O objetivo final é matar a odiada classe média
3 de outubro de 2025 § 5 Comentários

O objetivo é cada dia mais claro, é matar a odiada classe média, que é aquela que enche as manifestações nas Paulistas e Copacabanas do Brasil e povoa os pesadelos de Marilena Chauí.

O próprio Lula já repetiu 500 vezes que quem ganha acima de 5 salários mínimos não vota no PT. E como votar ou não votar no PT é tudo que orienta cada passo do Lula, dos direitos humanos para baixo, vamos lá!
A isenção de impostos dos mais pobres já é só consequência da obra que vem vindo ha 40 anos. Menos de 5 milhões de brasileiros pagam impostos ainda. A tributação dos dividendos, que veio como jabuti, pega quem ganha de 50 mil para cima que, obviamente, não são os oligarcas do lulismo, é o pessoal das Paulistas. E, de quebra, mete mais 40 bi no bolso do Lula para gastar com mais compra de votos. Um senador que sabe das coisas me disse ontem que o governo já tem 300 bi aprovados para torrar na eleição.

Feito 2026, não precisa mais ter eleição. Vai estar completa a obra de retorno ao absolutismo monárquico que é o socialismo real: um cara é dono de tudo, e ele distribui pedaços do todo para barões/oligarcas/campeões-nacionais que, em troca, controlam o populacho para sua majestade dando ou tirando o privilégio de quem não obedecer de trabalhar por uma merreca.
A aprovação unânime do ultimo golpe animou a galera do pudê. Agora, pra garantir 2026, já falam em novas estrepolias.
Uma delas é a gratuidade para o transporte público. Hoje, estima-se que 136 municípios aplicam a tarifa zero diária, e capitais como São Paulo e Brasília adotam a medida em domingos e feriados.
A “tarifa zero” é um discurso de décadas. Na Câmara, o deputado Jilmar Tatto é autor de propostas para isso. E tem uma PEC de Luiza Erundina já aprovada no Senado que espera ha anos para dar o bote, tendo sido até hoje barrada pela Lei de Responsabilidade Fiscal que já está morta, faltando enterrar. No Piauí e na prefeitura de Maricá-RJ, de governos petistas, a “tarifa zero” já está implantada “com êxito” (compondo o rombo gigante que só vai ser revelado em 1º de janeiro de 2027).

Outro tiro no peito é a PEC do fim da jornada de trabalho 6×1 e redução da jornada semanal de 44 para 36 horas. Essa acaba de matar o que resta da iniciativa privada. Fecha as portas do mercado mundial a um Brasil varejado de impostos e custos trabalhistas impagáveis.
A centralização da segurança publica, junto com a reforma tributária que põe o Brasil inteiro no bolso do Lula, é a pá de cal nos governos estaduais e municipais. A centralização das policias tirará então, de cena, a ameaça de uma resistência armada contra a ditadura do partido único.
Falta bem pouco, portanto.
Música – Tião Carreiro e Pardinho – A coisa dá feia
https://www.youtube.com/watch?v=J3OlwdLJmMU – (00:04:03)
Burro que fugiu do laço tá de baixo da roseta
Quem fugiu de canivete foi topar com baioneta
Já está no cabo da enxada quem pegava na caneta
Quem tinha mãozinha fina foi parar na picareta
Já tem doutor na pedreira dando duro na marreta
A coisa tá feia, a coisa tá preta
Quem não for filho de Deus, tá na unha do capeta
Criança na mamadeira, já está fazendo careta
Até o leite das crianças virou droga na chupeta
Já está pagando o pato, até filho de proveta
Mundo velho é uma bomba, girando neste planeta
Qualquer dia a bomba estoura é só relar na espoleta
A coisa tá feia, a coisa tá preta
Quem não for filho de Deus, tá na unha do capeta
Quem dava caixinha alta, já está cortando a gorjeta
Já não ganha mais esmola nem quem anda de muleta
Faz mudança na carroça quem fazia na carreta
Colírio de dedo-duro é pimenta malagueta
Sopa de caco de vidro é banquete de cagueta
A coisa tá feia, a coisa tá preta
Quem não for filho de Deus, tá na unha do capeta
Quem foi o rei do baralho virou trouxa na roleta
Gavião que pegava cobra, já foge de borboleta
Se o Picasso fosse vivo ia pintar tabuleta
Bezerrada de gravata que se cuide não se meta
Quem mamava no governo agora secou a teta
A coisa tá feia, a coisa tá preta
Quem não for filho de Deus, tá na unha do capeta
Déficit fiscal ou déficit nas contas públicas é coisa que menos de 5% da população tem entendimento claro e completo sobre o assunto.
Independente da ideologia política, muita gente nao faz a menor ideia como funciona a máquina arrecadatória instalada em Brasília.
A grande esperteza perversa da turba que aparelhou o Estado, e que tem hj a caneta e chave do cofre, é destruir os fundamentos básicos da existência das sociedades, aqueles de não se gastar mais do que se tem. Só que muito mais perverso do que gastar é torrar a fundo perdido, com o único objetivo de se perpetuar no poder. É o ganha-ganha dos inescrupulosos que comandam Brasília, e não é só petê não. Então, qto mais destruído o país estiver, muito melhor para quem tem o objetivo claro de transformar todos em dependentes de esmola de governo.
E se acontecer algum acidente de percurso em que venham perder a eleição de 2026, que se lasque aquele que entrar, é desde já serão culpados de tudo.
Conclusão: não há como jogar dentro das regras com quem quer destruir a democracia. O resto é lero-lero do tal EDD prá enganar otários.
Mais R$ 300 BILHÕES do povo, usados CRIMINOSAMENTE, para eleger um porco como chefe dessa pocilga de covardes e vagabundos.
Profético.
É muita imundície!