Lendo jornais 29/10

29 de outubro de 2020 § 46 Comentários

Que nos desculpe o Mendonça mas não foi “erro”, nem do BC, nem do mercado. É que ninguém acreditava que alguém pudesse dar a punhalada que Rodrigo Maia deu nas costas do Brasil.

Folha foi a única a destacar a dimensão inteira da verdade nesse “e”…

 

Coincidência? Fato?

Nada! É de unanimidade da covardia que se trata…

 

Finalmente alguém (FSP) dá uma pista de que existe algo mais na democracia de verdade do que afirmam as nossas 11 constituições monocráticas com pernas, e que ha algo mais do que “atraso tecnológico” na demora da apuração das eleições americanas.

 

 

§ 46 Respostas para Lendo jornais 29/10

  • Bruno disse:

    Você lê quantos jornais por dia, Fernão?

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  • flm disse:

    Uns par…

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    • Carmen Leibovici disse:

      Alexandre,escreve bem mesmo essa jornalista.Gostei da cotação final :“A América não é dividida por raça, cor, gênero, ou orientação sexual. A América é dividida entre sábios e tolos. E os tolos se dividem entre si por raça, cor, gênero, ou orientação sexual“.
      Não é só a América…

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    • LSB disse:

      Caro Alexandre,

      O artigo da Paula é estupendo!
      (o segundo já havia lido quando você o havia recomendado em um post anterior… e também é sensacional)
      Agradeço a recomendação!

      Abs
      LSB

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      • Alexandre disse:

        Olá, LSB.

        A Paula é excelente. Há outros dela no Poder 360 da mesma estirpe. Assino aquele site muito por causa dela – inteligência e independência também faz boa rima.

        Um abraço.

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    • A. disse:

      Alexandre: insubstituível sua dica! Tanto quanto os artigos de Paula Schmitt.
      Só uma ressalva: o “Poder360” abriga artigos de Demóstenes Torres. Um blog que reproduzia esses artigos justificou que o fazia em respeito ao “arco democrático” (!) Argumentei, então, que se oferecia espaço a esse “cidadão” em nome de uma democracia que ele conspurcou. Os gregos, tão à nossa frente em cultura quanto atrás de nós no tempo, praticavam o ostracismo. Que é o que merecem TODOS os agentes públicos (eleitos ou nomeados), que traem a sociedade quando dão, por menor que seja, a leve sombra de suspeita de condutas anti democráticas. O “sr.” Demóstenes, além dos processos que tomou na cabeça, ainda conseguiu a proeza, nada desprezível, de ser cassado pelo “glorioso” senado brasileiro (ou seus “pares”, na perfeita acepção desse termo).
      Obrigado pela dica! Um abraço!

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      • LSB disse:

        Caro A.

        Eu realmente ficaria “cabreiro” e “desconfiado” ao comprar um carro usado do sr. Demóstenes Torres (e mesmo de um 0 km). Mas até aí o Dirceu e o Kakay também escrevem para o Poder360 (pelo menos estão na relação de articulistas).

        Abs
        LSB

        PS: by the way, falando no Kakay, me lembrei de outra questão: bancos devem se certificar da origem dos recursos. Se um banco recebe dinheiro “sujo” estará cometendo crime (ou por ser acusado de cumplicidade) para não ter averiguado, conferido e se certificado da origem do dinheiro. Enfim, bancos não podem receber dinheiro que provenha do crime e, DE MODO ALGUM, pode prestar um serviço financeiro que venha a facilitar, financiar, fomentar, alimentar, “ajudar” ou viabilizar crimes e/ou quadrilhas de criminosos.
        MAS ADVOGADO PODE!
        Advogado pode receber recursos que tenham origem criminosa, pode receber dinheiro que é o próprio objeto do crime bem sua como própria “prova”.
        Por que o Estado brasileiro “terceiriza” (na verdade impõe) que sua atividade de combate ao crime DEVE ser conduzida por INICIATIVA PRIVADA (bancos) mas não para demais profissionais (advogados, por exemplo)?
        Por que só os bancos e não as “bancas”? “Machismo”?
        Enfim, já passou da hora de se exigir que tanto advogados quanto bancas e escritórios de advocacia AVERIGUEM a origem dos recursos recebidos e que sejam RESPONSABILIZADOS CRIMINALMENTE se receberem dinheiro ilícito ou oriundo de crimes.
        Advogados que peçam TODOS OS DOCUMENTOS COMPROBATÓRIOS, recibos de vendas e compras, notas fiscais, holerites, ANAS (avisos de negociação de ações) e relatórios de custódia, cópia do IR e tudo mais que for necessário para comprovar a origem de recursos! E se não estiver claro, que rejeitem o cliente ou que advoguem DE GRAÇA (se a “desculpa” for que todos merecem uma defesa – mas nesse caso não receba dinheiro sujo, faça só por “humanismo”, por “ideologia” e porque é O “certo”: “o cidadão merece uma defesa mas eu não posso receber dinheiro sujo”).
        Enfim, por que só os bancos (que buscam o lucro NÃO PODEM RECEBER DINHEIRO SUJO, pois vai “direta” ou “indiretamente” financiar e beneficiar o crime) enquanto os advogados e suas bancas (que buscam o lucro) podem receber DINHEIRO SUJO que irá “direta” ou “indiretamente” financiar e beneficiar o crime?
        Custa? É difícil? É injusto? Traz insegurança jurídica à área?
        SIM para todas as perguntas. MAS sim para todos os setores submetidos ao totalitarismo do Estado que “terceiriza” – via força legal e não acordo – suas atividades.
        Mas e o cliente que merece uma defesa?
        Faça de graça então, MAS NÃO RECEBA dinheiro sujo. Afinal, no mundo atual todo mundo precisa usar serviços financeiros (quase um serviço público) e ainda assim a lei obriga os bancos não prestarem tais serviços sob certas condições.
        IGUALDADE de deveres JÁ! Vamos prender os advogados que recebem dinheiro cuja origem é CRIMINOSA!

