O caso do ministro já está definitivamente qualificado. Ele tem duas características que atestam que seu lado feminino é o mais presente.
As mulheres, quase todas, têm ciúme, inveja ou ambos ao mesmo tempo. Isso está evidente no comportamento do ministro, em especial nos casos do Oswaldo Eustáquio e do Allan dos Santos. O ciume é evidente. Ele não admite perder os dois em nenhuma hipótese!
Ja com o Bolsonaro o caso é de inveja mesmo. O ministro não suporta saber de alguém que tenha (possa ter) mais presença, mais apoio, mais apelo popular do que ele. E, no caso do presidente, a coisa é mais grave, gravíssima!
Ele não pode aceitar o fato de que o presidente, homem de tamanha simplicidade possa ser mais aceito do que ele, autor de vários livros de direito, conhecedor excelso da rabulagem, super extra bem articulado.
Não, isso é inaceitável. Isso não pode acontecer de maneira nenhuma!
O ministro se vê obrigado a tomar alguma atitude urgente, imediata, definitiva, terminativa. Todas as suas atitudes e posturas mais recentes demostram isso.
Mas, o ministro também sente algumas coceirinhas (atrás das orelhas) quando percebe que o ciúme do ignorantácio já se mostra similar – pari passu – ao seu.
Já pensou no que pode ocorrer quando ele se der conta de que os dois não conseguem superar o sentimento (invejoso) pelo mesmo homem?
Quando o lado feminino dos machos excede a normalidade, a guerra é inevitável. Mas, nesse contexto, o ministro leva vantagem: não tem cabelos!
Ah, faltou dizer que a especialidade do ministro é praticar a arte da interpretação.
A constituição brasileira garante os direitos à livre expressão, à ampla defesa, ao devido processo legal. Mas mesmo sendo a lei apenas de execução, sem interpretação, o ministro, ultra, super, híper conhecedor do direito (chinês, koreano, cubano, venezuelano, et cetera) decidiu que o texto constitucional está mal redigido. Portanto está sim submetido a interpretações. O ministro professor tão capacitado que conseguiu convencer todos os demais colegas, companheiros de bancada. Até, espantosamente, a única representante do gênero feminino daquela corte.
Ora, sendo assim é claro que o conceito de “reciprocidade” também admite, da parte do excelso ministro, interpretações mais adequadas ao contexto que ele depreende.
Quem são os três juízes espanhóis para discutir a interpretação de reciprocidade de sua xandidade! Isso é blasfêmia grave, inaceitável. O ministro apenas, e naturalmente, está trazendo os termos e concepções do acordo firmado entre os países para a nova realidade. E o faz do alto de sua sabedoria inquestionável. Afinal de constas o seu notório saber jurídico superar em muito todos os saberes jurídicos de seus pares. Sendo assim, os juízes espanhóis não podem, absolutamente, presumir que tenham ate mesmo a possiblidade de se elevar ao grau do supremo ministro. A impertinência dos espanhóis é indesculpável. Serão deixados à beira da estada ate que consigam adquirir capacidade de compreender as visões elevadíssimas de sua xandidade. Ponto final.
Soltar bandidos é dever daqueles bandidos que estão no poder para proteger seus aliados…
Não há dúvida sobre a ilegitimidade e sobre a criminalidade do covil supremo.
Antes tarde do que nunca! A ficha está caindo.
Vivi para ouvir isto da boca deste Sr. Aleluia!
O caso do ministro já está definitivamente qualificado. Ele tem duas características que atestam que seu lado feminino é o mais presente.
As mulheres, quase todas, têm ciúme, inveja ou ambos ao mesmo tempo. Isso está evidente no comportamento do ministro, em especial nos casos do Oswaldo Eustáquio e do Allan dos Santos. O ciume é evidente. Ele não admite perder os dois em nenhuma hipótese!
Ja com o Bolsonaro o caso é de inveja mesmo. O ministro não suporta saber de alguém que tenha (possa ter) mais presença, mais apoio, mais apelo popular do que ele. E, no caso do presidente, a coisa é mais grave, gravíssima!
Ele não pode aceitar o fato de que o presidente, homem de tamanha simplicidade possa ser mais aceito do que ele, autor de vários livros de direito, conhecedor excelso da rabulagem, super extra bem articulado.
Não, isso é inaceitável. Isso não pode acontecer de maneira nenhuma!
O ministro se vê obrigado a tomar alguma atitude urgente, imediata, definitiva, terminativa. Todas as suas atitudes e posturas mais recentes demostram isso.
Mas, o ministro também sente algumas coceirinhas (atrás das orelhas) quando percebe que o ciúme do ignorantácio já se mostra similar – pari passu – ao seu.
Já pensou no que pode ocorrer quando ele se der conta de que os dois não conseguem superar o sentimento (invejoso) pelo mesmo homem?
Quando o lado feminino dos machos excede a normalidade, a guerra é inevitável. Mas, nesse contexto, o ministro leva vantagem: não tem cabelos!
Ah, faltou dizer que a especialidade do ministro é praticar a arte da interpretação.
A constituição brasileira garante os direitos à livre expressão, à ampla defesa, ao devido processo legal. Mas mesmo sendo a lei apenas de execução, sem interpretação, o ministro, ultra, super, híper conhecedor do direito (chinês, koreano, cubano, venezuelano, et cetera) decidiu que o texto constitucional está mal redigido. Portanto está sim submetido a interpretações. O ministro professor tão capacitado que conseguiu convencer todos os demais colegas, companheiros de bancada. Até, espantosamente, a única representante do gênero feminino daquela corte.
Ora, sendo assim é claro que o conceito de “reciprocidade” também admite, da parte do excelso ministro, interpretações mais adequadas ao contexto que ele depreende.
Quem são os três juízes espanhóis para discutir a interpretação de reciprocidade de sua xandidade! Isso é blasfêmia grave, inaceitável. O ministro apenas, e naturalmente, está trazendo os termos e concepções do acordo firmado entre os países para a nova realidade. E o faz do alto de sua sabedoria inquestionável. Afinal de constas o seu notório saber jurídico superar em muito todos os saberes jurídicos de seus pares. Sendo assim, os juízes espanhóis não podem, absolutamente, presumir que tenham ate mesmo a possiblidade de se elevar ao grau do supremo ministro. A impertinência dos espanhóis é indesculpável. Serão deixados à beira da estada ate que consigam adquirir capacidade de compreender as visões elevadíssimas de sua xandidade. Ponto final.
Leia-se, cumpra-se. Está decidido!
Soltar bandidos é dever daqueles bandidos que estão no poder para proteger seus aliados…
Não há dúvida sobre a ilegitimidade e sobre a criminalidade do covil supremo.