A CPI pela culatra

24 de maio de 2021 § 29 Comentários

Passei a quarta e a quinta-feira passadas inteiras assistindo, de cabo a rabo, o “depoimento” de Eduardo Pazuello à “CPI da Covid”. Pouca gente que não está na profissão teve o tempo ou a pachorra de acompanhar tudo de modo que ficará com o que a imprensa lhe disser que aconteceu.

Cuidado!

O presidente da CPI é Omar Aziz, o ex-governador do Amazonas que teve sua mulher e seus três irmãos presos pela Policia Federal em julho de 2019 na “Operação Maus Caminhos” que investiga corrupção na saúde pública daquele estado. O relator é Renan Calheiros, o da Transpetro, que dispensa apresentações. Os dois repetem a cada passo que já têm conclusão formada, seja o que for que a CPI “apure”. São, ambos, portanto, os homens certos nos lugares certos para reger a “investigação” ordenada aos representantes eleitos do povo brasileiro pelo monocrata Barroso e confirmada por 10 votos a 1 por aquele STF que solta os ladrões (e os barões do tráfico) e prende a polícia e que, também como quase toda a imprensa tradicional, “já tem opinião formada” sobre o que a CPI deve concluir seja o que for que venha a “descobrir”.

Com poucas exceções, foi esse o padrão naqueles dois dias. Como as primeiras respostas de Pazuello, sem edição, foram acachapantemente claras e fartamente respaldadas por documentação para quem esperava ouvir o “incompetente” quase mentecapto descrito pela imprensa, a CPI foi, progressivamente, deixando de fazer perguntas e, principalmente de ouvir respostas. Substituiu-se o interrogatório por discursos agressivos que começavam e acabavam com frases como “Eu não tenho a menor duvida de que…” o que o ex-ministro disse ou venha a dizer “…é mentira”, e daí para baixo…

O resumo dos temas explorados com o das respostas oferecidas foi, no entanto, o seguinte:

A compra da Pfizer que, como restou comprovado pelo que de fato aconteceu, prendia-se a antes ou depois da alteração da lei que impedia essa compra nos termos draconianos do contrato em que a farmacêutica eximia-se totalmente de responsabilidade por qualquer efeito ou falta de efeito que a vacina viesse a ter. Se a compra tivesse sido fechada naqueles termos, com a assinatura do Presidente da Republica em pessoa que, como revelou Pazuello, também era exigida pela multinacional, estaria dada a prova que a CPI tanto procura para o fuzilamento dele.

A compra ou não da Coronavac adquirida pelo governo de São Paulo também pelo governo federal que, como ficou igualmente comprovado pelo que de fato aconteceu, prendia-se, para além dos destampatórios de rua e dos tuítes presidenciais inconsequentes, a antes ou depois da aprovação da dita vacina pela Anvisa.

A falta de oxigênio nos hospitais de Manaus que teria sido “deliberadamente mantida e agravada” pelo homem cuja família – a filha, os netos, etc. – moram em Manaus. Esta foi esclarecida passo a passo, quase minuto a minuto, com abundância de documentação, como o que de fato foi: uma sucessão de falhas de comunicação da empresa fornecedora e das secretarias municipal e estadual de Saúde de Manaus e do Amazonas num contexto de caos absoluto, corrigidas com extraordinária presteza para as condições amazônicas depois que o ministério foi de fato informado do que estava acontecendo. Pazuello nunca disse que só faltou oxigênio por apenas três dias. Tudo que explicou, com meridiana clareza, foi distorcido pelo senador Eduardo Braga, candidato ao governo do Amazonas, e pelas televisões, os dois mais falsos que aquele preto retinto dos cabelos de sua excelência.

