A hora é de fazer contas

30 de abril de 2016 § 22 Comentários

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Artigo para O Estado de S. Paulo de 30/4/2016

Por trás do barulho em torno do impeachment ha um movel muito mais prosaico e objetivo que as “razões ideológicas” alegadas nos discursos oficiais cuja elisão torna impossível compreender os papéis assumidos por cada ator do nosso patético dramalhão.

Ele se chama dinheiro.

Produzir contas devastadoras sem dar satisfação a ninguém é prerrogativa exclusiva daquele “nós” do “nós contra eles” de que vivem falando o ex-presidente Lula e a ainda presidente Dilma. Pagá-las é sempre a cova com palmos medida desses latifundios que cabe exclusivamente ao “eles”. Este nosso doloroso transe gira essencialmente em torno de definir quem vai pagar a última, recorde absoluto de todos os tempos. Como está claro que desta vez não vai ser possivel jogar tudo nas costas dos “eles” de sempre e os “nós” terão de devolver uma parte significativa do que tomaram à Nação se quisermos que a economia volte a respirar, os ânimos estão pra lá de exaltados, com “o exército” adrede convocado todo ele nas ruas, viajando em ônibus pagos por nós, os “eles”, do Oiapoque ao Chuí, carregando sempre aquele mesmo elegante conglomerado de barracas brancas e pontiagudas de onde partem as “manifestações espontâneas” desses “movimentos sociais” para rugir, seja de dentro dos salões do Palácio do Planalto, seja nas avenidas paulistas do Brasil, que no que é daqueles tantos poucos ninguém há de tocar.

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A partir da catastrófica Constituição de 88, quando a carga fiscal estava em 24% do PIB, em linha com a de países do mesmo nível de desenvolvimento, começa o “ciclo de expansão fiscal” que a trouxe até os 36% do PIB nominais de hoje aos quais a orgia petista acresceu outros 10% do PIB de deficit basicamente distribuindo e incentivando a distribuição de cargos e salários na União, nos estados e nos municípios enquanto subsidiava o consumo do povão com dinheiro dos impostos compartilhados com esses entes da falecida federação. Não obstante a excelente opinião sobre si mesma que tem Dilma Rousseff, foi esse redobrar dos gastos junto com o minguar da arrecadação para comprar poder dentro do Estado e votos fora dele que acabou de quebrar o Brasil e enterrar na miséria os eleitores de 2014 que ela tapeou com as nada inocentes “pedaladas” com que tratou de esconder sua falcatrua.

A situação resultante é de uma clareza meridiana: nada menos de 46% de tudo que o Brasil inteiro produz é apropriado pelos 11 milhões e 100 mil indivíduos humanissimamente humanos (5,4% da população) em que se corporifica a entidade mítica reverencialmente chamada de Estado. São R$ 2.714.000.000.000,00 (dois trilhões setecentos e quatorze bilhões de reais) sobre um PIB de 5,9 trilhões em 2015 mas, cada vez mais, só isso não chega. Tudo se esvai na “sustentação da máquina” com benefício menor que zero para o contribuinte em matéria de educação, saude, saneamento, infraestrutura e segurança publica. O governo investe hoje menos (2,4% do PIB) do que investia em 1988 (3% do PIB), antes da proporção do PIB que abocanha quase dobrar.

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Por cima dos funcionários que têm qualificação, trabalham e em geral são miseravelmente pagos, boia a nata cada vez mais grossa dos não concursados filhos do comércio de “governabilidade” e dos detentores da dita “autonomia administrativa” que se outorgam supersalários recheados de “auxílios” isentos de imposto de renda. E acima de todos exibem a sua impunidade os donos dos “cargos de confiança”, eufemismo para os parentes e amigos mais queridos e para os agentes explícitos dos ladrões, seus padrinhos, que sugam o sistema naquela medida que fez do país o campeão mundial da corrupção.