        PS2: Mas, de qualquer forma, esse “textão” é só devaneio, pois todos sabemos que o “supreminho” “garantista” JAMAIS consideraria uma tal lei como constitucional!!!!!
        Apostaria minhas duas pernas nisso! Se bem que, segundo o esclerosado (ou lunático) de Taubaté, podemos ACREDITAR que nosso “supreminho” vai revisar toda a CF e eliminar todas as desigualdades, as iniquidades, todos os dispositivos corporativistas e que geram castas diferenciadas no país… quem sabe, talvez, nosso “supreminho” até – legislando como de praxe – implante eleições de retenção de juízes e promotores por chegar à conclusão de que nosso sistema de nomeação de juízes (e eternização no cargo) não é democrático!

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      • A. disse:

        Prezado LSB:
        Se eu tivesse visto os dois outros “indivíduos” (fiquei com vontade escrever outra coisa mas exercitei minha auto censura, em benefício de um nível mínimo de civilidade e em consideração ao nosso anfitrião) na lista de colaboradores do Poder360, os teria incluído no meu comentário. Mesmo contra a vontade, ainda dou um certo desconto a esses dois, pois não foram punidos nem pegos com dinheiro na cueca DURANTE exercício de atividades públicas, embora saibamos do que foram e são capazes de aprontar.
        Abração, bom feriado prolongado,
        A.

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      • Alexandre disse:

        Olá, A.

        Pois é, e também escrevem para o Poder, com alguma regularidade, certos… personagens que já foram mencionados pelo LSB. Outros do mesmo material (fedorento) também dão as caras por lá de vez em quando. Mas, no geral, o site é bom. Há outros bons articulistas, regulares e ocasionais.

        Mas a intenção, claro, não é propagandear o site, e sim indicar os textos certeiros da Paula.

        Um abraço.

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      • LSB disse:

        Se bem que – não conheço detalhadamente a linha editorial do Poder360 – pode fazer muito sentido abrir espaço para tais colunistas. Afinal, se o objetivo for revelar os “meandros, a podridão e as sujeiras” do poder, é possível que o “time” esteja bem escalado mesmo. São especialistas!

        Seria como uma publicação, querendo “abrir a caixa preta da criminalidade”, “expor as verdades intestinas do submundo do crime”, contratasse para escrever artigos a trinca André do Rap, Fernandinho Beira Mar e Marcola!

        Enfim, talvez faça sentido mesmo. Melhor fazer uma leitura mais cuidadosa do “Quem Somos” e do “Nossa Missão”…

        Abs
        LSB

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      • A. disse:

        Oi, Alexandre!
        Obrigado pela sua atenção. Concordo totalmente com TODAS as suas observações. Só acessei o “Poder360” pela sua indicação. O site a que me referi é um outro, que replicava os artigos do Demóstenes (argh!). Depois do meu protesto, pararam (nem sei se foi por minha causa) e espero que não voltem a “delinquir”. A alegação desse site era abarcar todo o “arco democrático”. Mas aí teriam mesmo, segundo o LSB, de “prestigiar” André do Rap, Fernandinho Beira Mar e Marcola – e prá isso já temos o supremo…
        Forte abraço e ótimo feriadão!
        A.

