E não é um alívio saber que bater pode, só não pode deixar vestígios que denunciem a brutalidade?
Tenho certeza de que Alá nunca aceitou esse comportamento. Isso é má interpretação de ignorantes dos textos sagrados.
Achei muuuuito bacana! Quanto critério no uso do espancamento……. Além da preocupação religiosa com a aprovação ou não de Alá, houve uma preocupação psicológica com as crianças e o potencial alvo da ira masculina. É o que se pode chamar de um grande ensinamento. Bate, mas não arrebenta! Tocante! O Sr Abdullah só esqueceu de prevenir os agressores com a possibilidade da vítima, com um simples golpe, deixar o agressor estendido no chão por dias….. :))
Por outro lado, o pouco contato que tive com casais muçulmanos que vivem na Arabia Saudita, por ocasião de minhas longas pesquisas sobre as origens históricas da submissão e desvalorização do feminino, fui felizmente surpreendida com uma realidade bem diferente dessa e da que sempre ouvi falar. É preciso cuidado com as generalizações, elas podem estar a serviço do Tio Sam.
De onde surgiram os Srs. Abdullahs?
Mais uma vez a história seria a psicanálise do povo e os mitos seriam desvendados. Nem o oriente e nem o ocidente escaparam da “anedota” do Genesis onde Eva (e a serpente) ofereceram o fruto do pecado a Adam. Nenhum dos dois escaparam de culpar o feminino pela expulsão do Paraíso.
Estaríamos até hoje nos deleitando no Paraíso se a idiota, traidora e imbecil da Eva não tivesse induzido Adam, filho preferido de Deus, a desobedecer a ordem do Pai e provar o fruto do conhecimento.
Isso sem contar que a primeira mulher de Adam foi Lillith, uma verdadeira demonia mas, isso é uma longa história.
Quanto desserviço essa passagem prestou às mulheres!
Lá se vão 4.000 anos desde que “Moises” começou com essa história até chegar a versão escrita do Velho Testamento.
Judeus, muçulmanos e cristãos, todos rezam na mesma cartilha.
Se considerarmos que a história humana na terra remonta há mais de 200.000 anos, muitas águas rolaram antes disso. Deus foi mulher por muitos milênios da história humana e nada garante que não volte a ser. Ta aí, Joseph Campbell, o maior estudioso de mitos de todos os tempos, que não me deixa mentir. Se de fato esse dia chegar, e me parece que vai, não haverá mais espaço para os Srs Adbullahs e os Srs Espancadores. O mundo será um lugar mais confortável e agradável de viver. Os princípios femininos são outros…..
E não é um alívio saber que bater pode, só não pode deixar vestígios que denunciem a brutalidade?
Tenho certeza de que Alá nunca aceitou esse comportamento. Isso é má interpretação de ignorantes dos textos sagrados.
Oi Fernão ,
Esta me lembrou a célebre frase de um “político” paulista:
” estrupa, mas não mata…”
Achei muuuuito bacana! Quanto critério no uso do espancamento……. Além da preocupação religiosa com a aprovação ou não de Alá, houve uma preocupação psicológica com as crianças e o potencial alvo da ira masculina. É o que se pode chamar de um grande ensinamento. Bate, mas não arrebenta! Tocante! O Sr Abdullah só esqueceu de prevenir os agressores com a possibilidade da vítima, com um simples golpe, deixar o agressor estendido no chão por dias….. :))
Por outro lado, o pouco contato que tive com casais muçulmanos que vivem na Arabia Saudita, por ocasião de minhas longas pesquisas sobre as origens históricas da submissão e desvalorização do feminino, fui felizmente surpreendida com uma realidade bem diferente dessa e da que sempre ouvi falar. É preciso cuidado com as generalizações, elas podem estar a serviço do Tio Sam.
De onde surgiram os Srs. Abdullahs?
Mais uma vez a história seria a psicanálise do povo e os mitos seriam desvendados. Nem o oriente e nem o ocidente escaparam da “anedota” do Genesis onde Eva (e a serpente) ofereceram o fruto do pecado a Adam. Nenhum dos dois escaparam de culpar o feminino pela expulsão do Paraíso.
Estaríamos até hoje nos deleitando no Paraíso se a idiota, traidora e imbecil da Eva não tivesse induzido Adam, filho preferido de Deus, a desobedecer a ordem do Pai e provar o fruto do conhecimento.
Isso sem contar que a primeira mulher de Adam foi Lillith, uma verdadeira demonia mas, isso é uma longa história.
Quanto desserviço essa passagem prestou às mulheres!
Lá se vão 4.000 anos desde que “Moises” começou com essa história até chegar a versão escrita do Velho Testamento.
Judeus, muçulmanos e cristãos, todos rezam na mesma cartilha.
Se considerarmos que a história humana na terra remonta há mais de 200.000 anos, muitas águas rolaram antes disso. Deus foi mulher por muitos milênios da história humana e nada garante que não volte a ser. Ta aí, Joseph Campbell, o maior estudioso de mitos de todos os tempos, que não me deixa mentir. Se de fato esse dia chegar, e me parece que vai, não haverá mais espaço para os Srs Adbullahs e os Srs Espancadores. O mundo será um lugar mais confortável e agradável de viver. Os princípios femininos são outros…..
Inshalá!