O numero de funcionários não chega a ser exagerado comparado ao resto do mundo. Mas a consagração do privilégio oficial e explicitamente como prêmio pela cumplicidade com esquemas criminosos de perpetuação no poder baniu do serviço público os últimos traços de meritocracia e sentido republicano. Cada órgão público, na razão inversa da sua real necessidade para qualquer coisa que interesse ao contribuinte, incorpora hoje um sistema completo de hotelaria de luxo onde motoristas e garçons, apenas por terem as costas de quem manda sempre ao alcance dos seus “tapinhas” de áulicos, ganham mais que professores e médicos concursados e titulados com mestrado e doutorado; automóveis, passagens, médicos e dentistas particulares e outras mordomias obscenas criadas e desfrutadas frequentemente por gente fichada na polícia consomem muito mais verba que hospitais, escolas e obras de saneamento básico.

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O que tais crimes fizeram com o país é a razão última da queda iminente deste governo. Mas o discurso oficial quer dar a tudo ares de “disputa ideológica”. Dá espaço para mais esta fraude a passividade com que a imprensa privilegia as palavras sobre os fatos. A hora é de fazer contas pois, ainda que vá o governo para onde merece sua obra deletéria continuará pesando nas costas dos brasileiros em nome da intocabilidade dos “direitos adquiridos”, mãe de todos os privilégios adquiridos.

Quantas CPMF’s poderiam ser poupadas se apenas os tais “auxílios” passassem a pagar imposto como salários que são? Quantas se o princípio basilar de igualdade perante a lei fosse aplicado às aposentadorias públicas 33 vezes maiores em média que as privadas? Se apenas os abusos da chamada “autonomia administrativa” revertidos em decretos em causa própria (salários e auxílios) fossem anulados em nome do princípio do “desvio de finalidade”? Se as nomeações (e futuras aposentadorias e pensões) “de confiança” fossem revertidas?

Sim, os tres poderes, de tão podres, funcionam neste momento sob o jugo da necessidade. Mas ao 4º cabe sair da hipnose com a disputa pelo poder em que vive, medir os dois Brasis e tratar de dar a uma sociedade explorada os argumentos de que vai necessitar para evitar que mais uma vez, os “nós” safem-se de tudo às custas dos “eles” e o país permaneça, como sempre, um milímetro acima do limite da sobrevivência.

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§ 22 Respostas para A hora é de fazer contas

  • tony20022013 disse:

    concordo com vc Fernão

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  • Luiz Barros disse:

    Prezado Fernão,
    Já que a hora é de fazer contas e considerar o peso que tem o dinheiro na disputa do poder, seria interessante que você discorresse sobre o dinheiro do 4º poder. O quanto, afinal, aquela imprensa que você critica é fajuta por incompetência, por aparelhamento, por contaminação ideológica ou por estarem jornais, revistas, rádios e tvs financeiramente quebrados e dependentes dos bnds da vida, da publicidade governamental e/ou de outras muletas do Estado, como em diversos momentos da História do Brasil já ocorreu. Afinal, Fernão, existe hoje imprensa livre e independente no país? Superavitária em sua operação normal? Qual é hoje o passivo consolidado dos órgãos de comunicação nacionais e quanto deste passivo é financiado/rolado com recursos estatais? Abraços, Luiz Barros

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    • flm disse:

      Excetuados os ligados a grupos de televisão que concentram muito do que resta das verbas publicitárias num país que pouquíssimo lê, a vida não está fácil para nenhum órgão de imprensa. As vacas não estão gordas, como não estão para ninguém no Brasil que restou do PT, mas quem está circulando é porque ainda tem contas no positivo, ainda que a custa de muitos sacrifícios e cortes de custos. Ninguém é sustentado pelo BNDES como foi uma boa parte dos patrões do chamado “grande empresariado” sob o “partido dos trabalhadores”.

      A qualidade do jornalismo, no entanto, é tanto maior quanto maior é a capacidade de uma redação de estar dimensionada para o dia de crise e cobrir cada assunto em mais de uma frente. Hoje isso é praticamente impossível e a qualidade sofre.

      Até aqui falo, naturalmente, da chamada “grande imprensa” de SP, Rio e Sul do país, que é o que conheço mais de perto.