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      • LSB disse:

        Brincadeiras à parte, o Demóstenes Torres, até “cair em desgraça”, era um interlocutor respeitado e articulista bastante lido/acompanhado. Seus artigos eram lidos e comentados, etc. e tal.
        Já li muita coisa dele como também já li muitos artigos do Sarney e do Temer. Independentemente das “ações” de cada um desses cidadãos, podemos concordar e/ou aprender com o que eles escrevem.
        (se são hipócritas ou manipuladores ou mentirosos ou possuem valor ou conhecimento ou “razões”, total ou parcialmente, fica ao julgamento de cada leitor).
        Enfim, eu leria sim os tais colunistas… se for para evitar algum, seria por divergências “políticas”.
        E quanto ao site, pelo pouco que vi, é bastante bom sim. Tem vários articulistas (muito) bons (Adriano Pires, por exemplo, lembro de ter visto… e essa Paula é sensacional mesmo). E, claro, tem esses “especialistas” acima citados (que, afinal, também podem nos ensinar).

        Abs
        LSB

        PS: não sei se o Demóstenes ainda tem alguma pretensão política, mas ele foi um cara (dos poucos no nosso país) que, depois da “queda”, se “deixou levar” pelo ostracismo. Teve “decência” e deixou de vez (?) a política (ou está demorando para voltar – nos dando um belo “tempo”). Pelo menos não é igual a TODOS os políticos que, não importa o escândalo que tenha protagonizado, o cidadão está de volta na eleição seguinte (muitas vezes concorrendo, muito providencialmente, a um cargo “inferior”).

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      • LSB disse:

        Sobre o meu PS do comentário anterior: DESCULPEM-ME.
        Depois que escrevi, pensei um pouco e fui conferir: o cidadão está INELEGÍVEL (até 2027 parece). Então, esqueçam o que disse. Se pudesse concorrer, provavelmente já teria feito.

        Abs e desculpem, mais uma vez, minha falha.
        LSB

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      • A. disse:

        Caro LSB:
        Eu não tenho MESMO a grandeza do seu espírito: acho que determinados tipos de pessoas (não vou enumerar) não merecem 2ª chance, mormente os que ocuparam posições públicas (eleitos ou nomeados).
        Enfim, como bom samaritano que o sr. é – vai recuperar o MAM com “passos de bebê” – só posso lhe desejar boa sorte! (de verdade mesmo quero lhe dar os pêsames por pensar assim; mas nessa história o errado pode ser eu).
        Forte abraço!

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      • LSB disse:

        Caro A.

        Eu estava me referindo a LER o que certas pessoas escrevem. Veja bem, LER. Quanto a dar outra chance mais, digamos, “operacional” (votar no cidadão para alguma coisa, contratar como funcionário ou ter como sócio) é beeeeem diferente. Não digo que não daria uma segunda chance mesmo nesses casos, MAS aí seria uma “decisão” a ser considerada caso a caso.

        Abs
        LSB

        PS: no mais, viver em sociedade é ter alguma tolerância e interagir, muitas vezes, com quem preferíamos não ter que interagir.

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    • A. disse:

      A ótima Paula se superou ao narrar o episódio Cantanhêde:
      1- deu “nome aos bois”;
      2- deu publicidade ao recado que mandou;
      3- foi de uma sutileza extrema ao escrever: “outros ainda menos cultos que você”!!!!! (que carapuça!)
      4- deu vazão ao meu “espírito de porco” ao grafar errado o sobrenome da dita cuja.

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      • LSB disse:

        Pois é, só fiquei curioso para saber se a Eliane respondeu (acho que não) e, nesse hipótese, o que teria respondido.

        Abs
        LSB

        (e o ” outros AINDA menos cultos que você” foi um tremendo “tapa na cara”, mas com uma sutileza – o “AINDA” – genial!!!)

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    • Fernão disse:

      Paula Schmitt, que escreve muito bem e muito fácil, tem de fato a glória de denunciar pela esquerda a doença mais insidiosa da modernidade. E o fato de poder fazer-lo sem medo de ser “cancelada” (em função de sua. credencial de confiança da plateia esquerdista) não lhe diminui a honestidade. Em certo sentido, até pelo contrário. Mas também ela precisou que o vitríolo atingisse Haddad para que se decidisse a vir a campo e dizer o que pensa em publico e por escrito. Ela mesmo reconhece a existência de uma “seletividade desonesta” na denuncia desse vírus moral e a antecipação em muuuito tempo da identificação dessa patologia como uma patologia pela imprensa “de direita”, onde o risco de “cancelamento” é absoluto (como eu mesmo, “cancelado” do Estadão sou prova). Com isso ela reconhece implicitamente que viu “N” linchamentos como o de que Haddad foi vitima, recheados das mesmas doses de imbecilidade estupida e violência cega, e não se chocou com isso como chocou-se com o que vitimou Haddad.

