20 de abril de 2020 § 44 Comentários

Rodrigo Maia, o Sem Voto, é 1 “democrata retórico”. Hipersensível às palavras mas totalmente indiferente aos atos antidemocráticos. Defende instituições assinadas entre 4 paredes pela elite política “fina” mas não tá nem aí pra voto e manifestações da vontade popular “tosca”‬.


‪O que ele está armando com essa reposição automática d tudo q governadores e prefeitos gastarem e ñ arrecadarem é um golpe reacionário da privilegiatura que aproveita ate coronavírus pra perpetuar seus privilégios pornográficos. Tirar Bolsonaro do sério não muda essa obviedade‬.

§ 44 Respostas para

  • natalin disse:

    só o povo nas ruas ou uma força militar para mudar o destino que estamos sendo levados : VENEZUELA EM BREVE. E considero que o vírus, até o momento, merece uma nota de louvor devido sua prudência e suavidade, mas os seres humanos, como sempre, tornam tudo ainda pior. Ou será que só o pior acontecendo poderá nos trazer alguma melhora ?

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    • carmen leibovici disse:

      Até parece que força militar endireita o País.Se militares fossem bons para alguma coisa,o Brasil seria outro.Eles tiveram o poder nas mãos por muito tempo e o Brasil seguiu firme se tornando uma porcaria.Por que agora seria diferente.Regime militar tb pode ser muito corrupto,e sempre é!

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      • LSB disse:

        De fato, Dona Carmen…

        O regime militar no Brasil manteve todos nossos defeitos e vícios e ainda acabou “dando motivo” (argumentação) para se criarem novos…

        Abs
        LSB

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    • Olavo Leal disse:

      Caros Carmen e LSB:
      Estou absolutamente surpreso com seus comentários de 20 Abr, respectivamente,13:34hs e 14:58hs, que revelam um desconhecimento da atividade militar:
      – “Se os militares fossem bons para alguma coisa…”?
      – Ö regime militar no Brasil manteve todos os nossos defeitos e vícios…”?

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      • carmen leibovici disse:

        Olá Olavo,você certamente é militar e parece defender sua classe com todas as forças.ok.Mas argumente em suas respostas.Só ficar surpreso com opiniões alheias não basta

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      • A. disse:

        Olavo: pode agregar “A.” à Dna. Carmen e “seu” LSB! O regime militar não conseguiu acabar nem com o analfabetismo no país (MOBRAL). Militar é ótimo em função militar; tosco em função política!!!
        Abraço e bom feriado a todos!

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      • LSB disse:

        Prezado Olavo,

        Já discutimos longamente essa questão em outra ocasião.
        Nada obstante, justifico o “manteve todos os nossos defeitos e vícios”:

        Passaram incólumes (ou talvez tenham até sido reforçados) TANTO nossos vícios históricos do (1) Patrimonialismo, do (2) Intervencionismo e do (3) Estatismo COMO nossas práticas “perversas” de (a) contínua centralização administrativa e legislativa (na esfera da União), da (b) burocratização crescente e da (c) regulamentação excessiva e asfixiante.

        (não vou discutir porque os militares não fizeram nada ou não mudaram nada… se não entenderam, se não queriam, se não souberam fazer ou se não puderam, enfim, é outra discussão)

        Abs
        LSB

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      • LSB disse:

        Dois complementos à minha resposta:

        – As “práticas perversas” que citei ( “a”, “b” e “c”) são filhas diretas dos vícios históricos também mencionados (1, 2 e 3); e

        – Talvez não seja justo somente constatar que nada mudou (ou que possa ter até piorado) sem incluir na reflexão justamente o ponto que disse que não queria discutir (“porque os militares não fizeram nada ou não mudaram nada”).
        De fato, uma análise mais “honesta” e menos “superficial” deve considerar tais aspectos (motivações, capacidades, possibilidades, dinâmicas “políticas”, “desejos”, “tentativas”, obstáculos surgidos, crenças, forças políticas e sociais existentes, “psique” nacional, doutrinas, etc.).
        No entanto, a ideia aqui (minha e, caso tenha interpretado corretamente, tanto da “dona” Carmen como do A. também) era/é que um regime militar está longe de ser, indubitável e inexoravelmente, uma solução.

