Fernão, a salvação do Brasil depende (tem como pré-requisito) um milagre.
Veja bem, enquanto os cães ladram a caravana passa. Os cães são esses que você nominou: policia federal, ministério publico, PGR, ministros do do STF. Além de cães são “soldados”!
Mas e a caravana? O que ela leva, solenemente, caprichosamente?
São os donos dos partido políticos que, empoderados por uma constituição feita de encomenda, por eles mesmos (Michel Temer e Nelson Jobim) detêm o mando das duas casas legislativas. Na Câmara, dos deputado é o colégio de lideres partidários. No senado a articulação “negociada” com o poder executivo para distribuir ministérios, verbas, cargos e outras benesses.
À essa caravana, não interessa, absolutamente, imaginar um governo que não compactue com seus interesses. Foram esses bandidos que orquestraram a situação eu vivemos. Trouxeram um bandido novamente pra presidência da república, coma condição previa o loteamento de ministérios e cargos. mas também ASSEGURARAM aos ditadores de toga garanti-los nos cargos, custe o que custar.
Os testas de ferro da caravana têm nome, sobrenome e CPF:
Rodrigo Maia, Artur Lira, Hugo Motta, Alcolumbre e Pacheco.
Todos esses têm diplomas de advogado. Todos esses conhecem, de cor e salteado, todas as inconstitucionalidades praticadas pelos togados e não mexem um dedo sequer para cumpri o que é sua obrigação.
Isso está evidente com a “visita” oportuna do Artur Lira ao presidente Bolsonaro, na véspera do julgamento: estabelecer o “acordo” entre o pescoço e a corda. Com o acordo firmado por “essas partes” a anistia se torna possível, mas com o pescoço renunciando candidatura em favor de algum indicado pelas capitanias.
Assim Fernão, enquanto a constituição e as leis brasileiras tiverem como utilidade única garantir os benefícios das capitanias partidárias, o Brasil NÃO TEM SALVAÇÃO.
A razão já foi substituída por obsessão raivosa em destruir Jair Messias Bolsonaro, desde 2019.
O nível de ódio, pela perda daquelas eleições e pelo “estrago” feito por Bolsonaro no esquema corrupto de fisiologismos petistas, provou ter sido efetivo.
“Esse Bolsonaro não si elegi pra mais nada nesfe paísf”, vociferou o psicopata estelionatário.
Com tanta sede de vingança, a mente já não tem equilíbrio, nem sensatez; resta a fúria desembestada e a vilania dos canalhas.
Parte-se para celerados golpes baixos, como os que tem sido desferidos por um poder que degenerou em covil ilegitimado, pelos seus entes, contumazes cafajestes, travestidos de inquisidores macabros, alucinados e presunçosos.
Realmente, falta à oposição, cheia de razão, moral e apoio popular, amadurecer, manter o sangue frio e buscar melhor planejamento para defesa e ataque, mais sagacidade e menos ingenuidade, pois ainda age militar e inocentemente, no rigor dos manuais, como se crápulas respeitassem regras e princípios.
Há que se ter maturidade, sabedoria, serenidade e decisões corajosas no combate contra declarados escroques, para que os golpes sejam certeiros e definitivos na aniquilação de toda a quadrilha, já meio desmantelada pelos excessos da própria safadeza e pelo medo dos castigos em que possam incorrer, ao desafiarem as ordens do homem mais poderoso do mundo.
Não há racionalidade no que acontece atualmente na política brasileira.
A prova mais recente disso é o julgamento persecutório, espúrio, imoral e criminoso, promovido pelo supremo covil e veementemente endossado pelo ódio visceral de um psicopata estelionatário que delirantemente se imagina presidente do Brasil.
É a psicose coletiva buscando a utopia e aceitando a roupa nova do rei, embora ele esteja nu…
Vivas à distopia!
O processo penal nos tribunais funciona assim: encerrada a instrução, abre-se vista, sucessivamente, para a acusação e para a defesa. Após, o relator redige o relatório e seu voto. Pede pauta (data para julgamento) ao presidente da Câmara ou da Turma. A defesa de Bolsonaro ajuizou as razões finais às 23:58hs. do dia 13 de agosto. Às 10hs do dia seguinte, 14 de agosto, Alexandre de Moraes pediu pauta. No dia subsequente, Zanin, presidente da 1ª Turma do STF, pautou de hoje, 2 de setembro, até dia 9 de setembro o julgamento. Para quem não é do ramo, lembro que Alexandre de Moraes, em 10 horas, inclusive as de seu repouso, leu milhões de páginas desse processo, aí incluídas as razões finais do réus, redigiu o relatório, lavrou o voto e declarou-se habilitado para iniciar o julgamento mais importante da História do Brasil. Há alguma possibilidade de que isso seja minimamente sério e/ou honesto?
