Dois Joões

22 de abril de 2018 § 26 Comentários

§ 26 Respostas para Dois Joões

  • luizleitao disse:

    Gostei, FLM. Andas bem ativo esses dias!

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  • Saulo Mundim Lenza disse:

    Verdade nua e crua.

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  • antonio disse:

    simples, direto, e de fácil entendimento. excelente para divulgação geral. precisamos de coisas assim para o voto distrital puro (com recall).

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  • Fernando Lencioni disse:

    Eu sou o João da iniciativa privada. Sei bem o que é isso.

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  • Lourival Ramos disse:

    Perfeito! Infelizmente, o Brasil dos funcionários públicos federais, em especial, é um país de privilégios. Nossa ESQUERDA JURÁSSICA (comandada pelo partido do APEDEUTA lulla, PT, alinhado com PSOL, PSTU, PDT, PCO, PCB, PCdoB, etc) SEMPRE mamará nas “tetas do governo” e SEMPRE odiará a MERITOCRACIA! Ou seja, sempre se alinhará aos privilégios.

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  • #FatorSYN! disse:

    E agora João??? O que é preciso é decidirmos se vale o João Público ou o João Privado. Igualdade justa na contribuição e recebimento individual. Excelente vídeo.

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  • Ronaldo Sheldon disse:

    E o João funcionário público ainda conta com a proteção de toda a claque corporativa arraigada na estrutura estatal, sem contar os sindicatos de classe. Isto sim é pertencer a uma casta Superior. Este João é mais igual que o outro.

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  • Nilse Belpiede Simoes disse:

    O João da iniciativa privada, assim como milhões de outros Joãos, tem a probabilidade de não receber o teto da aposentadoria privada, porque pode novamente perder seu emprego e precisar se aposentar antes de completar os cinco anos faltantes. Na verdade o salário pelo máximo sempre será dos funcionários públicos, porque contam com a estabilidade do emprego. Isso é acintoso.

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  • Adriana disse:

    Meu pai era um João funcionário público. Ele não via a previdência pública como um seguro atuarial de bem estar na velhice. O via como direito de propriedade dele. Por isso, para não deixar essa propriedade dele para o Estado (dizem perder para o Estado), fez uma declaração atribuindo o tal ‘direito’ a título de pensão após a morte dele a uma amiga que o acompanhava em viagens.
    Hoje, todos nós, contribuintes, pagamos a ela mensalmente 20 mil reais. As denúncias a respeito do absurdo nunca encontraram eco nos setores que devem investigar, porque todos pensam do mesmo modo: consideram o seu recolhimento de contribuição uma aquisição de direito de propriedade sobre valores a serem pagos eternamente por nós contribuintes.

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  • Carlos L. Magalhães disse:

    Muito bom, simples e direto. Quase todo o brasileiro é capaz de entender. Perfeito.

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  • Mara disse:

    O mais complicado é corrigir isto com esta “Constituição Cidadã” Não esquecer que em maio, quando Temer tinha os 308 votos para aprová-la,levou uma flechada fulminante e daí em diante, adeus reforma. Dentro do “estado democrático de direito” com o poderio das corporações, esqueçamos.

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  • Michel Sem Temer disse:

    maravilhosa comparação, muito didática, sou um que trabalha a 55 anos, aposentado pelo teto a 16 anos, hoje recebo 4 salarios, cada vez menos. Ese ano meu aumento foi de R$72,00.

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  • Michel Sem Temer disse:

    Enquanto todas s vitimas dos terroristas ganham nada (a mãe do Kozel) ou pouco por serem vitimas, os autores, terroristas, ganham de 19.000 a 27.000,00. Lula que ficou preso um mes, por incentivar greves, e andava na janela da viatura, fumando, ganha 29.000,00 como vitima. A Dilma terrorista, a dona Marise 30.000,00, a viuva do Che Quevara 19.000,00. Eu depois de 55 anos contribundo 4.700,00.

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  • Paulo Repinaldo disse:

    Correto. O problema é que o governo não sabe explicar isso para a população. Além de não saber explicar, tem medo dos jões públicos.

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  • Fernando Lencioni disse:

    A verdade é que somos um povo covarde. Sem sangue. Medroso. Em qualquer outro lugar do mundo a população já teria partido para uma reação armada já que o sistema não dá a mínima para a opinião do povo e as leis são feitas para eternizar essa situação e manter os privilégios. Mas isso dói e dói muito. Causa sofrimento antes de vir a bonança, como aconteceu nos EUA, por exemplo. Aí… todo mundo prefere esquecer e continuar vivendo a sua vidinha. Dane-se o país, nossos filhos, netos e bisnetos. Ninguém mais quer ser MMDC. Até porque ninguém nem lembra mais quem são esse… como é mesmo? “MMDC”?.

