Testemunha do caso Atibaia assinou locação da mansão de Lulinha
21 de agosto de 2026 § Deixe um comentário


O contrato de aluguel da mansão em Brasília usada como QG por Lulinha e seu esquema de traficância foi assinado em 2024 pelo dentista Rafael Nicolau Fioruci Arbex, e não pela lobista Roberta Luchsinger, que participou das visitas e das negociações do imóvel.
Ele foi testemunha de Fernando Bittar no processo da Operação Lava Jato sobre o sítio de Atibaia, que levou Lula à prisão.
O local pertencia formalmente a Bittar, mas recebeu reformas atribuídas à Odebrecht, à OAS, à Schahin e ao pecuarista José Carlos Bumlai, segundo a polícia, para acomodar Lula e sua família.
Em depoimento à 13ª Vara Federal de Curitiba, em 2018, o dentista assegurou que morava gratuitamente no sítio a convite de Bittar e negou que a família de Lula frequentasse o local.
Também falou que conhecia Lulinha e Bittar havia cerca de 25 anos.
Lilian, mulher de Bittar, é prima do dentista, que também é sócio das empresas Tex Serv e Texsaúde.
Segundo a imobiliária TRK, o contrato de aluguel de R$ 28 mil da mansão incluiu uma cláusula de confidencialidade, e Roberta nunca figurou como locatária em acordos intermediados pela empresa.
Após a primeira locação, novas negociações passaram a ser tratadas diretamente entre o proprietário e os envolvidos.
Usada para reuniões discretas, a mansão, localizada em um condomínio fechado no Lago Sul, tem três quartos e 2.110 metros quadrados.
As informações são do jornal O Globo.

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