É fogo!

17 de setembro de 2020 § 37 Comentários


Califórnia, Austrália, África, Portugal, Amazônia, Pantanal, Uberaba, Águas da Prata. O fogo no mundo inteiro este ano “está desanormal” e é consequência do aquecimento global. Menos no Brasil onde é consequência de Jair Bolsonaro não acreditar em aquecimento global.

Aqui tudo é “queimada”.

Fora daqui tudo é “incêndio florestal”.

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§ 37 Respostas para É fogo!

  • rubirodrigues disse:

    E olha que estamos esquecendo o gigantesco incêndio que existe no núcleo central do planeta…

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  • honorio sergio disse:

    estamos no fim

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  • Marcos Andrade Moraes disse:

    Bolsonaro acredita em grana; é lobista do mal. Quem não acredita em aquecimento foi quem votou nele…

    MAM

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  • mchriscruz disse:

    Aqui temos um presidente que não acredita em aquecimento global. Ou agora, por conveniência, ele vai dizer que o problema é esse?
    Só que aqui, além do aquecimento global, é mais, muito mais!
    Lembram da famosa reunião ministerial de 22 de abril? Foi algo que impressionou pelo conteúdo e pela forma. Tão importante quanto o que foi dito é como se disse: “passar a boiada”… lembraram?
    E o presidente não disse nada.
    Então… 😡
    Temos um anti-ministro do Meio Ambiente que fragiliza o cumprimento da lei ambiental, anistia aqueles que praticam desmatamento ilegal, protegendo interesses da bancada ruralista, empresários e grileiros. Só que isso está custando muito caro para o país, pois pode piorar muito o cenário do agronegócio devido a: redução das importações, suspensão de contratos, boicotes, escolha de outros fornecedores estrangeiros, etc… E o Brasil que está numa situação financeira difícil, não podendo abrir mão de investimentos financeiros, vai ficar numa situação ainda mais delicada. A cada imagem da floresta em chamas assistimos valores civilizatórios serem destruídos, um componente verdadeiramente monstruoso de um governo que investe mais em atos de destruição, não em visões de futuro.
    Para se ter um exemplo do estrago, o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), que é um dos responsáveis pela proteção da fauna e da flora da região do Pantanal, tem que lidar com um orçamento cada vez menor para realizar suas atividades. O governo Bolsonaro reduziu a verba de R$ 29,3 milhões em 2019 para R$ 13,5 milhões em 2020. Para 2021, o cenário é ainda pior: embora os incêndios e o desmatamento estejam aumentando, o orçamento para o ICMBio vai ser novamente reduzido em 12,8% na comparação com 2020. Como se não bastasse, Salles nomeia um amigo da família do presidente, José Vicente Santini, como seu assessor pessoal, um cara que já tinha sido demitido do cargo de secretário-executivo da Casa Civil em janeiro deste ano após usar um jato da FAB por motivos particulares. O salário dele: de R$ 13.623,39, mais do que recebem 4 brigadistas tão necessários na sua luta cara a cara contra o fogo na floresta.
    Essa é só uma amostra do quanto é assustador e criminoso o que acontece no Ministério do Meio Ambiente sob os olhos permissivos do presidente.
    Mas a origem disso tudo é Bolsonaro, o dono da caneta: ele não valoriza o meio ambiente, ele avaliza o desmonte das políticas ambientais e dos órgãos de fiscalização, ele já se manifestou mais de uma vez contra, por exemplo, a destruição do maquinário usado por garimpeiros ilegais em unidades de conservação do IBAMA. E por aí vai…Então é com muita perplexidade que vemos as ações desse governo negacionista que, em tempos de queimada (ou incêndio florestal, se preferir), brinca com fogo!
    Os incêndios que ocorrem há 2 meses no Centro-Oeste são os maiores da história! 15% do Pantanal foi consumido, uma área equivalente ao território de Israel. E a PF está investigando se o incêndio que destruiu 25mil hectares em área de preservação no Pantanal em MT, tenha sido provocado de forma criminosa por fazendeiros da região para transformar a área em pastagem.
    E agora, que o pasto já está pronto, o governo decretou estado de emergência. O agronegócio é fogo! 🔥

    E vejam só a última notícia: o estado de São Paulo pode ter “chuva preta” causada por fumaça de incêndios no Pantanal neste fim de semana…aumentem o forro das máscaras, vamos precisar! 😷

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    • rubirodrigues disse:

      Vejo que MAM chamou reforços. Os incêndios no Pantanal são resultado dos gênios “especialistas” do Chico Mendes que proibindo a pastagem do gado acumularam massa orgânica que anualmente morre naturalmente no ciclo de vida das plantas e agora alimenta incêndio inversamente proporcional a essa estreiteza mental. Anos antes era a camada de ozônio, lembra? O degelo da Antártica. Atribuir a culpa ao Bolsonaro atesta o grau da desorientação vigente. Inútil espernear, a Pós-Modernidade está moribunda e contra isso não há o que fazer a não ser adaptar-se e evoluir com a Natureza. De outro lado vale lembrar que Floresta Amazônica e Amazônia Legal são coisas distintas, está última, artimanha jurídica para conceder benefícios não merecidos em áreas de expansão agrícola onde o fogo reduz custos. Essa distinção é esquecida na hora de contabilizar incêndios, assim como todas as mortes ordinárias e historicamente normais são esquecidas na contagem dos óbitos pelo covid-19. Faço este registro para não deixar seu comentário prevalecer sem contestação, mas conheço as transformações inferenciais em curso em profundidade suficiente para compreender que a argumentação nesse plano dos acontecimentos resulta inútil. Apenas um diálogo que discuta os referenciais adotados pelos contentores poderia resultar em avanço na compreensão. Você não está errado(a) ao usar a lógica dialética, o engano reside em reduzir o mundo ao contemplado por ela,

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    • LSB disse:

      Só acredito nesse discurso quando os maiores “porcos” do Brasil – paulistanos e cariocas – limparem a poluição que geram e reverterem a degradação ambiental que causam.

      Nenhum lugar do Brasil é mais degradado, poluído, e, proporcionalmente ao território, desrespeita mais as leis ambientais que as “cosmopolitas” e “ambientalmente responsáveis” (no c* dos outros) São Paulo e Rio de Janeiro.

      Sim, pois são nesses centros “avançados” e “civilizados” onde os “inteligentinhos” cosmopolitas e ambientalmente responsáveis vivem a c*gar regra e indignação e a exigir TODA A FORÇA no cumprimento da lei ambiental e na sua forma mais draconiana possível (mas desde que seja aplicada a distâncias maiores que 1.000 km dos chiqueiros que vivem).

      Antes dos porquinhos exigirem que prendam definitivamente (crime inafiançável, imprescritível e, se possível, retroativo!), arrebentem e queimem equipamentos daqueles moribundos que estão tentando sobreviver lá no meio de uma região inóspita e sem qualquer infraestrutura, deveriam dar o exemplo e aplicar o mesmo rigor à própria sujeira.

      Vamos demolir À FORÇA a parcela de cada edificação urbana (em São Paulo e Rio) que exceda o limite legal. Prenda os moradores que resistirem. Botem fogo nas instalações fabris que despejam seus esgotos diretamente nos rios (não esperem julgamento, não… isso torna difícil o cumprimento da lei… deixem a gasolina e o isqueiro com o fiscal para que ele possa realmente interromper os crimes ambientais sem o risco jurídico de algum advogado conseguir fazer as “máquinas de poluir” serem religadas no caso de uma mera intervenção sem destruição de patrimônio).

      Enfim, ser draconiano, inflexível, intransigente, férreo, irredutível e IMPLACÁVEL com um povo pobre que está a milhares de quilômetros, tudo bem!
      (é claro que sempre se pode aplacar qualquer dilema de consciência nascituro apelando-se, mais ou menos conscientemente, para estereótipos construídos pelas “madrassas” – vulgo escolas – e pela mídia “imparcial”: o “vilão” a ser perseguido pela lei é apenas um vigarista rico, sujo, com barba por fazer, enganador, agressor, impiedoso, mentiroso, aventureiro, que chuta gato e cachorro por prazer e se regozija vendo animais morrendo no fogo que ele coloca para poder explorar e enganar o povo pobre de modo a ganhar milhõeeeees para gastar nas futilidades mais vis, degradantes e cafonas possíveis).