      Mas antes tarde do que nunca. Tiro-lhe o chapéu pela coragem assim mesmo…

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  • LSB disse:

    Caro Fernão,

    O jornalista Célio Martins publicou na Gazeta do Povo hoje extensa matéria sobre as inúmeras decisões que serão tomadas simultaneamente.
    Se me permite, deixarei o link:

    https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/certas-palavras/eleicoes-nos-eua-de-cotas-a-impostos-e-aborto/

    Abs
    LSB

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  • Não é erro do Mendonça…. nem do Rodrigo, que simplesmente falou a verdade: Bolsonaro precisa governar

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  • Carmen Leibovici disse:

    Fernão,por que o Estadão só põe a foto de 3 candidatos(ou 4) a Prefeitura como se só eles estivessem no páreo? A Folha faz o mesmo mas inclui aquele “estrupicio”( obrigada pela inspiração ,A)da Joice Haselmann que tem apenas 1% das intenções de voto.Por que isso?No fundo quem decide as eleições é a imprensa.Por que nunca destacam Levi Fidelix por exemplo,entre outros?A gente acaba votando muito mal em parte porque a imprensa nos induz a isso.Ai tem coisa errada!

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    • fim disse:

      Não tenho nenhuma relação com o que o Estadão publica ou deixa de publicar, Carmen…

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      • Carmen Leibovici disse:

        Fernão,eu imagino que ultimamente não,mas tb imagino que você saiba tudo sobre como funciona a imprensa e isso que comentei não é fato novo .nao estou te culpando, obviamente,isso seria ridículo, só estou observando o que acontece com os jornais em geral- eles não publicam sobre todos os candidatos de forma democrática,talvez publiquem apenas a quem lhes interessa,numa espécie de simbiose com o podre sistema político que vigora.posso estar enganada pois não sou a-q-u-e-l-a leitora de jornais,mas me parece.

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  • LSB disse:

    Prezados,

    Não é bem o foco do Vespeiro, mas não deixa de possível de enquadrar no seu “escopo”, o que vim escrever.
    Quero sugerir a TODOS que querem minimamente entender essa Torre de Babel política que se tornou o Brasil e, de certo modo, Europa e EUA que leiam urgentemente o livro do cientista político português João Carlos Espada “Liberdade como Tradição” (Ed. Távola).
    De fato, ainda nem acabei de ler o livro, mas julguei tão bom que estão recomendando mesmo antes de chegar no final.
    Na obra, basicamente o autor compara as ideias democráticas e os conceitos de democracia que emergiram e conquistaram “corações e mentes” na Inglaterra e no continente europeu.
    Ainda que não seja um exercício intelectual 100% original, a precisão, a sistematização e a clareza com que o professor expõe e “confronta” as duas “escolas” é sublime. Mais do que isso, a “comparação” é extremamente necessária para, antes de mais nada, EXPOR AS DIFERENÇAS, uma vez que tanto no continente europeu (como diz o autor) como aqui no Brasil (e isso digo eu) SOMENTE UMA ESCOLA É ENSINADA, CONHECIDA, ACEITA, ETC.
    Somos completamente ignorantes na “escola inglesa” e mais: qualquer contestação à essa escola, digamos, “francesa” (não seria só francesa, pois é a “vigente” na Europa continental, mas quase todos os autores são) não é vista como uma outra “linha” das ideias democráticas, mas SIM UM ATAQUE À DEMOCRACIA (o “supreminho” ver ameaças à democracia em qualquer blogueiro é típico desse comportamento ignorante).

    Vou reproduzir dois trechos parcialmetne (poderia reproduzir o livro inteiro, mas vou me limitar a dois que sintetizem bem a ideia da obra):

    “Mas Rousseau não foi um tradutor directo de Locke na Europa – embora possa ter sido o tradutor mais influente da ideia de contrato social no continente. O grande admirador de Locke no continente foi Voltaire e seus amigos da l’ Encyclopédie. Para os autores da l’Encyclopédie, talvez os intérpretes deficientes mais entusiasmados com Locke, o governo limitado e responsável é substituído pelo governo Iluminado – que tem de ser ilimitado de modo a difundir as luzes, les lumières.
    Vários anglófilos liberais – tais como Isaiah Berlin – captaram este nervo autoritário dos paladinos franceses da liberdade, mas sem grandes resultados. A minha amiga Himmelfarb acabou de produzir uma nova exposição devastadora do Iluminismo Francês e demonstrou que o seu compromisso para com a liberdade era essencialmente retórico. Desejaria que ela pudesse ter mais sucesso na Europa do que os críticos anteriores do Iluminismo Francês. (…)

