Sobre vacinas

27 de outubro de 2020 § 33 Comentários

Quais são os parâmetros técnicos de aprovação de uma vacina quanto 1) à eficácia e 2) à segurança? A que distância as vacinas A, B ou C estão deles?

Eis ao que deveria se limitar a cobertura da imprensa a respeito de vacinas se ela estivesse alinhada com o interesse do eleitor e não deste ou daquele candidato.

§ 33 Respostas para Sobre vacinas

  • luizleitao disse:

    Perfeito, FLM. Os jornais estrangeiros (The Guardian, NYT e outros) não falam sobre essa tal Coronavac. Se fosse assim, tão boa e promissora, ela estaria na pauta deles. E a tal vacina Russa, que fim levou? A coisa na Rússia está preta, assim como em diversos países europeus, e nos EUA. Evidente que a questão da vacina está politizada e a imprensa nacional embarcou nessa.

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    • Carmen Leibovici disse:

      o coronavac aqui é a sem vergonhice da sem vergonhice.doria comprou 6 milhões de doses sem que estejam devidamente testadas.tudo sem licitações sem nada.esta- se faturando com o nosso dinheiro e talvez nem haja vacinação nenhuma.a gente não sabe nem mais o que dizer, quanto mais o que fazer.

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  • cadu43 disse:

    Simples!

    Enviado do meu iPhone

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  • Carmen Leibovici disse:

    essa pandemia é a cereja do bolo da esquisitice política que estamos vivendo,com a tal da grande imprensa ajudando.antes eu nem notava o alinhamento deste ou daquele jornal com a narrativa dos políticos;hoje isso está cada vez mais claro.muito triste.vendidos!

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    • LSB disse:

      Correto, Dona Carmen.
      Conforme vamos percebendo as inclinações ideológicas (ou mercadológicas segundo alguns) das publicações, vamos adquirindo tanto anticorpos quanto um certo “asco”.

      O maior problema não é nem “tomar um lado”, pois como o sr. José Horta Manzano escreveu abaixo, “por definição, jornais, portais e blogues imprimem a seus artigos e reportagens resquícios da ideologia e das preferências de quem escreve.”
      O que mais indigna é a imprensa e mídia jurarem de pés juntos que são imparciais, neutras e isentas. Não são. Isso é o que mais me decepciona: essa tentativa canhestra (ao menos canhestra quando fica claro) de tentar “enganar” e de tentar fazer os outros crerem que são o que não são. Definindo em uma única palavra: manipulação.

      Enfim, não haveria problemas se “revelassem” suas preferências políticas, pois qualquer leitor saberia que está lendo algo “filtrado” por uma visão política. Mas não; de fato, tentam fazer parecer que são “isentos” e “imparciais” para enganar incautos*, leitores novos e pessoas que acreditam na boa fé e na palavra dos outros.

      Ilustrativamente: acabei de assinar a Revista Oeste (lançada este ano) e a publicação é extremamente clara nos seus valores e seu posicionamento político (quem tiver curiosidade de saber quais são, dê uma olhada no site).
      Concorda-se ou não com a revista, você sabe o que está lendo (e mesmo que concorde, sabe que se trata de uma visão política).

      (* e também para tentar estigmatizar quem possui uma visão política distinta como extremista, radical, terraplanista, medieval e reacionário, seguidor de teorias da conspiração, instruído pelo whatsapp ou “faice”, etc., pois como seriam “isentos” e “imparciais”, a discordância representaria a parcialidade, a má fé, a ignorância e a loucura).

      Abs
      LSB

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      • Alexandre disse:

        Olá, LSB.

        Sim, é essa manipulação, esse cinismo de se dizer neutro o que mais irrita na imprensa dita ou autoproclamada “profissional”. Não peço neutralidade (pois isso seria impossível para qualquer pessoa), peço imparcialidade, isenção.

        Esses “jornalistas” deram a si mesmos o papel de agentes (não observadores ou analistas) políticos, mas não assumem isso.

        Um abraço.

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      • Carmen Leibovici disse:

        LSB, exatamente.O que ofende e ultraja é a manipulação mentirosa.Enganacao pura.Falsidade.Quem faz isso não tem direito a editoriais ” críticos” sobre os outros,sejam quem forem eles.