      “Fajuta” só a “imprensa” que o PT sustenta com o dinheiro dos “petrolões” na internet, aí incluídos desde “jornais” com redações completas como o Brasil 247 até blogs com um indivíduo ou mais que um indivíduo. Estes ninguém sabe exatamente quantos são. E também algumas revistas e rádios de menor repercussão onde a publicidade do governo é bastante para pagar a conta de redaçõezinhas muito pequenas.

      Como elemento decisivo na luta pelo poder a imprensa sempre foi alvo preferencial para infiltração ideológica. A maior parte dos infiltrados, até onde sei, não era paga e já foi maior no passado do que é hoje. Dava-se pelo controle dos cargos de chefia por jornalistas ideologicamente enviesados e a cooptação dos subordinados. Subia-se com mais facilidade na carreira “aderindo” à orientação das chefias do que resistindo a ela.

      Até uma certa altura essa infiltração era contrabalançada pela presença nas posições de comando das redações de acionistas de empresas jornalísticas que também eram jornalistas e cuidavam de controlar excessos, respaldar jornalistas de outras orientações ideológicas e, principalmente, de pautar e cuidar da execução das matérias sobre temas que os “patrulheiros” prefeririam “esquecer” e de dar destaque ao que eles prefeririam esconder. Depois que essas empresas passaram a ser geridas por gente alheia ao jornalismo essa instância de balanceamento do debate nacional simplesmente desapareceu.

      Os jornalistas de verdade, entretanto, nunca foram pessoas movidas primordialmente pela vontade de ganhar dinheiro. Todas as outras profissões são melhores que o jornalismo para esse fim. Esse tipo de esquema ideológico só é absoluto e radical hoje nas escolas, especialmente as escolas e universidades públicas, onde não entra e não sobrevive quem não reza pela cartilha deles. É, rigorosamente, uma ditadura, porque é isso que mantém vivas no Brasil todas as ideias mortas no resto do mundo. Sempre foi menos radical nas redações que abrigaram um grande número de representantes do que chamo de esquerda honesta. Gente que realmente acreditava que os regimes de orientação socialista seriam melhores para o Brasil que os capitalistas, mas que prezava a democracia acima dessa divergência. Gente respeitável como Helio Bicudo, fundador do PT e ex-editorialista do Estadão e signatário da denuncia que pede o impeachment de Dilma Rousseff, entre outros, por exemplo.

      A “era PT” fez muita gente nas redações rever seu passado, envergonhar-se da contribuição que deu para a subida dessa máfia ao poder e o nível de sectarismo baixou. A esquerda democrática da minha geração tomou posição contra os comportamentos que, no passado, foram mais generalizadamente sectários e “patrulheiros”. A ética e o jornalismo acabaram prevalecendo e isso foi decisivo para que o país tomasse conhecimento do que, exatamente, é o PT, e para tudo que está acontecendo hoje.

      A nova geração, porém, já sai das escolas bem mais ignorante e ideologicamente enviesada num nível até certo ponto inconsciente que a anterior. Simplesmente nunca viu ou ouviu modos diferentes de analisar as coisas e interpretar o que acontece no país e no mundo. São filhos do triunfo dos métodos gramscianos que nunca antes foram tão vitoriosos quanto são no Brasil de hoje. Agrava essa mistura a internet onde domina absoluto o “Pavlov Eletrônico”, também chamado Google, que realimenta toda tendência com que se depara, seja qual for, devolvendo exclusivamente mais do mesmo, o que faz a vitima salivar cada vez mais automaticamente e rejeitar tudo que não seja idêntico a ela. Ele não faz nenhuma distinção entre Jesus Cristo e Pablo Escobar.

      Isso está gerando essa humanidade sem edição que não é nada bonita. O mundo inteiro é vítima disso. Da Inglaterra para baixo, tudo ficou mais burro e mais intolerante. Estão aí os Donald Trumps para não nos deixar mentir.

      Vai acabar mal…

      Aqui no Brasil, a força mais poderosamente negativa atuando sobre a imprensa hoje, fora essa, é consequência do isolamento geográfico e social de Brasilia como já expliquei em inúmeros artigos. É muito mais solidamente insidiosa que a infiltração ideológica. Os jornalistas locados em Brasilia vivem em marte e não podem evitar de viver em marte estando la, longe de tudo. Casam-se em marte, têm filhos e frequentemente até pais em marte, para não falar nos outros parentes diretos, convivendo, amando e trabalhando para os marcianos como não pode deixar de ser.