O interrogatório sobre porque o governo permanentemente acuado de Jair Bolsonaro não decretou intervenção no Estado do Amazonas … alguns meses depois que o STF decretou a intervenção dos governadores e prefeitos na Presidência da República para tudo que dissesse respeito à pandemia…

A mudança no modelo de apresentação de dados da evolução da pandemia, logo no começo, que não funcionava porque os sistemas de saude dos estados e municípios, informatizados ou não, não se comunicam, pelo que passou a funcionar três dias depois, apesar da imprensa manter desde então “o seu consórcio de informação” que não faz outra coisa senão reproduzir os dados colhidos pelo novo sistema integrado criado pelo Ministério da Saude.

O eterno “cloroquina ou não cloroquina”, aquela que não mata nem engorda e o Brasil toma ha 70 anos e que, lembrou o depoente, 29 países, entre eles, a China, o México, a Coréia do Sul e outros menos votados ainda hoje incluem nos seus protocolos oficiais de tratamento da Covid…

Sobre os meios e modos de acelerar a proteção do Brasil contra o mal que atinge o planeta com tais rebates, repiques e reconfigurações sucessivas do vírus, dos sintomas e das sequelas que deixa nos doentes que os cientistas discutem vivamente se a pandemia de hoje ainda é a mesma do ano passado, rigorosamente nada foi acrescentado pela CPI.

A verdade que ficou evidente é que, à revelia da empedernida cretinice com que o presidente insiste em se referir ao assunto, a doença sobre a qual nada de muito seguro sabe o mundo evoluiu aqui exatamente como evoluiu no resto do planeta, com os agravantes da miséria medieval que é só nossa. É ela, e não o que Bolsonaro diz ou deixa de dizer que determina em que medida os nossos lockdowns “colam” ou não e se morre ou sobrevive boa parte dos brasileiros que contraem a doença.

Essa miséria que só pôde chegar ser a que é em função do que Jair Bolsonaro e a direita da privilegiatura têm em comum com seus detratores da esquerda da mesma privilegiatura – a saber: o compromisso fechado de ambas de preservar “o direito” dessa minoria de roubar a maioria com a arma das leis que os dois lados escrevem exclusivamente com a finalidade de locupletarem-se enquanto casta – e não pelo pouco em que as duas se desalinham – a saber: na negação da extensão desse “direito” à mesma casta de roubar o povo também contra a lei impunemente – diferença que resta confirmada pelo esforço da esquerda da privilegiatura, sua imprensa e seu judiciário de voltar ao poder pela mão do autor do “maior assalto de todos os tempos”, na definição do Banco Mundial, à custa da destruição das proteções democráticas mais elementares de todos os brasileiros.

O resumo daqueles dois dias é que até o governo Bolsonaro já superou Bolsonaro para o bem do Brasil. E se isso já era verdadeiro desde Pazuello, como ficou claro no depoimento, tornou-se mais verdadeiro ainda sob Marcelo Queiroga.

Agora só a esquerda da privilegiatura, sua imprensa e seus monocratas continuam, não digo levando Bolsonaro à sério mas, de forma absolutamente deletéria e mal intencionada, levando muito mais longe o papo furado dele sobre a pandemia, ao amplifica-lo histericamente, do que ele conseguiria chegar só por conta do autor.

Fazem isto porque sua referência é O Poder e não a proteção dos brasileiros contra a Covid ou, muito menos ainda, seu amor pela democracia. A chegada da pandemia, fica mais claro a cada dia em todas as linhas e entrelinhas do que dizem e do que fazem foi, ao contrário, festejada por todos eles como uma benção pois, não fosse a violência da doença e o tamanho da estupidez com que Bolsonaro reage a ela, ninguém mais ouviria falar de PT no Brasil.

A esdrúxula realidade que desse modo se reconfirma é que, se Bolsonaro, como já se sabia, é uma criatura da repulsa ao lulismo, à sua imprensa e aos seus supremos defensores, eles também já não podem sobreviver sem ele.

Marcado:

§ 29 Respostas para A CPI pela culatra

  • Marcos Andrade Moraes disse:

    Sua máscara caiu há tempos, vale dizer, desde 2018.Vc é defensor de miliciano. O que não estava claro é se vc seria analfabeto. Agora, em ato falho, vc provou que é, ao mesmo tempo, analfa e defensor de miliciano. Afinal, dizer que assistiu O depoimento é a prova que faltava.

