Quando o aprendizado é sobre degradação de valores, o que se obtém é uma coletividade que se espelha nesse péssimo exemplo e desvaloriza o próprio meio em que vive, chegando a desacreditar de si mesma.
Ao contrário, um Estado que educa, ensina a autodeterminação responsável, gera a liberdade, a independência individual e nunca a dependência do povo ao assistencialismo demagógico.
O vício populista de governantes imorais e antiéticos que pretendem gerar a dependência do povo aos desígnios do Estado, somente aumenta o EFEITO DE MANADA ou o comportamento de rebanho. Isto é, se o povo sente que algo não vai bem e a criminalidade se torna impune, há uma forte tendência à desestruturação social, ao egoísmo, à baderna e à corrupção.
Pode-se dizer que esse é o mesmo princípio que faz um banheiro sujo se tornar ainda mais imundo ou que algo degradado sofra crescentes atos de vandalismo.
O resultado é sempre a ilusão de um Estado provedor, porém, irresponsável, pois, desestimula a incumbência e o valor de cada um de per si.
Um Estado que dispende recursos públicos em atos autopromocionais usa indevidamente a máquina pública e difunde no imaginário coletivo a mesma desfaçatez e perdularidade do governante.
Assim, pode-se dizer que o assistencialismo é um crime de falsidade ideológica, ao mesmo tempo que é um crime contra a humanidade, severamente causador da indolência social e da escravidão a um Estado claramente antiético, imoral e autocrático.
O oposto do que seria uma proposta mínima de democracia.
A política rege os costumes…
Quando o aprendizado é sobre degradação de valores, o que se obtém é uma coletividade que se espelha nesse péssimo exemplo e desvaloriza o próprio meio em que vive, chegando a desacreditar de si mesma.
Ao contrário, um Estado que educa, ensina a autodeterminação responsável, gera a liberdade, a independência individual e nunca a dependência do povo ao assistencialismo demagógico.
O vício populista de governantes imorais e antiéticos que pretendem gerar a dependência do povo aos desígnios do Estado, somente aumenta o EFEITO DE MANADA ou o comportamento de rebanho. Isto é, se o povo sente que algo não vai bem e a criminalidade se torna impune, há uma forte tendência à desestruturação social, ao egoísmo, à baderna e à corrupção.
Pode-se dizer que esse é o mesmo princípio que faz um banheiro sujo se tornar ainda mais imundo ou que algo degradado sofra crescentes atos de vandalismo.
O resultado é sempre a ilusão de um Estado provedor, porém, irresponsável, pois, desestimula a incumbência e o valor de cada um de per si.
Um Estado que dispende recursos públicos em atos autopromocionais usa indevidamente a máquina pública e difunde no imaginário coletivo a mesma desfaçatez e perdularidade do governante.
Assim, pode-se dizer que o assistencialismo é um crime de falsidade ideológica, ao mesmo tempo que é um crime contra a humanidade, severamente causador da indolência social e da escravidão a um Estado claramente antiético, imoral e autocrático.
O oposto do que seria uma proposta mínima de democracia.