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  • Vlamir Breternitz disse:

    Ótimo comentário. Mas a imprensa está alinhada a outros interesses e muito mais preocupada com secura das verbas federais do que com qualquer outra coisa; instinto de sobrevivência e zero interesse com o país e com a população,
    .

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  • Carmen Leibovici disse:

    o coronavac aqui é a sem vergonhice da sem vergonhice.doria comprou 6 milhões de doses sem que estejam devidamente testadas.tudo sem licitações sem nada.esta- se faturando com o nosso dinheiro e talvez nem haja vacinação nenhuma.a gente não sabe nem mais o que dizer, quanto mais o que fazer.

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  • marcos andrade moraes disse:

    ISSO AQUI virou covil de jumentos e canalhas …MAM

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    • A. disse:

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!!!!!!!!!! R-I-D-Í-C-U-L-O!!!!!!
      Se você acha isso que escreveu, veio fazer o quê, aqui?
      Desapareça! Sua ausência vai preencher uma lacuna…

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      • LSB disse:

        Caro A.

        “ISSO AQUI” só pode ser referência ao país!
        O MAM pode não gostar das opiniões do Fernão e discordar da opinião dos comentaristas, mas não creio que ele pense que somos “canalhas” e “jumentos”…

        Abs
        LSB

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      • A. disse:

        Esse “cara” tem antecedentes! Me dá o direito de pensar dele o pior possível. E não gostar da opinião do Fernão é uma coisa; vir aqui ofendê-lo (e à sua família) é outra.
        Em tempo: outro abraço!

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      • LSB disse:

        As ofensas são, de fato, indesculpáveis, pois, com certeza, pode-se ser (ultra) crítico de forma civilizada!

        Abs
        LSB

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      • Mario disse:

        Você é BOÇAL!

        boçal
        Significado de Boçal
        substantivo masculino e feminino
        Algo ou alguém privado de inteligência; estúpido, ignorante.
        Desprovido de comportamentos humanos; bruto, rude.
        Característica daquele que é bruto; estúpido.
        [Por Extensão] Algo ou alguém ignorante; rude, grosseiro.

        Dúvidas de Português
        [Gramática] As grafias bossal, bossau e bolsal estão incorretas e devem ser evitadas.

        Sinônimos de Boçal
        Boçal é sinônimo de: rude, indelicado, buçal, grosseiro,

        Antônimos de Boçal
        Boçal é o contrário de: educado, fino, ladino, polido

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      • Carmen Leibovici disse:

        A,ele fez uma autobiografia

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      • A. disse:

        Mário: seguindo o alinhamento para “Responder”, quem é o “BOÇAL”? O sr. LSB ou eu?

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      • Mario disse:

        Desculpe, não deixei claro.
        O BOÇAL é aquele que vem aqui para destilar o seu ressentimento com falta de educação.
        É aquele, não você, e nem os outros que aqui comentam.

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      • A. disse:

        Mario: eu já supunha que seria essa sua resposta. Mas precisei da confirmação. Obrigadão e um abraço!
        A.

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      • A. disse:

        O Fernão merece que todos aqui o defendamos desse “estrupício”!

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    • Marcia disse:

      Eu defendo a obrigatoriedade de antirrábica para o Sr.MAM postar aqui. Quanto á vacina contra o vírus chinês, melhor ficar a critério de cada um se toma ou não. Muito obrigada e boa noite.

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  • Por definição, jornais, portais e blogues imprimem a seus artigos e reportagens resquícios da ideologia e das preferências de quem escreve.

    Quem prefere notícias neutras, sem carga emocional e sem ‘parti pris’, deve ler despachos das agências noticiosas. Há uma boa coleção delas: Reuters, AFP, Ansa, DPA, EFE & alia – todas de excelente qualidade. E sem o ‘pecado’ da opinião. Recomendo.