        Abs
        LSB

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      • carmen leibovici disse:

        LSB,tem razão.Não é uma solução e seria um imenso retrocesso.
        Um desastre, pois como afirmou-se aqui,os militares não têm aptidão para a política,seu lugar é nos quartéis

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      • Olavo Leal disse:

        Cara Carmen: (1) não há motivo para se preocupar com minha profissão; posso ser ou não militar, PM, Bombeiro Militar ou parente (pai, filho ou irmão) de militar. (2) “Seu lugar é nos quartéis” já é bem melhor que “Se fossem bons para alguma coisa” – sabendo-se que, dando um de inúmeros outros exemplos, não se consegue fazer uma eleição no Brasil sem os militares (fora dos quartéis, claro).
        Caro LSB: justamente pelo tanto que já discutimos é que surpreendem-me afirmativas como as que fizeram.

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      • carmen leibovici disse:

        Olavo,está bem ,os militares,como quase todas as outras classes,também são bons para alguma coisa,mas também ,como em todas as classes brasileiras dependentes do dinheiro público para existir,são muito maus para muitas outras,entre elas “extorquir”os sustentadores do País com seus insuportáveis privilégios.Os militares não são os únicos a não permitir que o Brasil seja um país normal-existem outros fora das classes do serviço público-,mas são um peso altamente significativo para que isso ocorra.

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      • A. disse:

        Sr. Olavo
        Acho que o sr. se entregou: ou é mesmo militar ou tem ligações estreitas com eles. Nada a contestar. Apenas puxa a brasa para sua sardinha. Como fazemos quase todos nós!!! (o bem comum que se lixe…)

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      • A. disse:

        Sr. Olavo
        Em tempo: um abraço! Para que não fique a impressão que me opus ao sr. ou o critiquei. Não!

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      • Olavo Leal disse:

        Sra. e Srs.
        Um abraço tb a todos.
        Não vejo os militares como os Srs. É fácil apontar somente os erros – claro que existem! Daí, encerro com três assertivas de diversos autores, sobre aqueles que ostentam “privilégios” e não deixaram quase nada de produtivo para o País após 1964-85:

        It’s the Soldier

        É o soldado, não o ministro, que nos deu liberdade de religião.
        É o soldado, não o repórter, que nos deu liberdade de imprensa.
        É o soldado, não o poeta, que nos deu liberdade de expressão.
        É o soldado, não o organizador do campus, que nos deu liberdade para protestar.
        É o soldado, não o advogado, que nos deu o direito a um julgamento justo.
        É o soldado, não o político, que nos deu o direito de votar.
        É o soldado que saúda a bandeira,
        Quem serve embaixo da bandeira,
        E cujo caixão é coberto pela bandeira,
        Quem permite que o manifestante queime a bandeira.
        (Charles Province)

        Quando a guerra grassa e o perigo é iminente,
        Deus e os Soldados são o clamor do povo.
        Quando a paz é feita e todas as coisas são restabelecidas,
        Deus é ignorado e os Soldados esquecidos.”
        (Ditado Inglês)

        “Uma nação que confia nos seus direitos em vez de confiar nos seus soldados, engana-se a si mesma e prepara sua própria queda.”
        (Ruy Barbosa)

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      • carmen leibovici disse:

        Olavo,você tem razão,o exército é fundamental em qualquer país e deve ser respeitado e louvado,mas não é exatamente sobre isso que eu estava falando.Ninguém e nenhuma corporação é totalmente anjo e nem o contrário…

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      • Olavo Leal disse:

        Sra e Srs
        Com pedido de perdão, um P.S., a la LSB (rs rs):

        Carta ao Rei de Portugal
        “Senhor, umas casas existem no vosso reino, onde homens vivem em comum, comendo do mesmo alimento, dormindo em leitos iguais. De manhã, a um toque de corneta se levantam para obedecer. De noite, a outro toque de corneta se deitam, obedecendo.
        Da vontade fizeram renúncia como da Vida. Teu nome é Sacrifício.
        Por ofício desprezam a morte e o sofrimento físico. Seus pecados mesmos são generosos, facilmente esplêndidos. A beleza de suas ações é tão grande que os poetas não se cansam de a celebrar.
        Quando eles passam juntos fazendo barulho, os corações mais cansados sentem estremecer alguma coisa dentro de si.
        A gente conhece-os por militares…
        Corações mesquinhos lançam-lhes em rosto o pão que comem; como se os cobres do pré pudessem pagar a Liberdade e a Vida.
        Publicistas de vista curta acham-nos caros demais, como se alguma coisa houvesse mais cara que a servidão.
        Eles, porém, calados, continuam guardando a Nação do estrangeiro e de si mesma. Pelo preço de sua sujeição, eles compram a liberdade para todos e a defendem da invasão estranha e do julgo das paixões.
        Se a força das coisas os impede agora de fazer em rigor tudo isto, algum dia o fizeram, algum dia o farão. E, desde hoje, é como se o fizessem.
        Porque, por definição o homem da guerra é nobre. E quando ele se põe em marcha, à sua esquerda vai a coragem, e à sua direita a disciplina.

