Como reduzir um país à miséria

5 de janeiro de 2017 § 49 Comentários


Você pensou em corrupção?

Nada disso.

O depoimento que lhes ofereço fala das condições que nossos insignes “representantes” e legisladores criam para que a corrupção se instale neste país em que o primeiro e inegociável objetivo das leis é serem tais e tantas que não possam ser cumpridas nunca de modo a deixar todo mundo SEMPRE exposto ao fiscal que, como nos tempos de d. João VI onde essa industria começou, ganham porcentagens do que conseguirem te arrancar para os cofres de sua majestade.

Marcado:, ,

§ 49 Respostas para Como reduzir um país à miséria

  • Jose Francisco disse:

    Esse país é uma piada internacional !!!!! Não há palavras outras para descrever absurdos como esse ! Só reescrevendo a nação !.

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  • Olavo disse:

    Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.
    Ayn Rand

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  • Olavo disse:

    Estamos em plena decadência.
    Creio, inclusive, que estamos perdendo o foco. Ou seja, achando que o problema é a corrupção pecuniária. É muito mais grave é a republica dos usurpadores públicos, com suas extorsões legais.

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  • Carmen Leibovici disse:

    Desculpe,mas comento um outro assunto:eu queria entender o absurdo da questão da censura ao Estadão na questão Boi Barrica,mas o link não abre…http://www.estadao.com.br/infograficos/entenda-a-censura-ao-jornal-estado-e-ao-estadaocombr,politica,303546

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  • Jose Francisco disse:

    Nesse país, infelizmente, não se pode esperar que um povo deliberada e extremamente ignorante como o nosso, sob todos os aspectos que se observe, possa ter como entender Ayn Rand na sua amplitude.
    Ler e entender ” Quem é John Galt ” é um privilégio para minimamente letrados e não para os analfabetos funcionais que compõem 97% da população deste país.
    Que pena !, com a natureza que Deus nos legou poderíamos ser um grande país mas fomos construindo esse excremento de nação com indivíduos como Ayn Rand descreve nessas palavras.
    Triste porem sem retorno.
    A saída como sempre é o aeroporto !!!!!

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  • Jose Francisco disse:

    Eu tenho para mim que a estupidez (no entendimento americano da palavra), é muito mais grave e prejudica muito mais que a corrupção num país como o Brasil. A burrice supera por muito a desonestidade pois ela determina a má gerência, a incompetência administrativa que criam muito mais custos e prejuízos que a própria corrupção deslavada que nos abarca !!!

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  • eg disse:

    O q dizer ?? É a DITADURA de quem não produz UMA MOEDA sobre quem carrega este país nas costas….Entenderam pq o Brasil é o que é o os EUA com idade aparecimento histórico parecido com o nosso é o q é ?? A maior potência do mundo…???! SODA

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  • Mara disse:

    Aqui, na minha insignificância já caminhando para a oitava quadra da vida pensei: Os empresários, na minha opinião hão de ter algum poder para se unirem e causarem um estrago, uma pressão alguma greve, alguma ameaça, já que quem gera riqueza são eles e mais ninguém. Porque será que eles se sujeitam a essa sandice? Eu, se tivesse a grana, me vingaria e dava uma banana pra essa esquisitice sem nexo.

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    • Márcia disse:

      Mara, esses agrupamentos políticos que se apossam de países inteiros não necessariamente dependem de empresários para se sustentar no poder. Veja o caso da ilha do defunto Fidel, mantida pela ex-URSS, e, mais recentemente, pela Venezuela e China. Quando não conseguem se instalar à sombra de uma ditadura com mais poderio econômico e militar, arrumam outro meio fácil para seu sustento, como a legalização das drogas e da jogatina. Até recentemente, o que sustentava o condomínio político brasileiro era o conto do pré-sal.

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  • Rey Cintra disse:

    Criar dificuldades para vender facilidades. Basta fazer as contas: sonegação fiscal + propina + risco + fraude +f@#a-se = sobrevivência e competitividade.

