“Subornaço” custou R$ 7,9 bi por dia no mês de junho
30 de julho de 2026 § 1 comentário


Inflada pelo subornaço de Lula para garantir sua reeleição, a dívida pública federal administrada pelo governo disparou R$ 235,7 bilhões em junho e encerrou o 1º semestre em R$ 9,268 trilhões, segundo o Relatório Mensal da Dívida divulgado pela Secretaria do Tesouro Nacional.
No mês, o crescimento médio do rombo foi de cerca de R$ 7,9 bilhões por dia corrido.
A alta coincide com a disparada dos gastos de Lula com o dinheiro do contribuinte em um ano voltado à sua campanha de reeleição.
Já foram mais de R$ 200 bilhões no pacote de bondades que, sem incluir programas como Bolsa Família, Pé-de-Meia e Farmácia Popular, garantiram aos eleitores:
• Isenção de Imposto de Renda
• Crédito para aquisição de caminhões e ônibus
• Crédito para motoristas de aplicativos e taxistas
• Crédito consignado para trabalhadores do setor privado
• Programa para reforma de casas
• Programa de renegociação de dívidas
• Crédito subsidiado para empresas exportadoras
• Recursos extras do Fundo Social para MCMV
• Programa Gás do Povo
• Programa Luz do Povo
• Liberação do FTGS
• Renegociação de dívidas e crédito para agronegócio
• Isenções e subvenções para conter o aumento do preço dos combustíveis
• Crédito para segurança pública
• Gastos de R$ 80 milhões na campanha pelo fim da escala 6×1
Tecnicamente, o Tesouro informou que a alta de junho foi puxada principalmente pelas operações no mercado financeiro e às incertezas no mercado externo.

Em outras palavras: para se financiar e à reeleição de Lula, o governo emitiu mais títulos e os juros fizeram a conta crescer ainda mais.
As emissões líquidas somaram R$ 142,25 bilhões enquanto a apropriação de juros acrescentou R$ 93,48 bilhões ao estoque da dívida.
No acumulado de 2026, a dívida avançou R$ 633,3 bilhões, o que corresponde a alta de 7,33%.
Houve também aumento da participação de títulos ligados à taxa Selic, que subiu para 49,32% da dívida, quando o limite é de 50%.
O Tesouro Nacional planeja revisar os limites do PAF (Plano Anual de Financiamento) para aumentar a margem da dívida pública atrelada à taxa básica de juros.
A ideia é assegurar o dinheiro necessário para financiar a gastança do Estado sem causar instabilidade no mercado financeiro.
Além disso, investidores não residentes no país aumentaram a exposição aos títulos públicos brasileiros em cerca de R$ 6,9 bilhões em junho, respondendo hoje por 9,95% da dívida interna brasileira.
Ainda ontem, a Secretaria do Tesouro Nacional divulgou o Relatório Resumido da Execução Orçamentária (RREO) do 3º bimestre de 2026, que mostrou um déficit primário de R$ 92,98 bilhões no acumulado de janeiro a junho.
O documento reúne os dados dos orçamentos fiscal e da seguridade social e permite verificar se o governo está cumprindo as metas fiscais estabelecidas.
O déficit total do semestre, que inclui o pagamento de juros da dívida pública, foi ainda maior.
O resultado somou R$ 624,1 bilhões e mostra o peso dos juros da dívida sobre as contas da União, somado ao desequilíbrio entre receitas e despesas.

É nisso que dá, descondenar, tirar da cadeia e NOMEAR presidente da república, um ladrão corrupto, desonesto, desqualificado, desequilibrado, irresponsável, canalha, mentiroso, cachaceiro, senil e FDP. Os “supremos” responsáveis por essa sacanagem com o povo brasileiro são conhecidos e, se houver um pingo de justiça, serão rigorosa e exemplarmente punidos.