Pensando o 2o turno

30 de novembro de 2020 § 68 Comentários


Uma bancada brilhante de analistas reuniu Aldo Rebelo, Christian Lohbauer e Cláudio Couto sob a coordenação de Marcelo d’Angelo domingo na BandNews. 

O Brasil mostrou, nesta eleição, que é um país capaz de corrigir seus próprios erros”. Do confronto entre os equívocos da direita e os equívocos da esquerda de 2018 que empurrou o resultado para fora da política, voltou-se para o centro com a derrota de todos os extremos, e para a reafirmação da certeza de que não há salvação fora da política. 

É perfeito! Mas faltou encarar finalmente a evidência, velha como a tragédia brasileira, de que dentro DESSA POLÍTICA nossa também não há salvação. 


A coragem para dar esse salto para fora do nosso sistema deformado e confronta-lo com os fundamentos básicos da democracia é o que está faltando, não direi aos eruditos do nosso mar de siglas que interpretam as interações esotéricas entre elas que também têm o seu lugar no debate nacional, mas ao menos à elite deles como esta que deu voos mais altos no encontro de domingo à noite na BandNews.

Os equívocos de 2018, tanto quanto o de 2002, foram erros conscientes de sua condição de erro, cometidos no desespero depois de anos de resistência, que o eleitorado finalmente se arriscou a cometer depois de esgotar todas as alternativas oferecidas pelo Sistema estreito por onde se esgueira. (Felizmente os erros pela direita levam menos tempo para serem corrigidos).


O que é preciso, agora, é construir um sistema onde as correções possam acontecer mais rápido e com maior frequência. E para isso é preciso escancarar as portas de entrada e tirar a pauta e a agenda da política das mãos dos políticos e entregá-las ao povo.

Só o povo tem legitimidade para dizer o quê e quando é preciso que os políticos processem. Isso se faz com direito às leis de iniciativa popular e a referendo das dos legislativos. A políticos que representem parcelas identificáveis da população e do eleitorado nacional deve caber negociar em que doses, em que velocidade e com que nuances deve ser executado o que o povo lhe determinar que precisa ser feito. 

Só isso será capaz de restabelecer na boa direção a cadeia das lealdades, redirecionar dos grupos em disputa pelo poder para o País Real os projetos nacionais e, no limite, “despetrificar” o país e liberta-lo do compromisso com os “erros” acertados pela privilegiatura. 


Ninguém do establishment quer pôr esse bode na sala por razões óbvias mas ele está prestes a entrar triunfalmente nela. O que esta eleição também mostrou de forma irrefutável é que não há mais nenhuma bandeira crível no baralho da velha política e nenhum partido vai ganhar o Brasil vendendo sexo, drogas e revolución…

Chegou a vez do “Poder para o povo” não só porque nenhuma outra moeda na história da humanidade tem tanto poder de compra, faltando apenas quem queira vendê-la com a credibilidade de quem pretende realmente entregá-la ao povo, o único agente do Sistema que ainda não tem nenhum, mas porque, ainda por cima, este é o único remédio fulminante conhecido para a corrupção, a doença que se nós não controlarmos JÁ, acaba com o Brasil.

É isso que está por trás não mais da ideia, mas da história vivida do voto distrital com recall, primeiro elo da cadeia desse círculo virtuoso. Quem resumir primeiro essa receita para o eleitorado corre imenso risco de se tornar o próximo dono do Brasil.


Postas as conclusões deles misturadas com as minhas, prossigo com uma “tradução livre” do que mais foi dito lá:

Bolsonaro – um cara que ele mesmo não “é” nada, apenas um sindicalista de fardados – está naquela clássica situação do sujeito com um santo numa orelha e um diabo na outra, sussurrando sem parar:

Se você continuar a gastança não termina o mandato”.

Se você não continuar a gastança não termina o mandato”.

O resultado é o imobilismo.