Fernão, a salvação do Brasil depende (tem como pré-requisito) um milagre.
Veja bem, enquanto os cães ladram a caravana passa. Os cães são esses que você nominou: policia federal, ministério publico, PGR, ministros do do STF. Além de cães são “soldados”!
Mas e a caravana? O que ela leva, solenemente, caprichosamente?
São os donos dos partido políticos que, empoderados por uma constituição feita de encomenda, por eles mesmos (Michel Temer e Nelson Jobim) detêm o mando das duas casas legislativas. Na Câmara, dos deputado é o colégio de lideres partidários. No senado a articulação “negociada” com o poder executivo para distribuir ministérios, verbas, cargos e outras benesses.
À essa caravana, não interessa, absolutamente, imaginar um governo que não compactue com seus interesses. Foram esses bandidos que orquestraram a situação eu vivemos. Trouxeram um bandido novamente pra presidência da república, coma condição previa o loteamento de ministérios e cargos. mas também ASSEGURARAM aos ditadores de toga garanti-los nos cargos, custe o que custar.
Os testas de ferro da caravana têm nome, sobrenome e CPF:
Rodrigo Maia, Artur Lira, Hugo Motta, Alcolumbre e Pacheco.
Todos esses têm diplomas de advogado. Todos esses conhecem, de cor e salteado, todas as inconstitucionalidades praticadas pelos togados e não mexem um dedo sequer para cumpri o que é sua obrigação.
Isso está evidente com a “visita” oportuna do Artur Lira ao presidente Bolsonaro, na véspera do julgamento: estabelecer o “acordo” entre o pescoço e a corda. Com o acordo firmado por “essas partes” a anistia se torna possível, mas com o pescoço renunciando candidatura em favor de algum indicado pelas capitanias.
Assim Fernão, enquanto a constituição e as leis brasileiras tiverem como utilidade única garantir os benefícios das capitanias partidárias, o Brasil NÃO TEM SALVAÇÃO.
Salvo se houver um milagre.
A razão já foi substituída por obsessão raivosa em destruir Jair Messias Bolsonaro, desde 2019.
O nível de ódio, pela perda daquelas eleições e pelo “estrago” feito por Bolsonaro no esquema corrupto de fisiologismos petistas, provou ter sido efetivo.
“Esse Bolsonaro não si elegi pra mais nada nesfe paísf”, vociferou o psicopata estelionatário.
Com tanta sede de vingança, a mente já não tem equilíbrio, nem sensatez; resta a fúria desembestada e a vilania dos canalhas.
Parte-se para celerados golpes baixos, como os que tem sido desferidos por um poder que degenerou em covil ilegitimado, pelos seus entes, contumazes cafajestes, travestidos de inquisidores macabros, alucinados e presunçosos.
Realmente, falta à oposição, cheia de razão, moral e apoio popular, amadurecer, manter o sangue frio e buscar melhor planejamento para defesa e ataque, mais sagacidade e menos ingenuidade, pois ainda age militar e inocentemente, no rigor dos manuais, como se crápulas respeitassem regras e princípios.
Há que se ter maturidade, sabedoria, serenidade e decisões corajosas no combate contra declarados escroques, para que os golpes sejam certeiros e definitivos na aniquilação de toda a quadrilha, já meio desmantelada pelos excessos da própria safadeza e pelo medo dos castigos em que possam incorrer, ao desafiarem as ordens do homem mais poderoso do mundo.
Não há racionalidade no que acontece atualmente na política brasileira.
A prova mais recente disso é o julgamento persecutório, espúrio, imoral e criminoso, promovido pelo supremo covil e veementemente endossado pelo ódio visceral de um psicopata estelionatário que delirantemente se imagina presidente do Brasil.
É a psicose coletiva buscando a utopia e aceitando a roupa nova do rei, embora ele esteja nu…
Vivas à distopia!
O processo penal nos tribunais funciona assim: encerrada a instrução, abre-se vista, sucessivamente, para a acusação e para a defesa. Após, o relator redige o relatório e seu voto. Pede pauta (data para julgamento) ao presidente da Câmara ou da Turma. A defesa de Bolsonaro ajuizou as razões finais às 23:58hs. do dia 13 de agosto. Às 10hs do dia seguinte, 14 de agosto, Alexandre de Moraes pediu pauta. No dia subsequente, Zanin, presidente da 1ª Turma do STF, pautou de hoje, 2 de setembro, até dia 9 de setembro o julgamento. Para quem não é do ramo, lembro que Alexandre de Moraes, em 10 horas, inclusive as de seu repouso, leu milhões de páginas desse processo, aí incluídas as razões finais do réus, redigiu o relatório, lavrou o voto e declarou-se habilitado para iniciar o julgamento mais importante da História do Brasil. Há alguma possibilidade de que isso seja minimamente sério e/ou honesto?