8 de abril de 2020 § 20 Comentários


E a “bundamolice” da imprensa q aceita sem chiar q o Plano Mansueto “caducou”?! Os heróicos governadores “não aceitam contrapartidas” q reduzam os rombos nos seus cascos (vender estatais) cm as q impõem aos quarentenados nem o funcionalismo as reduções de salário q impõe ao povo

                                  •••

A repetição desse “não aceitam” passa batida, sem comentários nem cobranças. Só a obrigação de “full disclosure” mostrando q jornalistas têm “cônjuge, companheiro ou parente em linha reta ou colateral, por consanguinidade ou afinidade, até o 3ro grau” vivendo do estado mata isso

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§ 20 Respostas para

  • Fernando Lencioni disse:

    Concordo!!!!! Só isso explicaria esse comportamento. Aliás, viver do Estado virou a coisa mais comum no Brasil, pois, como alardeiam os cursinhos preparatórios para carreiras públicas, conquistar um lugar na máquina do Estado é conquistar um futuro tranquilo e seguro. Durma com esse barulho. E ninguém, ninguém fica contrariado com isso. Ao contrário, na hora eles dizem “somos concursados”. Como se o concurso público lhes desse a primazia sobre os interesses daqueles aos quais eles deveriam servir.

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    • Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut disse:

      O concurso é o passaporte que outorga o “direito adquirido” pelo futuro “funcionário” aprovado e no aguardo da nomeação. Muitos cursinhos só “formavam” trainees especializados em repetir respostas padrão…para as perguntas nas provas. Raciocínio é coisa rara na solução das situações que surgem na documentação, ops, burocracia diária.Quando dá confusão é tudo enviado para os jurídicos desatarem os nós e oferecerem soluções optativas. Na hora das auditorias as mãozinhas se retraem em direção ao tórax, pois ninguém se habilita a segurar as batatas quentes – observem os casos dos rompimentos das barragens de rejeitos minerais que estão levando um tempão para se compensar os que foram atingidos pelo lamaçal. Muitos contratados são de melhor preparo e são chamados para compensar a falta de funcionários eficazes. É obvio que muitos funcionários aprovados por concurso são de ótima qualidade e outros se aprimoram em pouco tempo no exercício da função ou cargo público. Há de tudo nessa imensa massa de trabalhadores pagos com os nossos impostos; o que nos falta é poder avaliá-los de tempos em tempos, como acontece no sistema eleitoral de voto distrital puro com recall (retomada), iniciativas, referendos que o Fernão Lara Mesquita sempre defende em seus excelentes textos que divulga via mídia. O difícil é ver o sistema Judiciário ter de resolver os processos com base em leis geradas por Casas Legislativas deploráveis, com membros protegidos por “imunidades parlamentares” indecorosas, que são escudos eficazes que lhes defendem de seus eventuais crimes.

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  • Carmen Leibovici disse:

    A corrupção acaba com o mundo.Juízes não poderiam receber advogados em seus gabinetes;jornalistas ,e seus familiares diretos,deveriam ser proibidos de ter emprego no estado,e por ai vai…
    Faltam regras morais rígidas nas instituições de estado; sem elas,ou sem a sua aplicação efetiva ,ainda que elas existam,o barco afunda.Cedo ou tarde.

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  • Roberto Aires disse:

    Seo FErnão é 4 trilhão em renuncia fiscal nos ultimaos 15 anos. este ano 350 bilhões. metada do orçamento consumido em juros da divida.

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  • JOSÉ MORA NETO disse:

    Fernando, há 50 anos os cursinhos preparatórios já falavam isso. Isso já está no sangue de toda a ” privilegiatura “. Os que estão olhando de fora, também estão loucos para entrar nesse grupo. Somos colonia de nós mesmos.
    Carmen, antes do barco afundar, quem sabe a nossa ” democracia” tome rumo dentro de 200 anos? Quem sabe, não é?

