Tuitando para Gilmar

4 de abril de 2018 § 12 Comments

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Gilmar ñ argumenta em torno da questão “qual a forma mais justa d oferecer justiça”. Argumenta em torno do detalhe formal de uma decisão anterior q tinha esse propósito. “Possibilidade” x “obrigação” num país na contramão do mundo conflagrado em razão da “possibilidade” jamais exercida

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É por isso que todo preso do Brasil é eternamente “provisório”. Porque ser preso nunca é “obrigação”, é eternamente “possibilidade” para que juizes e advogados não larguem nunca mais cada carniça uma vez agarrada

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O raciocínio em síntese é “como nós não funcionamos e não queremos passar a funcionar, não prendamos ninguém”. O resultado está nas ruas. São 60 mil cadáveres por ano.

Vai pra casa, Gilmar!

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Não se está “empoderando estamento” nenhum, nem tratando de “prisões provisórias”. O que esta em causa é a prisão de acusados CONDENADOS DUAS VEZES por juizos colegiados.

#vaipracasagilmar

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Para encerrar: como o Brasil é o UNICO PAIS DEMOCRÁTICO QUE NÃO PRENDE DEPOIS DE DUAS CONDENAÇÕES, conclui-se q todos os juristas citados por Gilmar discordariam da conclusão que ele dá dos trechos pinçados das suas obras. Ele levanta o santo nome deles em vão.
#vaipracasagilmar

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Gilmar encerra negando tudo que disse sobre isenção e estabelecimento de repercussão geral em cima de um caso particular ao “inventar”, conforme a encomenda (de que Carmen Lucia gosta), a prisão após a 3a instância (STJ).

#vaipracasagilmar, se possível bem mais longe que Portugal!

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