15 “toques” de Steve Jobs
6 de outubro de 2011 § 1 comentário
“Stay hungry, stay foolish”.
(Discurso aos formandos de Stanford em 2005)
“Quando eu tinha 17 anos li uma coisa que dizia mais ou menos o seguinte: “Se você viver cada dia como se fosse o último, um dia você vai acabar acertando”. Aquilo ficou gravado na minha cabeça e, desde então, pelos últimos 33 anos, eu olho no espelho todos os dias de manhã e me pergunto: “Se hoje fosse o último dia da minha vida, eu teria vontade de fazer aquilo que estou para fazer hoje?” Toda vez que a resposta foi não por muitos dias seguidos era hora de mudar alguma coisa”.
“A gente não vai ter a chance de fazer tudo, de modo que cada coisa que a gente fizer, tem de ser excelente. Porque as coisas que você fizer serão a sua vida”.
“Lembrar-se de que a gente vai morrer um dia é a melhor maneira que eu conheço de escapar da armadilha de pensar que você tem alguma coisa a perder”.
“É impossível ligar os pontos olhando para a frente; você só consegue fazer isso olhando para trás. De modo que o jeito é ter fé que os pontos vão acabar se ligando um dia, lá na frente. Enquanto isso, você tem de confiar em alguma coisa – no seu taco, no destino, na vida, num karma, não importa o que seja. Essa maneira de pensar nunca me falhou e fez toda a diferença na minha vida”.
“Design não é só forma. Design é como vai funcionar”.
“Eu quero dar o meu toquezinho no Universo”.
“Ninguém quer morrer. Mesmo as pessoas que querem ir para o céu não têm pressa de chegar lá. E no entanto a morte é o destino de todos nós. Ninguém consegue escapar. E é assim que deve ser porque a morte é a melhor invenção da vida. É o agente das mudanças. Ela tira o que é velho de cena para abrir espaço para o que é novo. Neste momento o novo são vocês mas, gradualmente, vocês se tornarão velhos e, algum dia, não muito distante de hoje, acabarão sendo tirados de cena. Desculpem parecer tão dramático, mas esta é que é a verdade”.
(Stanford 2005 de novo)

O Prometeu de nossos tempos generosamente repartiu conosco (e, prático, simplificou ao máximo) a chama de todo o conhecimento eletrônico subtraída dos deuses – e com esse feito inaugurou uma nova era.
Após lutar aguerridamente por anos contra a ave de rapina que lhe roubara a energia de pâncreas e fígado, ele volta ao Olimpo – imagino que gloriosamente apesar da dor.
Como pisciano sempre teve consciência de que o retorno à Essência é o tributo a se pagar por quem vive.
Como ser humano deixou seu toquezinho no nosso pequeno universo.
Só nos resta agradecer.