Como se tornar um (quase) campeão

5 de julho de 2016 § 29 Comentários

Portugal mais do que mereceu o título e eu me congratulo com todos os amigos de lá por essa conquista. Mas a história do heróico time da Islândia que, por uma falha técnica, deixou de ser publicada aqui na hora certa enquanto eu me encontrava em viagem em área não acessível às redes sociais vem a calhar para quem anda tão por baixo quanto o Brasil.

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§ 29 Respostas para Como se tornar um (quase) campeão

  • Merecido o título. Mostrou garra diante da forte França, lembrando de que ninguém ganha na véspera, como muitos acreditavam nos franceses. A “terrinha” está feliz

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  • whataboy disse:

    Matéria fantástica. Planejamento e determinação que não veremos por aqui em próximas décadas.
    Que tal devolver metade para Portugal? A outra metade, para a Islândia, claro. Não sabemos torcer, não sabemos cuidar de gramados nem construir, nem sabemos avaliar e julgar bandidos que roubam os impostos pagos. E os não pagos também.Chega?

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  • Valnei Ferle disse:

    Não me digam que falta dinheiro pra fazer igual ou melhor . Pois não falta não.
    Falta um Judiciário decente e submetido às leis . Porque criamos um monstro na constituição “cidadã”. Criamos “Reis” e “poderosos” ,vai ser muito complicado mudar isso .O Legislativo e o Executivo são fáceis de se ajustar se tivermos um judiciário descente e honesto.

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    • Desculpe por discordar, mas o “buraco” é mais embaixo. Judiciário como indica é o mínimo, todavia o Legislativo é o “cancer” com metástase proliferando dia a dia seja qual o governo. Veja pra aprovar as medidas da LDO o quanto vai custar. Só pra emendas dos ilustres serão mais R$ 1.6 bi! O grande responsável por essa gente que “supostamente” deveria nos representar com decência, e lá se encontram por nosso desinteresse na hora de votar, elegendo parlamentares sem preocupação na avaliação. E dá no que está dando, até quando a sociedade assumir responsabilidade no voto.

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      • Ricardo M disse:

        E esse “até quando”, caro Cobucci , é que é o desesperançoso da questão.
        Será preciso mais de uma geração para a evolução comportamental e educacional da população.
        A educação familiar precisa ser endereço de mais atenção ,nem tanto dos governos,mas pelas próprias famílias.
        O modelo escolar,esse fiasco, precisa ser mais realista com os objetivos desejados . Cada vez mais isso aqui está virando uma subsociedade que aprecia uma subcultura valorizando uma estática de submundo.
        Aí,dê-lhe “cahorras”, “bailes de favela” como sinônimo de inclusão social e emancipação nessa sinfonia atonal de generalizações ditas ,de novo,inclusivas ,que são somente prova de lumpenização dessa sociedade que já não era lá essas coisas…
        Sim ,gerações e muito trabalho até fazer isso aqui ter uma população minimamente pensante para fazer com que o nosso voto tenha algum valor .
        Do contrário ,como hoje ,o voto de analfabetos terá tanto valor quanto o seu.

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      • Vc tem razão caro Ricardo.
        Acompanho há tempos como participante desde minha época de colégio, quando vc realmente estudava. Francamente só vi piorar, quando não é no conteúdo e nos nomes como os finados primário, ginásio , clássico, científico e tinha o normal. Vc saia sabendo. Daí em diante politizaram, inventaram aprovações sem saber e mal escrever, e o PT potencializou a politização incluída dos exageros quanto as minorias, gays e até Kit gay, lembra?

