde eu confronto os candidatos.
    Consegui apurar desse trabalho todo que o melhor para o Brasil seria eleger um candidato de centro, experiente e capaz de dialogar com o Congresso que terá muito baixa reciclagem. Esse cidadão, me permitam mostrar a conclusão é o número 45. Essa metodologia aplicada ocorreu em julho/2018.
    Planilhas e critério estão à disposição.
    Não tem aqui essa exposição a intenção de provocar debates. Apenas mostrar um critério.
    Abraço à todos

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    • Carlos disse:

      Prezado Marco Antonio,
      Sou matemático e especialista em Cálculo Matricial.
      Estudei e dissequei a sua “matriz”.
      Lamento informar que a sua “metodologia” está errada, pois você não considerou o principal parâmetro, que é a variável Tempo ‘t’.
      Aplicando à sua matriz a dimensão temporal, e, dado o intervalo temporal f(3×2*3)*t, isto é, os últimos 24 anos [Julho-1994 – Julho-2018], o resultado é ZERO! Sim, zero!
      Caso interesse, meus cálculos estão à disposição também.
      ABS.

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      • Fernando Lencioni disse:

        Na verdade Carlos acho que ele sabe que é exercício de tautologia. O que importa é: Alckmin se uniu a Ciro Nogueira, Waldemar da Costa Neto, Paulinho da Força e Roberto Jeferson e, portanto, é mais do mesmo. Alguém duvida?

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  • Carlos disse:

    Ao reducionista (_ou seria maniqueísta?) Fernão,

    “Sorry”, mas a esmagadora maioria dos que votam em Bolsonaro, assim o fazem por serem convictos ANTIPETISTAS e/ou optantes do voto útil anti-bolivariano. Simples assim!

    Generalizar e injuriar 1/3 do eleitorado chamando-os de “direitopatas”… Não é por aí.

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  • Alexandre Souza disse:

    Do estudioso da democracia, e verdadeiro democrata, Augusto de Franco, a respeito do mais novo manifesto “pela democracia”: “Não viram o mais maligno para a democracia, da estratégia petista, que é fazer “a revolução pela corrupção” (na expressão do saudoso Ferreira Gullar), em doses homeopáticas, com o objetivo de conquistar hegemonia sobre a sociedade a partir do Estado aparelhado pelo partido para nunca mais sair do governo. Acham que o PT é democrático porque não quer dar um golpe de Estado em termos clássicos. Ora, o PT não quer mesmo dar um golpe de Estado, não quer promover uma insurreição popular, não quer empreender uma guerra popular prolongada, não quer instalar focos revolucionários e sim vencer eleições seguidamente, por tempo indeterminado, ganhando tempo para operar transformações por dentro do sistema que alterem o DNA da democracia”.

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  • Arnaldo disse:

    Fernão reconhece: não é hora de voto distrital, de retenção de mandato, de recall, de não-estabilidade do funcionalismo, de tirar poder das corporações, etc…a hora é tão somente evitar “a treva”, ou seja, o PT. Poupe fôlego para depois de 7 de outubro Fernão, parece que aí sim é que precisaremos estar em forma.

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  • Manoel Salgado Taborda disse:

    MST

    Boa noite Fernão!

    Sou morador da Vila Clementino desde 1959.

    A sede do PT lá se instalou em 1982, nessa época eu tomava café da manhã em uma padaria e sempre chegava o Lula aos berros acompanhado do Dirceu e do Genoíno.
    Óbvio que o Brahma sempre tomava pinga, certo dia nesses encontros desagradáveis, o Lula disse aos dois, aquela fábrica da Arrozina lá embaixo ainda vai ser a sede do PT.
    O endereço da fábrica era rua Haberbeck Brandão 178.

    Relato tudo isso pra dizer que o que foi dito sobre compra de um terreno para futura sede do Instituto Lula, e pura invenção, sempre existiu a edificação com mais de 5.000 m2.

    Toda a tramitação referente a esse imóvel envolvendo a Odebrecht,
    Prefeitura do Haddad, Bumlai e Roberto Teixeira, compadre de Lula, foi enrolada e cheia de trambiques, que constam inclusive no Registro de Imóveis.

