O diabo na rua, no meio do redemunho

13 de março de 2020 § 34 Comentários

Viver é mais perigoso a cada minuto que passa neste mundo do coronavirus. Que fake news que nada! Problema mesmo são as verdadeiras!

Eu mesmo já nem ouso mas a História certamente terá muito a dizer sobre o fantástico “case” que se desenrola diante dos nossos olhos: De como a gripe menos letal das ultimas décadas desencadeou uma epidemia global de super-reações de governantes tementes ao linchamento e precipitou, do nada, o maior pânico financeiro do milênio.

Não é só o Brasil. “O mundo nas juntas se desgovernou”, como o jagunço Riobaldo temia que se desgovernasse.

Um mundo onde os vírus migram dos morcegos para os humanos, do marketing para a política e dela para os mercados. Um mundo onde ficou tão mais barato fazer e entregar um discurso “customizado” a cada consumidor quanto mais caro servir-lhe qualquer coisa fora do padrão massificado da economia de escala dos monopólios planetários. Um mundo onde as “narrativas” e a realidade correm cada vez mais aceleradamente em direções opostas e a concentração do poder econômico é o efeito mais direto da desconcentração do foco do poder político.

Na louca febre das bolsas a contribuição chinesa deu-se por ricochete. Ha meses o mercado procurava uma razão para uma queda. Serviu-a na bandeja a disposição das democracias ocidentais de tratar como igual o mandarim vermelho que, numa bela manhã – não porque tivesse sido instado a tanto pela ciência mas antes porque pode fazer o que bem entender impunemente – acordou com ganas de isolar uma mega cidade inteira depois de ouvir um par de espirros.

Na China faz-se, não se discute, porque para quem vem cheio de idéias sempre ha o “campo de reeducação” – agora à paisana, no meio da cidade e com cara de condomínio – ou o tiro na nuca para os insistentes. Por mais predispostos que estejamos a esquece-lo enquanto babamos ovo para as “Muralhas da China” e os “Palácios de Verão” dos novos imperadores, o que continua sendo, lá, é o que sempre foi, só com mais dinheiro e esperança para quem conseguir manter-se vivo e em paz com o partido. As quase democracias também continuam iguais. Nunca saíram do brejo. O que vem mudando rapidamente para pior é a ponta das democracias verdadeiras.

O dado novo, que pesa decisivamente para quem vive de voto, são as “tricoteuses” da revolução das comunicações. Todo mundo tem aquele amigo, aquela amiga, com histórico de razoabilidade que, armado do seu celular, passou a comportar-se como um fanático que se ocupa com zelo religioso em fazer circular textos e imagens que não enganariam nem uma criança em condições normais de temperatura e pressão, e a pedir mais e mais “sangue”, desde as primeiras filas da guilhotina das teorias planetárias da conspiração. A “ascensão do idiota” desde que descobriu-se maioria esmagadora e “perdeu a modéstia”, descrita por Nelson Rodrigues, acabou num grau inimaginável daquela “embriaguez pela onipotência numérica” que ele antecipou e temia antes do advento do mundo em rede.

No meio do caminho entrou em cena o potentado Putin jogando petróleo real no incêndio da febre que quem vive de voto vai ter de apagar. Mas antes disso o cenário de desolação já estava definido. Houve tempo em que a notícia é que pautava os jornais. Hoje os jornais é que pautam a notícia. Uma cidade inteira sob sítio? Vale! E lá estava, mais uma vez oferecida, a janela aberta para o mundo. E havendo janela, ha que haver ministro que nela se debruce e jornalista para inquiri-lo e pauteiro para encher a linguiça de cada canal melhor que a do vizinho. E como o medo é que governa os governos nesta era do apedrejamento em rede, instalou-se mais uma vez a cadeia mundial da irracionalidade: “Ele fez. Vai que eu não faço e…

Hoje é possível fazer um “e-comício” para cada plateia selecionada pela história das suas emoções; criar um compromisso com cada indivíduo; falar-lhe “ao pé do ouvido” de dentro do “grupo” dos seus íntimos. Mas como  tratar de questões mais amplas com o necessário distanciamento num ambiente de tanta falta de cerimônia?