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  • Sônia D. F. Mondadori disse:

    Boa tarde, Fernão e demais leitores. Antes de ler os comentários, fui ver se achava o trecho que o sr. Olavo escreve da Ayn Rand. Não sei se tudo o que ela escreve foi um dia real lá nos USA; mas se foi, conseguiram perceber e superar as barbáries.
    Aqui no vídeo, nosso empreendedor ainda está sendo otimista, pois não tratou do passivo trabalhista, que é simplesmente incalculável!
    Como Einstein disse, há duas coisas infinitas: o Universo e a Burrice humana, sendo que tinha suas dúvidas quanto ao Universo!
    Com nossos políticos – na melhor definição de você Fernão – “gordos e luzidios” o que podemos esperar?
    Todos os dias escândalos novos e prejuízos incalculáveis, num País que não tem estradas, pontes, ferrovias (para escoar a tão cantada safra agrícola). Outro dia vi na TV que aquelas rodovias do Mato Grosso que foram abertas há mais de 40 anos, não tem uma ponte de concreto. As que foram feitas de madeira pelos pioneiros, ainda estão lá! É desanimador.

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  • Fernando Lencioni disse:

    Fernão, é por isso que, com o retorno da democracia, já há quase trinta anos, tornou-se importante entender as correntes políticas clássicas. Por exemplo, o pedido desse empresário para que se forme um movimento para que se façam leis para limitar a liberdade de intervenção do Estado na economia na verdade é o núcleo do pensamento liberal, conservador. O liberalismo prega a eliminação das leis para que a economia possa ter liberdade e, assim, se desenvolva a plenos pulmões eliminando custos desnecessários e reduzindo o preço final ao consumidor. Aliás, também nesse campo se encontra toda ineficiência e irracionalidade de nosso sistema tributário. O pensamento esquerdista apinhou a tributação de espoliações legais para faser benemerência com o chapéu alheio. A União não precisa mais do que o imposto sobre o lucro é a renda para se sustentar. E os municípios só precisariam do IVA (comparável ao icms) com alíquota máxima de 7% para prover os serviços públicos necessários. Os Estados não precisariam mais do que um imposto sobre a renda e o lucro de no máximo 1,5%. E a riqueza ficaria com o povo e o país em pouco tempo também ficaria rico, tirando-nos do atraso. Os brasileiros precisam entender definitivamente que o liberalismo é tudo o que nós precisamos para ter uma vida é um país melhor e não esse esquerdismo infantil e primário que ainda domina nossas universidades, imprensa e política.

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  • Olavo disse:

    Precisamos ser uma Federação, com os municípios e os estados, legislando, ou não, para o empreendedorismo.
    Com eleições distritais, sob uma constituição enxuta que iniba o tamanho do Estado.

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  • Olavo disse:

    Senhores, temos quase 13 milhões
    de desempregados…
    Cite um funcionário publico…

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  • Jorge Simeira Jacob disse:

    Fernão, este seu site é o único que vai à causa das causas. Mostrando, como agora, que a corrupção é consequencia e não a causa. Esta está no excesso de regulamentação. Este sim a causa do mal.

    O que se pergunta é como ficaremos depois do Lava Jato se não se remover os entraves burocráticos para produzir?

    A indesejável e perniciosa corrupção servia como lubrificante para as engrenagens funcionarem. Sem o desmonte da burocracia a economia vai continuar enfraquecendo ou – como na Itália pôs Mani Puliti – a corrupção ,como vírus mutante que é virá, mais forte e sofisticada.

    Ficar na meia reforma, neste caso, é acreditar numa meia virgindade!

    Jorge Simeira Jacob

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    • Fernão disse:

      é isso, precisamente, jorge.
      e não me canso de repetir. não foi a constituição deles q fez os EUA como são. nem qualquer heroi em particular. nem muito menos uma benção especial de deus aos imigrantes da mesmissima origem dos nossos q foram parar la. foi o fato deles se terem feito patrões dos seus politicos na virada do sec 19 para o 20 com 3 ferramentas de democracia direta q ajustaram a democracia exclusivamente representativa que tinham (como a de Roma de ha mil anos; como a nossa de hoje):
      1 – referendo das leis aprovadas nos legislativos por iniciativa popular,
      2 – recall dos mandatos dos representantes eleitos por iniciativa popular a qualquer hora,
      3 – direito de fazer leis de iniciativa popular que os legislativos não podem emendar.