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  • NADER MURAD disse:

    nos devemos dar um credito de confiança, e vamos analizar os testes,, que o butanta apresentara……
    os chineses , sao um povo deciplinado , e dedicado em pesquisas
    medicas,
    um exempo é os hospitais de nefrologia , com tratamento de
    primeiro mundo para os rins,
    outro detalhe é a variedade de insumos que compoem a vacina,
    são utilizada tambem na oxford , entao vamos encarar sem preconceito, pois
    a unica solução para abortar o virus, e a vacinação coletiva

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  • Adriana disse:

    Tempos estranhos, pandemia, vacina, novo Breton woods. A doença de fato é seria, mas tem uma certa movida de peças no mundo por trás dela. No Brasil, infelizmente, impera o aproveitar o momento para compras superfaturadas, bravatas populistas de todos os lados, e claro, vai ter até sessão de Suprema Corte, populista a seu modo, para obrigar vacinação, mas sem responder à nenhuma das questões bem colocadas no blog.

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  • Gilson Almeida disse:

    Se fosse um país sério, seria necessária apenas a informação: Eficácia e Segurança. Isso informado pelo Governo Brasileiro. Só. Se o país não é sério, como esperar uma imprensa séria, um judiciário sério. Deprimente? É. Que resta é nos informar através de pessoas sérias como o Fernão e alguns outros jornalistas sérios.

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  • LSB disse:

    Caro Fernão,

    Tendo em vista (1) que o Vespeiro andava meio parado (embora esse post da vacina o “agitou” novamente); (2) o assunto do momento é a constituinte chilena; e que (3) ontem assinei a Revista Oeste e comecei a lê-la por uma excelente entrevista do Salim Mattar, irei “elucubrar” alguns juízos.

    Na referida entrevista, entre outros tópicos, Salim diz que decidiu que irá se “dedicar à disseminação e propagação das ideias liberais”. Informa também que está “levantando a relação de todos os institutos liberais do Brasil” – eles identificaram, “até agora (…) mais de 120”.

    Nesse contexto, Salim parece que tentará uma aproximação entre os institutos e organizações que “remam” na mesma direção (ainda que haja divergências “políticas”, filosóficas, de prioridades, de estratégias e de foco entre eles).

    Penso que é por aí e que os “liberais” e os “conservadores” devem se unir em pautas comuns (“máximos denominadores comuns”).
    De fato, penso que deve, ao mesmo tempo, haver uma pauta comum e pautas particulares (procurando nestas evitar, ainda que temporária ou taticamente, divergências com os “remadores” ao lado).
    Nesse sentido, pode ser produtivo uma organização ter como bandeira o voto distrital puro, outra “bater” na descentralização política, fiscal, jurídica e administrativa, enquanto uma terceira, por exemplo, defende uma nova CF.
    Trata-se não somente de “atacar o problema” (o atraso brasileiro) em várias “frentes” diferentes, MAS também de estar “preparado” para quando o “cavalo passar arriado”.

    Qual(is) minha(s) sugestão(ões) aqui?
    Duas, basicamente.

    A primeira, como já comentei anteriormente, é que “líderes” naturais (como você, Fernão) deve procurar todos aqueles que possam “lutar” do mesmo lado – ainda que os objetivos não sejam realmente os mesmos – para tentar alinhavar alianças, acordos, pautas comuns, atuação conjunto, etc. Citei como exemplo, outro dia, os movimentos “separatistas” (que poderiam ser “seduzidos” por uma descentralização política, fiscal e administrativa… ou, ao menos, poderiam estar dispostos a apoiar o VDP, pois veriam neste uma oportunidade de se aproximarem de seus objetivos…).
    Outro exemplo: há um cidadão que escreve no Brasil Sem Medo (site do Olavo) cuja “bandeira” e/ou “objetivo” é exatamente a adoção do VDP!
    (não li muito, pois não sou assinante… portanto, não sei exatamente quais as estratégias que o autor está recomendando para se chegar lá…).

    “Ah, mas o Olavo é radical demais…” (ou paranoico demais… ou lunático demais… etc.)
    Pode até ser, mas isso não é importante. Ele tem que ser um aliado!
    Se empacarmos em “purismos” extremos, acabaremos todos perfazendo “exércitos de um homem só”.

    Já minha segunda sugestão é a seguinte:
    Uma dessas 120 organizações liberais deveria “escrever” uma nova CF e adotar como “luta” a implantação via plebiscito desta nova CF.
    Explico meu ponto.