“Ilusão de noiva” acreditar que a supressão do intermediário especializado melhorou a relação candidato-eleitor. A tapeação agora é algoritmizável. Não precisa nem “ser artista”. Qualquer sujeito sem nenhuma graça ou talento pode enganar com eficiência científica. E se na relação intermediada pelo jornalismo o contraditório era a regra exigível cuja ausência ligava o alarme contra o enviezamento, hoje ele é o intruso expulso a socos e ponta-pés quando é flagrado insinuando-se numa “conversa de íntimos”.

Cada cercadinho emite e recebe exclusivamente o mesmo zurro. Complicadíssimo, portanto, não se esborrachar numa omelete andando por cima de tantos ovos. A onda do coronavirus baixaria radicalmente, mesmo assim, com uma providência simples. Se todas as vezes em que a palavra chegasse a ser mencionada fosse obrigatório acrescentar a informação que lhe define a estatura – …“coronavirus, a febre chinesa da vez cuja letalidade é bem menor que a da gripe N1H1”… – o mundo estaria, neste momento, bem menos emocionante.

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§ 34 Respostas para O diabo na rua, no meio do redemunho

  • Ronald Kapaz disse:

    PS: Excelente, Fernão!!! Sou amigo do Rodrigo e acabo confundindo os dois, com mil perdões. Sou grande fã de seus ensaios!

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  • Cenário de uma visão prospectiva do futuro? Não, compreensão da realidade global moldada por poderosos insanos e massificadores de opinião. Sem querer polemizar ou minimizar os riscos da gripe coronavírus para as pessoas com baixa imunidade ou idade avançada. Apenas o dedo na ferida!!!!

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  • marina alves dos santos disse:

    Agora é Pandemia| Ai de quem não seguir os protocolos! Bolsonaro teve que mandar correndinho buscar aqueles brasileiros que “por conta própria” penso eu, ou não? estavam lá onde tudo começou. Sim, porque a imprensa, esses despreparados que só sabem repercutir fofocas, estavam querendo saber por que não, se outros já estavam retirando seus “cidadãos”. Cada caso deveria ser um caso. Mas quem paga a conta nunca conta. Por isso a mídia atualmente vive sob ataques e se recusa a reconhecer seu desprestígio preferindo se vitimizar, na verdade ela atrapalha e muito.

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  • António Posser de Andrade disse:

    Parabéns Fernão, para não variar.

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  • rubirodrigues disse:

    Sobre imprensa. Resiliência é capacidade de superação. Está faltando um termo para designar o seu antônimo, que é justamente a doença atual da intelectualidade dialética em geral, dentre os quais os jornalistas. A explicação, em termos lógicos, é a seguinte: a lógica dialética conseguiu criticar a lógica sistêmica, porque possui escopo maior. Imagine-se que uma dada lógica opere no âmbito de um copo de vidro da mesma cor da água contida. Para essa lógica não existe nada além do copo pois o universo está contido nele. Apenas quando se aprende a operar uma lógica mais ampla, os limites do copo tornam-se nítidos e a critica pode ser feita. Quando as donas de casa que elegeram Bolsonaro e Trump refugaram as soluções socialistas (dialéticas), ficou evidente que usaram para tanto uma lógica mais ampla, uma lógica do todo, capaz de vislumbrar os limites da dialética.Enquanto os jornalistas se julgarem mais espertos que as donas de casa, por sua intelectualidade, continuarão dialéticos, incapazes de ver que o mundo se estende além da visada dialética. Não se trata de maldade ou burrice, a visão simplesmente não consegue ver além do copo. Como uma dada lógica não consegue criticar-se, apenas confirmar-se, estão convictos que as donas de casa são estúpidas ou malucas. Alguém pode sugerir um nome para um antônimo de resiliência?