        (Trecho da carta escrita por Moniz Barreto, em 1893, publicada no Jornal do Exército de Portugal, Nº 306).

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      • LSB disse:

        Caro Olavo,

        Como “dona” Carmen colocou, ” exército é fundamental em qualquer país e deve ser respeitado e louvado”. Concordo com isso: Forças Armadas são essenciais.

        Também reconheço que, como o senhor apontou, “é o soldado, não o ministro, que nos garante liberdade”.
        Todavia, essa “garantia” oferecida pelas FORÇAS ARMADAS se refere a inimigos externos somente!
        Sobre toda terra da liberdade pairam ameaças constantes de inimigos externos que desejam acabar com a liberdade.
        Nada obstante, o “soldado” que garante a liberdade não é somente o “profissional”, o “fardado”…
        De fato, a segunda emenda da Constituição americana, que garante o direito de possuir armas, NÃO É assentado no direito de defesa!
        Pelo contrário, o direito de possuir arma é o direito de organizar milícias para garantir um país livre e um Estado não ditatorial.

        “Artigo 2º – Sendo necessária à segurança de um Estado livre a existência de uma milícia bem organizada, não se impedirá o direito do povo de possuir e portar armas.”

        Assim, o “soldado” que garante a liberdade é também o cidadão que deve zelar para que o Estado não seja tomado por ditadores, opressores e aproveitadores canalhas de todo tipo!

        A ameaça externa é dissuadida pelos “soldados profissionais”, mas as ameaças internas somente podem ser dissuadidas pelos “soldados” não profissionais: o povo!
        Até mesmo porque, INTERNAMENTE, o inimigo da liberdade pode estar nas Forças Armadas!
        Ninguém, externamente aos EUAs, irá tentar acabar com a liberdade americana uma vez que suas Forças Armadas são poderosas…. MAS TAMBÉM ninguém irá, internamente, tentar acabar com a liberdade americana, pois há quase 300 milhões de armas nas mãos de 60 a 80 milhões de americanos que treinam tiro bastante!
        Ninguém enfrenta esse “exército”… Nem mesmo as Forças Armadas americanas….

        Noves fora a responsabilidade de manter a liberdade, lembrarei que o comentário inicial, que suscitou esses nossos” comentários” posteriores, foi postado pelo sr. Natalin (20 de abril de 2020 às 11:58) e constava nele a seguinte colocação: “só o povo nas ruas ou uma força militar para mudar o destino que estamos sendo levados”.

        Errado. Não há a menor garantia ou certeza que “uma força militar” mudaria “o destino” de nossa Nação!

        De novo, sem entrar em uma análise profundo do que foi o regime militar no Brasil, o fato indiscutível é que os militares NÃO ENTREGARAM o Brasil “tinindo”, “azeitado”, “bombando” ou na “iminência de entrar no Primeiro Mundo”!

        Pode-se argumentar que nem Jesus Cristo teria feito melhor… pode-se argumentar que se não fossem os militares o Brasil estaria muito pior… pode-se argumentar que os militares fizeram muita coisa… pode-se argumentar que os militares não mudaram mais porque não conseguiram, etc etc etc…
        Mas isso seria uma análise mais profunda, mais polêmica, mais incerta, mais “imprecisa”, mais “especulativa”…

        Nossos comentários (meu, da “dona” Carmen e do A.) somente pontuam uma constatação mais simples: não há garantia que um regime militar “arrume” o Brasil… eles já estiveram lá por 21 anos e não conseguiram “arrumar” (ao menos completamente) o Brasil….

