A paralisia do Estado segregado da Nação

7 de abril de 2020 § 15 Comentários

Artigo para O Estado de S. Paulo de 7/4/2020

É melancólica essa novela da disponibilização do socorro financeiro à economia paralisada pelo coronavírus e da exploração política da “culpa” pela demora em consegui-la.

Como de hábito os funcionalismos “de direita” e “de esquerda” puseram-se fora do “Orçamento de Guerra”, o que confirma e aprofunda o nosso apartheid. Todas as medidas do Estado para com o Estado para coibir “malfeitos” ou incentivar comportamentos desejados transformam-se em ações entre amigos, seja para não serem aplicadas aos funcionários culpados, seja para serem aplicadas a todos independentemente de merecimento.

O mundo que funciona é o que não cuida de legislar desenfreadamente para cercar comportamentos possíveis, atravancando a vida de todo mundo, mas premia ou pune inexoravelmente, por iniciativa popular, os comportamentos de fato havidos pois sendo o povo a vítima dos maus ou o beneficiário dos bons comportamentos dos agentes estatais é ele a única entidade em condições de julga-los com legitimidade. Mas o Brasil não aprende com os fatos e a tudo responde com mais Estado e menos cidadania.

Na semana passada atribuí à China a invenção do método e errei. Foi da Coreia do Sul a idéia de aplicar o aparato de espionagem que as gigantes globais de animação de redes montaram para roubar e vender informações sobre cada um de nós a quem quiser pagar por elas, dos comerciantes aos políticos passando pelos assassinos profissionais, no combate ao coronavírus.

A má vizinhança tornou-os atentos e a epidemia de gripe com síndrome respiratória grave de 2015 (SARS), prima desta, levou-os à revisão e consolidação de um conjunto de leis que define responsabilidades do governo federal, dos governos locais, dos médicos e dos cidadãos para desimpedir ações voltadas para a prevenção, notificação, investigação, compensação e mobilização de recursos de combate à epidemia.

A Coréia fez, em resumo, tudo que o resto do mundo não fez, especialmente evitar de depositar nas mãos da China a segurança da sua saúde pública deixando para importar de lá tudo quanto é necessário para garanti-la como fizeram todos quantos agora ardem no fogo da pandemia. Graças a isso aplica hoje 5200 testes por milhão de habitantes enquanto os Estados Unidos ainda não chegaram a 100, e tem em estoque os respiradores, testes e equipamentos de proteção (EPI) essenciais à emergência.

Criou, então, um “aplicativo de auto-diagnóstico” que cruza as respostas a um questionário com os resultados dessas medições e o log retroativo de deslocamentos físicos nos últimos 14 dias de cada cidadão via celular para atribuir-lhe uma classificação – vermelho, amarelo ou verde – que define seus direitos e deveres quanto a mobilidade ou graus de isolamento. Agora o celular é usado e exigido como um passaporte, o que permitiu ao país continuar funcionando enquanto combate a epidemia com segurança e eficiência. É esse o esquema que vem sendo imitado por todo mundo que ainda pode faze-lo como Israel, Alemanha e até a própria China.

Quarentena burra, portanto, fica mais claro a cada minuto, é para quem não tem mais nada, nem testes, nem EPI, nem organização e, portanto, nenhuma noção segura do que está acontecendo.  É o “remédio” que restou aos políticos relapsos que não fizeram a  lição de casa para não parecerem o que são. O único recurso ao alcance de muita gente que já foi boa como Estados Unidos e grande parte da Europa, especialmente a latina, por razões que incluem dosagens variáveis de incúria, de dolo e até de cinismo.

Todo mundo, entretanto, já admite pelo menos onde foi que errou e corre, Estados e cidadãos juntos, para construir a ponte que permite sair da quarentena burra – que, posto que a epidemia só cessa quando a maioria contrai o vírus e fica imunizada, serve no máximo para desconcentrar o número de mortes – e evoluir para a quarentena inteligente que detém a doença e o desastre econômico.

