26 de outubro de 2019 § 21 Comentários

Atiçar o poder público contra @fakenews é suicídio da democracia. A rede é a praça pública. Exigir q só se fale verdade nela é piada. Só tem essa obrigação quem assume esse compromisso como os jornalistas profissionais. E estes não mentem pelo que dizem, mentem pelo que não dizem

Marcado:

§ 21 Respostas para

  • whataboy disse:

    Vou tentar uma reflexão:
    Se na praça pública, blackblocs depredam e agridem, precisam ser reprimidos, identificados e criminalizados, um a um, CPF por CPF.

    Se a rede é usada por robôs para atacar a reputação de alguém ou uma instituição, só nos resta perseverar que a tecnologia conceda que a vítima identifique e acione a justiça contra os responsáveis pelos robôs.

    Nada a ver com julgar se a reputação foi ou não foi atacada, mas sim com o ato de multiplicar de forma anônima a divulgação da “verdade” útil do momento.

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  • Lourenço disse:

    Quantos comentários radicais, reflexões etc…
    Viva a rede social onde a manifestação é a liberdade

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  • José Tadeu Gobbi disse:

    Fernão

    Aos jornalistas e publishers deveria ser exigido mais que a verdade factual, aparente naquilo que publicam. Deveria exposto os compromissos que assumem em privado, nos escritórios refrigerados das redações e dos boards. Isto fica claro no que deixam de publicar, ou no enfoque que dão ao que publicam. Claro que a verdade esta sujeita aos valores e perspectivas daqueles que a formulam. Se está alinhada aquilo que a média da opinião pública observa, menos mal. As vezes esta alinhada a verdade do poder, não por convicção, mas por necessidade.

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  • Alexandre disse:

    Há nisso tudo um problema central: o que é (seria) fake news? Estamos falando apenas da (in)verdade factual ou também da opinião embalada como (in)verdade? Uma matéria de jornal, a depender de como se escreve ou se destaca certos trechos, incluindo e principalmente o título, pode ser considerada fake news, ainda que não contenha fatos ou dados falsos?

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    • flm disse:

      Esse o ponto, Alexandre.
      A única reação efetiva (e saudável) contra fake news é a de quem ouve. Liberar a caça a quem diz é eleger os iluminados que decidirão o que é verdade e o que é mentira, golpezinho que é velho como o mundo.
      Quando ao resto, consolem-se: “Viver é mesmo muito perigoso”.

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      • Ethan Edwards disse:

        Esse é o ponto, de fato. 2500 anos de Filosofia não estabeleceram o que é a verdade, como identificá-la, que procedimentos nos permitem chegar a ela, etc. E finalmente esse insolúvel problema filosófico será resolvido por uma comissão de deputados! É lamentável que a liberdade de expressão às vezes cause danos a inocentes. Mas trocá-la pelo controle estatal, ou seja, conferir a políticos e burocratas o poder de definir o que podemos e o que não podemos falar, aí é suicídio; é instituir a tirania.

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      • Herbert Silvio Augusto Pinho Halbsgut disse:

        É bem isso senhores Fernão e Ethan Edwards, minha febre aumenta cada vez mais, entretanto ainda consigo modestamente discernir que os poderes de nossas República estão cada um fora de lugar e, ás vezes, no lugar dos outros. Às vezes, para salvar a própria sanidade, é melhor filosofar para com o próprio umbigo, pelo menos ao errarmos saberemos onde e como consertar eventuais estragos. Afinal, o Supremo Tribunal Federal julga de acordo com o que determina a Carta Magna, elaborada pelo… Congresso Nacional! O curioso é que analfabetas filosofam e sabem o que querem para si, para suas famílias e para a Nação.

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  • Herbert Silvio Augusto pinho Halbsgut disse:

    Fakenews nas redes sociais é aviltante e inevitável, mas o que dizer das fake jurisprudence, ou seja, a injurisprudência que nós, o Povo, temos suportado engolir como no fatiamento da sentença do impeachment de Dilma Vana Roussef com acompanhamento de Ricardo Lewandowisk em pleno Congresso Nacional, sem a devida reação contrária e automática dos demais supremos ministros. E quantas outras o Povo – legítimo detentor do poder, conforme a nossa Carta Magna, mas não na prática – terá de engolir, como ninguém perceber que há juízes no Supremo Tribunal Federal – STF que não deveriam estar participando dessa decisão sobre a prisão, ou não, logo após a condenação em 2a. instância, devendo, isso sim, declararem-se impedidos, mormente no que diz respeito ao ex-presidente desta República surrealista, sindicalista e catimbeira , o senhor – agora cidadão honorário parisiense – Luís Inácio Lula da Silva, que diz ser “o homem mais honesto do Brasil”. Parte da imprensa nacional morde, arranha, bate duro e, de repente, assopra, alisa e amacia o meio de campo, fazendo parecer estratégia para apoiar a governabilidade em defesa das reformas eternamente arrastadas para o “pogresso” do Estado brasileiro. Abaixo com os fakejudges: ah! impossível. ainda não temos o sistema de voto distrital direto com “recalls”, etc… Pior ainda, não votaram a tal PEC para reformar a Constituiçãoque impediria todo esse imbróglio do vai e vem capicioso da prisão em segunda instância, atropelando o Estado de Democrático de Direito. Acho que estou com febre de primavera. Vou reler Vaclav Ravel!

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    • Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut disse:

      Corrigindo: o nome correto do falecido escritor e ex-presidente da Republica Checa é Václav Havel . Ravel é o do “Bolero”, como todos sabem!

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