E é desse abismo que pende o destino do Brasil, um país exausto, paciente de altíssimo risco para sobreviver a qualquer tipo de morbidade adicional que venha a acomete-lo.

2018 foi o confronto de dois equívocos: o equívoco da direita versus o equívoco da esquerda.

Quem vai liderar a reformulação da política para 2022? O melhor da velha política já foi. Está na porta de saída. E a nova ainda não chegou.

Pela esquerda o que surgiu foram dois lobos em pele de cordeiro: o Boulos da eleição não era o Boulos real, da antipolítica e das ocupações; a Manoela da eleição não era a Manoela real, da militância identitária das redes sociais. 

O PSOL teve só 2 milhões de votos, elegeu 5 prefeitos e 88 vereadores no país inteiro. É uma criança momentaneamente encantando crianças. É a antipolítica pela esquerda. Não tem consistência programática nem quadros.

Já a esquerda tradicional, PT, PC do B, foram os grandes derrotados da eleição.

Pelo centro, as fraturas são visíveis. Há o João Doria do discurso de apoio a si mesmo na vitória de Bruno Covas e há o discurso sem João Doria de Bruno Covas e a performance do PSDB nas urnas, com destaque para Eduardo Leite no RGS. Nada está garantido sobre com quem ficará a força da social-democracia em 2022.

Pela direita o DEM, esse animal estranho com pretensões programáticas no SE mas com outra cara no NE, que cresceu muito na eleição, talvez seja um eterno condenado a atuar somente no Congresso onde não assume jamais um perfil sectário, o que o torna o grande fator de equilíbrio nos bastidores das decisões mais importantes do país.

A “bolha urbanóide” e a ignorância de tudo que está fora dela, no Grande Brasil, é a explicação para o ambientalismo delirante que persiste por aí.

***

Ao contrário dos Estados Unidos, o Brasil escreve sua história pelo que não deu certo; só cultua o que deu errado.

Marcado:,

§ 68 Respostas para Pensando o 2o turno

  • Marcos Andrade Moraes disse:

    Assisti. Pelo escrito, vc gostou mais do Aldo Rebelo. Não se esqueça que ele foi do PCdoB durante uns 30 anos…Fiquei com a sensação de que ele não gosta nada do PSOL, preferindo a extrema esquerda tradicional …

    Replicando…

    MAM

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  • Eduardo disse:

    Não concordo em quase nada do que foi comentado,iniciando pelo seu interlocutor preferido: Aldo Rebelo.
    Um atrapalhado, um comunista, um defensor da ditadura da esquerda.
    Qual a diferença entre ditaduras, se ambas pregam o autoritarismo e cerceia as liberdades individuais.
    Não concordo com suas críticas ao Bolsonaro e ao governo, porque está fazendo o que pode, diante de intervenções do CN e do STF. Em nenhum momento, vc citou que 95% das medidas do governo foram caducadas no CN.

    Política de centro? O que é isso? Não existe isso Você viajou legal.
    A política de centro é colocar uma capa de liberalismo, mas com agenda globalista em busca de uma ditadura comunista.
    O comunismo DEVERIA SER PROIBIDO ASSIM COMO É O NAZISMO…Mas a hipocrisia impera na humanidade e seus comentários foram eivados de hipocrisia.

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    • A. disse:

      Defensores de Bolsonaro só podem ter duas explicações: ou são fanáticos ou são ingênuos. Qual é seu caso? Ou há uma 3ª opção?

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    • Marcia disse:

      Eduardo, pelo andar da carruagem, “política de centro” é “politica de partido único”. Mais cedo do que tarde, testemunharemos a prova dos nove.

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      • jjnatalin disse:

        possa entender que seja então uma ditatura de centro ? um novo totalitarismo ? temos de tudo por aqui, menos democracia. Aqui a democracia é verniz de privilegiatura (termo que o fernão gosta) .