      desde então – e só desde então porque antes estavam tão carcomidos pela corrupção quanto o Brasil de hoje – o povo é quem manda por la. quando não é ele que faz diretamente as leis é ele quem aprova ou não as que os legisladores fazem.
      para começar a pensar em se curar o Brasil tem antes de aprender o que deve querer.
      o que não adianta rigorosamente pra nada é mimimi e xororô como o dos nossos queridos comentadores aí em cima e aí embaixo.
      tem de agir, e com competência técnica, para MUDAR A NATUREZA DO SISTEMA POLITICO e a potência de cada força que atua sobre ele.

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  • José Silverio Vasconcelos Miranda disse:

    Infelizmente eu também passo por tudo o que foi narrado no vídeo . Há
    tempos ando detestando a palavra empresário. Vulgarizou muito. Tenho
    uma empresa de organização de eventos. Congressos, feiras, seminários e afins. Nunca gostei de trabalhar para órgãos do governo e
    entidades de classe. Fui lesado por várias prefeituras e associações
    classistas. Um inferno. Aqui em Belo Horizonte onde atuo desde 1989,
    correu o boato que esse tipo de negócio era muito lucrativo. Foi o que
    bastou para inventarem mil e uma taxas e contribuições à guisa de
    fiscalizações exdrúxulas. Certa verta vez, quase tive uma feira interditada pelo Corpo de Bombeiros por falta de um corrimão em um dos lados de uma escada de três degraus que davam acesso a uma
    Padaria- escola.Montei uma parede do lado com painéis . Resolvi o
    problema e arrumei custos. A carreta estava lá de graça . Era do Senai.
    Não pagavam nada a mim o empresário do negócio. Os meus sócios ,
    do Sindicato da Panificação recebiam também de graça o maior estande do evento, com custos por minha conta e depois cobravam do Sebrae.
    É assim que funciona. E tome taxas. Projeto de segurança, pague. ART,
    pague, Posto médico completo com plantão e todo equipamento, pague,
    ambulância, pague, CREA, pague, Prefeitura, caravanas do interior,pague, e tudo mais que puder ser inventado. Quando a criança
    estiver bem bonita e gorda, metam o pé na bunda do promotor e procurem fazer o evento com novos parceiros. Bem dizia Roberto Campos. Esse negócio de ” parceria” nunca funciona muito bem.
    Um amigo meu, do mesmo ramo de negócio, montáva um evento em
    Balsas, no Maranhão.Os caminhões dele, com o material de montagem
    até chegar lá, no primeiro ano que de atuação foram multados os Estados, de Minas a terra do Sarney. Diferenças de cobrança de impostos em NFs. Um inferno. Estou quase desistindo. Estou velho e em 2014 tomei
    um belo de um calote da Prefeitura de Sete !agoas. Empreender no
    Brasil é tarefa para super heróis ou políticos donos de bois super
    faturados, carne enlatada ou embriões de bois PO. País de cartórios,
    despachantes, multas, legislação arcaica e burocratas .

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    • Fernão disse:

      sei como é.
      somos todos vitimas do mesmo sistema.
      eu tambem venho sendo sangrado e vendo ser desfeito o que construi em 64 anos.
      o mundo todo é assim ou pior, aliás, com exceção dos poucos povos que conseguiram se unir para sair da condição de servos para a de patrões dos seus politicos.
      a história humanidade não registra exceções…

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  • Edson Galindo disse:

    REVOLTANTE!!!

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  • JOAQUIM PINHÃO disse:

    POLÍTICOS PROFISSIONAIS

    É tanta sacanagem e roubalheiras que me atrevo a sugerir que encontremos meios para mobilizar os cidadãos para, à maneira da Ficha Limpa, aprovar Lei como a que, em meu texto proponho.

    PROPOSTA DE EMENDA POPULAR A RESPEITO DE REELEIÇÃO LEGISLATIVA

    Artigo Primeiro – Nenhum Cidadão poderá cumprir mais que dois (2) mandatos legislativos.