      Já no próprio quintal, os “cosmopolitas inteligentinhos e ambientalmente desesperados” de São Paulo e Rio de Janeiro professam “realismo”, “caem na real” e lembram de impossibilidades financeiras (de fato, são as menores rendas per capita do país…) e da falta de alternativas e, destarte, “suportam” e “fazem vistas grossas” aos próprios crimes ambientais (não exigem – e não aceitariam – 10% sequer do radicalismo que exigem na “Amazônia”, “contra os grileiros, madeireiros, fazendeiros, etc.”).
      Muito embora, é claro, devemos lembrar que se houvesse um lugar onde a incomplacência radical com a degradação ambiental e o clamor pela aplicação da lei na sua versão mais inquisitorial se justificariam plenamente (ou mais se justificariam em comparação) é justamente nos locais onde habitam esses “justiceiros ambientais”: São Paulo e Rio de Janeiro, pois são os locais do Brasil mais degradados ambientalmente!!!

      No mais, ainda sobre a Amazônia, o que o pessoal que “estuda” e é consciente espera?
      Que aquele povo fique olhando – dia sim e noite também sim – para o céu a “esperar Godot”?
      Ou melhor, a esperar o tal do “desenvolvimento sustentável” e da “bioeconomia”?

      Essa conversa é de “especialista” que não produz nada, não sabe fazer e só sabe dizer aos outros – que fazem – como deveriam fazer.

      Afinal, por que esses mentecaptos com “diproma” não param de ditar “receitas” de desenvolvimento sustentável, atividades econômicas ambientalmente responsáveis e alternativas lucrativas de “produção verde” (e também de fazer greve por melhores salários para os “cientistas” e “pesquisadores”) e vão lá fazer?
      Matariam 3 (TRÊS) “coelhos com uma cajadada só”: provariam que estão certos, salvariam a Amazônia e ganhariam rios de dinheiro (e não precisariam mais reclamar dos salários)…

      Então, por que não param de falar e c*gar regras e “conselhos” para os outros e vão lá empreender a tal da economia verde, salvando a Amazônia e não dependendo mais do “miserê” de professor/palestrante/especialista “dipromado”?

      (em suma: o povo lá tem que viver, tem que comer… não dá para ficar olhando para o céu esperando o dia que o governo chegar com sua política pública de desenvolvimento, etc e tal… PENSEM: o cidadão acorda e precisa dar um jeito de encher o estômago…)

      Abs e mais reflexão (realista) a todos…
      LSB

      PS: boa parte dos incêndios são criminosos (quem vive nessas regiões sabe).

      PS 2: o que me mais me comove nessa história toda é a virtude do ser humano que, sendo empresário de SP ou do RJ e querendo vender para a Europa (money, money, money…), pede, em nome da “sociedade solidária”, que seu governo detone seus conterrâneos que estão tentando sobreviver em condições paupérrimas a 1.000 km do ser virtuoso e solidário pois, do contrário, ele – quase um “anjo” caído haja vista sua responsabilidade social, ambiental e pró sociedade solidária – não conseguiria faturar alto bajulando europeu.

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    • GATO disse:

      É Cruz esse veio sobe encomenda do capeta, tanto que o chamo de BolsoNero, mas tudo fachada, briga com a França, mas usa BIC pra escrever e também para fazer a barba de cara de pau, tudo francês onde deve estar guardando os recursos que ninguém vê, combinando o jogo com o casado com a mulher feia, tudo ceninha de teatro, lá nos bastidores riem pra xuxu, enquanto nós oh tomando…..

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  • plonios disse:

    Era um dia de chuva, visibilidade reduzida, ocorreram vários acidentes. Aí teve aquele atropelamento em que o motorista estava bêbado, em alta velocidade e sem os óculos. Todos os outros eram “acidentes”, só esse era “homicídio doloso”. Essa imprensa…

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  • Cyro Laurenza disse:

    As vezes eu penso no volume de gases que 7,5 bilhões de pessoas soltam vários gases, pessoais da sua natureza e ao fazer a comida. Além disso as indústrias e outras costumeiras creditadas pelos seus efeitos Agora resulta o incêndio que soma Enfim vamos ficar mal Abração

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  • Adriana disse:

    É quase uma resignação. Muita gente não acredita, claro, aí em cima tem uma boa amostra. Mas tem a notícia que apenas 290 militares trabalham no combate ao fogo, muito pouco para as proporções continentais. Tem muito desempregado que aceitaria o trabalho, mas é o salário? E para contratar teria que ser concurso público? Com as dificuldades fiscais seria possível pagar esse serviço essencial? O Brasil se perde nas jabuticabas/bizarrices que criou.

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    • LSB disse:

      Prezada Adriana,

      A grande maioria desses incêndios é natural. Nessa época do ano tudo está ultra seco e o mato/capim virou palha. Como brinca meu pai, se cuspir pega fogo.
      Não há como evitar ou combater; no máximo, podemos controlar, “cercar” ou mitigá-los.
      Tais incêndios ocorrem no mundo todo e ninguém consegue “apagar” ou combater (sempre há imagens de casas, celeiros, galpões e outras edificações pegando fogo… o pessoal sequer consegue evitar que o fogo invada áreas habitadas).
      São “normais” e sempre aconteceram (e sempre acontecerão), pois fazem parte do “ciclo natural” da biosfera.

      É claro que:

      1 – há muitos incêndios criminosos (tanto aqui no Brasil quanto no resto do mundo).
      Motivações? Várias.
      Pode ser grileiro que está “aproveitando” a confusão para ocupar terras; pode ser fazendeiro, camponês, criador ou agricultor que está “aproveitando” para abrir áreas que de outra forma não seria possível (por ser ilegal) ou – mais provável – que seria até possível (por ser legal o desmatamento), mas que dependeria de uma burocracia intransponível; pode ser um ex-funcionário se vingando de do empregador (fazendeiro, usina de cana, fábrica de celulose, etc.) e pode ser também onguista/ativista tentando “criar provas” do aquecimento global (a velha tática “agitprop”).
      Creio, de fato, que há, na realidade, todos esses tipos de incendiários.

      2 – independentemente do problema, o Brasil tem (e teria) uma tremenda dificuldade para enfrentar qualquer “desafio” que apareça diante de si, haja vista nossa situação fiscal (e, concomitantemente, nossa “burrocracia” asfixiante, kafkiana, irracional, bizarra, contraditória e cujo cumprimento é inviável, infactível ou inexequível).

      Abs
      LSB

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    • GATO disse:

      Adriana é só convocar os recebedores de R$600,00 a darem a contra partida, mas que, vamos pegar a grana e tomar uma cervejas e fazer um feijoada, que trabalhar apagando fogo, concurso público não, concurso voluntário público.

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  • Carlos disse:

    A bolha esquerdista hipocrita insiste em tentar convencer que o governo atual está queimando tudo … Os imbecis não querem acreditar que a maioria dos brasileiros não cai na conversa dos criminosos que querem voltar a mamar nas tetas do estado.

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  • Carlos U Pozzobon disse:

    Wilson Martins em UM PAÍS DIFERENTE, a respeito da imigração no Paraná.

    Ao analisar as constantes climáticas no estado, apresenta os dados das temperaturas médias anuais de um grupo de cidades típicas como Curitiba, onde a coleta é mais antiga (pgs 20-24), a constância dos dados me intrigou, e resolvi pesquisar junto ao Instituo Nacional de Meteorologia o complemento das variações de temperatura a partir do ponto em que Wilson Martins tinha parado, até nossos dias.
    O resultado é surpreendente. Tomando a cidade de CURITIBA como referência, temos os seguintes valores:

    De 1885 a 1944 – Média anual: 16,3 graus C. (dados de WM)
    De 1931 a 1960 – Média anual: 16,5 graus C. (dados do INMET com sobreposição de 13 anos, isto é, de 1931 a 1944).
    De 1961 a 1990 – Média anual: 16,8 graus C. (dados do INMET)
    De 1991 a 2010 – Média anual: 17,4 graus C. (dados do INMET).
    Variação de 1885 para 2010: 1,1 grau C.

    Conclusão: como se trata de medida localizada na cidade, e que o microclima da região deve ter sido alterado pela expansão da cidade e impermeabilização do solo, ainda assim, a variação média no período de 125 anos é irrisória.

    E os fatores antropogênicos, tão comumente propalados como causa do aquecimento global?
    Ficamos sabendo que no recenseamento do Paraná entre 1853-62, o estado tinha 62 mil almas. Em 1873, 126.772 habitantes. Segundo o IBGE, o Paraná continha 11.377.239 habitantes em 2019. Ou seja, a variação de 126 mil para mais de 11 milhões produziu um aumento insignificante de temperatura. Isto comprova que os profetas do aquecimento são charlatães que se dedicam a sugar dinheiro público com um evangelho inventado por uma igreja universal do catastrofismo.