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      • Marcia disse:

        Sim, jjnatalin, autoritarismo de centro. Sob pretexto de combater “extremos”, instaura-se a ditadura do pensamento único. Esses radicais de centro, por sinal, têm se revelado a facção mais sectária de todas. Note que não dão um pio sobre os atentados cada vez mais flagrantes à liberdade de expressão; muitos até os açulam. Maoísmo in natura, meu caro.

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      • A. disse:

        Excelente explicação, Márcia! Parabéns!!!

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    • RENATO LORENZONI PERIM disse:

      Eduardo, concordo inteiramente com seu comentário. Às vezes os textos aqui – e muitos comentários de leitores – parecem chiliques de crianças birrentas. Tudo que acontece de ruim no planeta ou é culpa do Bolsonaro ou do Trump. Falta muito senso crítico pra muita gente.

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      • A. disse:

        “Tudo que acontece de ruim no planeta ou é culpa do Bolsonaro ou do Trump”
        – Vocês são esquerdistas? Porque o vitimismo é o mesmo… Lista do que o Bolsonaro tá fazendo de bom, nada!

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      • RENATO LORENZONI PERIM disse:

        A., se você não consegue ver nada de bom que o PR fez em dois anos, eu é que não vou perder meu tempo tentando te mostrar, porque quem não quer ver não vai admitir nem que os fatos gritem na sua cara.

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      • A. disse:

        Experimenta…

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      • A. disse:

        Renato
        Como você ainda não se manifestou a respeito das “realizações” do governo (e nem vai fazê-lo), vou citar APENAS o item mais recente da lista que você não fez: MAPA DOS INFLUENCIADORES. Que tal?

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  • Marcia disse:

    Aldo Rebelo, do Partido Comunista do Brasil, criticando “extremos”, é o resumo do tempo em que vivemos.

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    • jjnatalin disse:

      ELE SEMPRE ESTEVE NUM EXTREMO, MAS O QUE ELE NÃO QUER É QUE EXISTA OUTRO EXTREMO, O SEU OPOSTO. OU SEJA, O PENSO É A VERDADE ABSOLUTA E A REDENÇÃO DO MUNDO. O OUTROS SÃO INVERDADES. O QUE É PIOR ; eles conspiram contra nossos valores usando nossa tolerância e paciência. Jamais poderíamos fazer o mesmo num mundo dominado por eles. Veja como hoje a imprensa ate se nega a divulgar algo que vai contra o que eles acreditam e pregam.

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  • Newton Sinigaglia disse:

    Parabéns pelo texto, lacrou.

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  • Esta narrativa de “Esquerda” x “Direita” acaba sendo um artifício usado pelos políticos, intencionalmente ou não, para deixar de discutir o que realmente importa para os contribuintes, que arcam com os custos de toda esta parafernália administrativa criada pelos governantes.
    Defendendo seus interesses, e os interesses da “privilegiatura” encastelada nos diversos níveis e organismos administrativos, do país, os administradores públicos estimulam da discussão Esquerda versus Direita, evitando a discussão da necessidade real de manter toda esta estrutura administrativa cara e lerda, e muitas vezes totalmente inútil.
    Acho que o voto distrital pode se uma forma de manter os eleitores mais próximos dos eleitos, exigindo que cada decisão seja explicada. Desta forma o parlamentar teria que emitir sua opinião, defender seus pontos de vista, e principalmente deixar de prometer qualquer coisa, porque teria que dizer finalmente que não há dinheiro para criar o mundo de felicidade permanente que todos eles prometem.

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    • carmen leibovici disse:

      Edevaldo,vou fazer coro com o Fernão: só voto distrital não adianta nada nem conserta o País.O “plus” é o Recall.O que interessa é poder desencastelar os encastelados ilegítimos.So conhecer o eleito mais de perto não o faz melhor;o que o faz melhor é o medo diário de perder o emprego

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      • A. disse:

        Dna. Carmen: antes de ganhar a guerra, há que ganhar algumas batalhas… É difícil arrancar do congresso o voto distrital, mas que já é um passo gigantesco, é!