    Artigo Segundo – Esta Lei é aplicável a mandatos legislativos cumpridos e mandatos legislativos a cumprir.

    Artigo Terceiro – Esta Lei é aplicável a todos mandatos legislativos, do Senado Federal, da Câmara dos Deputados, das Assembleias Legislativas dos Estados e das Câmaras de Vereadores dos Municípios.

    Artigo Quarto – Revogam-se quaisquer disposições em contrário.

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  • José Luiz de Sanctis disse:

    Que absurdo! Isso é típico de regime totalitário de governo, exige-se tantos carimbos que ninguém consegue cumprir, assim todos devem ao ditador e não tentarão enfrentá-lo, pois se o fizerem, serão investigados e certamente será encontrada alguma irregularidade. É uma forma muito eficiente de subjugar a população. E quanto as associações e deferações da indústria, do comércio, etc., para que serevem? Como muito bem disse o Senador Roberto Campos: “_ o Brasil não corre nenhum risco de dar certo”.

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  • Antonio Caros Polato disse:

    Bem vindos ao mundo Brasil. É a eterna parceria caracu, o governo entra com a cara e povo entra com o ….

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  • Olavo disse:

    Após, o 1º lesa partia, Getúlio Vargas, com seu nacionalismo barato, seus institutos,suas truculências, burocracias intervencionistas e paternalista, deixamos de ser nação… somos apenas um país.. um lugar….

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  • Carmen Leibovici disse:

    Fernão,e como fazemos para implementar esses simples direitos no Brasil:”direitos de referendo das leis aprovadas nos legislativos e recall dos mandatos de seus representantes por iniciativa popular a qualquer hora, mais o direito de fazer leis de iniciativa popular que os legislativos não podem emendar.: ?

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    • Fernão disse:

      o 1ro passo essencial é deseja-los.
      o 2ndo é sair vendendo a ideia pra unificar o discurso.
      quando um povo deseja uma coisa e unifica o discurso tudo é possivel, até derrubar governo do pt.

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      • Fernando Lencioni disse:

        É isso aí

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      • Fernando Lencioni disse:

        Mas, por que será que quando nós falamos em propostas para o aperfeiçoamento do sistema todos reagem como se fosse impossível quando a energia e a força necessárias para promover um impeachment de um presidente é a mesma ou em determinadas situações maior ainda? Talvez seja a falta de familiaridade com a democracia. Não sei ao certo.

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  • Carmen Leibovici disse:

    ”direitos de referendo das leis aprovadas nos legislativos e recall dos mandatos de NOSSOS representantes por iniciativa popular a qualquer hora, mais o direito de fazer leis de iniciativa popular que os legislativos não podem emendar.: ?”

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  • honorio sergio disse:

    Eu fechava tudo, vendia o que dava , alugava o que podia, e montava um boteco chique, dinheiro vivo no balcão, banana para o governo ladrão. (olha que rimou)

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  • Jose Francisco disse:

    Que pena. Todos discutem alternativas realmente validas acima mas todos nos sabemos que jamais serao implementadas no Brazil. A grande frase que tudo explica e mesmo a do saudoso Roberto Campos lembrada ha pouco por outro sofredor aqui, O Brazil nao corre o mentor risco de dar certo. Nao adianta ficarmos com otimismo retorico barato ou de cunho religioso. A Vida e curta e nao adianta dar murros em ponta de faca, make facil mudar nao o Max de pais!!!!!. Nunca seremos em tempo previsivel uma nacao decente a despeito de tudo que se faca, porque somos uma horda de ignorantes vendo tudo sempre de uma perspectiva marxista qdo Karl Marx ja foi aposentado ate mesmo na China. Com esse povo e essa formacao, temo que seremos sempre a vanguards do atraso.
    Desculpem se feri sentimentos mas e o que realmente sinto sobre o futuro do Brazil.

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  • jurandir fernandes disse:

    Este empresário é um herói, como tantos outros que tentam produzir neste país. Sincero. Objetivo e sobretudo conseguiu mostrar equilíbrio apesar da barbárie a que é submetido. Impressionante !! Como faço para “viralizar” este vídeo no WhatsApp?