        As famílias na minha época eram mais presentes porque as escolas exigiam. Meu primeiro livro que li por orientação no 1o ano de ginásio, chamado ” Memórias sem malícia de Gudesteu Rodovalho” de Gilberto de Alencar, a professora interagiu com minha mãe sobre o conteúdo do l. Adicione-se da comunicação de acesso as famílias mesmo no início da tv. Hoje vejo coisas inacreditáveis com a “viadada” na tv justificado, não raro, pelo politicamente correto. Isso influi nos valores inclusive, familiares e o desinteresse na política começa com a própria família diante do quadro que se apresenta e o desestímulo que acompanha.
        O que era uma honra no passado, hoje o mandato é chacota, ou coisa pior.
        Como vc bem indica é uma minoria minimamente pensante para fazer com que o nosso voto tenha algum valor, acrescento, todavia, como toda minoria não consegue fazer do voto o resultado, e o último exemplo foi o da reeleição da Dilma com as mentiras pregadas e, o pior, aceitas
        Quem sabe daqui alguns séculos melhore. Não tenho muitas esperanças projetando o futuro pelo passado recente.

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      • No nosso Brasil assassinaram a EDUCAÇÃO, ela está morta e sepultada. Quando reativaremos os Ginásios Vocacionais, padrão de excelência em Educação.

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  • Me submeti a tortura! Assistindo nossos ” representantes” apresentarem-se em pronunciamento de 1o minutos, pleiteando a Presidência da Câmara. Patético, bizarro ou o que corresponder negativamente. Falam o que não farão, e a história é testemunha. Um bando de “lombrosianos”, justificando o papel deles no comando do Legislativo e, ao caso, da Vice-Presidência da República. Como escrevi N vezes no Vespeiro, o Legislativo é a melhor amostragem ponderada da sociedade. Afinal é a própria que os elege. Portanto não precisa ser nenhum sábio à entender onde começa o problema. Isso é desinteresse que começa com a formação na educação.familiar ao invés de assistir novela.
    Também tem disso Ricardo.

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  • Eduardo, acho que nunca mais. e voltassem com o currículo do tempo do primário, ginásio, científico etc, acredito que aprenderiam mais. Escolas vocacionais é pedir demais pra a mediocridade politizada que tratam da educação voltada em muito as vaidades pessoais em dizer ” eu mudei o ensino”
    E deu no que deu. Uma geração de muitos analfabetos que fazem up-grade em Faculdades iguais a eles. Formam-se, e vem a decepção com o insucesso profissional.
    E assim vamos pro buraco que importa no desenvolvimento do país.
    E lá atrás onde tudo começa e indica da tendencia.

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  • Ricardo M disse:

    Excelente e emocionante até, o vídeo pinçado pelo sr. Eduardo.
    Escolas vocaionais existem ainda nos EUA ,e aqui são uma perda inestimável.
    Mas temos de considerar o que inevitávelmente se dará como conclusão resumida no comentário acima do nosso Cobucci,a qualidade do material humano e , acrescento, tanto do corpo docente quanto discente. Professores ineptos e alunos desinteressados são ingredientes de uma fórmula que tem tudo para funcionar , e tanto funciona , que colhemos os resultados ,medíocres ,em qualquer tipo de avaliação possível em termos de educação. Afinal , que tipo de famílias esse modelo está formando?

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  • Ricardo M disse:

    Desculpem,nem revisei a gramática..

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  • Eis ai o dr.Eduardo Gonsales de Ávila, na confraternização do Ginásio Vocacional, sem dizer uma palavra e hiper-reflexivo. Sabendo de detalhes que a turma desconhece.

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    • Nem com toda a cachaça estrategicamente colocada entre o dr. Eduardo. observador e hiper-reflexivo (abstêmio) e o professor de Artes Plásticas NIRCEU fez com que o professor desse com a língua nos dentes.

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      • Edusardo.

        Invejo. Hoje é difícil encontrar tamanha interação entre amigos com esse nível até musical. É resquício de um viver que dificilmente se encontra substituído foi pela comunicação sem prazer da presença pessoal.
        Parabéns e pelo grupo.

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    • Eduardo, qual, entre os dois é vc? Assim passo a conhecê-lo por foto, pelo menos.