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      • carmen leibovici disse:

        A, é um começo,mas a “tecla” do Recall,a meu ver, é a mais importante.

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      • A. disse:

        Dna. Carmen: por que quase sempre temos que colocar um “MAS” nos nossos posiçionamentos? . A sr. me fez recordar um comentarista que tomou chá de sumiço! (desculpe a comparação)

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      • A. disse:

        Dna. Carmen: por que, quase sempre, temos que colocar um “MAS” nos nossos posicionamentos? . A sr. me fez recordar um comentarista que tomou chá de sumiço… (desculpe a comparação!)

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      • carmen leibovici disse:

        mas, porém,todavia,contudo…

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      • A. disse:

        …senão, entretanto, no entanto, não obstante, ainda assim, apesar disso, mesmo assim…

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      • carmen leibovici disse:

        A,uma vez foi discutido aqui que a Venezuela,por exemplo, possui o sistema de voto distrital,acho que puro,o que não impede aquele país de ser um país corrupto com uma ditadura central.Ate , muito pelo contrário,o voto distrital ali favorece a compra de votos 3 a corrupção etc e etc.Por isso o voto distrital tem de vir acompanhado do Recall, porque se não,as coisas podem até piorar.O que importa para uma democracia é justamente eleger e deseleger a vontade, conforme as necessidades locais.

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      • carmen leibovici disse:

        o voto distrital puro seria apenas para organizar melhor o país em relação a seus representantes e representados e facilitar a implementação do recall.no gigante desfuncional em que hj funciona o país,seria impossível colocar em operação um sistema democrático de verdade.o objetivo é o recall;o voto distrital puro é o meio para se chegar no objetivo.

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      • Flm disse:

        Absolutamente perfeito, dona Carmem.
        É exatamente isso.

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      • carmen leibovici disse:

        Obrigada,don Fernão.Agora eu captei mesmo o espírito da coisa!

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    • A. disse:

      Essa é visão da Vera. A sua qual é? A mesma?

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    • carmen leibovici disse:

      Tudo menos João Dória.Essa vai será dicotomia (não sei se uso o termo mais apropriado) das próximas eleições para presidente. Quem se opuser a Dória-caso o espertalhão atinja seus intentos de participar do páreo-ganhará as eleições.Doria é aversivo.
      Huck seria uma boa opção,uma opção melhor do que as que se vislumbram por aí.Mas ainda não é um Churchill.

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      • A. disse:

        Não tenho medo do Dória – tenho raiva! O Alckmin, que era melhor que ele, teve um alcance nacional medíocre quando foi candidato.

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  • Carlos disse:

    Perfeito Fernão !
    A mídia incompetente , hipocrita ( ou os dois) , não mexe o traseiro para tratar do que interessa para a sociedade: Sistema político que nos represente e jogue no lixo praticamente tudo que está aí. As abstenções são flagrantes , mas ninguém toca no assunto l.
    Ridículo isso tudo de Boulos , ascensão do DEM centro … Não salva nada aí , tudo viciado na nascença.

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  • LSB disse:

    Prezado A.

    “A sr. me fez recordar um comentarista que tomou chá de sumiço… (desculpe a comparação!)”

    Primeiramente, assuma a crítica que deseja fazer e dê nome aos bois.
    A todo momento você está fazendo inalações, referências ou citações aos comentaristas do Vespeiro nas quais você não cita os respectivos nomes.

    Segundo, “tomei chá de sumiço” pois não vou perder meu tempo escrevendo para quem não quer ler/ouvir. Pior: perder tempo para escrever para quem vem perder tempo em escrever que o que escrevi é perda de tempo ou “enrolation”.