O ministro Mandetta já mencionou que tem uma equipe completa correndo atras da nossa versão do algoritmo coreano. Só que o caminho do Brasil está travado pela solidez mineral da burrice dos “soldados da fé” cujo objetivo não é buscar a verdade mas apenas “eliminar o oponente”. Estes, à direita e à esquerda, tanto quanto os que amplificam seus coices e rasteiras na mídia, bastam-se uns aos outros no seu ódio mútuo. Os pró-quarentena excluem tudo menos a quarentena e os contra-quarentena admitem tudo menos a quarentena, morra quem morrer, o que proporciona que a privilegiatura que come o dinheiro que nos falta permaneça gostosamente na sombra.

É debaixo desse barulho que a gente de boa fé debate-se trágica e inutilmente no atoleiro dos milhões de leis e regulamentos insanos que dão pretexto à colonização do Estado pela legião de fiscais, fiscais dos fiscais e “tribunais temáticos”, a rainha das “jabuticabas”, que mantém o País Real “rachadinho” e a serviço deles. Erguida para blindar o Estado contra a interferência do povo, a muralha regulatória chegou à perfeição: pôs fora da lei as ações do Estado a favor da sociedade.

 

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§ 15 Respostas para A paralisia do Estado segregado da Nação

  • Miguel Burihan disse:

    Desta vez sou obrigado a discordar amigo, estamos sim todos na mesma tempestade, mas tem gente de canoa a remo e outros em iate com 3 marinheiros.

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  • hforster42 disse:

    Desta vez assino em baixo

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  • Aloisio Christiansen disse:

    Parabéns e veja os depoimentos do Dr Anthony, chinês e um dos melhores do Brasil

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  • Roberto disse:

    Seo Fernão
    O sr é surdo!
    350 bilhões este anos em renúncia fiscal
    Nos últimos 15 anos 4 trilhões de renúncia fiscal

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  • Antonio Brigolatto Carmona Barrionuevo disse:

    Com todos os acertos e todos os erros, os países do nosso planeta, vão ter que mudar radicalmente as relações de comercio. Vejam o absurdo, estamos nas mãos dos chineses para obter equipamentos médicos, para tratar o nosso povo desse vírus que causa essa doença, que ninguém sabe se foi criado naturalmente ou em laboratório. Todos os governos do planeta, vão ter que mudar radicalmente as relações de comércio, para não deixar acontecer novamente essa dependência total que o mundo tem com produtos da China. Vamos também ter que repensar outro absurdo que esta matando nosso país, os nossos governantes mostraram as garras nessa crise, eles são as classes que recebem os melhores salários e tem garantias de empregos. Entra crise sai crise e eles continuam recebendo salários e privilégios que não existem em país do mundo. Agora nessa crise medonha do vírus, com o país parado, gerando uma conta também medonha que vamos ter que pagar gostemos ou não. Até agora não ouvimos um piu dos políticos e servidores públicos, em relação a diminuir salários para ajudar o país na solução da crise. A crise vai passar, novos tempos após a crise, novas maneiras de governar um país, sem ter que pagar essa fortuna para políticos e servidores públicos nos governar.

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  • Marcia disse:

    Nem os de esquerda, nem os de direita: ultimamente, por mais assombroso que pareça, o comportamento mais virulento tem partido dos radicais de centro.

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  • rubirodrigues disse:

    O período Imperial terminou com o saque de Roma por bárbaros. A Idade Média terminou com a queda de Constantinopla. A Idade Moderna surge com o pensamento sistêmico. A Pós-Modernidade surge com as ideias comunistas e socialistas que estão sendo jogadas fora em razão de in coerências internas e ineficiências práticas. Ai acontece uma pandemia que simplesmente para o mundo e alguns imaginam que depois de ela passar, vai voltar a ser tudo como antes? Ó cara pálida, se liga!