        Nosso patrimonialismo continuou o mesmo!
        (não importa o que os militares fizeram ou deixaram de fazer sobre isso… o fato é que o patrimonialismo existia antes do período militar, existiu durante e continuou até hoje… OU SEJA, os militares NÃO ACABARAM COM o patrimonialismo no Brasil… ISSO É FATO! Não estou julgando o regime militar e, portanto, não cabe aqui ficar discutindo os porquês… trata-se somente de uma constatação: um regime militar PODE não mudar nada em um país… como aconteceu aqui no que se refere ao patrimonialismo!)

        O Estatismo também continuou o mesmo ou aumentou!
        (de novo, não estou discutindo os porquês pois não estou julgando os militares… não se trata de condenar apontando uma omissão nem de absolver apontando uma ação ou uma impossibilidade… trata-se somente de constatar que o regime militar não legou uma indústria pungente, competitiva e privada! Pelo contrário, a herança foi uma montanha de estatais dominando a economia e uma indústria privada raquítica, nada competitiva e viciada em subsídios e apoios governamentais….
        Vou repetir mais uma vez: não se trata de julgar os militares… alguém pode alegar que se não fossem as estatais, a iniciativa privada também não faria… ok, pode até ser, MAS O PONTO É que o regime militar não conseguiu fomentar uma indústria moderna, competitiva e baseada na iniciativa privada… se não conseguiram antes, por que agora iriam conseguir? Ou melhor, qual a garantia que conseguiriam agora se não conseguiram antes?)

        O Intervencionismo também não mudou nada ou talvez tenha até aumentado!
        (de novo, não se trata de julgar os militares, mas constatar que não foram eles os que acabaram com o intervencionismo no Brasil…)

        Enfim, a questão toda é: NÃO HÁ A MENOR GARANTIA DE QUE UM FORÇA MILITAR POSSA MUDAR OS DESTINOS DA NAÇÃO!
        Pelo nossa própria experiência, podemos afirmar que um regime militar NÃO É GARANTIA de que o país seja “corrigido”.
        (pode-se, novamente, argumentar que em uma dada situação – 64 por exemplo – a “omissão” das Forças Armadas poderia significar um futuro muito pior para o Brasil… Pode até ser verdade tal propositura… MAS AINDA QUE O REGIME MILITAR TENHA EVITADO UM ABISMO (o que justificaria tanto o regime como também justificaria aplausos efusivos), ele, por sua vez, não foi capaz de “arrumar” o Brasil… isso é fato!
        E é esse fato que dona Carmen, eu e A. estávamos lembrando: não há a menor garantia de que um regime militar seja solução ou “mude os destinos da Nação” como o sr. Natalin havia aventado.

        Abs
        LSB

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      • Carmen Leibovici disse:

        LSB,concordo com tudo que você diz em seu post,e acrescentaria que os militares não tem conseguido nem assegurar o Brasil dos perigos vindos de fora.
        Nós vivemos agora um momento geopolítico perigosíssimo.A China se fortaleceu de maneira gigantesca ao redor do mundo todo sem que ao menos nos déssemos conta do que estava acontecendo.Agora já aconteceu.A China se fortaleceu além de suas fronteiras,adentrando outras nações com seu poder econômico e tecnológico.Comprou terras também no Brasil e provavelmente tem feito outros tipos de aquisições.
        Ficamos nas mãos deles,que já andaram ameaçando procurar soja em outras bandas.Imagine se eles param de comprar soja do Brasil!Acho que quebramos.
        Enfim,os militares inclusive não tiveram olhos para proteger o Brasil dessa invasão,sempre buscando apenas seus interesses corporativos.
        Os políticos também não buscaram fortalecer a industria brasileira de modo a que o país permaneça soberano.
        O Brasil e o mundo,inclusive EUA ,descobriram agora ,a partir desse coronavírus,que estamos ajoelhados e humilhados perante a China,uma ditadura violenta.A China está no controle mundial.
        E agora?E agora?

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  • marcos andrade moraes disse:

    mentira sua.