    Terceiro: quem te elegeu como o “padrão ou referência máxima de comentários” do Vespeiro???
    Sim, porque você só vem criticar os comentários dos outros!!!
    É o “mas” de um, o “porém” de outro, a poesia do sr. “Sir” Paulo Murano, a “viagem” do sr. Milton, as minhas divagações, o “ceticismo” do beltrano, a má educação do MAM, etc…
    Enfim, quem disse que são os seus comentários que constituem a referência da sobriedade, bom senso e “medida exata” do “tanto” a se comentar?

    Como já falei muitas vezes, sou totalmente a favor do VDP, mas entendo ser importante “mapear” riscos, dificuldades, obstáculos (jurídicos, políticos, psicológicos, etc.), estratégias possíveis, táticas recomendáveis (e as não recomendáveis), etc.
    No entanto, percebo que muita gente se contenta com o voluntarismo e a mobilização de grêmio estudantil (gritos de guerra, panfletagem, etc.).

    Respeito, embora acho que seja somente um comportamento infantil.
    Todavia, respeito!
    Respeito tanto que estou evitando comentar aqui, já que segundo os fiscais de comentários do Vespeiro eu estou “sobrando” ou “atrapalhando” (a ponto de se pedir a censura de meus comentários ao Fernão…).
    Mas não entenda isso como uma aprovação ao “SEU” padrão de comentários. Menos… autocrítica, por favor…
    O sr. é livre para comentar, mas não acredite que detenha a “verdade” ou o “padrão verdadeiro” de comentários…

    Abs e boa sorte a todos (que, conforme já disse – e repito-, é somente com ela que muitos contam aqui).
    LSB

    PS: não vou “desenvolver” meu ponto (uma vez que, segundo os fiscais – ou censores – de comentários, não seria esse o objetivo do espaço aberto para “debates”), mas DIGO: se rapidamente adotarmos o DPV + recall (em uma dessas “ondas” que o brasileiro entra de tempos em tempos – lembram dos 80% de aprovação do Lula? Eu estava nos 20%… e depois/agora, apesar de ser antipetista desde 1989, ainda tenho que “defender” o PT em face à “cordialidade” do brasileiro), rapidamente abandonaremos!
    (no primeiro CN eleito somente pelo VDP, a “governabilidade” vai para os ares e como o Brasil está sempre na “corda bamba”, uma crise será inevitável e, consequentemente, o VDP vai ser “estigmatizado” como “não funciona/ou”).

    PS2: eu não ia comentar nada nessa matéria (nem sobre o que “aventei” no PS), mas…

    PS3: eu também posso estar ofendido com a “comparação”.

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    • A. disse:

      O sr. Herbert sumiu, o sr. Ethan sumiu e outros menos votados, mas o sr. quis vestir a carapuça. Por que? E anda “ouvindo atrás da porta”?

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      • LSB disse:

        Seja honesto A.
        Fato: alguns “habitués” sumiram, mas sua crítica dos “mas”, “poréns”, “todavias”, “entretantos”, “nada obstantes” sempre foram a mim.
        Mas talvez você esteja certo mesmo.
        Deveria deixar você quieto com suas “fofocas” que eu estava “ouvindo atrás da porta” (pois, nesse caso, “ouvir atrás da porta” é bastante válido, uma vez que estamos todos lendo o que os outros escrevem… o erro, de fato absolutamente meu, foi ao avaliar qual conversa seria digna de entrar e qual seria só “fofoca”).

        Abs
        LSB

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    • A. disse:

      Se eu não fizer inalações (sic) a todo momento, vou morrer! Já ilações, pode ser…
      Abraço!

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    • A. disse:

      “citações aos comentaristas do Vespeiro nas quais você não cita os respectivos nomes”
      – Sr. LSB: faça, por favor, um “copiar e colar” dessas citações que o sr. citou.