    Eu assisti aos dois e digo que o que vc escreveu aqui não é verdade.

    Não sei como sua família o aguenta; sei que vc já deveria estar fora de O Estadão.

    MAM

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    • A.(sno) disse:

      “Eu assisti aos dois e digo que o que vc escreveu aqui não é verdade.”
      – Também assisti e, como um asno sabiamente identificado por você (os semelhantes se reconhecem à distância), afirmo: o que o Fernão escreveu é a mais pura essência da VERDADE! (aquela que nos libertará – você vai ficar de fora!)

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    • A.(sno) Andrade Moraes disse:

      Eu assinava comentários com “A.” mas você, com sua perspicácia, me identificou: ASNO. Vou revelar, então, meu nome completo: ASNO ANDRADE MORAES!

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    • Marta Nolding Maia disse:

      Eu também assisti.
      O Fernwood tá certo.

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  • flaviasbarros disse:

    Essa CPI é mesmo um circo. Investigação sobre a corrupção dos estados não interessa. Já estava tudo armado. Acham realmente que a população não pensa.

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  • whataboy disse:

    Fernão, ok, sabemos que os que comandam a CPI são os larápios de sempre. Mas também sabemos que bolsonarismo equivale a eliminação de humanos no Brasil https://valor.globo.com/politica/noticia/2021/05/24/contagio-da-covid-19-cresce-em-areas-de-voto-bolsonarista.ghtml.

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    • A.(sno) disse:

      Então uma coisa compensa a outra?

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    • Flm disse:

      Exatamente como digo no artigo: a esquerda e a direita da privilegiatura são idênticas, menos pelo detalhe do direito de nos roubar fora da lei. E mesmo quanto a este a diferença é mais de quantidade que de qualidade…

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      • whataboy disse:

        Fernão, a parte do mundo que importa sabe sim de 3 verdades necessárias, mas não suficientes, para controlar a pandemia: máscaras, distanciamento e vacinas compradas até sem comprovação de eficácia. Três verdades sabotadas com atos e omissões de bolsonaro e higienistas. Não há como igualar a privilegiatura que mata da privilegiatura que explora a matança. Duas execráveis sim, duas a serem vencidas pelo que resta de Brasil

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      • flm disse:

        Exatamente, Whataboy.
        Por isso repito: o ideal para o Brasil seria que Bolsonaro morresse sobre o cadáver de Lula

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      • Paulo Murano disse:

        Sobre verdades, a beleza das flores aos olhos humanos está está em vê-las jovens em desabrochar. Quanto a nós humanos, aos olhos da Criação, a beleza esteja na morte, como neste comentário de flm, que assume desastre do barco que atraiu almas toscas ao seu comando.

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  • Benedicto Moreira disse:

    Estou com o Fernão, falou e disse! – Benê.

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  • Sansão José da Silva disse:

    Também assisti. – Não tive certeza se tratava-se de um circo ou programa de auditório, programa de variedades. Em uma de suas inquirições, Renan com o celular, chegou a mostrar e encaminhar ao inquirido perguntas formuladas por
    internautas, seus seguidores kkkk.
    Essa CPI toda é uma palhaçada. Parabéns Fernão. Seu comentário, correto, imparcial, perfeito. Continue.

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  • Meu amigo hoje me ensinou algo que desconfiava quando o filho xingou o alagoano percebi que era combinado mas não tenho certeza

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  • Francisco G Nóbrega disse:

    Excelente artigo. O embate das privilegiaturas e a dominação da mídia comprada nos impede de disseminar o ataque imediato à COVID usando as muitas moléculas já identificadas e em uso nos países que não admitem interferência externa (OMS, NIH, Big Pharma, etc.) na sua política de saúde.