    Os dados de desmatamento são também reveladores (pg 25). Não tendo habilidade nem ferramentas adequadas ao manejo florestal, os imigrantes logo recorreram ao costume da coivara indígena, queimando progressivamente contingentes significativos da floresta nativa. Dos 178 mil quilômetros quadrados de mata virgem no Paraná, até 1930 tinham sido dizimados 38 mil. E com o grande ocupação do oeste do estado nos anos 30 a 45, foram dizimadas mais 48 mil km quadrados. Fica claro, mais uma vez, que não houve aquecimento RELEVANTE, justamente na fase de maior transformação no relevo vegetal do Paraná.

    Quem acredita no evangelho suga-verbas do aquecimento deveria buscar fontes de longa duração.

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  • Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut disse:

    Fernão, meu comentário das 17:50 minutos sumiu. Já havia colocado meu e-mail e nome. De repente, sumiu! Agora o seu texto não aparece antes dos comentários, somente um aviso: problemas com o Youtube.
    O meu comentário seria provavelmente o décimo terceiro, ou quarto.
    Quem sabe mais tarde…

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  • Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut disse:

    Uma coisa é certa: se estamos vendo surgir uma indústria da destruição ambiental pelo fogo é sinal que nossos governantes são incapazes, muito frouxos na aplicação das leis que já existem, ou existiam e foram deletadas. A indústria da seca, a indústria do fogo…e o povo pagará a conta sempre. O voto distrital puro poderia resolver a situação, mas quem vai resolver o latrocínio que nos tira a liberdade de sermos cidadãos de fato?
    As forças ciclópicas que aviltam a nossa Constituição Federal continuam e a quebra desse sistema que aí está somente ocorrerá se o povo se manifestar com veemência nas ruas e junto aos seus deputados e senadores, se é que se lembram em quem votaram.
    Uma andorinha anuncia a primavera, muitas andorinhas a fazem acontecer.

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    • LSB disse:

      Não misture alhos com bugalhos.

      O voto distrital puro com recall não impede e nem nunca impediu os incêndios anuais devastadores na Califórnia.
      (e lá o “kit” é “completo: voto distrital, referendos, confirmações, iniciativas de lei pela população, etc).

      Também não podem revogar o/a “El niño/a” que alteram a umidade e a pluviosidade.

      No mais, não existe “indústria da destruição ambiental pelo fogo” nenhuma. Existe um fenômeno natural (incêndios florestais) que está sendo “potencializado” por circunstâncias ambientais (pluviosidade, umidade, etc.) e “oportunistas” tirando uma ou outra vantagem (não necessariamente pecuniária).

      Por fim, a maioria das “vespas” (se interpretam corretamente o que o Fernão escreve), creio eu, entendem que a CF é muito mais caso de revogar, trocar ou rasgar do que de endeusar, aclamar, louvar ou divinizar…

      Abs*
      LSB

      * “Abraços” e não “amassos”, ok?

      PS: tentei, mas não consegui entender o “latrocínio” no contexto…

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      • Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut disse:

        Seu debochado! Voto distrital serve para deletarmos eleitos que não correspondem ao mandato que receberam do povo! Não ponha palavras em minha boca, e nem me empreste pensamentos que não expressei ! Sou geógrafo com excelente curriculum Vá fazer de idiotas os seus convivas, ou gente do gabinete do mal, onde o senhor deveria estar operando, lá no Planalto.
        Enquanto a Constituição Federal existir será a Lei Maior, nossa Carta Magna, entendeu? No mundo civilizado há regras lastreadas no respeito mútuo.Tudo o mais é deboche de quem não sabe o que propor para mudar o que aí está.
        Se a Lei Maior está errada deve ser emendada, transformada em algo que atenda ao que a sociedade deseja.
        Latrocínio, no caso, é matar e roubar o direito dos cidadãos de poderem exercer sua cidadania, usurpando-lhes o direito a um meio ambiente seguro, é deixar de agir como devem por obrigação de ofício, deixando a Nação despojada dos seus bens materiais e imateriais, sem ouvir os seus clamores.
        Os incêndios na Amazônia, no Cerrado e no Pantanal matogrossense não são obra do acaso, não são naturais, como muitas reportagens já demonstraram. Há interesses, sim, na exploração predatória das nossas riquezas em detrimento de nossas vidas em meio ambiente saudável.
        Matar floresta para minerar ouro – que talvez nem fique no Brasil -, que estupidez! E ainda poluem tudo com mercúrio metálico – solo e rios – e os peixes se tornam envenenados por esse mercúrio que metabolizam, acabando por envenenar quem os consuma. Até os índios entendem que o que está ocorrendo é um latrocínio,roubo seguido de mortes.
        Antes de tentar desconstruir os discursos dos “vespas” de forma bolsonarista bajuladora, vá tomar lições de etiqueta, boas maneiras.

        Leia na revista VEJA, de 1 de abril de 1998, na época dos incêndios colossais em Roraima, o artigo de Klester Cavalcanti e de Vladimir Netto intitulado ” Fogo, omissão e bravatas”, onde, no sub título consta:
        “Enquanto o incêndio destrói Roraima, os militares recusam ajuda em nome da soberania nacional na Amazônia”. Qual a diferença do que está de fato ocorrendo atualmente no Brasil no desgoverno Bolsonaro?
        Que a comunidade mundial saiba se impor e auxiliar os que realmente amam o Brasil a defendê-lo do obscurantismo depredatório praticado por maus empresários, maus cidadão e maus administradores públicos dignos de terem retomados seus mandatos ou cargos ,se o sistema fosse o de voto distrital pruro com recall, iniciativas, referendos e que coloca maus juízes nos seus devidos lugares,fora da vida pública!

        Aproveite o tempo LBS para ler minha proposta para a criação de uma frota de aviões de grande porte de combate a incêndios florestai e outros, que faço desde 1998, pois não basta a frota valorosa de aviões agrícolas pequenos que fazem esse serviço dentro de suas limitações. De 1998 até hoje quantos milhares de quilômetros quadrados de florestas, e outros biomas, com toda a vida que contém seriam preservados de destruição se essa frota solidária existisse? Leia em O Estado de São Paulo, no Fórum dos Leitores de 19/09 minha missiva Frota anti-incêndio, em carta eletrônica no portal estadao.com.br.

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      • A. disse:

        “Sou geógrafo com excelente curriculum”
        – Tá dando carteirada, Herbert? Que é isso, companheiro?

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      • LSB disse:

        Prezado Herbert,

        1 – Como A. já ressaltou, não me venha dar “carteirada”. Pois o “tamanho” do seu currículo não é prova que qualquer opinião sua esteja correta. Seu ponto de vista se torna correto, ou não, pelos argumentos que o fundamentam e não pelo “excelente curriculum” do interlocutor.
        E, ademais, se fosse esse o critério, eu apresentaria meu currículo… só gostaria de saber se, caso o meu “canudo” visse a se mostrar maior, mais extenso,com mais “extensões” ou seja “mais reluzente” mesmo, o senhor iria se ajoelhar diante e, submisso, babar de cabeça baixa?

        2 – “Sou geógrafo (…)”. Humanas? Sei…
        Tirando as exceções, as “Humanas” no Brasil são a quintessência da ignorância terrestre. Não à toa estamos nessa m*rda (não só o Brasil, mas o “ocidente” todo).
        Minha formação acadêmica é de exatas (engenharia, produção, mercados e finanças), PORÉM sou um estudioso incansável de “humanas”. Infelizmente, só o que posso dizer é que “Humanas” no Brasil é praticamente 100% lixo doutrinário (repito: subtraindo as exceções que comprovam a regra). Não estudam matemática, produção, engenharia, economia, lógica, tecnologia, ciência, etc. (de fato, possuem uma noção COMPLETAMENTE distorcida do que seja “ciência”). Noves fora a ignorância completa sobre tudo que não seja “humanas”, na própria área são uns ignorantes: só autores progressistas (ou simpatizantes) têm vez em nossas “madrassas”… Autores clássicos, conservadores, liberais, escolásticos, teólogos, etc. não passam nem perto das salas de aula… na verdade, a única referência a autores “não progressistas” é só com o propósito de inocular aversão a qualquer visão diferente do progressismo (seriam todas reacionárias, racistas, ultrapassadas, vencidas, superadas, do “ódio”, etc.).
        Ou seja, “Humanas” no Brasil é o 1/3 de 1/3 (um terço dos autores – progressistas – de um terço do conhecimento humano – Exatas e Biológicas passam longe).