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      • LSB disse:

        “A.
        29 de novembro de 2020 às 11:06

        Marina: tem gente aqui que escreve pra não ser entendido mesmo! Mas não sei o real motivo: apenas desconfio…”

        Mas, ok…
        Até entendo que você está totalmente dentro da sua liberdade de expressão em conjecturar que alguém pode ter algum motivo oculto… e também não preferir não citar nomes…
        Tudo ok até aqui…

        Mas alguém também pode “vestir a carapuça” e responder… estará dentro do seu direito de expressão também…

        Abs
        LSB

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      • LSB disse:

        Embora, como escrevi na resposta acima, seja um “direito” que eu não deveria ter exercido…

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      • A. disse:

        Quanto à minha resposta à Dna. Marina, o sr. dificilmente poderá estar mais enganado. Vestiu uma carapuça que não é, absolutamente, o seu nº. E críticas diretas, com citação de nomes, eu faço a pessoas que tem espírito crítico para aceitar e responder em PORTUGUÊS (e não em uma linguagem cifrada, mistura de Braile, sânscrito, esperanto e mandarim, criada por ****, mas que o sr. parece entender!)

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      • LSB disse:

        Não achei que a resposta para a Marina tenha sido em referência a mim.
        Só foi um exemplo…

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    • A. disse:

      ” quem te elegeu como o “padrão ou referência máxima de comentários” do Vespeiro???
      – Deve ter sido o sr…!. Grato, mas dispenso!

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      • LSB disse:

        Irônico, obviamente!
        Mas a questão é: muitas vezes, ao invés de contra-argumentar o comentário, foca-se a crítica no estilo ou no “formato” (ou apenas neles).

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      • carmen leibovici disse:

        LSB,seus comentários são ruins tanto na forma como no conteúdo,além de serem “poluidores”.Suas “inalações”são impertinentes e enervantes posto que você não entende de que está se falando mas só quer “inalar e exalar” para oxigenar apenas sua cabeça esquisita .
        Sugiro-lhe o seguinte: LEIA as dezenas de artigos que o Fernão escreveu sobre voto distrital com recall,e após,se conseguir compreende-los,venha aqui dizer que são “panfletarios” e porquê.Mas ficar enchendo a paciência ,sem nenhuma base factual nas coisas que diz é inadmissível.Se quiser fazer isso,volte para o jardim de infância e vá encher o saco da sua professora.
        PS:caso continue a tentar articular por aqui,inclua seu nomezinho para sabermos quem é a “peça” que tenta nos falar alguma coisa

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      • carmen leibovici disse:

        LSB, você também é pretensioso demais.”Encolha-se” até adquirir estofo para ser o que pretende ser.Presuncao é a coisa mais irritante do mundo.Manque-se!

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      • LSB disse:

        Carmen,

        Fiquei mais de uma semana sem comentar aqui e só voltei pelo comentário do A.
        No caso, A. estava criticando a SENHORA, mas para pegar “leve”, não “iniciar uma discussão”, etc., A. resolveu fazer uma comparação com outro comentarista do Vespeiro.
        Ele não citou nomes, mas eu acabei “vestindo a carapuça”…
        Dessa forma, respondi ao A. (que gerou essa série de comentários).
        MAS isso não tinha nada a ver com você.
        Não se intrometa. Não quero conversa com você, uma vez que você já disse mil vezes aqui que não gosta do que eu escrevo (isso é seu direito, mas ME ESQUEÇA… NÃO LEIA o que escrevo).

        No mais:

        “eus comentários são ruins tanto na forma como no conteúdo”

        “Suas “inalações”são impertinentes e enervantes posto que você não entende de que está se falando”

        “LEIA as dezenas de artigos que o Fernão escreveu sobre voto distrital com recall,e após,se conseguir compreende-los”

        “Mas ficar enchendo a paciência ,sem nenhuma base factual”

        Já pensou que talvez seja você não saiba ler, interpretar ou julgar? Ou não tenha conhecimento parra tanto?