    Lembro de uma matéria do Jornal da Tarde em 1997 que denunciava irregularidades na aquisição de uma cobertura em S B Campo pelo Lula. Envolvia a prefeitura, a construtora e o Roberto Teixeira.
    Tudo foi abafado pelo Márcio T Bastos e o Tasso Genro.

    No caso que envolve o Instituto Lula, está junto à aquisição da outra cobertura em S B Campo e também totalmente enrolada.

    Parece que esse modus operandi de Lula e seu compadre já tem mais de trinta anos.

    Gostaria de ver se você Fernão, poderia me pôr em contato com alguém do Estadão para que vejam o que eu tenho, e fazer uma denúncia de todo esse rolo.

    Grato,

    MST.

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  • Jota Guedes disse:

    Fernão, ouça o podcast da Piauí. No “#2: As chances de Ciro, o desmanche da Venezuela e uma encrenca chamada Bolsonaro”, após o minuto 28, um comentário de arrepiar:

    “Eu conversei com 4 colegas que ocupam cargos de chefia ou que tem grande visibilidade nos veículos em que atuam, foi uma conversa em off […] em off quer dizer que eu não posso revelar a fonte […] ela tá falando de debate interno do veículo, como o veículo está discutindo a candidatura de Bolsonaro, etc. Da Folha eu ouvi, entre outras coisas, que se tem a avaliação que o colunismo político do jornal é e vai ficar mais ainda maciçamente contra o Bolsonaro. E a reportagem, isso não só na Folha mas de maneira geral, vai tentar pegar o Bolsonaro de qualquer jeito. Na linha ‘como eu posso prejudicar o Bolsonaro fingindo fazer jornalismo”.

    https://piaui.folha.uol.com.br/radio-piaui/foro-de-teresina/

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    • Alexandre Souza disse:

      Pois é, Jota Guedes, fake news não é apenas divulgar dados propositalmente incorretos, também é filtrar e manipular as informações – fazem isso muito com os títulos das matérias – que chegam aos leitores.
      Um abraço.

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  • Jota Guedes disse:

    Dirceu está certíssimo: se o PT ganhar (depois de tudo que aprontou) não é mais uma questão de disputa eleitoral. O que está em jogo é uma questão de quanto tempo o PT vai levar para alcançar o PODER TOTAL sobre as instituições…

    https://brasil.elpais.com/brasil/2018/09/24/politica/1537815456_213002.html

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    • Alexandre Souza disse:

      Bolsonaro é menos perigoso para nossa democracia que o petismo.

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      • Fernando Lencioni disse:

        E ele só está dizendo isso pq a empresa contratada para fazer as eleições no Brasil é a Smartmatic que é venezuelana e participou de todas as eleições dos países comunistinhas da América Latina e dos países ditatoriais da África e fraudou todas elas. Só não conseguiu repetir a façanha nos EUA de onde foi banida por tentar fraudar eleições numa cidade de lá. E mesmo diante de todo esse estórico foi mantida pelo TSE e juntamente com isso o fato de ter o STF ter julgado inconstitucional a lei que obrigava a impressão do voto por oito votos a dois. Mais suspeito que isso é impossível. Todo mundo sabe que o meio digital é tudo menos seguro. O país que criou o computador pessoal e os sistemas operacionais mais usados no mundo não usa voto digital pq sabe que é perigoso. Quem pode convencer alguém que tem um mínimo de bom senso de que por trás disso tudo não tem falcatrua? Oras!

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  • Fernando Lencioni disse:

    Ademais só não vê quem não quer. Por trás de tudo isso está o serviço secreto de Cuba. Só não veio isso à tona ainda pq o nosso serviço de inteligência é inexistente, inoperante.

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    • Fernando Lencioni disse:

      E mais, há uma terceira categoria de pessoas que não foi registrada por ninguém ainda: os “alienopatas”. Diante de tantos indícios de possível fraude orquestrada ninguém com um mínimo de bom senso pode excluir a hipótese de manipulação das urnas em favor da esquerda que, como todos sabem, é capaz de tudo, pois é amoral. A simples cautela já seria suficiente para se tomar todos os cuidados possíveis e imagináveis em favor da lisura das eleições e colocar sob suspeita todo o processo de votação no Brasil.

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