    MAM

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  • Roberto Aires disse:

    ‘Seo’ Fernão
    são 100 bilhões,, para a privilegiatura
    mas como ja vos informei, desnecessariamente, para automóveis foram 10, para a zona franca 20, este ano a renuncia fiscal só da União é 350, nos últimos 15 anos a renuncia fiscal foi de 4 trilhões; e ha um passivo de 5 trilhões de tributos não pagos; como por certo o senhor ha de reconhecer a previlegiatura ,esta em desvantagem em relação ao empresariado incompetente e corrupto que sô existe porque saqueia o estado; seja justo e escreva isso

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    • whataboy disse:

      “Privilegiatura em desvantagem”: incrível onde foi arrumar argumento para acusar o empresário ganancioso e traidor. Não cruzou ainda o século XIX.

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    • carmen leibovici disse:

      Moro bem que tentou pegar o CARF de jeito mas Bolsonaro passou uma rasteira nele.
      Eu conclui isso lendo as notícias nos jornais,em especial no “Estado”.

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    • carmen leibovici disse:

      O CARF deu pareceres muito duvidosos ,aparentemente salvando a pele de grandes devedores brasileiros.

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    • carmen leibovici disse:

      Que o dinheiro dos impostos nunca chega aonde deve chegar,isso é verdade.Mas se Moro tivesse podido seguir no caminho da depuração do Brasil,que foi o impulso de todos os brasileiros durante o processo de escolha de um novo presidente,a situação brasileira como um todo poderia ter começado a mudar,mas cortaram as pernas de Moro

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    • carmen leibovici disse:

      Whataboy,acho que você tem razão.Eu sempre confundo essas siglas

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    • LSB disse:

      Prezado Roberto,

      Renúncia fiscal de R$ 350 bilhões?
      Sim, mas acabar com isso significa o Estado “levar” mais R$ 350 bilhões por ano da sociedade (ou pouco menos de 5% do PIB).
      Acabar com tais renúncias, significa elevar a carga tributária para 38% do PIB ou mais…
      A sociedade consegue arcar com isso?
      Quanto do PIB estamos disposto a entregar para o Estado?

      No mais:

      1 – Boa parte das renúncias fiscais são de pequenas empresas (SIMPLES), pequenos agricultores, alimentos, etc.;

      2 – Cuidado com os números agregados. Nos últimos 15 anos, também tivemos, com certeza, mais de R$ 20 trilhões de impostos pagos;

      3 – No “passivo tributário” estão contabilizados débitos de empresas como Mesbla, Mappin, Varig, etc.
      Enfim, o “passivo” apresentado não é inteiramente cobrável. No mais, necessita-se considerar que muitos “valores” não recolhidos não se referem a débitos certos, mas sim dependentes de interpretações de códigos e regulamentações tributárias e, portanto, estão sendo questionados judicialmente;

      4 – Alguns empresários podem ser “parasitas”, ou seja, tiram mais do Estado/sociedade do que entregam… mas no conjunto, não… isso porque o Estado tira seus recursos da sociedade e a riqueza da sociedade (“mordida” pelo Estado) é gerada pela empreendedores (empresários, agricultores, etc)… ou seja, matematicamente, considerando é o Estado que vive da iniciativa privada (e não ao contrário, ainda que haja empresas/empresários que “vivem disso”).

      Abs
      LSB

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  • whataboy disse:

    Por que Bolsonaro não escancara a privilegiatura e a pornografia correspondente que impede o Brasil de oferecer saúde, educação e infra-estrutura decentes? Sua re-eleição estaria garantida.
    Duas respostas possíveis:
    1 – ele quer levar o país ao limite do impossível e causar o golpe que acalanta junto com filhos alucinados
    2 – ele quer regular e reservar a pornografia em benefício do seu grupo privilegiado de estimação, militares inclusive.
    Nos dois casos, o Brasil não aguenta. Tem de existir uma alternativa de fora.

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    • LSB disse:

      Caro Whataboy

      Consigo imaginar pelo menos duas outras alternativas.
      Seguindo sua numeração:

      3 – Uma variante da sua resposta 2: Bolsonaro acredita no Estado interventor;

      4 – Ele não pode! O Brasil poderia ter Hayek como presidente, Mises como vice e Friedman como presidente da Câmara e, provavelmente, não conseguiriam… o “sistema” está muito bem “blindado” e “amarrado” tanto juridicamente como operacionalmente.

      (obs.: se fosse o Bolsonaro o PRINCIPAL, o grande, o maior adversário do liberalismo e da redução do Estado, provavelmente Paulo Guedes já teria “pedido a conta”).