    Há um grande e vital debate no Brasil: nossa CF PRECISA ser revogada inexoravelmente pois com ela é absolutamente impossível governar nosso país OU, apesar de todos os problemas, a CF é reformável?

    EU sou da opinião que é impossível reformar.
    Você, Fernão, quando lhe perguntei acerca deste imbróglio, deixou claro que acredita em uma reforma. Aliás, acrescentou que imagina uma forma de “passar a CF a limpo”, confrontando artigo com artigo e eliminando as contradições, excessos, etc.
    Respeito sua visão e não tenho como provar que você está errado. Mas meu “achismo” é que isso não vai funcionar. A começar pelos juristas, advogados e demais operadores do direitos que irão, TODOS, defender a existência de contradições em textos legais (vão alegar que é isto mesmo; que é por isso que o juiz é necessário, pois do contrário, um “programa de computador” poderia julgar; vão dizer que é correto a CF abarcar diversas diretrizes contraditórias pois esse “samba do crioulo doido” representaria a complexidade da sociedade, sua imperfeição e sua eterna busca pelo melhor, mais verdadeiro e mais justo…. etc etc etc).

    Enfim, minha opinião é que precisamos de uma nova CF.
    Mas há problemas aqui. Uma nova constituinte teria dois vícios de origem, a saber: a motivação de uma nova constituinte não estaria “clara” ou “fundamentada” E quem seriam os constituintes (os atuais congressistas que não seriam legítimos pois eleitos sob regras não legítimas? Ou constituintes eleitos sob regras escritas por congressistas não legítimos?). Ademais, uma nova assembleia constituinte teria grandíssimas chances de elaborar algo (muito) pior do que temos hoje…

    Daí que penso que um possível “caminho” seja este:
    Um grupo de juristas, dentistas, vaqueiros, blogueiros ou artistas mambembes (tanto faz) ESCREVEM uma Constituição sucinta, simples, com poucos artigos, limitada à poucos conceitos, valores e diretrizes e coloca seu “bloco na rua”: queremos essa CF!
    Qual o “pedido”? Que o congresso convoque um PLEBISCITO para que o povo decida, ou não, adotar essa nova CF (sem alteração alguma inserida pelos congressistas).

    Esclarecimentos:

    1 – Por que os brasileiros sairiam às ruas por uma CF que não conhecem e não escreveram e/ou não concordam?
    Não sairiam. Simples assim.
    Somente sairiam SE concordassem com o texto e com a “troca”. Também simples assim.
    Uma vez redigida, essa nova CF não angariaria apoio imediatamente do povo brasileiro, mas é aí que o movimento deve “sentar praça”!
    Escreva essa nova CF e faça campanha por ela.
    Se não houver apoio, nada acontece. MAS se esse novo texto vier em algum momento a ENCANTAR nosso povo, então a mudança pode ser possível.
    (claro que o texto poderia ser ajustado ao longo do tempo, MAS a partir de um texto base, não deveria haver muitas alterações. O movimento não deveria ficar adequando o texto para ganhar apoio, pois isso acabaria com a proposta. Deveria, sim, é se “fechar” no texto e trabalhar para conseguir apoio a ele, não importando quanto tempo demore…. anos ou décadas, se for o caso… ajustes seriam ultra cuidadosamente avaliados e, qualquer alteração – inclusão ou exclusão de artigo – seria exceção das exceções e só ocorreria em caso muito específico: não alterar nada do “espírito” do texto, mas conseguir amplo apoio popular ADICIONAL).

    2 – Mas seria vantajoso algum “player” assumir essa “luta”?
    Sim, e muito, pois:

    A) Ainda que sua prioridade seja o VDP; ainda que você acredite que o VDP é o caminho de menor resistência e que seria o mais fácil de explicar à população e o mais fácil de ser desejado, você deve ter opções na MANGA para poder jogar de forma diferente!
    Sim, teoricamente, talvez o VDP seja o caminho “mais fácil”, mas e se, por todos os caprichos do destino, uma discussão de uma nova CF atropelar todo o resto?
    Fica com a broxa na mão pois não tem essa carta na manga?
    (eu, por exemplo, sou totalmente adepto de uma nova CF, porém, com o fito de unir, adoto o VDP como prioridade “numa boa”. Mas todos deveriam ter tal desprendimento…)

    B) Esse discussão existe e pode, ou não, vingar. Mas se vingar, os liberais brasileiros estarão perdidos! Se a ideia de uma nova CF ganhar força, o único “remédio”, “antídoto” ou “salvação” para que uma Assembleia Constituinte não piore as coisas é já ter um texto na mão!

