Lula mente mais uma vez sobre armas e desarmamento
17 de agosto de 2026 § Deixe um comentário


Em seu discurso no evento de largada da campanha eleitoral, ontem, em São Bernardo do Campo, mais uma vez Lula mentiu, omitiu e distorceu informações sobre o setor de venda de armas e munições para civis no Brasil.
O chamado Estatuto do Desarmamento foi aprovado durante o primeiro governo Lula, em 2003.
Em 2005, o PT e ONGs da esquerda desarmamentista tentaram proibir a comercialização de armas e munições, realizando um referendo. Sofreram um revés acachapante: 64% dos votos, quase 60 milhões de eleitores que compareceram às urnas, disseram “não” ao desarmamento.
No entanto, apesar da derrota, Lula e o PT prosseguiram com a política desarmamentista. Historicamente, desarmar o cidadão de bem, e não os bandidos, é uma estratégia adotada por todos os regimes ditatoriais da esquerda para se perpetuarem no poder.

Quando Jair Bolsonaro foi eleito, foram flexibilizadas as normas de aquisição e posse de armamentos e munições para civis, entre eles os chamados CACs, colecionadores, atiradores desportivos e caçadores.
Lula afirmou que, nesse período, 1 bilhão de munições foram desviadas para o crime organizado, o que absolutamente não corresponde à verdade.
Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) constatou que foram encontradas irregularidades na venda de 2 milhões de munições, ou seja, apenas 0,2% de tudo o que foi comercializado.
Como todos sabem, as armas e munições utilizadas pelo crime organizado têm como origem o contrabando e não o mercado interno.
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