A análise dessa oração, mesmo criteriosa, expõe uma dificuldade extrema: não é possível identificar o sujeito, aquele que praticou (continua praticando?) a ação. O mais estranho é que o predicado esta muito bem caracterizado, adjetivado. Tem todos os componentes, digamos assim, ate em excesso. Mas o sujeito, esse não temos como identificar. Ao que parece muitos são os que se apresentam ou parecem se mostrar, os possíveis autores das ações. No entanto é impossível identificar um, central, preponderante. Ou a oração tem múltiplos sujeitos, em paralelo, simultaneamente, o que em princípio seria impossível, toda quadrilha tem um chefe, único, maior, ou então a quadrilha é cooperativa, com distribuição isonômica de tarefas.
Mas, mesmo assim a oração foge dos padrões da língua portuguesa e ate mesmo do larim. Sendo assim o melhor é contratarmos os mestres especialistas, da USP ou os filhos da PUC, para nos conduzirem ao bom caminho, de entendimento, de compreensão.
Senão…. Seguiremos diante desse mistério universal: O mundo gira e a Lusitana roda!
A análise dessa oração, mesmo criteriosa, expõe uma dificuldade extrema: não é possível identificar o sujeito, aquele que praticou (continua praticando?) a ação. O mais estranho é que o predicado esta muito bem caracterizado, adjetivado. Tem todos os componentes, digamos assim, ate em excesso. Mas o sujeito, esse não temos como identificar. Ao que parece muitos são os que se apresentam ou parecem se mostrar, os possíveis autores das ações. No entanto é impossível identificar um, central, preponderante. Ou a oração tem múltiplos sujeitos, em paralelo, simultaneamente, o que em princípio seria impossível, toda quadrilha tem um chefe, único, maior, ou então a quadrilha é cooperativa, com distribuição isonômica de tarefas.
Mas, mesmo assim a oração foge dos padrões da língua portuguesa e ate mesmo do larim. Sendo assim o melhor é contratarmos os mestres especialistas, da USP ou os filhos da PUC, para nos conduzirem ao bom caminho, de entendimento, de compreensão.
Senão…. Seguiremos diante desse mistério universal: O mundo gira e a Lusitana roda!
Vergonha nacional.