      É esse nível elementar do próprio viver que lhes prende os rabos.

      Eu sempre me lembro dos tempos do Mailson da Nobrega ministro do Sarney, quando eu, jovem jornalista, lhe cobrava mais empenho na desestatização/desburocratização e ele me perguntava se eu sabia como era o churrasquinho de sábado em Brasilia, onde o anfitrião era do BB, o tio funcionário do Judiciário, o sobrinho da equipe do deputado “X”, o pai aposentado de não sei qual estatal, a filha jornalista que namorava o ministro e a conversa, entre chopinhos, girava em torno do próximo aumento/auxilio/isenção de imposto/contribuição que iam arrancar do zé povinho aqui do planeta terra…

      E ele me dizia: “Sabe quem é o primeiro que me liga quando eu falo em reduzir a mamata? Meu pai, aposentado do BB, me chamando de traidor fdp…”

      Isso tem uma força irresistível. Proteger os seus é apenas natural e instintivo. Não é exata ou diretamente um ato de má fé mas confunde profunda e inevitavelmente o senso das lealdades.

      Quando eu tiver o meu próprio jornal vou adotar o critério do “full disclosure” que os jornalistas mais exigentes exigimos do resto dos mortais para nós próprios. Isso porque a luta de classes real é a que se dá entre um “nos” e uns “eles” que não são aqueles de que fala o Lula e seria um interessante incentivo para que os jornalistas se lembrassem para qual dos lados trabalham que suas assinaturas especificassem sempre se eles têm mães, pais, cônjuges, parentes e dependentes diretos casados ou empregados nos partidos, nos governos ou no estado.

      Tenho absoluta certeza de que, muito mais do que fazem hoje os ombudsmans, essa informação singela que o leitor merece ter para saber exatamente quem está lendo ou ouvindo ajudaria a tornar o jogo mais transparente e a fazer muitos jornalistas bem mais incisivos do que são hoje quanto a obviedades que o resto do Brasil vê mas eles não. Haveria um efeito parecido com o que se vê hoje com o Toffoli no STF…

      É isso, Luiz!

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  • Hugo Riccioppo disse:

    É o que sobrou da farra…. je suis endividado….

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  • Ana Maria von Atzingen Sasse disse:

    Caro Fernão, você é a cereja do meu bolo!

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  • Fernando Geribello disse:

    Caro Sr. Fernão,
    Seus artigos no “Estadão” estão se superando um após o outro. O de hoje, por exemplo, é digno de um escritor Realista, muitíssimo bem escrito, por óbvio é atual, e toca em um “calcanhar de Aquiles”.
    O desgoverno que há 13 anos está no poder e só por ele se interessa, está quebrando o nosso querido Brasil. E não estamos contando com as ações em curso na Justiça Norte Americana que se julgadas procedentes – o que não é nem um pouco difícil de acontecer – se não acabarem com a Petrobras, praticamente deixá-la-ão perto disso.
    Advogado militante que sou, formado pela sempiterna Faculdade do Largo de São Francisco, há mais de 41 anos, com um pouquinho de conhecimento de causa, tenho receio do STF face a sua atual composição, que é uma das mais fracas de sua história.
    Mais uma vez, meus parabéns pelos seus artigos, inclusive, repita-se, o de hoje 30/4/16.
    Sinceramente,
    Fernando Geribello ,

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  • Acerto de contas? Quero a minha parte. Temos muitas contas a acertar!https://youtu.be/58DYyuxiRvM

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  • Bem lembrado Fernão.

    Contas não faltam e todas negativas. Não satisfeito o petralhas farão promessas tomando medidas que o orçamento não permite cumprir e assim pretendem prejudicar o futuro governo Temer. Ódio puro pela perda do poder deixando o país em segundo plano, aliás como fazem há 14 anos. De qualquer forma superaremos mais uma vez os obstáculos impostos pela corja no poder.
    A mamata tá acabando. Tcháu, querida e saia do Palácio que não é seu.