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  • Ethan Edwards disse:

    O vídeo é muito bem feito, mas comete um erro político e corre o risco de estimular o ressentimento dos joões pobres contra os joões ricos (Collor tentou fazer isso, com sua suposta caça aos “marajás”). O verdadeiro problema, no meu ponto de vista, está no crescente poder do Estado, que se faz às custas do poder dos cidadãos comuns. Essa é a origem dos joões milionários. Os altos salários, as gordas aposentadorias, são o preço da lealdade desses funcionários à corporação a que pertencem; existem e são pagos para lembrá-los, em caso de conflito entre a corporação e o povo comum, a que poder devem servir. Por isso, o João que está condenado a apenas pagar impostos deve saber que, toda vez que pede ao Estado para resolver um problema que poderia ser resolvido pela “sociedade civil”, o Estado nomeará um João (com altos salários) para cuidar disso.

    O funcionário público não se autonomeia nem define seus próprios salários; quem faz isso é o Estado, a corporação burocrática que controla nossas vidas. Impedir que o Estado continue a crescer e a absorver recursos que deveriam permanecer nas mãos dos cidadãos – essa simples ideia já seria um bom ponto de partida. E exigir do Estado que cuide do que realmente está em condições cuidar: segurança, saneamento, certas obras de infraestrutura, educação elementar, etc. A reforma da previdência é inadiável, mas suspeito que a aliança entre políticos fisiológicos e altos funcionários públicos irá sabotá-la. É uma pena. Nossos filhos pagarão por isso.

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  • Pois é, cada João com sua razão. O que sempre pesou no Brasil foi a facilidade de se conceder privilégios a um dos Joões. Ao longo do tempo, as diferenças se evidenciam e precisam se ajustadas, afinal, buscamos igualdade para todos os cidadãos. Aí está um assunto que todos agora querem evitar.
    Tarefa hercúlea, desnecessária acaso uma boa administração tivesse sido prioridade dos nossos representantes eleitos.

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  • Cansado disse:

    O João Privado contribuiu sobre 5 mil, o João Público, sobre 35 mil. O João Privado pode fazer o seu salário, o João Público seguiu carreira. O João Público se submeteu a reajustes moleques e falta de reajustes. O João Público teve o seu salário “convertido” criminosamente no Plano Real e foi vitima de todos os planos econômicos. Se o João Privado acha vantajosa a vida do outro João, deveria ter seguido o mesmo caminho. Mas é mais fácil posar de coitadinho e querer nivelar por baixo.

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    • Fernando Lencioni disse:

      O João privado que ganha 35 mil paga sobre trinta e cinco mil e nunca irá receber mais do que 5 aproximadamente. O João privado pode fazer seu salário? Não o João privado não tem salário e quando tem não é ele que faz, é o mercado. O João público é que faz o seu salário conforme sua força de pressão. Não importa se o mercado está em recessão ou não, porque seu patrão não tira do seu bolso o aumento e sim do povo. Todos os salários foram convertidos não somente o só João público. E a maior vítima dos planos econômicos não foi o João público foram o povo e as empresas. Num país normal ninguém prefere trabalhar para o governo, mas quando a estabilidade que era comum a todos os trabalhadores passa a ser privilégio de uma categoria somente, a aposentadoria integral, as verbas indenizatórias fictícias, os aumentos reais em plena recessão, os carros oficiais com motoristas e etc etc etc e etc, aí… bem aí acontece o que está acontecendo. Goste vc ou não essa situação é injusta é insustentável. E não se trata do nós contra eles dos comunistinhas não. É do país contra a máquina governamental. Simples assim.

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    • Adriana disse:

      Te devolvo a resposta. Se as condições do João público são tão ruins, porque não há migração dos funcionários públicos para o setor privado?
      Lembro que incidem contribuições sobre filha de pagamento, que reduzem o salário, porque há o custo para as empresas. Logo, o valor sobre o salário integral é também pago no setor privado, embora não conste o valor deduzido no holerite.
      Há muita falta de transparência na tributação brasileira, fazendo o João público crer que só ele paga a integralidade (lembrando que seu patrão, o ente estatal, não paga a parte dele).

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  • Honório Sergio disse:

    na veia…

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  • Cansado disse:

    Ah sim. O João Privado quando se aposentou sacou o saldo do FGTS. O João Público se aposentou com zero. Mais, o João Privado pode usar o FGTS para ajudar a comprar um imóvel. O João Público não tem esse privilégio. Ao invés de “nós” contra “eles”, pense que a maioria dos funcionários públicos ganham tão pouco quanto seus correspondentes CLT, pagam mais INSS, não tem direito a FGTS.

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    • Adriana disse:

      O FGTS foi instituído para substituir a estabilidade do setor privado, antes de 1970. Será que você trocaria sua estabilidade por depósitos mensais de 8% de seu salário no FGTS? E se esses 8% corresponderem à redução de 8% que seu patrão paga pelo seu serviço, qual seria a atratividade do FGTS.
      Sabe, infelizmente todos fomos enganados! Todos os Joãos, público e privado. Não há como pagar a todos o que achamos ter direito, só por estar escrito na Constituição cidadã.
      O pior descalabro a meu ver é terem sido incluídos como entes federados os municípios. São quase 6 mil, quase todos deficitários, verdadeiros sorvedores de dinheiro público, cujo dinheiro atualmente paga folha de salários, pensões e aposentadorias.
      Se o Brasil fosse uma pessoa, sua generosidade mereceria interdição.

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  • Ricardo M disse:

    NOSSA !!!

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