    A sua paixão pela razão, levou os philosophes a veicular aquilo que denominaram por ‘despotismo iluminado’, ou seja, uma tentativa de realizar a razão na pessoa do monarca iluminado. (…)
    Para os philosophes, este poder iluminado não é opressivo, mas a fonte verdadeira da libertação. Liberta daquilo que Burke descreveu precisamente como ‘as disposições e preconceitos’ do povo e aos quais, de acordo com Burke, devem sempre corresponder ‘imposições brandas’, tal como ‘atenção e indulgência’ por parte dos governos. Pelo contrário, para os philosophes, estas disposições e preconceitos são os seus arqui-inimigos. Eles entendem-nos como ausência de razão. E portanto acolhem e encorajam o despotismo da razão de forma a liberar o povo do jugo das próprias disposições e preconceitos.
    (…)
    Essa ideia legislador como a fonte de ilustração é um pensamento francês fundamental. Num artigo sobre o ‘legislador’, l’Encyclopédie expõe que ‘em todos os climas, circunstâncias e governos (o legislador) tem de procurar a transformação dos interesses privados e de propriedades em interesses da comunidade. A legislação é mais ou menos perfeita, na medida em que realiza este objetivo’.”
    (págs. 180 – 182)

    “Também por essa razão, a democracia liberal na Anglo-Esfera tem sido espantosamente estável. E os povos anglófonos foram sempre os primeiros a erguerem-se em defesa das suas liberdades acarinhadas – do seu modo de vida.
    Por contraste, na Europa continental a ideia de liberdade inclinou-se a ser entendida como um projecto em contraposição a todos os modos de vida existentes, apenas porque, em certo sentido, já aí estavam; porque não foram projectados pela ‘Razão’. Isto gerou uma instabilidade duradoura na política europeia. Esta atitude de contraposição, associada a um desprezo difundido pelo governo limitado, conduziu a política europeia a ser ciclicamente dominada por dois pólos absolutistas: os liberais revolucionários e, mais tarde, os socialistas revolucionários, por um lado e os contra-revolucionários conservadores, por outro. Ambos procuraram utilizar um governo sem limites para implementarem as suas agendas particulares e normalmente sectárias. O seu confronto – o confronto entre o assim designado projecto liberal e os modos de vida tradicionais – esteve na origem da debilidade histórica da democracia liberal europeia, quando comparada com a democracia liberal dos povos anglófonos. Esta debilidade também explica por que é que, ao contrário dos povos anglófonos, os europeus continentais não são habitualmente os primeiros a erguer-se em defesa das nossas liberdades, quando as nossas liberdades estão em risco.

    James Madison e Jean-Jacques Rousseau: Liberdade vs. despotismo

    Um dos traços distintos dos Estudos Políticos na Europa continental, quer no ensino secundário quer no ensino universitário, consiste em situar a Revolução Francesa de 1789 na origem dos regimes democráticos modernos. A Revolução Americana de 1776 é praticamente ignorada, bem como a chamada Gloriosa Revolução Inglesa de 1688.
    Quando estas são referidas, a ideia que é transmitida é que foram manifestações incipientes de ideais liberais e democráticos cuja primeira formulação integral só viria a ocorrer na Revolução Francesa de 1789.
    Há pelo menos três erros graves nesta visão do passado. O primeiro é cronológico (…). O segundo consiste em ignorar que a ideia de democracia existente em Inglaterra e na América era muito diferente da que dominou a revolução francesa de 1789. E o terceiro, que resulta dos dois anteriores, consiste em ignorar que as democracias liberais modernas, quando têm êxito e são duradouras, devem muito mais às ideias das revoluções inglesa e americana do que às da revolução francesa – cuja influência foi sobretudo visível na revolução soviética de 1917 e nas experiências radicais da América Latina.
    (…)
    Madison e Rousseau parecem tratar do mesmo tema e ter o mesmo propósito: a criação de um regime político fundado no consentimento e não na autoridade herdada ou, simplesmente, imposta. Mas, como tentarei sugerir, embora possa ser dito, muito genericamente, que Madison e Rousseau se opõem igualmente ao que, na Europa continental, é chamado Antigo Regime, a verdade é que o ‘novo regime’ que cada um propõe é profundamente diferente um do outro.”
    (Pags.: 190-193)

    Enfim, nossa elite intelectual (incluindo todo mundo que “estudou”*) só conhece os conceitos “franceses” de democracia, liberdade, governo e leis. E que consiste em uma “liberdade” e um “democracia” só retoricamente, pois a “escola” busca, pela suposta “razão”, a sociedade perfeita, comandada pelos melhores e na qual todas a injustiças seriam corrigidas (iluminismo despótico).
    E nosso povo “age” mais da forma inglesa (ainda que reclame pela forma francesa, já que enchem nossas cabeças – escolas, mídias, imprensa, causídicos e especialistas – que devemos “sonhar” e “querer” o modelo “francês”).
    Nossas leis que “não pegam” representam exatamente essa problemática: o “legislador” tentando atingir a perfeição através da razão (escola “francesa”) e o povo que vive segundo seus costumes e “quereres” (“escola inglesa”).
    Nossa falta de representatividade política e a existência desta resistente e resiliente “privilegiatura” são consequências do modelo “francês”.