      Abs
      LSB

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  • Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut disse:

    Como já afirmei por escrito muitas vezes: JUDICIÁRIO CÉLERE E JUSTO, NAÇÃO LIVRE. As corporações, os lobbies, as confrarias e assinecuras tem grana para contratar competentes escritórios de advocacia e excelentes contadores, fazendo muito proveito dos meandros das leis capciosamente mal redigidas, mal regulamentadas, se não totalmente desregulamentadas, para fazer valer suas centenas de “direitos adquiridos” vitalícios.
    A privilegiatura considera a Constituição Federal, a nossa Carta Magna(?), já transformada em trapo em boca de vampiros, somente quando vociferam reivindicando o emprego das leis aprovadas – muitas vezes na calada da madrugada nas Casas Legislativas Brasil afora – para defender os interesses e o povo pagador de impostos que se dane.
    O curioso nisso tudo é que mesmo entre as “patotas” privilegiadas existem as turmas do “inner circle” – de dentro do círculo dos mais íntimos – e uma grande maioria de funcionários que ganha muito menos, apesar da vitaliciedade que também portam em suas cestas básicas de privilégios.
    Não caberia ao Supremo Tribunal Federal -STF colocar ordem nessa bagunça no Estado brasileiro e corrigir esse absurdo ético, moral, político, administrativo, financeiro e econômico, ímpar entre todos os países do mundo?
    Convocar uma NOVA CONSTITUINTE JÁ !
    A única REFORMA eficaz que vi acontecer neste governo até agora foi o aumento dos proventos dos funcionários civis e militares, ativos e inativos, desconsiderando toda a situação de fundo de poço do orçamento nacional. Porque não uma revisão dos penduricalhos – que eu chamo de despenduricalhização dos contra-cheques, analisando caso a caso o que extrapolou as leis, ou mesmo que foram incorporados durante anos aos proventos e depois fizeram parte do cálculo das aposentadorias da privilegiatura.. E, ainda, recebem aumentos no mesmo nível dos que estão na ativa!
    Os políticos eleitos que aí estão fazem o seu papel a favor do corporativismo, nesse nosso Brasil de capitanias hereditárias.

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    • Fernando Lencioni disse:

      Muitos manuais e tratados de direto constitucional ensinam que antes de ocorrerem mudanças significativas no direito constitucional com a criação de uma nova constituição ou a promoção de alterações relevantes há o aparecimento de um movimento jurídico filosófico que desenvolve novas teses que veem a ser abraçadas pela ampla maioria da população. Fazer uma assembleia constituinte sem que haja uma tese adotada pela ampla maioria é criar a oportunidade inclusive para retrocessos ainda maiores que os agasalhados não constituição atualmente em vigor. E esquerda está aí viva e atuante na maioria do congresso nacional e dos partidos atualmente existentes.

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      • LSB disse:

        Prezado Fernando,

        Excelente comentário. Irretocável.

        Abs
        LSB

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      • Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut disse:

        Sim, fiquemos no aguardo de um movimento jurídico filosófico que proponha teses – ainda não existem, pelo menos parciais? Inacreditável!Há tempo para isso? Como diria o grande Joelmir Betiing: “Na prática a teoria é outra”. A propósito , alguma vez o senhor viu ou leu sobre alguma iniciativa recente para se constituir um movimento jurídico-filosófico para propor uma Constituinte. Onde? De manuais as prateleiras estão repletas, mas movimentos democráticos é o que não vemos. Muita retórica sem a correspondente ação.
        Defendo uma Constituintes para já, com apoio de nossas melhores cabeças do judiciário nacional, que certamente não perderiam tempo com elocuções infindáveis, pois muitos já debruçaram sobre esse assunto nas últimas décadas. Haverá sempre o risco desse ou daquele grupo tentar impor suas tendências, mas o Congresso cuidará bem disso.