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  • Ricardo M disse:

    Meu caro e querido Lara Mesquita. Publiquei algo com bastante semelhança hoje no blog Antagonistas.Acho que permaneceu durante uns vinte minutos se tanto e foi apagado junto com mais uns trinta e tantos comentários.Fico feliz de saber que podemos contar com seu texto,infinitamente mais bem acabado que o meu.Postado aqui,no Estadão e ainda na coluna de Augusto Nunes da Veja,onde creio que alcançarão muitos mais ,longe de sabotagens rasteiras da turma que não quer se render aos fatos e à lei. Nunca se precisou tanto de palavras e argumentos verossímeis…Muito obrigado cara!

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  • Cris Dias de Souza disse:

    Você escreve lindamente! Adoraria escrever assim! Cris Dias de Souza

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  • Feita as contas o que o Futuro dirá de Dilma Rousseff?

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  • Otacílio Guimarães disse:

    Bem, caros, a ordem é deixar a terra arrasada, já que perceberam que não vão se manter no poder por absoluta falta do que roubar mais. Roubaram tudo o que podiam. A senhora Encolhe PIB, orientada pelo seu mentor, vai tentar raspar o tacho em busca dos últimos centavos para gastar com sua militância, porque fora desta ninguém mais acredita nela, no seu mentor e muito menos no seu partido, melhor dizendo, na sua quadrilha do PT. Acaba de autorizar um aumento de 9% do bolsa esmola e teve barrado pelo STF (ministro Gilmar Mendes) o pedido de uma verba suplementar para publicidade em causa própria de nada mais nada menos que R$ 100 milhões de reais. A coisa está feia e sem solução à vista. Os dados da economia indicam que o próximo governo, seja qual for, terá que recorrer ao FMI para cumprir os compromissos obrigatórios, ai incluídas as aposentadorias. Pode ser a solução, pois o FMI só socorre um país em dificuldades mediante certas condições, sendo a principal delas a moralização fiscal que implicará, certamente, na eliminação dos inúmeros e imorais privilégios criados ao longo dos governos petistas. Mas isto tem um custo e quem vai pagá-lo, mais uma vez, é o contribuinte, já escorchado com tantos impostos. A saída mais racional seria promover de início e rapidamente uma privatização ampla e geral de todas as empresas estatais, começando com o Banco do Brasil, a Caixa Econômica, os Correios e outros antros de corrupção, como o setor elétrico e transformar o BNDES numa agência de planejamento econômico destinada a financiar apenas projetos prioritários à retomada do crescimento. Juntamente com essas medidas, entregar a Petrobras a um conselho de credores, já que essa empresa se tornou invendável dada a sua enorme dívida que supera em cinco vezes o seu patrimônio. Aliás, esta foi a única façanha conseguida pelos esquerdistas brasileiros: tornar a Petrobras uma empresa invendável porque hoje ninguém teria interesse em comprá-la. A verdade é que o Brasil se meteu, democraticamente, em camisa de onze varas. Como sair dela, eis a questão.

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  • NEIDE MARIA CANHEDO disse:

    Não há o que acrescentar, o artigo e as postagens dizem tudo. E ainda precisamos tolerar a lenga-lenga desse impeachment que se arrasta muito além da conta. Estamos cansados de discursos vazios programados especialmente para a “massa falida” de parasitas que sustentamos.

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  • Uma boa conta a ser apreciada, está no Estadão de hoje(4/5), caderno de economia de autoria da Monica de Bolle intitulado Malaise. É um coeficiente que eu desconhecia enquanto demonstra do estado da sociedade no governo incompetente petista.

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  • Boa semana para contas, ao caso contar. 1-Cunha puxou a fila, em seguida espero a 2-Dilma e com esperança do 3- Lula, o terceiro, lá em Curitiba. E, em breve, o Renan.

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  • Carmen Leibovici disse:

    Alguém me responde,por favor:nesses 46%do PIB gastos com o funcionalismo,estão incluídos os gastos com aposentados desse funcionalismo e estão incluídos também gastos com o funcionalismo da estatais?Quem está incluído exatamente nesses 11 milhões 100 mil ?

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