    No mais, tenho ainda mais certeza que o Brexit foi muiiiiiito bem vindo: para o mundo e para os ingleses principalmente (a UE representa o modelo “francês” que é absolutamente contrário o que os ingleses são, sempre foram e querem continuar a sendo).

    Abs a todos e boas leituras
    LSB

    * A tal da “lavagem cerebral” que sempre estou a repetir aqui. E é lavagem cerebral pois é enfiada em nossas cabeças como ÚNICA verdade e INCONTESTÁVEL. Sequer nos informam que há outra “escola” política e muito menos nos ensinam essa outra. E jamais discutem as diferenças entre elas – e como poderia se escondem tudo que não é a “democracia europeia continental”?

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    • A. disse:

      Infelizmente (pra mim, é claro!) não posso comprar o livro: o “governador” Doria (alô, Dna. Carmen!) acaba de garfar 10% do meu minguado “provento” (desculpem o termo, que soa meio chulo) a fim de sustentar a “máquina” do estado… Esse desconto equivale a duas idas minhas ao supermercado ou uma ida à farmácia (ante sala do cemitério).
      Bom feriadão, governador (e assembleia!)!

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      • Carmen Leibovici disse:

        A,eu não consigo ver nada de bom em praticamente político nenhum,mas Dória me preocupa mais do que todos os outros ,porque ele me parece um psicopata,tarado por poder e dinheiro,sem nenhum limite.Ele parece utilizar qq método para atingir seus objetivos.O que o diferencia dos outros,a meu ver, é isso que parece psicopatia e que pode levar o Brasil a um lugar onde o cerne de nossos seres será atingido:nossa liberdade .Eu tenho uma certa ojeriza por Dória,acho ele “anormal”,mais anormal do que os outros patifes.Minha impressão…

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      • A. disse:

        Bom dia, Dna. Carmen!:
        Pra nossa felicidade, Dória é NINGUÉM fora do estado de São Paulo. O Alckmin, que era alguns milímetros melhor que o Dória, quando saiu pra concorrer em termos nacionais, naufragou (4,76%)…
        O único que está dando moral ao Dória é o Bolso, com essa estéril discussão sobre vacinas (quem é o estrategista do Bolso?).
        Abração!

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      • Carmen Leibovici disse:

        A,na verdade Bolso está ganhando pontos com as paspalhices de Dória,pois os brasileiros,como eu,odeiam a perspectiva de falta de liberdade-lembre-se de quantos saímos as ruas para tirar aquela maluquete comunista. Dória cortou as próprias asinhas com essa tentativa de dar ordens ao povo.Um concorrente de Bolso assim caiu.Ficamos ,a meu ver, só com Bolso pra presidente futuro no horizonte.A gente vai de mal a pior.Bolso,a meu ver, é muito incompetente,entre outros defeitos acho que já discutidos por aqui

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    • fim disse:

      Sim, LSB, seu tema tem sido foco do Vespeiro desde sempre. É aqui que se diz a repete que em politica e na arte de construir instituições só é possível aprender comparando e que a revolução francesa decapitou reis para instituir imperadores e, no seu tão covarde quanto incurável “igualitarismo”,não podia deixar de cair, como caiu, na estatolatria que acabou por esterilizar o pensamento francês.

      Essa ideia é tão clara em minha cabeça que em vários artigos já disse que a “estatolaria” brasileira vem daí e que se meu avô, Julio de mesquita Filho, fundador da USP, a primeira UNIVERSIDADE de fato do Brasil (embora tenha servido o saber pelo saber apenas por um curto período), não tivesse trazido exclusivamente professores franceses na “primeira safra” lá no final dos anos 30, para formar os nossos, e tivesse importado pelo menos metade da Inglaterra e dos EUA, a história do Brasil seria outra…

      Ha tês ou quatro intelectuais franceses modestos o bastante para não se acreditarem oniscientes e onipotentes. Coincidentemente são os que, tendo caído em desgraça em seu país em algum momento, viveram a realidade criada pelas instituições de origem saxônica, observaram a diferença abissal entre ela e a conversa mole pseudo democrática francesa e tornaram-se propagandistas do modelo anglo-americano: Tocqueville que, vindo de uma família alvo do Terror revolucionário francês, foi lá ver a America e comparar com a Europa que ele conhecia, a Voltaire, antes dele, que foi exilado uns tempos na Inglaterra, estão entre os maiores dessa estirpe.

      Vale a Pen a ler as “Cartas de Inglaterra” deste ultimo. Coloco no mesmo nível de grandeza desses dois um terceiro que está esquecido mas deveria ser desenterrado e traduzido no Brasil. Henri Levy-Ullman mostra onde, exatamente, se deu o desvio que pôs a perder o resto da Europa la pelos 1300. O livro dele “Le Systeme Juridique de l’Angleterre”, difícil de conseguir mas possível recorrendo-se à amazon.fr, comparando o sistema de Common Law e suas raizes históricas com essa falsificação grosseira que é o nosso “direito romano” é seminal para se entender o mundo em que vivemos e de onde vem a fonte original de toda a corrupção da “latinidade”.