    3 – Mas seria legítimo?
    Sim. O povo só sairia para pedir plebiscito se apoiasse (e para o Congresso “engolir” tal exigência, esta haveria de ter apoio majoritário e inconteste da população).
    O fato de não ser escrita por representante algum não faz a menor diferença. Quem apoiará, apoiará porque concorda com o texto! Simples assim.
    Qual a legitimidade de uma nova CF?
    Parcela significativa da população nas ruas (pois enquanto não tiver esse apoio nada acontece) e um plebiscito para tanto (e acerca de um texto que TODOS CONHECEM e, portanto, se for aprovada, significa que todos concordam com aquilo… o que é muito diferente de uma Assembleia Constituinte da qual ninguém sabe o que sairá…).

    Concluindo, então, são essas sugestões as minhas sugestões:

    – procurem TODOS os possíveis aliados e negociem alianças aceitáveis; e

    – tenha um movimento que tenha uma CF escrita (inspirada na americana) e fazendo campanha por ela (pois se evita ser pego no “contrapé” caso uma discussão sobre uma nova CF ganhe relevância e faz “força” na direção que desejamos caminhar: por um país mais liberal e politicamente justo).

    Abs
    LSB

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    • LSB disse:

      A propósito, nesta entrevista que citei, Salim Mattar mencionou duas outras coisas:

      1 – ele também está criando mais um instituto (algo como um instituto de defesa do contribuinte ou do pagador de impostos, como chamou);

      2 – além de terem mapeado as 120 instituições/organizações de cunho “liberal”, eles (não diz quem está junto no empreendimento) querem dar apoio a tais organizações. Estão pedindo informações de caixa e tudo mais. Não sei se a intenção é dar algum apoio financeiro e/ou organizacional (mas mesmo isso custa dim dim).

      Enfim, pelo projeto se deduz tanto que há algum “plano” quanto o fato de que “grupo” (ele dá a entender que não está sozinho) deve estar “cacifado”.

      Pois bem, Fernão, procure ele!

      Sei que se conselho fosse bom, eu estaria vendendo e não dando, mas…

      Enfim, digo isso porque ele(s) já está(ão) mapeando organizações e está(ão) querendo fomentar algum tipo de colaboração. Assim, essa é uma oportunidade de que certos temas sejam “focados” e/ou “priorizados”.

      De fato, não sei o que o Mattar está pensando, mas seria muito bom que, além de institutos produzindo “conhecimento”, digamos, “teórico”, houvesse organização, instituto ou movimento abraçando causa específica (revisão da CF; nova CF; descentralização; VDP + RIRR, etc.).

      A necessidade de “causas” específicas é quase uma obviedade ululante. Think Tanks podem gerar “justificativas” teóricas, explicações, dados e até “modelos”, porém o que irá mobilizar a população sempre será uma causa!
      (ainda que para defendê-la se faça uso do material produzido pelos “teóricos”).

      Em suma, uma vez que o projeto do Mattar é algum tipo de “coordenação” e “cooperação” entre os promotores do “liberalismo”, esta é uma oportunidade de se conseguir emplacar uma agenda mais “específica” (VDP, por exemplo*).
      E precisamos de algo mais “dinâmico”, mais “ativo”, mais “propositivo” ao invés de nos limitarmos a só produzir textos, artigos, ensaios, etc.

      *Embora, como disse, seria melhor ter VÁRIOS movimentos com VÁRIAS causas específicas (diferentes, mas interligadas – ou que “caminhem na mesma direção”), pois nunca se sabe em qual lado o “cavalo vai passar arriado”.

      Abs
      LSB

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    • flm disse:

      Sim, LSB, vejo méritos no seu caminho tático!

