Ou a direita se une e foca, ou…

5 de janeiro de 2023 § 8 Comentários

No Brasil nem os conceitos têm o seu significado fixado, nem os fatos são aceitos como base da verdade.

E sendo assim, “democracia” nem é “demos, de “do povo”, nem é “kratos”, de “poder”. É só uma palavra coringa que serve para “avalizar” a verdade de quem a pronúncia sem ter nenhuma base nos fatos.

Por cima dessa dificuldade, há ainda o complexo de vira-lata com que os eleitores já votam em representantes que não só esperam como praticamente exigem que venham a trai-los.

Se não se tornar mais profissional rapidamente, a direita recém nascida do Brasil vai de fato cair no abismo.

§ 8 Respostas para Ou a direita se une e foca, ou…

  • adridisalvo disse:

    Prezados, Gostaria de fazer contato com Fernão Lara Mesquita. Enviei msg via twitter e via instagram, agradeço se ele ou alguém próximo a ele fizer contato comigo. Estou envolvida num projeto sério, que defende tudo que Lara comenta, junto com o Atlântico (Instituto de Ação Cidadã). Rafael Vecchiatti é presidente do Atlântico, quem Lara deve recordar dos tempos do JT/Estadão. Meus contatos seguem abaixo. Agradeço retorno, muito obrigada,  Adriana Di Salvo 21 9 8181-0197 adridisalvo@yahoo.com 

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  • Rubi Germano Rodrigues disse:

    Unir quem? a direita? Para mim o rótulo direita não serve mais pois direita era o capitalismo da Modernidade, que foi superado pela esquerda da Pós-Modernidade. O que está em curso, mundo afora, é o surgimento de uma pós-pós-modernidade. É outra coisa, distinta tanto da esquerda como da direita. É algo pós-ideologias. A era do todo. Vamos realizar um esforço intelectual e especificar os valores que caracterizarão essa nova era? Eu topo e tenho muito material a respeito.

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    • Tenho uma ideia melhor do que definir a nova “direita”, que não seria nem direita nem esquerda.

      Podemos postergar o perfeccionismo e começar enxugando o estado ou, antes disso então, sistematizar que o povo mande no estado, com o voto distrital puro, com recall, com iniciativa de lei, com referendo de lei, com voto para retenção ou não de juiz, com voto para muitos cargos que deixariam de serem vitalícios para serem votados, com votos em despesas em cada região, com cédulas de votação longas e recheadas de democracia. Peço muito? Nem preciso definir pós modernidade nesta arrumação simplória, ainda que difícil de obter, pois o estado que hoje manda no (dinheiro do) povo não larga o osso sem um pouco de pancada popular.

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  • VIVA – viva -VIVA, entramos pelo PÓS-PÓS-PÓS e logo sairemos de CÓS – CÓS – CÓS, com tudo reforçado para chegarmos ao CÓSMOS, o PELÉ já lá esteve e pra lá voltou, cancou – cancerou, de chorar pelas crianças que hoje já não são mais problema pois vivem em realidades virtuais com META visões do PARAÍSO, onde não existem mais maças, nem adão, nem evas, apenas COBRAS, COBRAS e mais COBRAS. AMÉM. Ei mam.

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  • José Tadeu Gobbi disse:

    Fernão

    Entristece ver você se alinhar ao que de mais retrógado o país experimentou desde a ditadura militar.

    Acho que a direita civilizada perdeu uma grande oportunidade de mostrar seu valor e provar suas ideias liberais e modernas neste lamentável governo que terminou e você apoiou.

    Depois de ficar 30 anos afastada após os mais de 20 anos de barbárie da ditadura militar, a direita, que tinha vergonha até de mostrar a cara, conseguiu em 2018, por uma convergência de fatores históricos, voltar ao poder com Bolsonaro, por eleições livres e diretas.

    Se antes o pensamento desta corrente política era expresso por pessoas como Roberto Campos, Marios Henrique Simonsen e José Guilherme Merquior, que se espelhavam em intelectuais humanistas como Eugenio Gudin e Octavio Gouvêa de Bulhões, este fatídico governo, que se encerrou, tinha como fonte de sua doutrina o pensamento de gente como Paulo Guedes, Brilhante Ustra e Olavo de Carvalho.

    Deu no que deu.

    O atraso civilizatório e a tentativa intencional de destruir nossas instituições foram tão intensos que a única marca que a direita conseguiu deixar nesta sua passagem pelo poder foi a da violência, do obscurantismo e do atraso.

    Parabéns, vocês, os trogloditas, venceram.

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    • Caro Sr. Gobbi, poderia trazer argumentos que não envolvam destruir reputações ? Acompanhei todo seu texto procurando um bom debate, mas vi você falar bem de homens X e mal de homens Y. Não encontrei o motivo da direita de 2018 não ter sido interessante.

      Ainda há tempo de prosseguir este debate com ideias, sem envolver reputações. Vamos prosseguir?

      Bons debates a todos nós.

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      • Rubi Germano Rodrigues disse:

        Esquece Vladimir. Esquerda não possui argumentos capazes de superar os desastres práticos obtidos onde a ideologia foi implantada. Para eles só resta a fraude ou a destruição do antagonista. É preciso ampliar o olhar e superar essa dicotomia esquerda x direita. Dentro da dicotomia não há solução.

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