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  • Fernão disse:

    não ha nenhum embargo para copia-lo para o seu arquivo.

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  • Carlos Leôncio de Magalhães disse:

    Acho que no ponto em que chegamos, somente a desobediência civil – dos micro, pequenos e médios empresários – poderia resolver alguma coisa.

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    • José Luiz de Sanctis disse:

      Concordo com o Leôncio. É preciso cortar o “alimento” desse câncer.

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    • Fernão disse:

      o que quer dizer “desobediencia civil”? deixar de pagar impostos? eles te bloqueiam e v quebra.
      e para conseguir que todo mundo faça isso junto para dar um carater de movimento à coisa, é mais facil ir logo pros finalmentes: referendo, recall e iniciativa.
      não será que quem reclama do governo e da falta de democracia hoje tem mais medo do povo que do governo e por isso fica pedindo meias solas?
      é o que sinto na maior parte desses comentários…
      se é isso é pq entendem mal as ferramentas de democracia direta que são distritais antes de serem municipais e estaduais, e param nessa ultima instancia.
      com isso o poder fica pulverizado como deve ser. ninguem com poder suficiente para dar golpes e impor coisa nenhuma. o consenso e o convencimento tornam-se obrigatorios, assim como a participação de cada um.
      é educativo. instala-se um processo de reforma continua e paulatina, a unica forma de mudança real possivel sem incorrer em regimes de força que acabam sendo todos iguais.
      com medo de pulverizar o poder e entrega-lo ao conjunto sa sociedade, sem preconceitos, tudo que se consegue é trocar de corrupto.

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      • Olavo disse:

        Pois é uma reforma politica…

        Voto distrital…. fortalecendo os munícipes.

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      • Carlos Leôncio de Magalhães disse:

        É dar um caráter de movimento, sim. Com a movimentação popular havida em 2013, a presidente acenou com uma reforminha política bem “meia sola”. Nova reforma política e a tão propalada reforma tributária nem estão “na pauta”, e quando e se forem feitas, tudo indica que serão também “meia sola”. Os micros, pequenos e médios hoje respondem por mais de 40% dos empregos no país. Seria um meio de suscitar e apressar referendo, recall e iniciativa popular. Coisa como 40% dos empregados formais com carteira assinada no Brasil indo pra Av. Paulista…

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  • Ronaldo Sheldon disse:

    Excelente debate. A solução indicada pelo Fernão é inquestionável. Existe uma pequena parte da sociedade, empresários e pessoas com alguma educação, suficientemente consciente da situação e que poderia ser mobilizada para se criar um Movimento de Reivindicação, tipo MBL e que tais, pleiteando aquelas medidas acrescidas do voto distrital e da emancipação dos municípios e estados em relação ao governo central. Lançada a semente há que se administrar o movimento e fomentar o seu crescimento. Se pegar no breu, o caminho começará a se abrir.

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  • Carmen Leibovici disse:

    Realmente,é uma questão de querer parar de sofrer,de levar vantagem (e de roubar).
    Imagine,para uma arrecadação anual líquida de R$4.000.000.000.000(4 trilhões de reais)-o que é MUITO DINHEIRO ,e dá para ,com isso, fazer tudo de que o Brasil necessita para ser uma nação hiper justa e decente,visando o longo prazo-cada brasileiro(incluindo cada criança) teria de pagar para um governo gestor R$1587,00 por mês,considerando que a população brasileira seja de 210 milhões de habitantes(nem censo temos tido nos últimos anos!).
    Como não é viável cobrar isso de todos os brasileiros mensalmente,dividir-se-ia esses 4 trilhões por diversas faixas.Não se cobraria mais tributo de nenhuma espécie,nem municipal,nem estadual e nem federal,nem nada.
    Isso descomplicaria muito as contas,sobrando tempo para gestores apenas planejarem o bem estar dos brasileiros.
    Se equacionaria o número de municípios de acordo com critérios racionais e não políticos,assim como estados.Se mudaria a distribuição federativa,que hoje é mais política ,para um ponto de vista mais pragmático ,visando a administração do País como um todo.
    Francamente,e falando muito sério,isso não é viável?

