38 respostas para ‘Debatendo saídas na TV Bandeirantes’

  1. Boa Fernão, muito boa a elucidativa discussão. Seria tão bom e ocorresse pelo menos em parte.

    Todavia seu exemplo da contratação da “empregada” é a mais pura verdade. ” ela trabalha se e quando quer, dá o próprio salário e o dono cabada na casinha do cachorro”

    Mudar a cabeça da tigrada presente não sei como fazer. O corporatismo faz com que se auto-protejam.

    Quem seria o líder à tanto? Num governo decente que não é o caso, começaria no Executivo.

    Valeu.

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  2. Fernão,
    Tem mais uma muito bem colocada por vc na discussão na Band.. É a da responsabilidade da imprensa em alertar, estimular ou sei lá o exato que vc disse.

    Quando me refiro ao voo de galinha da sociedade, poe exemplo, depois de todo o ocorrido em março com as manifestações, com exceção do Estado e da Veja, em SP e do Globo no RJ, o silêncio foi total.

    Creio estar erado e provavelmente estou, mas a dinâmica dos escândalos seriam uma das razões pra deixar pra depois como a reforma política, base absolutamente necessária às mudanças exigidas inclusive administrativas e econômicas.

    Esta próxima semana será mais um show do descompromisso dos políticos com o país no presente e no futuro.

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  3. Se é que a crise tem saída. Melhor joga-la num barracão de sucatas, fechar o Portão e jogar as chaves fora.
    Saídas para a crise : RUSSOMANO para Presidente do Brasil, Paulo Maluf vice-presidente, Vovó Metralha para Planejamento e Tio Patinhas Ministro da Fazenda, Sarney para Gabinete Civil.

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    1. Eduardo,
      Tenho uma melhor e mais barata, ou seja: Importamos contratados.

      Por aqui acho que ainda não nasceu e temos pressa. Ou fora os indicados teria gente menos ruim?, muitos estão presos e outros já merecedores continuam na ativa.

      Um General seria boa ideia. Que tal aquele que comandava o Sul , falou o que devia como militar guardião da Constituição e foi transferido pra um cargo administrativo, lembrando que o Chefe é o comunista Aldo Rebelo.

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  4. Um lição de alguns séculos.

    Será que ajuda, aos pagadores de impostos, e eleitores em nossos momentos.

    “Em 1688, na Inglaterra, a Revolução Gloriosa modificou o equilíbrio de poder entre o rei e o parlamento. A partir de 1689, o rei inglês não podia mais aumentar tributos sem autorização do parlamento. Em pouco tempo, o parlamento ganharia o poder de auditar como o rei gastava os recursos cobrados.

    Além disso, o judiciário passou a ser mais independente, o rei não mais poderia mais substituir e nomear juízes como desejasse. O rei não mais estava acima da lei, nem acima do parlamento.

    Essa mudança institucional teria fortes implicações econômicas.

    Com a Revolução Gloriosa, o rei perdia o poder de modificar as regras do jogo. Antes, o rei constantemente mudava as regras de pagamentos de empréstimos, recorria a “empréstimos forçados” para financiar seus gastos, etc. Agora, qualquer mudança nas regras dependia da aprovação do parlamento (que representava quem pagava os impostos).”

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      1. Fernão,

        agradeço a lembrança e sem desmerecê-la, permito dizer que, ao caso obtive o exemplo em magistral artigo de um jovem e brilhante economista PhD por Yale, Bernardo Guimarães, ora na FGV-SP, em artigo homenageando Douglass North, falecido ontem aos 95 anos de idade, recebeu o Prêmio Nobel em 1993 e seu trabalho tem uma enorme influência na maneira que pensamos sobre economia hoje.

        North mostrou a importância para uma economia das “instituições que regem como as leis são aplicadas e como elas podem ser modificadas”. Hoje, essas tais “instituições” são vistas como fatores fundamentais para explicar o desenvolvimento econômico.

        Aos que se interessarem na leitura do autor encontram no Blog A economia do século . Vale a pena a conhecer novos talentos no pensamento econômico brasileiro saindo dos manjados de sempre, alguns carcomidos pela certeza absoluta.

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      1. Eduardo,

        Tratando de Brasil a máquina pediria pra voltar pra fábrica à acrescentar chip que em frações de segunda muda toda a interpretação e o resultado.

        Pra não dizer que não consegue entender o varonil melhor voltar pra oficina.

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      1. Se alguém conseguir me explicar qual a base na qual aplicada 0,2% dá em R$ 32 bilhões, ficarei feliz.

        Pra mim aplicando a regra do 3 aquela pra descobrir a incógnita, da em R$ 16 trilhões essa base monetária.

        Portanto: onde está esse dinheiro?***

        Será mais fácil encontrar a Dana de Teffé e o Jimmy Hoffa juntos.

        *** seria o número de vezes à incidir o imposto na média de 4, do início ao consumidor final? Exemplo dividir os 16 tri por 4 tri ( pib estimado)

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    1. Em Brasilia tem muitos jumentos que até falam. Comece pelo Palácio do Planalto, depois Ministérios juntamente com o Congresso e dê uma passadinha no STF. Se não lhe parecer jumentos, petistas são iguais adicionados ao mau caráter.

      Uma vez resolvido com sobras as necessidades dos chineses, se quiserem corruptos podemos alugar milhares pra eles treinarem tiro ao alvo, ou então destruírem competidores.

      Tudo que não presta encontra-se por aqui na política. Escolha o mal pretendido e fornecemos.

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      1. Cachorros, creio que está mais para Coreanos. Em Piracicaba onde eles tem uma montadora tem alguns restaurantes que servem au au , e não é cachorro quente se bem que a salsicha nunca se sabe. Mas que é bom é bom.

        Jumentos em 1 milhão só aqueles que indiquei e ainda sobra mais um tanto.

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    1. Crise, Eduardo, é o aumento em 32,1% ou 4.854 casamentos gays em 2015.

      Vc tem alguma sugestão? Ou tem que aguentar. Vai sobrar pra nós os custos dos medicamentos e em prejuízo de crianças, necessitados e idosos.

      Que tal um fundo gay. Todos eles colaborariam aos custeios aos tratamentos de AIDS. Seria justo porque voluntariamente querem ser o que são. Será aberração da natureza diante de dois sexos produzidos pelo Criador e corroborado pela anatomia humana, ou não.?

      Liberdade também é assumir suas responsabilidades nas consequências.

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