      Tem, a propósito, um livro muito interessante exatamente sobre esse tema – a “fonte” francesa versus a “fonte” americana das revoltas e revoluções brasileiras – lançado mais ou menos recentemente. É o “Ser Republicano no Brasil Colônia”, de Heloisa Starling. Embora ela recue das conclusões que vem estruturando ao longo de sua pesquisa no final, é um livro que vale a pena ler. Uma pesquisa original que explica muito do Brasil e suas diferenças regionais…

      Vou até publicar esta resposta como matéria porque é fundamental marcar bem a existência desse desvio.

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  • LSB disse:

    Prezados,

    Ainda na linha de “sugestões” de leitura no feriado, recomendo fortemente a entrevista do Luciano Trigo (deixo o link abaixo, agradecendo ao Fernão pelo espaço):

    https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/luciano-trigo/livro-critica-o-ativismo-judicial-na-questao-do-aborto/

    Na verdade, apesar do título, trata-se de uma entrevista com o autor do referido livro: o jurista, delegado aposentado e professor de direito Eduardo Cabete.
    Apesar do livro centrar foco em uma ação que está no “supreminho” acerca da descriminalização do aborto, a entrevista (ao menos, não sei o livro) traz muitas considerações mais “genéricas” sobre o ativismo judicial. Ainda que se trata de uma curta entrevista, percebe-se a sensatez e percepção da complexidade da questão que o entrevistado possui.
    Recomendo a leitura.

    Abs a todos e bom feriado!
    LSB

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    • A. disse:

      Olá, LSB:
      “Obrigado” pela “dica inútil”: a “gazetadopovo” só dá acesso a assinantes! Já escrevi por aí que não posso assinar nada. Talvez, só promissórias…
      Abração

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      • LSB disse:

        Bom A., às vezes as publicações liberam 1, 2 ou 3 acessos por mês mesmo para não assinantes, por exemplo. Também se pode procurar em sites que reproduzem matérias publicadas em outros veículos de comunicação.
        De qualquer maneira, a intenção foi fazer uma sugestão de leitura (assim como do livro). Às vezes temos acessos a bibliotecas, etc. a
        Enfim, a intenção não foi provocar ou ofender de qualquer maneira. Se o fiz, ainda que não intencionalmente, peço desculpas.

        Abs
        LSB

        Curtir

      • A. disse:

        Prezado LSB:
        Ofensa ZERO! O sr. é incapaz disso, sem nenhuma ironia! Apenas estou tentando levar “na esportiva” a “rasteira” que levei do Doria…
        Forte abraço!

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      • LSB disse:

        Veja A., às vezes (ou muitas vezes) ofendemos sem perceber. Ainda mais quando se cultiva um estilo crítico, mordaz e ácido de se expressar (meu caso, ainda que sem a elegância do Fernão).

        Ans
        LSB

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    • Alexandre disse:

      Oi, LSB.

      Na mesma linha dos seus comentários anteriores, pelo menos assim eu entendo, sugiro a entrevista que o Luciano Trigo fez com o Flávio Gordon, por ocasião do lançamento do livro “A corrupção da inteligência – Intelectuais e poder no Brasil” (Ed. Record):

      http://g1.globo.com/pop-arte/blog/maquina-de-escrever/post/corrupcao-da-inteligencia-critica-o-papel-dos-intelectuais-no-brasil.html

      E além de jornalista, o Trigo também é escritor. Escreveu, entre outros, o “Guerra de narrativas – A crise política e a luta pelo controle do imaginário” (Globo Livros):

      https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2018/08/31/luciano-trigo-lanca-livro-guerra-de-narrativas-e-diz-que-sociedade-brasileira-vive-em-conflito-permanente.ghtml

      (À época, 2017-2018, ainda era possível ver publicados naquela organização esse tipo de entrevista e de autor).

      A propósito: obrigado pela dica do livro do Espada. Já estava na minha lista, mas seu comentário me incentivou a encomendá-lo.

      Um abraço.

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      • LSB disse:

        Prezado Alexandre,

        Agradeço pelos links. Muito boas as entrevistas. Os livros de ambos eu já conhecia, mas essas entrevistas específicas, não.

        Abs
        LSB

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    • LSB disse:

      Na mesmíssima linha, recomendo outro artigo que acabou de ser publicado na Gazeta do Povo pelo jornalista Flávio Quintela. Vou reproduzir o início do artigo:

      “A cada quatro anos, os americanos elegem seu presidente através de um sistema que tem funcionado desde a eleição de George Washington como primeiro presidente dos Estados Unidos da América, em 1789.