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  • Cirval disse:

    Dizia-se, antigamente, quem não tem cão caça com gato. Foi o que sobrou para o país. O gatinho feio, o SUS, virou leão. Em um país doente como o Brasil nunca se levou a sério a saúde. Parcos recursos foram destinados a essa área, enquanto que a alcunhada privilegiatura do Fernão devora a maior parte. Há outra máxima criada pelos antigos, a de que se ficar o bicho come e se correr o bico pega. Ou, ainda, estamos no mato sem cachorro (hoje, sem celular). Todas têm clara identificação com o que vivemos hoje no país. Se a quarentena é burra, é a melhor alternativa. Não temos outra. O que se vê por aí é a morte de “idosos”; uns desconhecidos, mas que significam experiencias acumuladas ceifadas e outros, conhecidos artistas, músicos, cientistas, etc, quase que insubstituíveis. “Idosos” de 40, 50, 60, 70 anos e mais; muitos ainda ativos na construção do país. Sentimentalismo? Uma ova! Pouca gente se importa com aqueles que ajudaram a construir o país: os idosos. Os “realistas” enumeram os idosos como se fossem animais entrando na fila de abate, sem dó, nem piedade. Esquecem que o amanhã é feito pelo ontem. O hoje, quem importa? Como sou idoso, com 71 anos no próximo mês, tenho dúvida se chegarei até lá. Se colocarem todos nas ruas creio que não chego. Sou aposentado pelo INSS e, por isso, continuo em atividade frenética. Nem a Covid-19 está conseguindo me deter, por ora. Há muito o meu trabalho é home office e não vou sentir nenhum trauma ficando em casa. O que sinto bastante é a falta do contato pessoal dos meus filhos e neto; da minha quase quinzena de irmãos e anexos e da mamãe, que não pude visitar, ao completar 102 anos de vida. O resto, dá para tirar de letra. Basta força de vontade e boa vontade, que o nosso (des)governante-mor não têm. Bolsoasno vive no mundo da lua, pensando na reeleição e uma cambada de ignorantes acredita que ele quer o bem do país. Nunca quis. Sempre teve ciúmes dos seus subordinados que se destacavam no cenário nacional, como o Moro e o Guedes (na verdade um financista e não Ministro da Economia) e, agora, o Mandetta. Se fosse um presidente sério, elogiaria os seus subordinados e bateria palmas para eles. Mas não é, e, por isso atrasa qualquer medida que possa ser tomada em benefício do país. Se não for indicada por ele. O já chamado curandeiro Bolsoasno quer utilizar em massa o mesmo remédio que o curandeiro Donald “I Love You” Trump quer utilizar nos EUA, sem indicação médica, nem provas da sua eficiência (ou ineficiência mortal). Lembram-se da pílula do câncer recomendada pelo curandeiro Bolsoasno? É assim que é governado o país. Na base da tentativa e erro. Se errar foi erro nosso. Se acertar foi meu sucesso. Como prosperar dessa forma?

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  • Ethan Edwards disse:

    1) A opção Bolsonaro é ruim.
    2) A opção Mandetta é ruim também.
    3) A opção boa é não ter vírus. Mas essa opção os comunistas chineses não disponibilizaram.
    4) Tanto Bolsonaro quanto Mandetta tiveram que fazer escolhas baseando-se num grande número de fatores imponderáveis, sendo que os mais difíceis de avaliar terão sido, provavelmente, o ponto de estresse do sistema de saúde e o ponto de estresse da economia.
    5) Tanto um quanto o outro – o sistema de saúde e a economia – têm pontos de estresse muito baixos, devido ao modo como funciona o Estado brasileiro, assunto já largamente discutido neste espaço e que se resume perfeitamente naquilo que os marxistas de antigamente chamavam de “modo de produção asiático” ou “civilização hidráulica”: uma burocracia gigantesca vivendo às custas de uma massa indiferenciada de escravos.
    6) Tirando as idiossincrasias pessoais de Bolsonaro, com as quais responde à psicopatia da esquerda pró-vírus e dos inocentes úteis a serviço do Centrão, até que não tivemos, dadas as fragilidades do Ogro Benfeitor, problemas muito graves até agora. Um amigo altamente qualificado se ofereceu para trabalhar voluntariamente nos pontos de estrangulamento da gestão da crise – estatísticas em geral, controle de parâmetros, elaboração de amostras, logística, etc. – e foi educadamente recusado, porque o Estado não tem pessoal capacitado para as atividades correlatas. É assim que é: dos X milhões de funcionários regiamente pagos pelo contribuinte, pouquíssimos conseguem responder em alto nível a uma crise como esta. É o outro lado da nossa poliédrica privilegiatura, cujos salários, qualquer que seja a outra epidemia que nos assole, devem ser pagos regularmente.
    7) Recuso qualquer reivindicação em nome da “ciência” contra a “política”. A ciência já deu o que poderia dar. Todos conhecem o vírus, a velocidade com que se propaga, os efeitos que provoca nos organismos de acordo com a idade e pré-condições de saúde, etc. etc. O que está em questão, já há algum tempo, é política (administração da polis), escolhas morais: a que riscos submeter a população, que sofrimentos impor aos que não podem trabalhar, até que ponto levar a depressão dos confinados, etc. São escolhas muito difíceis, mas nenhuma delas pode se resolvida com “ciência”. A ciência só nos diz o que PODE ser feito; escolher o que DEVE ser feito é assunto da moral (no caso de um país, da política).
    8) Embora do grupo de altíssimo risco, prefiro a “opção Bolsonaro” (isolar os mais velhos + abertura controlada da economia + hidroxicloroquina para os casos graves, etc.). Considero uma epidemia uma provação a que uma comunidade é submetida e creio que, frente a uma provação que não foi criada pela própria comunidade, os riscos devem ser distribuídos o mais igualmente entre todos. É cômodo papagaiar sobre democracia e, quando a comunidade é abalada por uma catástrofe, os riscos e as responsabilidades se distribuem desigualmente – os motoboys, os caixas do comércio, os cozinheiros, os motoristas e mais uma miríade de profissões “invisíveis” são considerados “de utilidade pública” e lançadas – sem nem mesmo uma máscara feita em casa – no epicentro da pandemia; os demais ficam em casa vendo Netflix e dizendo “ninguém deve sair”. Não, democracia não pode ser isso. Democracia é tentar fazer justiça também no momento em que a comunidade é colocada em risco. Na democracia não há “infantaria” e “retaguarda”. Isso é para as forças armadas – não por acaso o modelo mais acabado que conhecemos de HIERARQUIA.
    9) Parabéns pelo artigo. Obrigado pelo espaço.

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    • Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut disse:

      Caro senhor Ethan Edwards, desejo lembar que na década de 90 o ex-Presidente Fernando Collor de Mello convidoua ex-prefeita de Sáo Paulo (PT) Luiza Erundina para ser sua Secretária da Administração Federal – SAF e ela começou a atender o pedido dele para fazer um levantamento e atualização sobre o número de funcionários públicos, seu histórico profissional e atualização dos seus currículos nos bancos de dados da Secretaria. Visava o melhor aproveitamento em território nacional dos servidores e fomentar a melhoria dos quadros pela formação em etapas seguintes.Lembro que alguns funcionários ficaram surpresos pelo que poderia estar a ser planejado. Aqui no Vespeiro o Fernão já nos descreveu como é nos EUA com as avaliações dos funcionários, de tempos em tempos, para medir-lhes a atuação e competência, e dependendo destas poderem continuar no serviço público. Essa coisa de emprego vitalício é fulminante para a qualidade do Estado e dos governos. Há sempre aqueles que carregam tudo nas costas, às vezes até por que não desejam ver os outros funcionários crescerem. Muitos funcionários buscavam fazer cursos de pós-graduação pagos pelo governo,outros tantos se acomodavam. O povo brasileiro merece uma resposta melhor pelos impostos em casata que pagam.Até agora a única reforma ampla que vi acontecer foi o aumento dos proventos dos funcionários públicos ativos e inativos, civis e militares, a níveis que os cidadãos comuns não são beneficiados, e tudo baseado em leis votadas no Congresso Nacional de forma a ruborizar a face da República. Como diria um ancião italiano que eu conheci: “Ma che bella roba!”, cuja tradução pode ser “Mas que bela coisa!”…Ainda tem muita coisa cheirando mal no Brasil, infelizmente!

