Costa Neto apresenta queixa-crime contra Ricardo Salles e acirra rixa entre PL e Novo
16 de maio de 2026 § 3 Comentários


Valdemar Costa Neto apresentou ao Supremo uma queixa-crime contra o deputado federal Ricardo Salles por calúnia e difamação.
A denúncia acirra a rixa entre o PL e o Novo deflagrada pelas declarações de Zema sobre o áudio de Flávio Bolsonaro para Vorcaro vazado pela PF.
Pré-candidato ao Senado, Salles disse em uma entrevista recente que “a turma do Valdemar é que roubava no Ministério dos Transportes e no DNIT”.
Ele fazia referência ao primeiro governo de Dilma, quando o ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento (então senador filiado ao PR, antigo nome do PL) foi demitido por suspeitas de corrupção.
Na época, em 2011, reportagem de Veja denunciou que as empresas tinham de pagar um “pedágio” de 4% a 5% do valor das obras feitas com verbas do Ministério.
Segundo a revista, o pagamento se destinava principalmente ao PR e era Costa Neto quem escolhia as empreiteiras e consultorias que realizariam estudos e obras para o Ministério.
Na queixa-crime, a defesa de Valdemar, hoje presidente do PL, afirma que ele “nunca sofreu qualquer persecução criminal pelos fatos que lhe foram atribuídos”.
Salles deixou o PL em 2024 depois de não conseguir apoio para concorrer à prefeitura de São Paulo.
Esquerda pra quê? A Direita é auto suficiente e se auto destrói sozinha!
Concorrência acirrada por cargos…
Até parece que há mais ambição pelos “atrativos” dos cargos do que pelas responsabilidades e obrigações que deveriam ser primordiais nas devidas funções públicas.
Não se escuta falar em compromissos, mas em luta e vitória por cargos públicos.
Pelo visto, há muito mais em um cargo público do que servir ao povo e ao país, com honestidade e afinco…
Qualquer pessoa responsável se preocuparia seriamente com os grandes desafios que teria que enfrentar ao assumir cargos públicos de grande importância nacional.
Em vez da introspecção e preocupação de quem se prepara para um desafio de suas competências, vê-se os empossados festejando, como se tivessem ganho na Mega-Sena.
Ou esses candidatos são super homens, capazes de enfrentar tais desafios e responsabilidades com os pés nas costas ou seus interesses nada têm a ver com servir, mas com servir-se dos cargos assumidos.
Será que ainda há HONRA em servir ao país?