4 de abril de 2020 § 17 Comentários
Desonesta – não ha outra palavra – a cobertura da Globo festejando a presteza do Legislativo em aprovar a “PEC do Orçamento de Guerra” omitindo q foi excluída a parte q autorizava reduzir salários do funcionalismo. Como de hábito eles tiraram o próprio rabo do alcance da seringa.

Há tempos que não fazem mais jornalismo. São agentes políticos que se veem na obrigação de “empurrar a história”. Na melhor das hipóteses.
Que tristeza que virou o jornalismo nesse país. Isso vai ter consequências no futuro.
Fernão, a Globo sempre foi desonesta pelo que omitiu.
Perfeito. Meu pirão primeiro sempre.
👏👏👏👏
São todos uns FDP!
A imprensa está virando o coveiro da democracia. O fenômeno é global, já está em marcha há muitos anos, mas só agora está sendo percebido de forma mais consistente. Coincidiu com a ascensão do Xi Jinping ao poder.
seo Fernão
para as automobilística 14 bilhões
para a zona franca 20 bilhões
renuncia fiscal esse ano 350 bilhões
nos últimos 15 anos 4 trilhões de renuncia fiscal
a divida fiscal empresarial 5 trilhões.
ok. corta vencimento no mesmo percentual que cortar a renuncia fiscal
com se vê o rabo é um pouco maior que sua escrita supõe
seja veraz por inteiro
Nao ha causa e efeito. Torcida pura. Imprensa esta doente, e no mundo todo
Enviado do meu iPhone
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Sim, pelo que eu tenho acompanhado via cabo é um problema universal. Por isso que eu acho que alguma consequência trará inevitavelmente esse comportamento com viés e parti pris da imprensa no mundo atual.
Globolixo se lixando para a verdade
Ela se apoia em todos que façam oposição à este governo, pois acabou a mamata.
Eu costumava respeitar o JN da Globo pelos padrões tècnicos e digamos, até certo ponto, distancia do comentário e apreço aos fatos. Isto vem mudando muito, a noticia vem sendo substituida pela opinião (não editorial). O ápice para mim foi na ultima quinta-feira. Em função da quarentena, pude assistir quase 2 horas da coletiva do governo, maior parte ocupada pelo pessoal da Saúde. E logo depois, às 19:00, houve a entrevista do Bolsonaro para a Jovem Pan. No JN da mesma noite, pude então constatar com absoluta precisão que a edição dos dois eventos supra citados foi sim “desonesta” para dizer o mínimo, quando não maldosa e parcial. Deram enfase particular a frases verdadeiras, sim, mas com diferentes significâncias quando inseridas no contexto ou quanto extraídas isoladamente do mesmo. Sem contar a entonação terrorista das manchetes na entrada do Jornal.
Eu entendo que o jornalismo da Globo piorou muito recentemente. E com acesso direto à noticia, tal qual fontes diversas, havendo a possibilidade de comparar anàlises e abordagens, facilita demais exercer o julgamento.
Então. É só a Globo que faz isto ? Não creio. A Folha adotou um lado faz tempo. O Estadão, do qual sou assinante há 32 anos, ainda é o melhor porém também tem seu viés editorial.
O que nos resta, é procurar saber, cruzar dados, anàlises e filtrar. Sem bomba, sem ameaça, sem fechamento, Acredito que democracia é isto. Nem tudo que eu ouvir vou concordar ou gostar, Mas quero continuar ouvindo, vendo e lendo, Até mesmo jornalismo ruim. Que não me firam este direito.
Perfeito, Newton!
O jornalismo é importante demais para a democracia para deixar-se matar pelos maus jornalistas que, eventualmente, estiverem operando em seu nome.
Newton: creio que essa parcialidade do JN é mais antigo do que você supõe. Vou citar um fato isolado, mas que pode ser sintomático: no final da década de 70, recomeço (?!) da democracia, houve uma grave gigantesca dos professores públicos do estado, com paralisações significativas do centro da cidade de São Paulo. Em três ou quatro ocasiões, a concentração de professores se deslocou da República para a Sé, parando o trânsito mas contando com o apoio da população – eu estive lá. Os jornalistas “globais” documentaram tudo. À noite, durante a edição do JN, NENHUMA linha de notícia, NENHUMA citação sequer ao fato. Por quê? A ideologia pode estar presente tanto na distorção do que é veiculado quanto na seleção do que é publicado ou não. Abraço!
Nota do revisor (eu mesmo): grave=greve.
Amigo, sem dúvida, exemplos pontuais de desinformação temos vários, inclusive este que você relembra. O que eu quis dizer do JN em particular foi a guinada da teórica imparcialidade para um jornalismo opinativo e formador de opinião, o que não é nada bom.