Hamas aceita negociar plano de paz de Trump
3 de outubro de 2025 § 1 comentário


O Hamas emitiu um comunicado hoje dizendo estar pronto para libertar todos os 48 reféns – só 20 estariam vivos – e iniciar a negociação do acordo de paz costurado por Donald Trump com Benjamin Netanyahu, como parte dos esforços para a criação do Estado palestino e para a saída das tropas israelenses do enclave.
O grupo aprova também a ideia de formação de um corpo de tecnocratas palestinos para supervisionar a reconstrução de Gaza com apoio de países árabes e comando de Donald Trump.
Uma paz duradoura no Oriente Medio nunca esteve mais próxima.
O Tratado de Abraão, uma iniciativa de Donald Trump em seu primeiro mandato, assinado em 15 de setembro de 2020 na Casa Branca pelos Emirados Árabes, o 3º pais do mundo árabe, depois do Egito em 1979 e a Jordânia, em 1994, e o primeiro do Golfo Pérsico a reconhecer e estabelecer relações normais com o estado de Israel. Na ocasião, o estado judeu concordou em suspender os planos de anexação da Cisjordânia.
O tratado ficou congelado durante os governos democratas, mas foi retomado assim que Trump voltou ao poder. A Arabia Saudita estava pronta a aderir ao tratado, o que arrastaria outros países árabes a fazer o mesmo quando o Hamas, para abortar o processo, perpetrou o bárbaro ataque que iniciou a guerra que completara dois anos no próximo dia 7.
O crescente poder do Irã com seus planos atômicos, controlando o que resta do Oriente Médio miserável e atrasado e mantendo guerrilhas terroristas em toda a região, como ponta de lança dos novos amigos do Brasil lulista – Rússia, China e cia. — ajudou a aglutinar os países árabes, ha três ou quatro gerações vivendo em vasta abundância e com suas elites estudando nas melhores escolas do Ocidente, em torno dessa ideia. Eles se parecem cada vez mais com Israel e cada vez menos com esse Oriente Médio do passado.
A ousadia de Trump para convencer Benjamin Netanyahu a aceitar anistia ampla, geral e irrestrita para os terroristas do Hamas que depuserem as armas – a mesma que Lula nega a este Brasil que ele pretende transformar no novo cu do mundo – e a aceitação de um estado palestino são fatores decisivos para a pacificação da zona mais conflagrada do planeta, assim como certamente seria para a pacificação do Brasil. E foram universalmente acatadas como a maior prova da seriedade das intenções desse processo.
O “Tratado Abraão” homenageia o patriarca das três principais religiões do mundo: o judaísmo, o islamismo e o cristianismo.
Uma tentativa excelente. “Carro apertado e que canta”!
Os terroristas do HAMAS estão encurralados, sabem que não têm, mais opção. Então aceitaram entregar os anéis pra manter os dedos.
Mas, continuam sendo terroristas, assim resolveram aceitar NEGOCIAR o acordo na ultima hora pra ganhar tempo. Apenas isso. Eles sabem que se o novo acordo entrar em funcionamento eles perderam tudo, vão se recolher a própria insignificância. Ou seja, vão passar a ser vistos como o cocô do cavalo do bandido.
Conclusão: a noticia é bem intencionada mas não passa de uma pausa estratégica. Eles não vão cumprir acordo algum.
O mal se arranca pela raiz. Senão vira praga.