Direitos da mulher

18 de março de 2013 § 3 Comentários

Vídeo sugerido por Roberto Lacerda de Oliveira Filho

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§ 3 Respostas para Direitos da mulher

  • Varlice disse:

    E não é um alívio saber que bater pode, só não pode deixar vestígios que denunciem a brutalidade?
    Tenho certeza de que Alá nunca aceitou esse comportamento. Isso é má interpretação de ignorantes dos textos sagrados.

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  • Cris Cameirão disse:

    Oi Fernão ,

    Esta me lembrou a célebre frase de um “político” paulista:
    ” estrupa, mas não mata…”

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  • Meg disse:

    Achei muuuuito bacana! Quanto critério no uso do espancamento……. Além da preocupação religiosa com a aprovação ou não de Alá, houve uma preocupação psicológica com as crianças e o potencial alvo da ira masculina. É o que se pode chamar de um grande ensinamento. Bate, mas não arrebenta! Tocante! O Sr Abdullah só esqueceu de prevenir os agressores com a possibilidade da vítima, com um simples golpe, deixar o agressor estendido no chão por dias….. :))

    Por outro lado, o pouco contato que tive com casais muçulmanos que vivem na Arabia Saudita, por ocasião de minhas longas pesquisas sobre as origens históricas da submissão e desvalorização do feminino, fui felizmente surpreendida com uma realidade bem diferente dessa e da que sempre ouvi falar. É preciso cuidado com as generalizações, elas podem estar a serviço do Tio Sam.

    De onde surgiram os Srs. Abdullahs?
    Mais uma vez a história seria a psicanálise do povo e os mitos seriam desvendados. Nem o oriente e nem o ocidente escaparam da “anedota” do Genesis onde Eva (e a serpente) ofereceram o fruto do pecado a Adam. Nenhum dos dois escaparam de culpar o feminino pela expulsão do Paraíso.
    Estaríamos até hoje nos deleitando no Paraíso se a idiota, traidora e imbecil da Eva não tivesse induzido Adam, filho preferido de Deus, a desobedecer a ordem do Pai e provar o fruto do conhecimento.
    Isso sem contar que a primeira mulher de Adam foi Lillith, uma verdadeira demonia mas, isso é uma longa história.
    Quanto desserviço essa passagem prestou às mulheres!
    Lá se vão 4.000 anos desde que “Moises” começou com essa história até chegar a versão escrita do Velho Testamento.
    Judeus, muçulmanos e cristãos, todos rezam na mesma cartilha.

    Se considerarmos que a história humana na terra remonta há mais de 200.000 anos, muitas águas rolaram antes disso. Deus foi mulher por muitos milênios da história humana e nada garante que não volte a ser. Ta aí, Joseph Campbell, o maior estudioso de mitos de todos os tempos, que não me deixa mentir. Se de fato esse dia chegar, e me parece que vai, não haverá mais espaço para os Srs Adbullahs e os Srs Espancadores. O mundo será um lugar mais confortável e agradável de viver. Os princípios femininos são outros…..

    Inshalá!

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