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    • Cobucci
      Na cabeceira da mesa Ezisto Cesari, Sindicalista Bancário, ex-vereador em Barretos, membro do PT, casado com Sulzi, bancaria do Santander e donos da casa onde ocorreu o evento, Sulzi é irmã de meu cunhado Elson, (camiseta verde que ocasionalmente aparece) á esquerda de Ezisto, DR.EDUARDO. vocaciano, camiseta Branca do GV, de óculos,médico cardiologista, ao meu lado o professor de Artes Plásticas NIRCEU e Professora Helena (Biologia). do lado direito de Ezisto na mesa, MARCELO BEZERRA, o do violão, vocaciano, filho do ex-combatente da FEB em campos da Itália, poeta autor do Hino de São Paulo)= “S.P. da garoa”, Francisco de Assis Bezerra, autor de várias musicas folclóricas correlatas á Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos, ao lado de Marcelo,EXPEDITO professor de Estudos Sociais. é ladeado o extremo direito da mesa, ocupada por convidadas familiares do Ezisto Cesari; em outra mesa menor, ao fundo o Professor, DANIEL BAMPA NETO, contador, dono da empresa ESPASSO (Práticas Comerciais) e Professora Zaíra Bampa (Português) . A voz do Auduio é da ex-vocaciana. Elisete Greve Tedesco, vocaciana, Historiadora.

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  • Revelações Bombásticas sobre a orquestrada invasão dos Ginásios Vocacionais:

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    • Elementar meu caro professor de Artes Plásticas, nesta sua palestra sobre “O CALVÁRIO” vossa senhoria mostrou-se totalmente desmemoriado, você se esqueceu que na época do GV sempre que você armava nos fundos da escola seu cavalete para pintar aquarelas das matas das redondezas do vocacional, sempre aparecia um observador solitário e reflexivo aluno (Eduardo), ironia, e que certa ocasião você nos confidenciou que era um agente do DEOPS, Era brincadeirinha, né. Você se esqueceu mas foram confeccionados vários quadros “O CALVÁRIO”, com varias turmas em anos subsequentes. Este que você mostra na foto um calvário com um arco romano, era da turma da Elisete Tedesco, o quadro que gerou o conflito, você se esqueceu, era de outra turma, não tinha arco romano, era de dimensões menores, coube escorado numa cadeira e ficou exposto diante da Biblioteca do Vocacional, e ao lado dele você confeccionou um dossiê (você se esqueceu) coletando a opinião dos alunos como que querendo demonstrar a infiltração de ideias socialistas só porque apreciávamos, um quadro, esteticamente muito bem confeccionado em colagem em que a figura de Che GUEVARA era substituído na cruz central do Cristo, e as cruzes laterais, dos ladrões no Calvário as figuras de Kennedy e Mather Luther King. Sabemos disso porque há uma foto slide do referido quadro e o mesmo no momento da invasão do Ginásio Vocacional pelo Exercito também foi escondido, e tenho o relato de que o quadro existe até hoje. Fala de memória, ás vezes, tem cura!

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  • O VOCACIONAL VIVE EM NOSSA MEMÓRIA
    O professor NIRCEU não assumiu nada. A busca continua, queremos ouvir o outro lado sobre como foi articulado a invasão e fechamento concomitante de todas as unidades de Ginásios Vocacionais pela Ditadura. Muito apreciaríamos o relato de qualquer agente ou Militares que participaram desta ação missão ou força tarefa, ocorrida em 12 de Dezembro de 1969, ocorridas concomitantes em várias cidades que tinham Unidade Vocacionais de Ensino, inclusive o Graça Aranha de São Paulo.

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  • www,zonacurva.com.br/maiakovski-quase-rouba-poema-de-escritor-brasileiro

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    • Eduardo,
      Relendo me lembrei do poema. Não me lembrava do autor o que no país não se cultiva muito, ou nada. Não só pelo lindo texto mas pela oportunidade da ocasião merece ser lembrado, lembrando de que os petistas tendiam ao mesmo caminho. Só não foram adiante em troca pela corrupção junto com a burrice.

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  • Eduardo, Redigi um artigo-texto, Adeus Dilma o qual gostaria de mandar-lhe. Não o faço pelo Vespeiro porque o Fernão poderá não gostar do ” desvio de função até auto promocional”. Por isso se vc quiser posso mandar através de seu e mail a ser informado.
    Grat

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