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  • Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut disse:

    Gostei deste seu texto Fernão, a começar pelo título que lembra o título que parece para um livreto de literatura de cordel: ” O diabo na rua, no meio do redemunho” daqueles que em poucas páginas expõem de modo muito pertinente coisas do nosso mundão.
    Gostaria de lembrar uma outra frase de Nelson rodrigues: “O brasileiro tem inveja do sucesso dos outros”, e talvez por isso todo mundo tem alguma teoria a apresentar nesse “redemunho” hodierno. Entretanto, se algum jornalista desavisado fizer uma boa pergunta passa a ser alvo de ameaças e perseguições em terra de políticos despreparados e muito invejosos. Infelizmente alguns, não poucos, tratam a coisa pública como se privada fosse, mas que na realidade já o é há muito tempo!
    Será que em breve seremos atacados por coroné-vírus se não acatarmos o que a privilegiatura vier a decidir para o nosso futuro?
    A imprensa nanica, marrom e aduladora está aí pronta a colaborar com os “políticos irracionais.

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    • Herbert Silvio Augusto Pinho Halbsgut disse:

      Corrigindo: Gostaria…frase de Nelson Rodrigues ( com R maiúsculo!).

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    • Flm disse:

      Conhece Guimarães Rosa?

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      • Herbert Sílvio Augusto Pinho Halbsgut disse:

        Guimarães Rosa? O acadêmico da Academia Brasileira de Letras? Não, pessoalmente e até porque já é falecido. Mas aqui entre nós que falta faz um brasileiro como ele que conhecia profundamente o nosso Brasilzão. Como diria a pimentinha Elis Regina: “O Brasil não conhece o Brasil”. A obra de Guimarães Rosa é grande em todos os sentidos, mas infelizmente não sei se ele escreveu algo defendendo o sistema de voto distrital com recall, o que seria muito bom. Parece que nossos mais letrados, nem todos, não se deram conta de como é necessária a participação deles na defesa desse sistema eleitoral.
        Como faz falta aquele caderno de literatura que era semanalmente publicado no jornal “O Estado de São Paulo” com a participação de grandes escritores e críticos.
        Não sei porque me deu vontade de dizer a palavra: ” Catifunda!”. Será que a li em alguma obra do Guimarães Rosa?
        Em tempo de corona-vírus é uma boa pedida ficar em casa e ler toda a obra dele que se puder lançar mão!

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  • Carmen Leibovici disse:

    Pois é,também acho que nessa nova tal epidemia estão aflorando todo tipo de idiotas úteis e todo tipo de manipuladores da “oportunidade” vinda da China.
    Há paranoia(e medo mesmo,nos cidadãos normais!) de ser preso só por espirrar,em qualquer parte do mundo…
    Nesse ponto,tenho concordado com Bolsonaro ,que minimiza essa loucura,dando-lhe menor importância.
    Só que a farra do dinheiro público distribuído ” para conter a epidemia”,tbm deve ocorrer por aqui…

    Eita mundo cão de ladrões,oportunistas e cínicos que estamos vivendo !

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  • Carmen Leibovici disse:

    Eu sou leiga,mas acho que se fizerem teste em toda a população do mundo ,dará positivo para esse virús,bactéria,sei lá,o que não significa que a doença progredirá nos corpos de todo o mundo.
    Acho que é como aquela bacteria “Helicobacter pylori”que quase todo mundo tem no estômago,mas a pessoa com gastrite vai e faz o teste e dá positivo então ela acha que a gastrite se deve ao “pylori” quando não se deve exclusivamente a ele.
    Enfim,esse papo de coronavirús está me irritando e acho que esse bafáfá todo criado por alguns , é que é a doença.A grave doença!
    É como viver com psicopatas(esses “alguns”)-sabe-se que são uns loucos varridos mas estão por ai ,milhares deles,soltos,dando trabalho e afetando nossas vidas, e não se pode fazer nada porque o poder deles-a “midia tricoteuse”,os políticos encrencados e não encrencados e sei lá mais quem-é muito grande e penetrante.
    Difícil…

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  • Antonio Brigolatto Carmona Barrionuevo disse:

    Gostei do seu texto, ele responde aquilo que penso da classe política do nosso Brasil. Principalmente os ladrões, aqueles que só pensam em meter a mão no dinheiro público. Esses na minha opinião são completos imbecis. Eles não perceberam que para o túmulo não se leva nada principalmente dinheiro. Todo o dinheiro que ele roubou, vai ficar para quem nunca trabalhou ou mexeu uma palha para obter esse dinheiro, essas pessoas podem ser taxadas de chupins, Vivem como marajás com o dinheiro de milhões de pessoas que não tem como comer com decência. Quanta mazela esses tipos de gente estão causando para o nosso país.

