Steve Jobs é imortal
3 de março de 2011 § 3 Comentários

Se você ainda não viu o filme de Steve Jobs apresentando o iPad 2 (aqui), não perca.
Outro dia eu escrevi sobre a blitzkrieg do Google para cima da Apple, usando as armas do costume: o completo despudor com que pisoteia os direitos de propriedade intelectual, toneladas de dólares, dumping, vastas redes de alianças com grupos que se parecem com eles na dureza matemática de seus produtos, na ausência do poder de realmente inovar e, especialmente, na disciplina militar com que abordam o mercado como um campo de batalha onde só se vai para matar ou morrer.
E me perguntava, diante disso, se a Apple resistiria.
A Apple, não sei. Mas Steve Jobs é eterno. Enquanto ele estiver aí, misturando iluminadamente technology com liberal arts, como ele gosta de descrever sua obra, ele é imbatível. E, depois que se for, será cultuado para sempre como um dos maiores gênios que a humanidade produziu.
Conhecimento + arte. Não ha algoritmo que possa suplantar essa conjunção de talentos que sinaliza para a “geração pós PC” que ele inaugurou com o iPad, o que poderá ser a nova humanidade, se a velha permitir que a caminhada da espécie continue.
Se você ainda tem duvidas, salte a longa comemoração das vendas de 2010 e vá diretamente para os dois demos que seus engenheiros fazem das novas versões do iMovies e do Garage Band, aplicativos que levam para dentro daquela maquininha um fantástico estúdio de edição de vídeo de precisão que pode ser usado por qualquer analfabeto no assunto e a sua mágica coleção de instrumentos musicais que põe ao alcance de todo mortal comum a semi-divina capacidade de fazer música que, até hoje, foi de tão poucos.
E voe, com Jobs, imaginando as maravilhas que essas incríveis ferramentas vão começar a devolver a nós todos assim que chegarem às mãos do grande publico.

Adoro!!!!!
Muito bom! Bjs, Fernas!
muito bom, ele é um gênio!!!