        Não à toa, nossa “Maria Antonieta” do STF encheu o peito para dizer: “saúde não é mercadoria”. A diferença é que a estupidez da rainha (“se não tem pão que comam brioche”) é só uma lenda… já a imbecilidade e ignorância da que se acha rainha vai ficar registrada nos anais da história (em prosa, verso, vídeo e “meme”) a ilustrar a “Era da Mediocridade” que vivemos…

        3 – ” Vá fazer de idiotas os seus convivas, ou gente do gabinete do mal, onde o senhor deveria estar operando, lá no Planalto”
        Xingamento? Sei… normalmente o único e melhor argumento daqueles que abandonaram (ou foram abandonados) pela razão…

        4 – “Seu debochado! Voto distrital serve para deletarmos eleitos que não correspondem ao mandato que receberam do povo! Não ponha palavras em minha boca, e nem me empreste pensamentos que não expressei !”

        Vou transcrever parte de seu primeiro comentário:

        “A indústria da seca, a indústria do fogo…e o povo pagará a conta sempre. O voto distrital puro poderia resolver a situação”

        Pois bem, qual situação que o voto distrital puro poderia resolver?
        Pelo texto, entende-se que sejam as tais “indústria da seca” e “indústria do fogo”!
        Daí argumentei que onde há “voto distrital puro com recall” também há incêndios florestais (Califórnia) e, portanto, não há menor indício de que “voto distrital puro” poderia “resolver a situação” (leia-se incêndios florestais recorrentes).
        Mas repito a pergunta: qual situação que o voto distrital puro poderia resolver?

        – Se o senhor se referiu aos incêndios, então minha interpretação está correta (e minha crítica, consequentemente, também é válida). Nesse caso, o senhor está errado, ou maliciosamente pretende desdizer o que disse, quando tenta se afastar da minha interpretação (“Não ponha palavras em minha boca…”).

        – No entanto, se o senhor se referia a outra coisa que não os incêndios, então melhore sua redação, pois, nesse caso, tenho a obrigação de dizer, ela é péssima, fomenta confusão e mal entendidos e não exprime o que o senhor deseja expressar.

        5 – “Enquanto a Constituição Federal existir será a Lei Maior, nossa Carta Magna, entendeu? ”

        Como o FERNÃO já gastou uns 20 tinteiros escrevendo aqui: nossa CF é ANTIDEMOCRÁTICA, nunca foi APROVADA pelo povo, NÃO foi escrita por VERDADEIROS REPRESENTANTES do povo.
        É uma FRAUDE.
        E o APELO à SUBMISSÃO a essa fraude é o PRINCIPAL meio de DOMINAÇÃO (bem como a concordância com esse vil apelo constitui a PRINCIPAL característica da nossa mediocridade, ignorância e covardia)

        6 – “No mundo civilizado há regras lastreadas no respeito mútuo”
        No mundo civilizado a lei é feita com participação popular e anuência deste mesmo povo.
        No mundo civilizado, as pessoas não se comportam como escravos doutrinados e adestrados a justificar a própria opressão se achando inteligentes, preparados, estudados e conscientes.

        7 – “Se a Lei Maior está errada deve ser emendada, transformada em algo que atenda ao que a sociedade deseja”
        Desde que foi promulgada, não se vez outra coisa a não ser emendar a CF. A numeração das ECs já está acima de 100… E cada vez a CF está MAIS DISTANTE do que desejamos ou necessitamos…
        O que boa parte da sociedade deseja é OUTRA CONSTITUIÇÃO e não esse lixo socialista que está aí e NÃO ME REPRESENTA.
        Acontece que nunca irão deixar que o arcabouço jurídico seja aquilo que “a sociedade deseja”; pelo contrário, irão proteger e defender com unhas e dentes tal excrescência (e serão, obviamente, vitoriosos, já que a “quinta coluna”, no Brasil, é extensa e invencível).

        8 – “Latrocínio, no caso, é matar e roubar o direito dos cidadãos de poderem exercer sua cidadania, usurpando-lhes o direito a um meio ambiente seguro”

        Latrocínio não é isso. Não demonstre seu desconhecimento jurídico…
        Exemplo: se você roubar um remédio e o doente morrer pela falta deste, ISSO NÃO é latrocínio!!!!
        (seria furto + homicídio culposo ou com dolo eventual… alguns ainda conseguiriam enquadrar como “doloso”, mas, com toda certeza, isso não é latrocínio).

        9 -“…matar e roubar o direito dos cidadãos de poderem exercer sua cidadania, usurpando-lhes o direito a um meio ambiente seguro”

        Ainda na mesma frase, mais uma crítica: sinto cheiro de nazifascismo aqui.
        O Sakamoto, nesta semana, já inferiu que defender que algum possa recusar a usar máscara ou tomar vacina seria a mesma coisa que defender o direito desta pessoa de matar!
        São como esses raciocínios simplistas, furados, falaciosos e fraudulentos que se constrói regimes totalitários!
        Sim, se o fato do cidadão sair sem máscara for como “liberar assassinatos” ou não contribuir para um “meio ambiente seguro” for também um “latrocínio”, então é justificado o Estado aplicar o mais totalitário e controlador dos regimes possíveis para evitar que o cidadão comum se torne um “assassino” ou cometa um “latrocínio”.
        Enfim, são com esses “discursinhos” imbecis, manipuladores e falsos – mas, que, porém, apela para a suposta inteligência do ouvinte – que são construídas as piores tragédias da humanidade (pois os que se acham inteligentes sempre acreditam para provar que são inteligentes).

        10 – “Os incêndios na Amazônia, no Cerrado e no Pantanal matogrossense não são obra do acaso, não são naturais”

        Pare de repetir idiotices veiculadas pela mídia.
        (aliás, repetir o que se diz na mídia não é prova de inteligência por se manter atualizado ou “por dentro”. Para mim é quase prova de burrice ao utilizar tal fonte de referência e “sabedoria”).
        A maioria dos incêndios é natural sim.
        É geógrafo e não sabe disso???
        Mais uma vez: culpa das madrassas socialistas alcunhadas de escolas e universidades…

        Há incêndios intencionais? Sim, e não são poucos. MAS estão longe de ser a maioria deles.

        Interesses? Sim, principalmente de ONGs e Mídia que querem provar o aquecimento global.

        11 – “Há interesses, sim, na exploração predatória das nossas riquezas em detrimento de nossas vidas em meio ambiente saudável.
        Matar floresta para minerar ouro – que talvez nem fique no Brasil -, que estupidez! ”

        O mesmo lugar comum de sempre!
        Impressionante como a estupidez tem raiz profunda na Pindorama.
        Exploração predatória?! Matar floresta para minerar ouro”?!
        Para de ser simplista. Uma floresta se explora de várias maneiras e, SIM, alguma degradação é inevitável.
        (claro que as coisas são muito piores no Brasil, pois sendo nossas leis IRREAIS, a realidade se adapta da “pior forma possível”).
        Só imbecis acham que ALGO (normalmente chamado de “riqueza” erroneamente) NÃO EXPLORADO é riqueza.
        RIQUEZA SÓ É RIQUEZA quando EXPLORADA. Antes disso é nada.

        12 -“Antes de tentar desconstruir os discursos dos “vespas” de forma bolsonarista bajuladora, vá tomar lições de etiqueta, boas maneiras.”

        Tentar desconstruir eu irei mesmo, pois é ISSO QUE É UM DEBATE (embora tenho certeza que o senhor não sabe o que é um debate… pelo contrário, até pelo que escreveu, percebe-se que o senhor acha que um debate é um convescote onde se pratica cortesia e troca mútua de elogios e bajulação… mas não é isso, não).
        No mais, aprendeu chamar todo mundo que lhe critica de “bolsonarista”?
        É seu novo jargão inteligentinho? Seu novo melhor argumento?
        Penso que Bolsonaro é tosco e ignorante (como já expressei diversas vezes aqui), mas é “condizente” com o nível da Nação…
        Enfim, “vá tomar lições”.

        13 – “Leia na revista VEJA, de 1 de abril de 1998, na época dos incêndios colossais em Roraima, o artigo de Klester Cavalcanti e de Vladimir Netto intitulado ” Fogo, omissão e bravatas”, onde, no sub título consta:
        “Enquanto o incêndio destrói Roraima, os militares recusam ajuda em nome da soberania nacional na Amazônia”. Qual a diferença do que está de fato ocorrendo atualmente no Brasil no desgoverno Bolsonaro?”