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      • Ethan Edwards disse:

        Caro Hebert,

        Nosso serviço público, exceto entre os bombeiros, talvez, é regido pelo lema “você me serve fielmente, eu protejo você”. Cria-se, assim, um laço de solidariedade que faz o servidor sentir que é do seu interesse o “progresso” do burocrata a que ele serve, e induz este a proteger os “seus” servidores. Temos, consequentemente, um sistema de avaliação em que o deputado avalia o funcionário que ele mesmo recrutou para pagar uma dívida com um cabo eleitoral, ou que está preenchendo a quota do partido, ou que o próprio deputado (ou ministro, ou desembargador, ou juiz…) “colocou” no serviço público… É indiferente se o servidor é concursado ou recrutado. Nunca deu, nunca vai dar certo.
        O sistema ideal é o submeter os altos funcionários públicos à avaliação pelos eleitores. Assim, o Grande Burocrata, sabendo que sua sorte depende de um bom desempenho, pressiona os Médios Burocratas, que por sua vez pressionam os Pequenos Burocratas abaixo deles. É a solução menos ruim. Fora disso, é o pai avaliando o filho…

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  • Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut disse:

    Estimado Fernão, é também muito melancólico saber que toda essa ajuda um dia terá que ser coberta com o trabalho do povo, a grande massa que não usufrui dos privilégios da minoria enquistada no Estado brasileiro e é desnecessário nomeá-los. Enquanto Bolsonaro defende a utilização de cloroquina o Trump preferiu mandar seu pessoal correr para China e comprar todo o equipamento médico necessário para tratar pacientes americanos acometidos pelo covid-19 que viu pela frente. Por aqui esperamos o pico da epidemia pandêmica improvisando máscaras caseiras – aprovadas pela Anvisa? – para diminuir a possibilidade de contaminação interpessoal. O efeito oba-oba do Carnaval brasileiro pode estar vindo… a galope e nossos hospitais particulares já alertam que os leitos criados já estão em torno de 95% ocupados.
    Seria de bom alvitre que os hospitais de campanha não fossem desmontados após setembro e fossem ocupados para tratar a população que não tem plano de saúde e acesso a medicina de ponta.
    Quanto a cemitérios seria bom também precaver-se e todos os municípios fazerem o saneamento necessário construindo mais unidades e crematórios para os cidadãos que assim escolherem.
    Perguntar não ofende, esclarece: O INSS cobrirá o tratamento no exterior das eventuais sequelas – no sistema vascular, no coração e outras – causadas aos pacientes curados da infecção pelo coronavírus?
    Uma vez que não recebemos as máscaras que estariam encomendadas, que tal se as fábricas de filtro/coadores de papel estudassem a possibilidade de fabrica-los com material mais resistentes. Fiz uma máscara protótipo virando ao contrário um filtro de papel/coador tamanho 102- tem maiores – grampeei um elástico e ela se adaptou muito bem na face,região das narinas e da boca/queixo. Proteje? Com a palavra os técnicos e especialistas! Provoquei…

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  • Francisco Eduardo Britto disse:

    Pára de escrever complicado! Desce pra Terra! Se não fica sendo apenas um exibicionismo retórico. Precisamos de mais do que isso hoje, quando o país se esfarela!

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