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  • Carmen Leibovici disse:

    todos os brasileiros pagariam alguma coisa,sendo o mínimo R$1,00 ou R$2,00.

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  • Carmen Leibovici disse:

    Ainda um comentário:na realidade,nem seriam necessários 4 trilhões,considerando os parâmetros dos dias de hoje,pois o que se arrecada hoje em dia,líquido, seria aproximadamente uns 40% desse valor que seria uma média do PIB.Então,para incluir o que se arrecada em IR ,mais tributos dos mais variados cobrados por estados,munícipios,poderia se arrendondar para 2 trilhões ,o que exigiria que cada brasileiro contribuisse com algo em torno de R$900,00 por mês.
    Evidentemente ,este é um cálculo um pouco grosseiro,mas é bastante factível e real.Eu penso.

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  • Luis disse:

    Ainda vivemos tempos da MONARQUIA E ESCRAVATURA, por temos CORTES, REIS, RAINHAS e ESCRAVOS. Ainda que jurarem que não, o modus operandi nos leva ao século XIX.
    AS REGALIAS vitalícias e hereditárias obrigando indivíduos do mesmo País, brasileiros se obrigando trabalhararem metade do ano para manter CORTES, REIS E RAINHAS. Tudo está da mesmo jeito, escravos brasileiros do século XIX podiam trabalhar para si em atividades diversas, se obrigando dividirem os seus rendimentos com seus “AMOS”,seus donos.

    SEM ISTO TUDO, ou seja, se tentarmos tirar CORTES, RAINHAS e ESCRAVOS da DITA DEMOCRACIA BRASILEIRA, os RÁBULAS irão alegar INCONSTITUCIONAL.

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  • Ari disse:

    Em minha pequena cidade há grande necessidade de empreendimentos, geradores básicos que são de emprego e renda.
    Dois empresários, com raízes familiares locais mas que construíram suas carreiras fora, de posse de um contrato com grande indústria de cosméticos, investiram aqui para abastecê-la com uma planta chamada jambu. Como deveria ser entregue desidratada, tiveram de providenciar caldeiras, estufas, prateleiras inox, etc, além de viveiro de mudas e laboratório de clonagem.
    Devido à qualidade do produto final, o cosmético, não poderia haver nenhum traço químico de agrotóxico na matéria-prima, sendo necessária a capina estritamente manual dos canteiros, e esse foi o motivo que levou os dois empresários a investirem no local de suas origens: sabiam da disponibilidade de mão-de-obra familiar nessa região de pequenos proprietários rurais.
    No decorrer da implantação do projeto tiveram de arcar também com o custo de bombas e dutos, para cada família irrigar sua plantação.
    Então, feita a primeira colheita, esses pequenos produtores se uniram e exigiram um preço acima do inicialmente acordado para entregarem seu jambu. O que acarretou a inviabilidade econômica do projeto inteiro, e a desativação de todas as instalações construídas.
    Nenhum fornecimento à indústria chegou a ser feito. Não sei se o contrato com a mesma ainda onerou-os com multa (um dos empresários morreu pouco depois de acidente e o outro está com uma doença terminal).
    Conto essa história para chamar a atenção também para o aspecto “inimputabilidade”, que atravanca a racionalidade econômica e que é fruto de um ambiente cultural que precisa evoluir.

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  • Olavo disse:

    Pois é uma reforma politica…

    Voto distrital…. fortalecendo os munícipes.
    Parlamentarismo..(possibilitando assim, o recall ). e com partidos que possam sustentar-se com seus próprios recursos. Alias, estipulando renda minima para cada servidor publico e políticos., não ultrapassando o razoável.

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  • Bom dia!
    Gosto muito dos seus artigos e tenho utilizado alguns como fonte de informação para alguns tweets.

    Preciso de orientação de como devo abordar a contratação de uma possível bolivariana para diretoria do Twitter/Br, cf http://exame.abril.com.br/negocios/fiamma-zarife-e-a-nova-diretora-geral-do-twitter-no-brasil/

    Por favor, veja lá o que postei lá pra vc.

    Obrigada!

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