        O que tem a reportagem de 1998? A revista estava jogada no banheiro?
        A única coisa que posso deduzir disso é que (embora eu já soubesse) desde 1998 (na verdade, desde a mais tempo), a imprensa só quer saber de fazer proselitismo político e defender o “progressismo”.
        No mais, a comunidade internacional pode querer ajudar quanto quiser, mas mesmo se conseguirem chegar aqui (pois nem sabem onde fica), não irão conseguir fazer bulhufas nenhuma (em função das dimensões territoriais, infraestrutura existente, etc.). Ou seja, iam fazer igual ou pior (mais provável) que nossos militares e conterrâneos…

        14 – “Que a comunidade mundial saiba se impor e auxiliar os que realmente amam o Brasil a defendê-lo do obscurantismo depredatório praticado por maus empresários, maus cidadão e maus administradores públicos”

        Larga de ser inocente!
        A comunidade internacional não possui “coração de ouro” e “atitudes desinteressadas”. Estão interessadas (a) na riqueza da região e (b) que o Brasil não explore (pois não querem outra potência no mundo).
        Maus cidadãos são os ignorantes que acham que, repetindo “chavões” supostamente “modernos” e “esclarecidos”, estão “salvando o mundo”.
        Maus cidadãos são os que apoiam leis utópicas (como luxo para suas próprias consciências ignorantes) que impedem o progresso, a criação de riquezas e fomentam a corrupção, a miséria e a “seleção adversa” de maus empresários, maus empreendedores, etc.

        15 – Quanto à frota de aviões de combate a incêndios, a ideia me parece tão boa quanto o “aerotrem”, o “trem bala Porto Alegre – Manaus” e a “ponte Rio-Lisboa”.
        Claro que podemos ter aviões de combate a incêndios. E, claro, eles AJUDAM o combate.
        Mas para se apagar um incêndio florestal necessita-se de milhões de litros (só para ter uma base, achei um caso na internet de que foram necessários 100 mil litros de água para apagar incêndio de UM supermercado). Incêndios florestais atingem centenas de hectares e, muitas vezes, com muito material combustível. O avião da Bombardier adaptado para combate a incêndios tem capacidade para pouco mais de 6.000 litros.

        Enfim, essa sua “frota solidária” (?!?! tudo agora tem que ser “solidário”?!??!!) teria que ter umas 2.000 a 3.000 aeronaves.
        Nesse contexto, o senhor, que é tão empenhado nesse proposta e que é um “geógrafo com excelente curriculum”, já estimou a quantidade de aeronaves necessárias?
        Ou só está dando “asas à imaginação” e, sem refletir minimamente, soltando “ideias” aleatórias sem qualquer embasamento técnico exceto a pretensão (ou auto engano) de estar “salvando o mundo”?

        Abs, mais reflexões realistas e menos “chavões”.
        LSB

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  • afparola disse:

    Basta ver https://firms.modaps.eosdis.nasa.gov/map/#t:adv;d:2020-08-06..2020-08-07;@69.4,13.8,2z para ter a fotografia das queimadas pelo mundo

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  • afparola disse:

    Quem tiver interesse a respeito de queimadas no Brasil sugiro que acessem https://telecom-brasil.blogspot.com/2019/08/as-queimadas-no-brasil.html principalmente após a figura 6.
    …………..
    Os dados da Figura 6 acima demonstram claramente a afirmação inicial que queimadas e desmatamento, embora apresentem relação entre si, são dois problemas totalmente distintos, pois a soma das áreas queimadas no período de 2003 a 2018 atingem um total de 5.462.000 km2 ou seja 66,47% do território nacional. Se fossem áreas diferentes a cada ano, o Brasil seria um imenso deserto. Isso significa que a maior parte das áreas que tem queimadas são áreas de cultivo e as queimadas se repetem, ano após ano, nas mesmas áreas, como por exemplo nos canaviais nos quais a colheita ainda é feita de forma manual.”……….

    Como podemos ver nas Figuras 9 e 10 a área queimada no bioma Cerrado é sempre muito maior do que a área queimada no bioma Amazônia. Como o bioma Cerrado tem uma área de cerca de 48% da área do bioma Amazônia, o índice de queimada no Cerrado, em relação à Amazônia, é cerca de duas vezes maior do que o apresentado na Figura 10. ………….

    Se olharmos com atenção a Figura 8, talvez devêssemos estar preocupados não só com a Amazônia, mas também com os outros biomas, especialmente o Cerrado pela sua dimensão, e o Pantanal que tem menos de 2% da área do território nacional, mas que apresenta uma das maiores porcentagens de queimadas em relação à sua área total. Para mais detalhes ver Figuras 13 e 16. ……….

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  • Fernão, o fato do governo ter investido apenas 105 mil reais até o mês passado no combate à incêndios já demonstra a preocupação que eles têm em preservar o ambiente.
    Não precisa ser muito inteligente para perceber a diferença.
    E outra coisa, o alto escalão do governo vem negando as mudanças climáticas desde o início do mandato do Bolsonaro, alguns chegando a afirmar que a Terra é plana e que a “narrativa do aquecimento global” é um plano comunista / globalista de dominação mundial. Portanto não me venha defender este governo de quinta categoria que até você sabe que é indefensável.

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  • GATO disse:

    É amigos da rede bobo, tanto talento desperdiçado, vamos tomar o poder das mãos desses bost** e com a contribuição angelical de todos salvemos o planeta, que tá ficando perneta. Como já disse outro francês, as coisas aqui não são a sério, é tudo brincadeirinha. Escravos ralando e brigando e um baixinho de cinco estrelas mentindo pra mastro de navio. Nada de abraços, nem beijinhos pau pau Brasil.

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  • LSB disse:

    Prezado,

    Quem exatamente no governo chegou a “afirmar que a Terra é plana”?
    Devo ter perdido essa notícia, pois não estou me recordando de ninguém afirmando isso e MUITO MENOS brigando para que a Terra passasse a ser considerada “plana”.

    De fato, se o senhor não percebeu, essa agora RECORRENTE referência a uma (supostamente) renascente crença que a Terra é plana é só diversionismo, ou ainda, “cortina de fumaça”.
    Na incapacidade de contra-argumentar as críticas que vem recebendo, a “mídia” e os “especialistas” de cativeiro (universidade e institutos de pesquisas) vêm tentando desqualificar as certeiras reprovações manifestadas com a SUGESTÃO de que as mesmas partiriam daqueles que acreditam que a Terra seja plana e que seriam tão bem embasadas quanto essa última.

    Enfim, tática diversionista para iludir os que se deixam iludir.

    NINGUÉM está brigando pela Terra Plana. NINGUÉM está preocupado com isso. E, com toda a certeza, a grandíssima maioria das pessoas que já não aguenta mais a imprensa e os especialistas amestrados (como diz o Fernão) NÃO acredita que a Terra seja plana.
    (e a quantidade de pessoas que acreditam que a Terra seja plana TAMBÉM NÃO AUMENTOU…. o que aumentou foi a “atenção” da mídia para dar a impressão de que tais “lunáticos” estão aumentando e que deles partiriam a discordância em relação à “intelligentsia”).

    Quanto ao aquecimento global:

    1 – Não é CERTEZA ABSOLUTA de que está havendo uma aquecimento além das flutuações normais da Terra.
    Há vários questionamentos no que se refere aos dados. Não vou reproduzir todas as críticas, incertezas e dúvidas, pois isso seria inviável no espaço. No entanto, procure uma literatura mais especializada e você verá a fragilidade da tese de que está ocorrendo aquecimento (além do normal);

    2 – Ainda que se admita o aquecimento, nada “prova” que seja causado pelo ser humano. Radiação solar e formação de nuvens são duas “variáveis” altamente influenciadoras da temperatura terrestre, porém não estão sendo consideradas nos “modelos climáticos”;

    3 – “Efeito estufa” é só uma palavra “bonita”, pois uma estufa funciona de forma totalmente diferente. De fato, a estufa impede a troca gasosa e, portanto, não há troca de calor por convecção. Não existe nada assim na atmosfera (nenhum efeito que esteja impedindo a troca de calor com o espaço como o vidro ou o plástico aprisiona o ar dentro da estufa).
    A alegação é de que o CO2 favorece a absorção de calor e impede a dissipação do mesmo no espaço sideral.
    Entretanto, as partículas de CO2 representam, em relação às demais partículas componentes do “ar”, a proporção de 400 partículas por MILHÃO.
    A grosso modo, para que o efeito do CO2, conforme alegado na hipótese, seja comparável ao do N2 ou ao do O2, seria necessário que a capacidade de absorção e retenção de calor do CO2 fosse 2.500 vezes maiores que das demais partículas.
    Confesso minha ignorância nesse ponto, porém não acredito (em função de experiências com números e grandezas físicas afins) em tal proporção.