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      • Fernando Lencioni disse:

        Herbert, o movimento é esse que já há alguns anos o Fernão vem tentando fazer crescer no Brasil, ou seja, a ideia de uma constituição que tenha apenas os direitos humanos de primeira geração como a constituição americana. É a ideia clássica de liberdade individual, centrada nos direitos civis e políticos que só podem ser conquistados mediante vedações constitucionais apostas contra o controle do Estado uma vez que a ação deste interfere na liberdade do indivíduo. Significa dizer. Uma constituição que proteja o cidadão contra o Estado de maneira a garantir a sua liberdade, sobretudo econômica pq sem liberdade econômica as outras liberdades acabam por ser tolhidas de alguma forma, mas não apenas. A noção de liberdade é tão importante e tão impactante que sem que essa noção esteja profundamente introjetada na noção de país não haverá federação de verdade com soberania para cada estado para se autogovernar e autogerir mantendo os recursos arrecadados em poder de quem os produz para que sejam aplicados em favor destes e não espoliados pela união e redistribuídos por critérios socialistas a outros estados que não colaboraram em nada na produção dessas riqueza criando problemas em lugar de resolvê-los. Como se vê a noção de liberdade deve permear tudo e influencia desde as formas de governo até a forma de estado e sistema de governo e até mesmo o sistema tributário de um país. Tudo para possibilitar as alterações legislativas pela via infraconstitucional necessárias a termos uma democracia de verdade e não apenas formal como é a nossa, fundando-se em voto distrital puro, recall para todos os agentes de estado que sejam eleitos ou nomeados com exceção dos juízes que deverão ser submetidos a eleições de permanência periódicas, criação de despesas como criação de cargos, aumento de remuneração, construção de obras plurianuais ou de alto custo dependentes de referendo para serem aprovadas com estabelecimento de cronograma físico-financeiro vinculante e por tempo preestabelecido, plebiscito para aprovar leis de iniciativa popular e etc. Essa é a teoria. Resta torná-la majoritária. O Japão teve a sorte de ter a sua constituição praticamente elaborada pelos americanos. Nos? Teremos que convencer nossos concidadãos!!!!

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    • Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut disse:

      Pprezado Fernando, concordo com tudo o que acima escrevestes!
      Se eu não o tivesse provocado com meu comentário acima dizendo que muitos juristas no Brasil já se debruçaram sobre o assunto de uma nova Constituição, o senhor não teria de pronto apresentado o seu notável texto e, em suma, já sabemos todos os que leem o Fernão Lara Mesquita oque precisa ser realizado – sistema de voto distrital com recall(retomada de poder), referendus, iniciativas – faltando apenas que um fator catalizador num momento certo enseje presteza e decisão para implementar uma nova ordem de modo democrático, com a participação do povo previamente esclarecido sobre ela. Espero que não demore e depende de o povo entender o que já está sentindo há muito na pele, e aqui até incluo muitos dos que parecem concordar ou estar “de bem” com o atual sistema, mas que, como cidadãos intimamente desejam e compreendem a necessidade de uma justa reforma gera,l que distribua os benefícios para todos. Quando isso ocorrer, e os acontecimentos apontam nessa direção, aí sim poderemos dizer para os que arcarão com o futuro da Pátria: “Criança, não verás País como este”. É um compromisso que percebemos latente no seio da Nação que começa a despertar. Que nossas lideranças de fato aproveitem o momento e marquem suas presenças na história.

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      • Fernando Lencioni disse:

        Exatamente Herbert. Obrigado pelo seu comentário. Mas precisamente pq a maioria da população não conhece essa base teórica é que em termos objetivos, não há o movimento ainda o movimento necessário a forçar uma constituinte ou uma reforma mais profunda. Daí a razão de todos os que tem a noção da importância dessa tese para o país de disseminar essas ideias para o maior número de pessoas possível. Mas não só isso. Convence-los da necessidade das alterações para criar finalmente o ambiente necessário a que deixamos de ser o país do futuro e sejamos finalmente o maior e melhor país do mundo.

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      • Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut disse:

        Prezado Lencioni, o medinho de muitas autoridades é da imprensa tomar a si, de forma intensiva, a propagação do sistema de voto distrital puro com recall (retomada de poder), referenduns, iniciativas, etc… Se toda a mídia esclarecida for utilizada para este nobre fim que atende ao bem comum, não será necessário disparar nem um único tiro – solução via força -, entretando parte considerável da imprensa não merece ser tratada como tal, pois é puro “bundamolismo” (cfe.termo de FLM) para defender seus próprios interesses.
        Seria interessante se todos passemos a analisar sobre outros meios para se esclarecer o povo sobre as vantagens do sistema de voto distrital puro, por outros meios, como por exemplo as redes sociais, as igrejas, associações e clubes diversos. Em suma, saturar a sociedade em geral com informações sobre o novo sistema a ser defendido e implantado. É como o FLM sempre aponta: o povo é a parte principal, participando, exigindo dos políticos, das lideranças várias e da própria imprenss uma tomada de posição e ações efetivas para que o assunto seja discutidoà exaustão. Uma troca de informações e parcerias entre os que defendem o voto distrital puro na mídia talvez fortalecesse a acelerasse os trabalhos para alcançar a meta – sai Dilma… – final: uma Constituição que determine o novo sistema eleitoral como sendo o distrital puro com recall. Provoquel? Saudações.