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  • Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut disse:

    Fernão fizeste bem em trazer à análise, aqui no vespeiro.com, o assunto que mais preocupa os cidadãos em tempos de pandemia de covid-19:
    devemos tomar a vacina se ainda não sabemos sobre a eficácia e a segurança de cada uma delas, num país onde a Lei do Acesso à Informação é ainda, em larga medida, ignorada por instituições de governo e por autoridades? Haja visto o comportamento de nosso mui “excelso” presidente da “República” e seu obediente ministro da Saúde, que não sabe, ai que parece, aplicar o que deveria ter aprendido na AMAN. Estamos nas mãos de um presidente cujas decisões vão e vêm como um iô-iô, de manhã é uma coisa, de tarde é outra e de noite revoga a todas.
    Quem teve a oportunidade de ouvir na Rádio Jovem Pan semana passada com o competentíssimo, e assim reconhecido no meio científico mundial, Dr. David Wong, discorrendo sobre o vírus, a história das pandemias, as vacinas, e as diversas pesquisas que estão correndo mundo afora por grandes laboratórios e universidades sérias, já estão cônscios de que o desespero das autoridades é tanto que chegou-se a exigir politicamente que os resultados , ou seja, a criação da vacina, se desse o mais rápido possível, principalmente em países onde estão a ocorrer processo eleitorais. Outra questão tratada foi a de que alguns políticos e representantes públicos querem exigir obrigatoriedade na aplicação da vacina, que ainda em sabemos se atendem de fato todos os requisitos exigidos para serem eficazes e seguras. De passagem: lemos que o próprio vírus covid-19 ainda não é conhecido em termos de como atua no corpo humano, tendo uma variedade enorme de sintomas e de sequelas diferenciadas conforme os grupos etários, genéticos e de meio social.

    Depois da entrevista do Dr. David Wong, de quem há muito tempo respeito suas excelentes realizações em sua especialidade médica e de pesquisa na área da infectologia fico a refletir se é melhor esperar para.
    tomar vacina bem desenvolvida, comprovadamente eficaz e segura, pois isto é uma coisa, outra é ser obrigado por decreto governamental a entregar o próprio corpo a uma incógnita, a que chamem eventualmente de vacina, Vivemos uma situação surrealista em nossa muito surrealista
    República.

    No passado já houve erro desse tipo, vacinas mal desenvolvidas. e os resultados foram dramáticos para as populações afetadas. Aqui não cabe tentativas e erros, ainda mais quando a população “testada” não é de ratos ou porcos de laboratório, estes que já passam por experiências terríveis para que nós humanos tenhamos saúde.

    Tudo isto que acontece em torno da pandemia da covid-19 desnuda a nossa frágil democracia tupiniquim. Pergunto como provocação: e se a maioria dos cidadãos, insuflados também por um mar sem fim de desinformações e de “fake news”, se apavorarem e não quiserem se vacinar, mesmo sendo criadas vacinas eficazes e seguras, serão punidos pelos governantes com o ostracismo social, econômico e político maior do que o que já vivemos?

    Quando Bolsonaro abre a boca e fala absurdos, sobre assuntos que exigem grande conhecimento especializado, fica instalado um ambiente de terrorismo de Estado… uma vez que ele se diz ser a Constituição e o próprio Estado.
    Nas terras onde se pratica o Voto Distrital Puro como o povo e os governantes agiriam a uma situação semelhante: ser obrigado a ser imunizado por uma vacina incógnita. E se a maioria decidisse que uma eventual vacina ineficaz e insegura fosse imposta a toda a população? E se houvesse um erro coletivo devido a competente desinformação por “fake news”?
    Temos ao longo da história excelentes exemplos de sucessos obtidos por vacinas como a anti-poliomielite e a BCG, e tantas outras.
    O direito de saber se o que se está recebendo como vacina é seguro e eficaz. O tempo passa, mas tudo tem seu tempo para desenvolver.

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  • GATO disse:

    Srs. quem vai resolver é a Pfizer, ela já resolveu um problema muito importante e que a salvou da falência, o azulzinho. Agora vai fazer a vacina pra salvar mais uma vez os velhinhos, pois ela sabe que velhinhos gastam bem seu dinheirinho. Viva a Pfizer.

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