    4 – De qualquer forma, assumindo (a) o aquecimento global e admitindo (b) que seja por causa do CO2, outra dúvida surge:
    Quais as fontes reais de emissão de CO2?
    A “contabilidade” fraudulenta apresentada pelas “especialistas” é muito mal feito e muito mentirosa para se acreditar nela.
    Exemplo: os “puns” do gado. Desde Lavoisier sabemos que NADA SE CRIA, portanto, todo o CO2 expelido no PUM da vaca só pode ter vindo da própria atmosfera por meio do processo de fotossíntese do capim.
    A fonte de carbono do capim é exatamente o CO2 da atmosfera; logo, a vaca não pode “peidar” mais do que retirou do ar (na verdade, “peida” menos, uma vez que boa parte do CO2 ingerido sai nas fezes ou simplesmente faz parte da constituição do animal).
    (não vou entrar aqui na questão de outros gases e de outras atividades. O exemplo é só para ilustrar o quanto não são dignas de crédito as “pesquisas” sobre a contabilidade da emissão de CO2).

    5 – Ainda assumindo (a) o aquecimento global e admitindo (b) que seja por causa do CO2, tenho outra pergunta:
    POR QUE A ÚNICA SOLUÇÃO é simplesmente PARAR DE USAR COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS ou DIMINUIR a emissão de CO2?
    Por que simplesmente não pensamos em soluções que RETIRAM CO2 da atmosfera?
    Pensem 5 minutos em diversos problemas que o ser humano enfrentou ao longo da história. Imaginem se diante de cada limite encontrado, a única solução adotada fosse essa (parar de usar o recurso ou parar de realizar a atividade)?
    De fato, muitas vezes as soluções não são simplesmente “parem as prensas”…
    Nesse contexto, pregar que as florestas sejam intocáveis não é muito inteligente (pelo contrário, chega a ser contraproducente), pois uma floresta “crescida” consome pouco CO2 da atmosfera (as árvores já estão crescidas).
    Muito MAIS LÓGICO seria derrubar a floresta (utilizando a madeira para móveis por exemplo e assim MANTER o CO2 estocado) e REPLANTAR a floresta que irá, ao crescer, retirar MUITO MAIS, MAS MUITO MAIS CO2 da atmosfera do que a floresta já desenvolvida.
    De fato, se a preocupação FOSSE REALMENTE COM O CO2 na atmosfera, haveria severa condenação ao concreto e TODO APOIO POSSÍVEL à utilização de madeira como elemento estrutural e de construção (pois aí seria CO2 armazenado e, com tal demanda, novas “florestas” seriam plantadas e retirariam enormes quantidades de CO2 da atmosfera… seria a verdadeira “indústria da despoluição” – para usar um termo da moda – já que uma floresta EM CRESCIMENTO retira MUITO MAIS CO2 da atmosfera do que um floresta “velha”…).

    6 – Por fim, ainda que assumíssemos que:

    (a) o aquecimento global é real;
    (b) o aquecimento global é gerado por emissões de CO2 (e não por outras causas);
    (c) as emissões responsáveis pelo aquecimento são aquelas produzidas pelo ser humano;
    (d) retirar CO2 da atmosfera NÃO É SOLUÇÃO e só podemos “consertar” o clima parando simplesmente de emitir;

    Tenho a seguinte pergunta: QUEM paga a conta?
    Por que os países pobres deveriam desacelerar seu crescimento (ao torná-lo mais custoso) enquanto que a maior parte da mudança climática teria sido causada pelos ricos?
    Paguem a conta se estão preocupados.
    E pagar a conta não é dar esmola (tipo US$ 100 milhões uma vez).
    Por baixo: 20 milhões de pessoas x US$ 25 mil anuais (renda “mínima” para ser primeiro mundo) = US$ 500 BILHÕES por ano.
    Enfim, se chegar com uns 10 cheques pré datados nesse valor cada um, podemos conversar…

    Para concluir: sim, essa “onda” de aquecimento global tem 1% de ciência e 99% de política (no caso, dar um jeito da Europa se manter em vantagem comparativa à ralé do mundo, uma vez que a industrialização já não é mais garantia de supremacia nas relações de troca como foi durante o séc. XX, dado que o mundo inteiro já sabe “fabricar” produtos em geral).

    Sds calorosas (tão reais e tão bem comprovadas quanto o efeito estufa produzido pelo emissões de CO2).
    LSB

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    • LSB disse:

      Esse comentário foi em resposta ao senhor Otávio Pacheco (18 de setembro de 2020 às 12:10).

      Acabou sendo publicado como um comentário “independente” por “falha nossa”.

      LSB

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    • LSB disse:

      Ah, lembrei de um outro EXCELENTE MOTIVO para não se acreditar piamente no aquecimento global (ou melhor, para se duvidar muito dessa “bandeira” do “mainstream”).

      Os modelos climáticos utilizados nas previsões de aquecimento NÃO PASSAM no TESTE DE FEEDBACK.

      O que significa isso?

      Significa que os modelos matemáticos que “juram” que a Terra vai atingir uma temperatura “mortífera”, quando alimentados com dados do passado, NÃO PREVEEM corretamente o clima como ELE REALMENTE se comportou.
      (exemplo: a previsão do clima para a década de 1980 utilizando os dados de 1970 mostraram que os modelos geram resultados completamente diferentes aos daqueles que REALMENTE ocorreram na década de 1980).

      Em outras palavras, os modelos climáticos que são utilizados para apavorar as pessoas estão simplesmente ERRADOS (não “acertam” previsão alguma, conforme se é possível testar utilizando dados do passado e conferindo se os resultados batem).

      Abs desconfiados a todos
      LSB

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    • A. disse:

      Caro LSB: “A fonte de carbono do capim é exatamente o CO2 da atmosfera; logo, a vaca não pode “peidar” mais do que retirou do ar (na verdade, “peida” menos, uma vez que boa parte do CO2 ingerido sai nas fezes ou simplesmente faz parte da constituição do animal).”
      – Só pra “enriquecer o debate” (adoro essa expressão): como só uma boa parte de CO² sai, o restante passa a fazer parte do leite e da carne. PORTANTO: bebemos e comemos peido de vaca…! Os resultados disso são catastróficos, como o sr. próprio tem conferido pelo conteúdo de alguns comentários!
      Abração, ótimo final de semana!

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  • Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut disse:

    Senhor LSB, seu nível é muito baixo, a ponto de o senhor escrever que: “o que posso dizer é que “Humanas” no Brasil é praticamente 100% lixo doutrinário”.
    Não é à toa que o senhor não usa seu nome por extenso quando faz comentários aqui no vespeiro , escondendo-se atrás das letras LSB.
    FLM todos sabemos que é o notório Fernão Lara Mesquita, que mantém este foro democrático de debates.

    Quando citei em meu comentário que sou formado em geografia não foi para dar carteirada como maldosamente interpretastes, seguindo o comentário de outro debochado que se identifica por A.,mas foi para mostrar que não sou o tábula rasa que o senhor tenta me transformar.
    E, jamais, senhor LSB, tive o rompante e a soberba de Vossa Senhoria que ao citar seu “canudo” (diploma) afirmou: ” o senhor. (eu) iria se ajoelhar diante e, submisso, babar de cabeça baixa”?
    Resposta minha a esta frase de Vossa Senhoria: jamais!

    Agradeço muito as suas críticas rocambolescas, pois assim os demais leitores do vespeiro.com tem mais uma oportunidade para avaliar seus altíssimos conhecimentos como engenheiro. Gostaria muito que o senhor ,sem falsa modéstia, aqui apresentasse o melhor de sua produção como engenheiro, e tenho certeza que ninguém irá acusá-lo de “carteirada”.

    Frota de aviões. Países da União Européia que produzem madeira em reflorestamentos artificiais usam grandes aviões de combate a incêndios e socorrem-se mutuamente, não importando se os incêndios são naturais ou provocados. Aviões agrícolas necessitam retornar ao solo para reabastecer, enquanto que os grandes aviões não precisam, bastando sobrevoar a superfície de um lago, ou rio, e sugar muito mais água para os tanques, retornando rapidamente para a área atingida, sendo alguns dotados com turbinas. Nos seus cálculos seriam necessários de 2000 a 3000 aviões… que bobagem! Outra. não citei o nome da empresa fabricante do avião, pois existem várias, e o da empresa Bombardier – canadense – que o senhor citou, com capacidade para 6000 litros, dá de dez a zero num pequeno avião agrícola. repito o elogio que já fiz ao valoroso trabalho da nossa frota nacional de aviões agrícolas no combate a incêndios florestais e queimadas, conforme suas características e limitações.
    Mineração do ouro na Amazônia geralmente destrói a floresta, o solo, os demais tributários e muitas vezes a madeira é desviada. No Cerrado a exploração do ouro e sua depredação do meio ambiente, da forma como é feita, pode ser medida em Poconé – MT – onde o mercúrio polui muito.
    Talvez o incêndio no cerrado em Poconé sirva para facilitar o acesso de mais mineradores.
    Passe bem, senhor moita!