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  • Sonia Resende Barros disse:

    Genial analise!! Obrigada!!

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  • Miguel Burihan disse:

    Aaaah Riobaldo, Urutu-Branco, tu e Diadorim estão armando alguma traquinagem…… Está montado o circo e me sinto um palhaço, o Leão vai escapar, o Globo da Morte vai matar e os malabaristas chineses sempre caem na rede. Fernão, nossas conversas de sábados sempre me inspiram, não perco oportunidade de sentar a mesa com voce e adicionar conhecimento ao meu universo. PARABÉNS pelo texto e obrigado por compartilhar. A ilustração é incrível

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  • Carmen Leibovici disse:

    Eu vou jogar uma hipótese.
    Pode ser que o mundo JÁ esteja de joelhos para a China e ela JÁ esteja dando as cartas.
    E se essa freada ( muito estranha)que o mundo inteiro está dando for deliberada?E se esta freada se dever ao fato de que ,como a China foi parada por causa dessa epidemia,a economia do mundo todo não tem condições de continuar tamanha a dependência já criada ?
    Eu estou achando esta hipótese bastante plausível…

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  • Cirval disse:

    Quem já é idoso se lembra daquela máxima em que se dizia, pelo menos no interior de São Paulo: “Quem tem __ tem medo.” Sou idoso e não me arrisco a seguir nessa “teoria da conspiração”. Tenho pessoas da minha família, que é enorme, que faleceram pelas mais diversas circunstâncias, seja por vírus ou bactérias, e não me arrisco a contrariar médicos sanitaristas, virologistas e infectologistas que se manifestaram sobre a Covid-19. Dizer que a Covid-19 é menos letal que a H1N1 é, no mínimo, irresponsável por quem não atua na área. A gripe espanhola (H1N1) dizimou por volta de um terço da população mundial, mas a época é outra e, hoje, há mais preparo para evento semelhante. Veja-se o caso da Itália. O nível de mortalidade da Covid-19 lá está acima de 6%. A China não acreditou na advertência de um médico – que foi preso e depois faleceu ao ser infectado pela Covid-19 – e deixou o barco correr. Antes que fosse tarde tomou as providências contra a doença. Imaginar que foi um blefe da China é um absurdo. A China, que chegou a crescer mais de 11% ao ano e, ultimamente, crescia por volta de 4 a 6%, reduziu o seu comércio com o mundo aos níveis de 30 anos atrás. Há sustentabilidade na opinião do articulista? Um país que tem 1,3 bilhões de habitantes certamente não entraria em uma aventura desse tamanho, sob o risco da fome alastrar-se pelos país. Continuarei com meus cuidados ainda mais intensos para tentar ajudar a evitar a contaminação pela Covid-19. Quem passou, como eu, recentemente, com alguém da família em UTI por contaminação bacteriana, sabe como vive física e psicológica quem adquire uma doença grave, seja bacteriana ou virótica. Também já se dizia, antigamente, que “cachorro mordido de cobra tem medo de linguiça”. Uma doença ainda não totalmente conhecida não pode ser relegada a segundo plano dessa forma. Mais uma dos antigos: “um homem prevenido vale por dois”.

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    • Carmen Leibovici disse:

      O vírus ,parece que ,começou mesmo na China,transmitido por quem se alimentou de morcegos.
      Eu acredito nesse fato.A China isolou uma grande cidade para conter a doença.Não se sabe de fato o que acontece na China.
      Mas a reação no mundo ocidental avançado está sendo estranha.Estão ,deliberadamente,freiando as economias,onde,aparentemente,a coisa não é tão “preta”.
      Sei lá, eu acho que nos dias de hoje,tudo é possível.Acho que não sabemos verdadeiramente o que anda acontecendo.