      A cada quatro anos, os brasileiros recebem uma carga de informação completamente equivocada da grande imprensa e, mais recentemente, da blogosfera antiamericana, “ensinando” que o sistema eleitoral americano é ruim (inclusive muito pior que o brasileiro) porque o povo não elege diretamente o presidente.

      “A cada quatro anos, eu me sinto na obrigação de explicar como funciona o sistema americano e por que ele não é um sistema ruim, muito menos pior que o brasileiro, que utiliza eleições diretas nacionais.”
      Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/flavio-quintela/sistema-eleitoral-americano-palpite-eleicoes-americanas/
      Copyright © 2020, Gazeta do Povo. Todos os direitos reservados.

      Outro dia havia postado acima o link para a matéria do Célio Martins.
      Agora essa excelente do Flávio.
      E outras matérias foram publicadas – só não vim postar o link aqui.

      Enfim, há publicações tentando “furar a bolha”. Precisam de apoio; e precisamos, quem já conseguiu escapar “da bolha”, nos unir!!!

      Abs a todos
      LSB

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      • A. disse:

        Caro LSB:
        Se o sistema eleitoral americano é falho, precisa mudar também a contagem de esportes como vôlei e tênis. O princípio é similar: DEPOIS que um set termina os pontos obtidos são ignorados. Há casos em que o perdedor soma mais pontos individuais que o ganhador, mas se considera os sets ganhos (não vou torrar a paciência de ninguém dando exemplos numéricos mas não é difícil, não!) Nunca ouvi nenhum jornalista esportivo fazendo análises nesse sentido. Quem faz isso, e raras vezes, são os perdedores!
        Agora, são profundamente ridículos os analistas (que deviam se preocupar com NOSSOS problemas – que já não são poucos) dando conselhos aos americanos e sugerindo que sistemas iguais aos nossos é que são DEMOCRÁTICOS (detesto – e pouco uso – a minha conclusão mas no caso não tenho outra: kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!)
        Abração

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      • LSB disse:

        Caro A.

        Releia meu comentário (que, em parte, é reprodução do início do artigo mencionado). Não disse que o sistema americano é falho. O artigo também não diz isso (pelo contrário, explica em detalhes o Colégio Eleitoral e como são calculados seus votos).

        Tanto eu como (provavelmente) o Flávio Quintela concordamos com sua crítica: “Agora , são profundamente ridículos os analistas (que deviam se preocupar com NOSSOS problemas – que já não são poucos) dando conselhos aos americanos e sugerindo que sistemas iguais aos nossos é que são DEMOCRÁTICOS (detesto – e pouco uso – a minha conclusão mas no caso não tenho outra: kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!)”

        Enfim, você “viajou” kkkkkkk

        Abs
        LSB

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      • A. disse:

        LSB:
        Eu não acho o sistema americano falho, tampouco disse que o sr. afirmou isso e nem cheguei a ler o artigo que recomendou. Minha crítica é endereçada aos “experts” brasileiros, que não tem a mínima sensação de ridículo!
        Abraço!
        P.S.: por favor, “devolva minha passagem” ou diga em que trecho eu “viajei”…

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      • LSB disse:

        Bem, A., ok, então.

        Como começou seu comentário com: “Caro LSB – Se o sistema é falho (…)”, fiquei com a impressão de que você havia entendido que eu (e/ou o jornalista*) havia(m) dito ou insinuado que o sistema é falho (o que não foi o caso).

        De fato, você meio que começou um “assunto novo” dentro da temática (modelo eleitoral americano).
        Enfim, seu comentário não foi exatamente uma resposta ao meu e sim “complementar”.

        “Passagem” reembolsada!

        Abs
        LSB

        * O início do artigo (os três primeiros parágrafos) está reproduzido.

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      • A. disse:

        Nada como esclarecer os mal entendidos! Essa noite vou dormir mais tranquilo!!!
        Em tempo: meu “kkkkkkkkkkkkkkkkkk” (que acho detestável) também foi endereçado a essa “corja” de pseudo democratas, que acham que tem algo a ensinar aos conterrâneos de George Washington, Abraham Lincoln e Thomas Jefferson, entre outros!
        Forte abraço!

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  • GATO disse:

    Caros Srs. a ingenuidade é latente. Quando fecharem todos os bancos neste país, acaba a corrupção, pois como afinal o dinheiro circula, como chega e como parte. Será que a contabilidade do Frei Luca Pachola para resolver os problemas da Igreja nunca vai resolver os nossos? Triste lavanderia, que não é de nenhum chinês ainda? É lá no supremacia que estas questões são resolvidas, não só a circulação do dinheiro de pessoas também, com passaporte e sem passaporte, os discípulos do BATMAN tudo podem, tudo resolvem. E segue o féretro.

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