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  • terezasayeg disse:

    Sem contar que tirar dinheiro do Fundo Partidário e do Fundo de Campanha para destinar ao combate ao vírus, nem pensar! O bom é que a maioria se apercebeu de quem é esse senhor.

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  • Alexandre disse:

    Consultores…

    J.R.Guzzo, O Estado de S.Paulo
    15 de abril de 2020 | 15h51

    Não há nada mais enganador do que um fato óbvio, costumava dizer o criador de “Sherlock Holmes”. Está na frente de todo mundo, já foi discutido por todos e ninguém tem mais nenhuma dúvida a respeito do que significa – mas, assim mesmo, nada é feito para evitar aquilo que ele pode trazer de ruim. É o caso dos “fundos” Partidário e Eleitoral, que deputados federais e senadores criaram para transferir dinheiro do erário público diretamente para os seus bolsos. A desculpa é que esses bilhões de reais são “indispensáveis” para sustentar, nada mais nada menos, que a própria “democracia” no Brasil, pagando as justas despesas que os políticos têm de fazer para exercer a sua atividade constitucional. O fato óbvio, aí, é o seguinte: isso é mentira. O dinheiro é usado em proveito pessoal e direto dos políticos, do jeito que bem entendem. Mas eles conseguem enganar o País inteiro com a trapaça que montaram em plena luz do sol. Estão simplesmente enfiando o dinheiro em suas contas bancárias, com a bênção da justiça, e ninguém diz nada.

    Acaba de vir ao conhecimento do público, neste preciso momento, o que parece ser a primeira demonstração objetiva de que os tais fundos são mesmo um assalto, puro e simples, ao contribuinte brasileiro – se bem que já podem ter acontecido outras, que por enquanto estão escondidas. O ex-presidente Lula, conforme consta de uma prestação oficial de contas do PT ao Tribunal Superior Eleitoral, está recebendo desde janeiro de 2020 um salário mensal de R$ 20.400 do “Fundo Partidário”. Segundo diz o papelório legal do partido, Lula foi contratado pelo PT para fazer trabalhos de “consultoria política”, e desde o começo do ano vem recebendo os seus “honorários” da porção do “fundo” que cabe ao partido. Outras figuras do PT, como o também condenado João Vaccari Netto e o réu Gilberto Carvalho, denunciado na Lava Jato, estão recebendo salários da mesma fonte, por volta dos R$ 15 mil mensais.

    Por que raios você, que paga impostos a cada vez que acende a luz de casa, tem de gastar o seu dinheiro para encher o bucho de Lula e dos seus parceiros? Por que eles não vão trabalhar para ganhar a vida? O que poderia ter isso a ver com a “defesa da democracia”, como dizem os políticos para justificar a existência dos “fundos”? Tem a ver, unicamente, com o bem estar material deles próprios. O resto é 100% enganação. O mais bonito, na história toda, é que o Congresso Nacional acaba de entrar em transe, horrorizado com as sugestões de que dessem um pouco do dinheiro que está socado nos “fundos” para o combate à covid-19. Negaram-se a dar, em benefício da população, um único centavo do dinheiro que estão usando para sustentar Lula e seus amigos com salários mensais. Um juiz chegou até a determinar que alguma contribuição fosse feita para ajudar a saúde pública, mas sua decisão foi esmagada nos tribunais superiores de Brasília: é proibido, decretaram eles, mexer nesse dinheiro.

    Fatos não param de existir só porque não há ninguém falando deles. Nenhum silêncio pode fazer com que os 20.400 reais por mês recebidos por Lula desapareçam no espaço”.

    https://politica.estadao.com.br/noticias/geral,a-mentira-chamada-fundo-partidario-e-eleitoral,70003272041

    Curtido por 2 pessoas

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