        Mas vamos combinar assim: você me julga arrogante e imbecil. Porém, é recíproco. Assim, você não me responde e eu não te respondo.
        Se o que escrevo incomoda, NÃO LEIA.
        E, mais uma vez: NÃO LEIA E NÃO RESPONDA MEUS COMENTÁRIOS.

        LSB

        PS: quanto ao “panfletário”, não me recordo agora qual o contexto que usei. Poderia procurar o comentário e me explicar, mas você jamais iria entender….

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    • A. disse:

      Pra dizer o que o sr. disse (ou, preciosismo, escrever o que escreveu), deve ter arquivado todos os comentários e citações à sua pessoa. Delete tudo: não acumule lixo…

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      • LSB disse:

        Caro A.

        Não tenho arquivo nenhum obviamente (e ainda estou me explicando…).
        A questão somente é a seguinte: muitas vezes uso esse espaço para colocar discussões, polêmicas, etc.
        Faço (ou fazia) isso com boa intenção. Para provocar debates; para colocar argumentos e ouvir outros argumentos; enfim, para fazer pensar…
        (não sei se é esse exatamente o objetivo do Fernão, mas como o espaço é livre…).
        No entanto, algumas pessoas não gostam disso. Dona Carmen e você já reclamaram; já criticaram. Provavelmente outras pessoas não gostam também, só não se manifestaram.

        Assim, como já me expressei anteriormente, vou escrever muito menos, MAS… Sim, você vinha, sim, criticando esse meu estilo (os “mas”, os “poréns”, as “elucubrações”, a não conclusão – que chamou de “Matrioska”).
        Enfim, não preciso de arquivo…

        Abs
        LSB

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      • A. disse:

        Dois irônicos se reconhecem: o sr. me tratou como “prezado” e “caro”. Mas nem me preza nem lhe sou querido.
        E, se não mantém arquivos do que é publicado aqui, os tem retido na memória. Livre-se deles, da mesma forma. Hoje é um NOVO dia…
        Não lhe mando abraço porque vai soar falso e igualmente irônico! Mas… um abraço!

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      • LSB disse:

        Caro A.

        Escrevo ironias, sim.
        Mas o “caro”, o “prezado” e o “abs” são verdadeiros, sim.
        Discuto com você (e nem sempre, obviamente), mas não tenho nada contra sua pessoa. Pelo contrário, prezo sim.
        (embora talvez você possa não acreditar, mas…)

        Abs
        LSB

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      • A. disse:

        Pois tenha certeza que não acredito MESMO! Esses tratamentos são “verniz civilatório”… Dispenso!

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      • LSB disse:

        Se você não acredita, A., não posso fazer nada.
        Obviamente, quando digo que “prezo” é de uma forma genérica, uma vez que não nos conhecemos…
        Mas é verdade, sim. Não estou brigando contigo ou te “odiando”, embora esteja discutindo alguns pontos…
        Mas, tudo bem. Acredito no que quiser acreditar…

        Abs
        LSB

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      • LSB disse:

        Na última frase o verbo saiu errado (e mudou o sentido).
        Então vou corrigir…

        No lugar de:
        “Mas, tudo bem. AcreditO no que quiser acreditar.”

        O correto é:
        “Mas, tudo bem. AcreditE no que quiser acreditar”.

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      • A. disse:

        Não precisa ter a preocupação de se corrigir: às vezes, é o subconsciente que dita o que devemos escrever…

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      • LSB disse:

        Isso, obviamente, não é argumento, meu caro, é “forçação de barra” (ou sofisma mesmo)…
        Enfim,. erro de digitação é apenas erro de digitação…

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  • rubirodrigues disse:

    “Quem vai liderar a reformulação da política para 2022?” Observem o VASIO que emerge destas eleições. Os candidatos do Bolsonaro não se elegeram! Claro que não, nem ele mesmo se elegeu, quem elegeu ele foram as famílias conservadoras cuja prole a esquerda ameaçava. Exterminou o PT nestas eleições, continuando o trabalho iniciado. Um recado simbólico para toda a esquerda. O Centrão defende a tese de deixar tudo como está para não atrapalhar a privilegiatura daí as homenagens da imprensa. A Pós-Modernidade está moribunda e nossos intelectuais não se dão conta. Se alguém quiser ocupar o vasio, ouça o que dizem as famílias conservadoras. Destituir é mais importante que eleger e quem abraçar isso vencerá. “O melhor da velha política já foi. Está na porta de saída.”