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    • A. disse:

      Sr. Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut: às vezes o silencio é a melhor resposta que devemos ter. Sua emenda conseguiu ficar pior que o soneto…

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    • LSB disse:

      Prezado Herbert,

      Para concluir a “discórdia” da maneira mais amigável possível:

      1 – Realmente uso somente minhas iniciais porque não quero me expor. Não estou aqui para brigar pessoalmente com ninguém e, daí, o que importa é a ideia (boa, ruim, válida ou errada) que eu possa expor.
      Entendo sua crítica, mas, de qualquer forma, acho que isso não é o ponto principal aqui.

      2 – Alguns trechos do meu comentário foram, evidentemente, piada e gozação. Mas, de qualquer forma, entendo que não é adequado misturar “brincadeiras” com uma argumentação séria se isso não ficar bastante explícito. A crítica procede, peço desculpas e observarei mais esse ponto.

      3 – Quando eu disse que no Brasil, Humanas é “praticamente 100% lixo doutrinário”, talvez tenha sido agressivo demais. No entanto, ainda assim, mantenho minha crítica. Sou um apaixonado por Humanas – como ressaltei – e, até por isso mesmo, entendo que o enviesamento nos cursos de Humanas é inadmissível (e ocorre em praticamente todas as faculdades, etc.). Há exceções? Sim, claro que há. Mas são isso: exceções*!
      Outro ponto é que fora do Brasil, as Humanas “utilizam” e “interagem” muito mais com as demais ciências (isso praticamente não aqui).

      (* proporcionalmente falando, é claro, pois se for considerar números absolutos, obviamente a lista de “exceções” é “gigante”)

      4 – Quanto ao “tábula rasa que o senhor tenta me transformar”, garanto que essa nunca foi minha intenção. Aliás, se imaginasse isso do senhor, jamais perderia meu tempo escrevendo (pois, por definição, eu também teria que achar que tal iniciativa seria inútil).
      Pelo contrário, se escrevo e critico é porque acredito que o senhor tem capacidade de assimilar a crítica e até evoluir com elas.
      No caso em tela, minha principal crítica (que foi dirigida foi senhor, mas que pode ser estendida a uma parcela significativa da população “esclarecida”) foi a de muitas vezes se posta ou se emite opiniões sem refletir muito sobre a sua lógica, consequência, viabilidade, relevância, correlação entre os fatos, termos empregados, etc.

      5 – Não trabalho com engenharia (só trabalhei muito brevemente após a faculdade). Até teria algum trabalho para mostrar, mas (a) não faz o menor sentido seguir nessa linha de discussão e (b) eu preferia não mostrar.

      6 – Quantos aos aviões: não fiz cálculo algum. Citei um número alto só para ilustrar. Perguntei se o senhor havia estimado a quantidade necessária pois, como autor da ideia, poderia ou deveria ter estimado.
      Não duvido que a Europa tenha uma frota de combate a incêndios. Com certeza essa frota é importante no combate, mas também com certeza não é garantia de conseguir extinguir o fogo, haja vista incêndios na Europa que duram dias.
      Nos EUA também há incêndios que não são apagados com aviões – ainda que eles ajudem (e olhe que “90%” de tudo que é relacionado à aviação está ou aconteceu nos EUA: maiores frotas de tudo, uns 90% de todas as aeronaves produzidas no mundo até hoje foram produzidas lá, etc).
      No mais, há a questão da viabilidade, custos e prioridades do Brasil (sim, incêndios florestais são ruins, mas o que não falta é “problema” que necessita de dinheiro para ser solucionado).
      (quanto a “solidário”: talvez faça sentido quando se fala entre países, mas não em um federação quando se tratar de um “bem” federal pois, por definição, “federal” é da “federação” e, portanto, de todos).

      7 – “Mineração do ouro na Amazônia geralmente destrói a floresta, o solo, os demais tributários e muitas vezes a madeira é desviada. No Cerrado a exploração do ouro e sua depredação do meio ambiente, da forma como é feita, pode ser medida em Poconé – MT – onde o mercúrio polui muito”.

      Quando critico as Humanas no Brasil é justamente por isso. Seu comentário é típico da “economia” (ou conceitos) socialista(s) ministrada(os) em nossas “madrassas”.
      Reconheço que esse linha de raciocínio é muito comum no Brasil, MAS é só fruto de uma educação manipuladora, embusteira e falaciosa.
      Isto porque esse rol de “estragos” e efeitos indesejados não são consequências da exploração. Pelo contrário, são resultados diretos da proibição da exploração.
      De fato, a lei que “nega” a realidade faz a realidade se adaptar da pior forma possível.
      Ao proibir a exploração, expulsa-se todo e qualquer empresário honesto ou qualquer explorador que pretende construir “algo” no longo prazo. Mas como a lei não muda a realidade, o povo acaba explorando “fora da lei” mesmo (e aí os exploradores são os piores possíveis, os mais sem caráter, etc.).
      Enfim, ao invés de permitir uma exploração racional (que não será perfeita, é claro, mas é possível ser bastante aceitável), proíbe-se tudo (o que acaba gerando uma exploração predatória e incapaz de gerar desenvolvimento).

      Esperando ter concluído da maneira mais amigável possível nossa discórdia, também fico por aqui.

      Abs
      LSB

      PS: escrevo longos raciocínios, sim; mas chamar meu estilo de “rocambolesco” não creio que proceda (ainda que tenha que admitir que se trata de um julgamento deveras pessoal).

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      • Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut disse:

        Ao senhor LSB.
        Em resposta aos meus comentários de 17/set/2020, às 21:42 e o outro às 23:58, Vossa Senhoria, LSB teceu longos textos analíticos. No primeiro deles datado de 18/set/2020, às 15:07, logo no início do texto, no item 1, segundo parágrafo, revela seu pensamento beirando a obscenidade quando o senhor escreveu, como transcrevo abaixo, ‘ ipsis literis’, em maiúscula para não lhe passar desapercebido:

        “E, ADEMAIS , SE FOSSE ESSE O CRITÉRIO, EU APRESENTARIA MEU CURRÍCULO…SÓ GOSTARIA DE SABER SE, CASO O MEU “‘CANUDO” VISSE A SE MOSTRAR MAIOR, MAIS EXTENSO, COM MAIS “EXTENSÕES” OU SEJA “MAIS RELUZENTE” MESMO, O SENHOR IRIA SE AJOELHAR DIANTE E, SUBMISSO, BABAR DE CABEÇA BAIXA?”.

        Minha resposta a Vossa Senhoria foi: jamais!
        Senhor LSB, vossa afirmação, que acima destaquei em letra maiúscula, é atitude de uma pessoa que se diz culto e amante das ciências exatas e das humanidades, como o senhor se apresenta, apesar de ter afirmado, em sua resposta que citei, que humanidades no Brasil é lixo?. No mínimo. a sua frase é um insulto disfarçado de pergunta de muito baixo nível. Chama sua atitude de argumentação científica, numa discussão entre pessoas que desejam melhorar a sociedade humana? Vossa agressividade ao comentar aqui no vespeiro.com deve ser reavaliada.

        Por respeito aos leitores em todo o mundo, e aos que aqui apresentam seus comentários, o senhor deveria ter se desculpado pela frase e espero que ainda o faça. Entretanto, como o vespeiro.com é um espaço democrático o senhor terá respeitada a liberdade de não fazê-lo.
        ————————————————————————————————-
        Sobre outros assuntos abordados em meus comentários desejo lembrar que:

        Caso o senhor tenha esquecido a Ciência Geográfica se divide didaticamente em geografia humana e geografia física, sendo que nas duas áreas o método científico requerido nos estudos empresta obviamente das Ciências Exatas os instrumentos de análise nas pesquisas, como por exemplo, da Estatística, da Computação, da Matemática, da Química, da Física e outras..

        A propósito do mega incêndio no Pantanal mato-grossense, na Amazônia e nos Cerrados, lembro que o primeiro horizonte do solo, denominado de “O” – orgânico – dessas áreas atingidas foi intensamente carbonizado/ calcinado incluindo os micro-organismos que o fertilizam. As sementes no chão e nas árvores foram torradas pelas sucessivas agressões do fogo intenso dos últimos anos. A recuperação da vegetação plenamente, ou será muito lenta, ou não mais ocorrerá, restando uma área pobre, degrada sujeitas às consequências da erosão, provocando assoreamento dos canais fluviais, morte a vida aquática, prejudicando a fauna local e a de passagem migratória para outros países.
        Em tempo:
        na Geografia temos como uma das disciplinas a Pedologia – estudo dos solos -, que também faz parte dos currículos de outras ciências, como a engenharia e agronomia, por exemplo.
        Espero que não aconteça no Pantanal, e nos outros biomas, o que aconteceu no “Dust Bowl” nos Estados Unidos da América, que de celeiro da produção de do trigo mundial no início do século XX – mais do que na União Soviética – durante quatro anos, resultou, pela intervenção humana pesada, estiagem intensa e pragas – gafanhotos e coelhos – num deserto de onde as altas nuvens de poeira que ocorrem até hoje causando estragos também em outras regiões americanas.