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  • grimaldipe disse:

    Nossa história política atingiu o fundo do poço (ou talvez um ponto mais baixo ainda) por obra e graça da quadrilha formada por corruptos e ladrões dos recursos públicos, jamais vista. São evidentes as artimanhas engendradas pela “alma mais pura” e seu inteligente e malévolo comparsa, que promoveram o aparelhamento do STF visando unicamente a benevolência desse Poder para livrá-los de condenações por ilícitos praticados à luz do dia. Libertos, eles querem assumir novamente o poder para desgraçar o País e se locupletarem com a voracidade de leões famintos. Só nos resta rezar para que isso não se concretize!

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  • Dione Forti disse:

    Só discordo quanto a Bolsonaro. Sem ele, não teríamos ministros tão bem preparados e produtivos. Ainda que com erros, ele ainda é necessário e única opção para o país voltar a investir em si mesmo.

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  • Gilson Almeida disse:

    Vale ler o artigo do J.R.Guzzo, ontem no Estadão. Sobre Lula e FHC. Acrescenta e muito sobre o cenário nacional que vivemos hoje.

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    • Alexandre disse:

      “Uma das principais vantagens do ex-presidente Lula na vida política é a falta de memória do público e a mansidão dos adversários a quem ofende. Durante anos a fio Lula acusou Fernando Henrique, aos gritos e pelo mundo inteiro, de ter lhe deixado uma “herança maldita” no governo – insulto agravado pelo fato de ser uma mentira em estado puro. Até pouco tempo atrás tratava FHC como uma das maiores, ou a maior, desgraça que o Brasil já teve; era o grande satanás da “direita”, das “elites”, etc., etc. Agora, candidato para governar o País pela terceira vez, Lula vira amigo de infância de quem acusava, cinco minutos atrás, de ser o retrato acabado do mal – e o inimigo engole tudo sem dar um pio.
      Lula nunca retirou o que disse sobre a herança maldita. Nunca, aliás, disse uma palavra positiva sobre Fernando Henrique, ou sobre nada do que ele fez. Que raios, então, estão fazendo juntos?”

      https://politica.estadao.com.br/noticias/geral,saindo-do-deserto,70003723481

      Que papelão esse do FHC…

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      • Gilson Almeida disse:

        As vezes fico pensando, Alexandre, Como é a ética ou o caráter desses políticos brasileiros. No caso, atual, FHC, essa pessoa precisaria se expor dessa maneira? Ou o caráter dessa pessoa sempre foi assim e que agora é que estamos percebendo isso com a ajuda do Fernão. do J.R Guzzo e dos nossos papos por aqui….

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      • Alexandre disse:

        Só pode ser por vaidade, Gílson… Aquele encontro acaba contribuindo para normalizar a candidatura do corrupto (condenado por unanimidade em 3 instâncias por 9 juízes de direito concursados) e, ao mesmo tempo, prejudica uma candidatura de terceira via.

        FHC sabe que o PT não é um partido genuinamente democrático. Ele conhece como pensam aquelas viúvas da Revolução Cubana. Eles apenas fingem respeitar a democracia liberal (vulgo “burguesa”). Pretendem subverter o sistema democrático desde dentro dele, pouco a pouco, comprando (literalmente) os outros poderes e aparelhando a máquina pública e diversos setores da sociedade civil organizada (sindicatos, universidades, ONGs, conselhos, etc). Aquela corrupção toda, sistematizada, era para financiar esse projeto de poder.

        Há um déficit de democracia no Brasil, e não será o Bolsonaro, por mais de um motivo, a resolvê-lo.

        A grande contribuição do Fernão é expor esse déficit.

        Abs. 