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      • Cirval disse:

        Ocorre que muita gente séria está confundindo a Covid-19 com a SARS e são bastante diferentes. A velocidade de transmissão da Covid-19 é mais de duas vezes a da SARS e sabe-se que o atraso de um mês em tomar medidas de contenção aumenta em quase 19 vezes a velocidade de transmissão. Até o percentual de mortes entre uma e outra não é o mais importante. Veja-se que, na China a SARS infectou por volta de 7.500 pessoas e matou cerca de 680 pessoas. A Covid-19 já infectou quase 81.000 na China e cerca de 3.200 morreram. A comparação percentual entre ambas não se sustenta. O problema é a velocidade da infecção. É quando se menospreza os malefícios da doença, como fez o presidente Bolsonada, incutindo na população que se trata de uma gripezinha comum, é que a doença se alastra.

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  • Flm disse:

    O vírus influenza, a gripe comum, matou 35 mil pessoas nos EUA no ano passado. Quantos milhões de pessoas em cada país ou bilhões neste mundo de quase 8 bilhões, pegam gripe todo ano? Quantos morrem delas por diferentes causas de vulnerabilidade, a idade em primeiro lugar?

    A diferença está na cobertura dada à deste ano e às dos anos anteriores.

    Isso não quer dizer, é claro, que as pessoas devem ignorar as gripes virais de cada ano e deixarem de tomar todos os cuidados para evitá-las, especialmente as dos grupos vulneráveis.

    Nem por isso foi preciso, a cada ano, destruir a economia mundial com medidas de governantes covardes que respondem muito mais a imprensa que aos fatos.

    Esse o desastre adicional da epidemia deste ano que, no médio prazo, vai matar mais que as gripes dos últimos 10 anos juntas.

    Raciocinar, enfim, SEMPRE poupa mais vidas que todas as outras reações humanas.

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    • carmen leibovici disse:

      Eu nao tenho gostado do comportamento de Bolsonaro em geral,mas concordei com ele em relação ao seu posicionamento em relação a essa loucura que está acontecendo em relação a esse vírus,e compartilhei no Facebook uma publicação da Istoé sobre o posicionamento de Bolsonaro a esse respeito e o Facebook me mandou uma mensagem dizendo que ” esta publicação viola nossos padrões da comunidade sobre spam” e que não será mais visualizar a por ninguém.Dá para me explicar isso???O que fiz de errado?
      Repostei…Vamos ver

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  • Flm disse:

    PS.;
    Se nos EUA de 350 milhões de habitantes, país de estatísticas sérias e competentes, 35 mil morreram de vírus influenza no ano passado, no Brasil de 210 milhões podem ter morrido 21 mil.

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    • carmen leibovici disse:

      Agora,o que eu não estou entendendo muito bem é ,por que os jornais,inclusive,e principalmente,os grandes e conceituados,estão incentivando massivamente essa loucura?Isso custa muito dinheiro.Quem está pagando por isso?

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    • carmen leibovici disse:

      E não é só a mídia brasileira que está fazendo esse pandemônio em cima desse vírus,é a mídia mundial.Quem está pagando por isso???
      O países na União Europeia estão sendo obrigados a fechar fronteiras,os negócios estão indo para o brejo no mundo inteiro e a vida cotidiana também!Quem está provendo essa porcaria e nos aproximando da mentalidade totalitária(de governos totalitários) ,que têm como modus operandi o medo??

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      • carmen leibovici disse:

        promovendo

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      • carmen leibovici disse:

        O Brasil tem cerca de 220 milhões de brasileiros e até agora só apareceu um mortinho(que o falecido me perdoe o modo) com coranavirus,e estão ameaçando quem não se submeter a quarentena a PRISÃO???
        Não quero banalizar o Nazismo e a tragédia advinda,Deus me livre,mas isso está parecendo prenúncio de algo próximo.
        Acho que temos mesmo que nos mancar e cortar esse mal pela raiz.

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  • Augusto Z. disse:

    Fernao sempre perfeito, mas desta vez pisou na bola. Vivo na Italia e sei o que è o virus, voces ainda nao.

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  • Augusto Z. disse:

    Carmen, vc està dizendo coisas estupidas, pare por favor.

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