        Solidariedade é o que a pandemia da covid-19 está nos ensinando a resgatar!

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      • LSB disse:

        Prezado Herbert,

        PONTO A

        “Minha resposta a Vossa Senhoria foi: jamais!
        Senhor LSB, vossa afirmação, que acima destaquei em letra maiúscula, é atitude de uma pessoa que se diz culto e amante das ciências exatas e das humanidades, (…)
        Por respeito aos leitores em todo o mundo, e aos que aqui apresentam seus comentários, o senhor deveria ter se desculpado pela frase e espero que ainda o faça. Entretanto, como o vespeiro.com é um espaço democrático o senhor terá respeitada a liberdade de não fazê-lo.”

        Vou reproduzir o que escrevi no meu comentário que estamos respondendo (22 de setembro de 2020 às 22:22):

        “2 – Alguns trechos do meu comentário foram, evidentemente, piada e gozação. Mas, de qualquer forma, entendo que não é adequado misturar “brincadeiras” com uma argumentação séria se isso não ficar bastante explícito. A crítica procede, peço desculpas e observarei mais esse ponto.”

        As desculpas foram exatamente por essa brincadeira exagerada e que não acrescentam nada à argumentação.
        Portanto, pedi desculpas onde entendi que passei do limite.

        Noves fora meu pedido de desculpas, faço questão de explicar (ainda que não justifique) que só fui meio grosso e mal educado em resposta ao nível que o sr. adotou.
        Sim, porque eu havia feito uma crítica “de boa” , ainda que irônica(1 – que voto distrital puro não teria muito efeito nos incêndios florestais; 2 – que esses são, em sua maioria, naturais; 3 – que a bandeira do Fernão é muito mais mudar/revogar essa CF do que aplaudi-la ou louvá-la; e 4 – “latrocínio” estava sendo empregado errado), e o sr. veio xingando e tentando desqualificar (reveja, na ordem, os comentários):

        “Vá fazer de idiotas os seus convivas, ou gente do gabinete do mal, onde o senhor deveria estar operando, lá no Planalto.”

        “Antes de tentar desconstruir os discursos dos “vespas” de forma bolsonarista bajuladora”

        Ou seja, eu fiz uma crítica irônica, MAS o sr., logo a seguir, baixou o nível primeiro. Só respondi à altura (que não deveria e já reconheci o erro).

        PONTO B

        Continuo achando que Humanas no Brasil é excepcionalmente horrível.
        A palavra “lixo” é forte demais? Talvez… Mas continuo achando que as Humanas no Brasil são muito, mas muito ruins.
        Claro que há professores e alunos que geniais! Mas são exceções… 10% ou 15% no máximo… no creio que passa de 20%…
        Nesse contexto, quem se destaca é por esforço próprio. Os currículos são lamentáveis e pobres.
        E tenho direito a achar isso.
        Na minha OPINIÃO, basta ler as opiniões, seja no Vespeiro, seja na “imprensa tradicional”, seja em comentários de qualquer notícia para se observar que o brasileiro, no geral, sofreu lavagem cerebral: o que ele julga totalmente “certo” normalmente nada mais é do que um interpretação marxista da economia ou da história.
        Só um exemplo ilustrativo: o capitalismo gera miséria!
        Mentira. Mas uma mentira que é dita umas 5.673.744 vezes por dia porque as escolas e os professores “críticos” só sabem repetir essa besteira (e são ignorantes completos em economia).
        Sobre sua geografia: lembro até hoje, com 10 ou 11 anos de idade, uma professora de geografia explicando e conscientizando nós, alunos, sobre como seria um ardil maligno dos EUA oferecer empréstimos via Exim Bank ao Brasil (anos 80).
        A professora ignorante argumentou que era um terrível ardil uma vez que os americanos ofereciam dólares, mas – PASMEM – obrigavam os brasileiros a comprar lá. Terrível sacanagem: eles, americanos, fingiam emprestar o dinheiro, mas este voltava para lá e, assim, os EUA ficavam com os dólares, os juros e ainda vendiam produto enquanto o Brasil ficava com a dívida externa. Oh!
        O cretino aqui perguntou porque o Brasil comprava então. Perguntei porque fazer esse negócio.
        A resposta: porque eles obrigam contratualmente!
        Como uma criança de 11 anos não conhece tratados internacionais, calei minha boca, MAS não aceitei completamente.

        Pois bem: essa “interpretaçãozinha” é, no mínimo, ERRADA, para não dizer manipuladora. Fruto da Humanas socialista brasileira.

        Para concluir: continuo achando que as Humanas (tirando as exceções), simplesmente não presta.
        E o mais óbvio indício disso é a lama na qual nos encontramos. Ninguém entende nada, para dizer o mínimo.

        PONTO C

        Sei perfeitamente o que o incêndio causa no solo.
        Não digo que não é importante combater, evitar, etc. e tal.
        No entanto:

        – são naturais (ainda que não todos) e irão ocorrer todos os anos:
        – todos os meios de combate são válidos, PORÉM, como tudo em uma nação, estão sujeitos a prioridades, relações custos x benefícios, custo de oportunidade, etc.

        Abs
        LSB

        PS: sem querer começar outra discussão, porque isso não é realmente importante, MAS acho que solidariedade foi o que o Estado de Bem Estar Social (ou seu sonho) associado ao progressismo/ativismo mataram (talvez para sempre).

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      • LSB disse:

        Ah, e mais um ponto.
        (chato voltar no assunto, mas…)

        Quando disse que no Brasil as Humanas quase não estudam ou interagem com outras áreas do conhecimento, obviamente também não estava me referindo às “exceções” de praxe: economia e administração, geografia; arquitetura, etc.

        Talvez, de fato, não são sequer exceções, MAS eu me referia a Humanas mais, digamos, clássicas: filosofia, direito, sociologia, ciências políticas, comunicação, entre outras.

        No máximo, uma “estatísticazinha” mequetrefe e ultra básica para poderem “pescar” números (ou torturar números, como diria o Delfim) para “provar” (ou confessar, segundo o professor) teses progressistas.

        (como as inúmeras “estatísticas” que estão aí para provar tudo quanto é “preconceito”… mas não passariam em uma análise estatística séria… Thomas Sowell, em “Discrepâncias e Disparidades”, dá uma SENHORA aula sobre o tema).

        Um caso no qual eu fui “vítima” para exemplificar: uma socióloga lecionando a tese de doutorado dela que, por sua vez, era baseada em um interpretação ABSURDAMENTE errada de estatística (a soma dela dava mais de 100% e ela não percebia isso porque estava tratando cada “classe” de forma separada…).
        Quase deu polícia na sala de aula porque eu não deixei ela seguir em frente e ponto!
        A discussão (que foi até o final da “aula”) terminou quando ela “aceitou” que eu estava certo, porém achava que tinha o “direito” de dar a interpretação que quisesse para os números!
        Mas ela estava tão errada que eu poderia apostar um braço meu nisso.
        De qualquer forma, era uma DOUTORA destilando ignorância que julgo inaceitável em crianças de quinta série. E tudo para construir a tese anticapitalista dela. Terrível. Lastimável.
        (mas, nesse instituição também havia um dos melhores professores que conheci… e de sociologia também…. a exceção, é claro).

        Claro que, ainda que este tenha sido o “pior” caso, eu “testemunhei” muitas outras situações similares e muito, mas muito proselitismo político de esquerda (e quase “zero” de conteúdo liberal, conservador, clássico, etc.)

        E tudo isso que comento acima é muito observável a partir das respectivas “produções intelectuais” mesmo. Para citar alguns autores que me vem à mente:
        Steve Pinker, Yuval Harari, John Adams* (menos conhecido, mas trata-se de um geógrafo inglês que estuda risco).
        Enfim, a qualidade do que se produz no exterior** está a anos luz do “rame rame” socialista daqui.

        (não que eu concorde integralmente com tais autores – ou que se tenha que concordar, mas as respectivas produções intelectuais deixam “no chinelo” quase toda a “academia” e a produção nacional)

        (**ainda que também tenham muitas coisas questionáveis e muito esquerdismo – de marxismo clássico à “new left”).

        Abs
        LSB

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      • LSB disse:

        Uma pequena correção.
        Citei de memória o nome do livro do Thomas Sowell. E citei errado.

        O correto é “Discriminação e Disparidades”.

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