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  • Alceu Luiz Goncalves Junior disse:

    Parabéns Fernão Estupenda a sua análise. O povo, é que se f…

    ________________________________

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  • GATO disse:

    É uma realidade o POVO QUE SE….., uns na tortura dos hospitais ou na porta deles, outros nas covas rasas, sem velórios dignos. Viva a RES-Publica, fim ao PAU BRASIL, pois se o PAU tivesse comido há muito tempo a vida não estaria assim tão desvalorizada. A reforma da previdência ficou mais perfeita com a morte de uns 100.000 pensionistas/aposentados. As comissões nas vendas/compras de vacinas e demais insumos ficaram mais gordas e vistosas, para financiar mais empalhação para a próxima eleição, onde haverá o da esquerda e da direita e nunca o de cima. O povão todo dia entrando nas câmeras de execução chamadas de condução, só se for para o inferno, pois mais aglomeração de aquilo só com rockdown pesadão.
    E lá vou eu, escondendo o que é meu…ar puro e boa alimentação, que ninguém é de ferro…ou será alumínio….ou será plástico nos mares guia.

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  • Nivaldo disse:

    O que se sabe sobre a locupletação dos semelhantes que se atraem e se repulsam, num indo e vindo infinito é que a gente que se exploda, contanto que paguemos o impostinhos básicos que os sustentam, perfeito, você tem toda razão. Agora dizer que aquele incompetente obeso, especialista em logística fez alguma coisa que preste é rir da nossa cara, quase tanto quanto o capitão limítrofe ou o corrupto cachaceiro. Começo a crer que toda sua sapiência ficou restrita a sua ladainha sobre a maravilhosa cultura e pensamento norte americanos. E

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  • Servulo Correa disse:

    Lamento a posição de FLM. Estar ao lado de Bolsonaro na pandemia é algo que me chocou. Assistir ao PR correndo atrás da ema com uma caixa de cloroquina é algo surreal. Argumentar que o que o PR diz é papo furado não faz jus a um membro da família Mesquita. O que o PR diz tem sempre consequências e, no caso da pandemia, a consequência é o número de mortos. Fernão me decepcionou.

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    • flm disse:

      Eu não estou “do lado de Bolsonaro na pandemia”. Apenas estou dizendo que, apesar da cretinice dele, que ate a elite do funcionalismo que o serve já superou, o papel desempenhado por essa CPI e pela imprensa que a instrumentaliza torturando os fatos são piores que o dele e fazem mais mal para o Brasil do que ele.

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  • Mauro C. Andrade disse:

    Um “pequeno” detalhe na esdrúxula comparação entre o ex e o atual presidente, é que o ex comandou uma poderosa quadrilha que aparelhou todas as instituições nacionais que hoje sabotam as ações de governantes não alinhados e forçam o Brasil e o atual presidente a trabalharem com o freio de mão puxado. Bolsonaro tem a grande virtude de ser humilde e deixar que seus ministros mais competentes trabalhem exigindo deles apenas honestidade, sem a qual nada do que está sendo feito seria possível com o orçamento enxuto e em tempo recorde.
    Qto à administração de crise mundial de saúde, o presidente está se saindo muito bem, embora tenha a imprensa e a esquerda toda torcendo e dizendo o contrário.
    Hoje houve uma “decepção” total na CPI quando a médica disse que aprova e usa, p tratamento contra o Covid, o medicamento que o PR apóia e não se intimidou mesmo com os ataques brutais ao medicamento e a ele próprio.
    Os canalhas corruptos da CPI fizeram enorme pressão sobre a médica, somada a sujas ameaças de prisão para intimidá-la e ela dissesse o contrário, mas ela reafirmou que o medicamento demonizado pela esquerda, tanto a Cloroquina e principalmente e a Hidroxicloroquina, estão sendo usadas contra o Covid em 29 países com resultados muito bons desde que usadas no início dos sintomas, em total oposição ao que foi feito pelos médicos militantes de esquerda no Amazonas e com super dosagens que mataram 22 pacientes.

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  • ELEO disse:

    Que pena, Fernão! Até hoje admirava sua clareza na análise de fatos políticos, assim como sua insistente e recorrente defesa do poder do público, representado por seus políticos eleitos. Mas eis que surge um assunto em que todo esse elevado conceito que eu fazia se perde, nessa sua análise completamente parcial, em nome de um grupo ou de uma filosofia que não bate em nenhum ponto com o que eu entendia serem seus conceitos mais importantes. Repito: que pena!!!

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