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  • Ethan Edwards disse:

    Com um Estado gigantesco como o nosso, que até ontem era dono da Vale, mas que hoje continua dono da Caixa, da Petrobrás, do Banco do Brasil, dos Correios, de centenas de estatais (água, saneamento, eletricidade, etc.), em todos os níveis – federal, estadual e municipal -, e mais uma miríade de câmaras, tribunais, assembleias, côrtes… – é inevitável que grande parte, senão a maior, dos rendimentos da imprensa com publicidade se origine nesse Leviatã. Como fazer jornalismo independente se o Estado, além de desfrutar do poder de concessão, com um pequeno gesto pode aniquilar um jornal, uma TV, uma revista de circulação nacional? Jornais locais, então…
    O modelo americano não deve ser perseguido apenas na política. É preciso persegui-lo antes de tudo na economia. Precisamos de milhões de empresas e milhões de proprietários, gente que se sustenta com o próprio trabalho e que não precisa curvar-se ao Estado para sobreviver. Só assim a democracia, que supõe uma imprensa independente, terá alguma chance no Brasil.

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    • Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut disse:

      O Estado é manipulado pela privilegiatura hierarquizada para para se reproduzir e manterem seu “status quo”. Cidadania para eles é a defesa de seus próprios interesses e a lei… ora a lei! Quanto às grandes estatais sabemos todos o que são: grandes fontes de empregos-cabide, que até geram “rendas” – rachadinhas, contribuições “compulsórias” – para as campanhas de manutenção do poder pelo poder, reforçadas pelos fundos partidários. Heróis são todos os brasileiros que não se entregam a essas sinecuras hierarquizadas, que não retornam para o povo em bons serviços a enorme quantidade de impostos pagos. Na arena está o povo explorado e acuado pelo leão, nas arquibancadas está a privilegiatura e o mandante da hora nesse país “coliseu” é o que num movimento de polegar pode mandar-nos todos para o ostracismo.
      O Brasil ainda espera que cada um cumpra com o seu dever, seja um trabalhador autônomo ou um funcionário público. Que os melhores em todas os setores e instituições possam se unir e reconstruir o Estado e o País. A verdade praticada pelos jornalistas, doa a quem doer, libertara a eles e à Imprensa, mas é preciso destemor. Poucos se habilitam a dar voz as multidões carentes de líderes competentes. FLM é uma das exceções, num oceano de “profissionais” subservientes em muitos setores.

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  • 60ebacana disse:

         

    De: "VESPEIRO" <comment-reply@wordpress.com> Enviada: 2020/04/08 14:46:48 Para: fluz7@uol.com.br Assunto: [Notenn nevez] 25642   #message_content > a:hover { color: red; } #message_content > a { #message_content > text-decoration: none; color: #0088cc; } a.primaryactionlink:link, a.primaryactionlink:visited { background-color: #2585B2; color: #fff; } #message_content > a.primaryactionlink:hover, a.primaryactionlink:active { background-color: #11729E !important; color: #fff !important; } #message_content > /* @media only screen and (max-device-width: 480px) { #message_content > .post { min-width: 700px !important; } } */

    Fernão posted: " E a “bundamolice” da imprensa q aceita sem chiar q o Plano Mansueto “caducou”?! Os heróicos governadores “não aceitam contrapartidas” q reduzam os rombos nos seus cascos (vender estatais) cm as q impõem aos quarentenados nem o funcionalismo as reduções "

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  • Carmen Leibovici disse:

    Esse negócio do “Plano Mansueto” quer dizer que o governo está aproveitando essa epidemia para fazer farra e dar um chute em qq possibilidade de reestruturação do País,e os jornalistas ao invés de botar a boca no trombone,ficam caladinhos?Assim fica difícil mesmo.Se jornalista apóia “surdina”,então é melhor arranjar outra profissão!

    Fiquei preocupada ,pois andei lendo que o governo está pensando em imprimir mais dinheiro para se safar das dívidas.Isso vai dar bode!!!

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  • whataboy disse:

    Desonestidade intelectual e conflitos de interesse não serão eliminados do jornalismo sem alguma revolução. São conceitos que desapareceram, sumiram na poeira cósmica. É desesperador porque o cidadão não tem mais quem o defenda de fato. Apesar dos eventos de puro desrespeito pela profissão, muitos desses irracionais, violentos e injustos, será que as redes sociais ainda vão ter um papel positivo na construção de uma outra consciência? O papel negativo, de pura destruição, já está por aí…

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    • Fernando Lencioni disse:

      É uma boa pergunta!!!! Quem entender que credibilidade é a chave do cofre poderá eventualmente exercer esse papel. Mas ainda falta alguma coisa que não conseguimos antever.

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  • Salvador Mazzetto disse:

    👏👏👏

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  • Ulrich Dressel disse:

    “cm as q impõem aos quarentenados nem o funcionalismo as reduções de salário q impõe ao povo”.
    falta “m” no teclado ??!

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