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  • AHT disse:

    # Lulopetismo, que fique lá no passado e jamais torne a renascer.

    # Bolsonarismo, que seja o quanto antes outro passado a não ser revivido.

    # Eleições de 2.022, Dorianismo ou Huckerismo?

    Brasil surreal?
    Brasil real. Sempre esperando por heróis encarnados por vilões.

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  • PM disse:

    SOS.. SOS..
    Ajudem-me, por favor!
    Como posso libertar minha caixa de e-mail das publicações deste site?
    Procurei no site como descadrastar meu email enada achei. Igualmente fiquei sem resposta quando pedi orientação direta a quem assina aquu.

    Esse blog foi interessante durante uns anos da minha vida. Mas cresci e busco outros níveis de inteligência e maturidade.

    Sou curioso por natureza e leio o que há na caixa de entrada. E sofro com a involução ( ou persistente imaturidade ) dos artigos. Para aliviar, vou para comentários e é ainda pior.

    Sr. Administrador, por favor exclua meu email do blog vespeiro.com. Há solicitei em off continuo recendo mensagens. Até nas assinaturas pagas do Brasil e outros povos posso desabilitar avisos automáticos, menos desta porra infantil, cansei PORRA!
    EXCLUAM MEU E-MAIL DESSA PUNHETAGEM DEBLOYD, POR FAVOR!

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  • carmen leibovici disse:

    Eu falo por São Paulo.Ali repetiu-se a característica prevalente nas últimas eleições:escolher um ruim para derrotar outro pior.A margem está se estreitando e daqui a pouco vamos ter o terrível contra o escabroso disputando,e aí ,ganhe quem ganhar, já estaremos no fundo do poço ,sem a certeza de conseguir sair dali.

    É verdade, qualquer político que vier com um discurso genuíno, disposto a po-lo em prática,incluindo o RECALL ,com voto distrital puro para sua operacionalização, será o próximo ” dono do Brasil”

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    • A. disse:

      Bom dia, Dna. Carmen!
      Admiro as pessoas otimistas como a sra., que acham que poderemos chegar ao fundo do poço. Isto aqui É o fundo do poço. Devemos é pensar em maneiras de sair dele…

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  • Leonardo Hoehne Polato disse:

    Centro? Que centro? No final tanto a esquerda, direita ou centro é tudo fisiologismo.

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  • GATO disse:

    Bem caro amigos não sei de onde, na teoria tudo está muito bom/bem, mas a realidade está a nossa porta e ai??? Esquerda, Direita, Centro, Meio, Altos e baixos, nada disso funcionou neste Pau Brasil, tem funcionado apenas um sistema, o PARLELO (Dario Messer que o diga), o qual é Grupamento de Milicias/Polícias/Quadrilhas unidas que já mais foram ou serão vencidas. Ora vejamos, arrecadação em alta nos arrastões em médias cidades, regiões/cinturões dominados com predominância do Jogo/Drogas/Prostituição generalizada. Tribunais do crime com soluções rápidas e certeiras, programa de compensação aos atingidos/famílias. Treinamento e formação de pessoal em todas as áreas e especialidades. Plano de Carreira com estágio no exterior. RESUMO DA ÓPERA o VDP e o RECALL já estão implantados e funcionando, só não vê quem não quer. Questão de tempo para inversão total e final. Qualquer semelhança com a realidade atual é pura ficção.

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