Mais bondades com seu dinheiro para ajudar na reeleição de Lula
27 de abril de 2026 § 2 Comentários


Mais uma bondade com dinheiro público para ajudar na campanha de reeleição de Lula está a caminho.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, se reuniu hoje com CEOs de grandes bancos e acertou com eles um novo programa de renegociação das dívidas que o atual governo ajudou a criar e consolidar.
O encontro contou com representantes de bancos como Itaú, Bradesco, Santander, BTG Pactual, Nubank, Citi, além de Banco do Brasil, Caixa e Febraban.
Amanhã, Durigan deve bater o martelo com Lula em torno do que está chamando de “Desenrola 2.0”.
Segundo divulgou hoje o Banco Central, o endividamento das famílias atingiu 49,90% em fevereiro, acima do pico da série histórica (49,88%), em julho de 2022.
Já o comprometimento da renda dos lares chega a quase 30% no mês.
A proposta, que deve ser anunciada até 1º de maio, prevê descontos que podem chegar a 90%, juros menores, em torno de 1,99% ao mês, e início da operação em maio.

O plano promete aliviar dívidas caras, como cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal sem garantia, migrando esses débitos para linhas mais baratas, como consignado ou operações com garantia.
O público-alvo deve ser formado por pessoas que ganham até cinco salários-mínimos e têm dívidas em atraso.

O FGTS poderá ser usado para quitar dívidas dentro do programa e haverá aporte do governo com dinheiro do contribuinte no Fundo Garantidor de Operações para sustentar a renegociação.
O governo também discute restringir o uso de jogos e apostas on-line, além de usar dinheiro “esquecido por correntistas” nos bancos.

Na escala hierárquica dos manipuladores do velhaco fantoche comprador de votos, os bancos estão no topo.
Seria isso fruto do rancor insuperável à santíssima trindade idealizadora do Pix, Carlos Eduardo Brandt, Ilan Goldfajn e Roberto Campos Neto e sob a gestão econômica de Paulo Guedes no governo do gópi, o bozo?
Esse bandido vai chegar ao R$ 1 TRILHÃO que precisa para se reeleger.
Nós vamos bancar compulsoriamente.