“Eles não conhecem nada da vida real”!

12 de março de 2017 § 16 Comentários

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§ 16 Respostas para “Eles não conhecem nada da vida real”!

  • Romero disse:

    Absolutamente real a fala deste deputado. No Brasil, sob os auspicius da atual legislação trabalhista, um engenheiro da NASA, passa a ser um inimputável, um pobre diabo diante da JT. pode ser o profissional mais porreta, mas numa disputa com seu empregador , passa a ser um portador de doença mental, incapaz de se defender.

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  • Olavo disse:

    Quando Getúlio vargas, o maldito, disse que saia da vida , para entrar para história , referia-se à essa legislação e mentalidade, de sermos tutelados pelo estado.

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  • Olavo disse:

    E a canalha miúda… o povinho brasileiro, bate palmas e pede mais intervenções paternalismos e tutelas estatais.É histórico…e surreal.

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  • Olavo disse:

    Ayn Rand, profetizou o fim das atividades livres e voluntarias,consequentemente, o fim dos empregos livres e saudáveis.

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  • Olavo disse:

    Nenhuma legislação paternalista e artificial, é benéfica
    Nada, nada , nada e absolutamente nada, supera a oferta e procura, o livre mercado. Nada mais salutar, verdadeiro.

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  • Marcelo disse:

    Sem um efetivo controle sobre as ações do Ministério Público, qualquer nova legislação trabalhista deverá levar uma geração para ser TOTALMENTE efetivada após inúmeras jurisprudências serem criadas na suprema corte. Vejam abaixo o estrago feito por um promotor público ativista. Posto assim, Rodrigo Maia é quem está correto: deveria-se extinguir o Tribunal Trabalhista que aliás é uma jaboticaba que só existe no Brasil.

    USINA NÃO PODE TERCEIRIZAR COLHEITA E PLANTIO DE CANA-DE-AÇÚCAR
    Uma usina de cana-de-açúcar não pode terceirizar os serviços de plantio, colheita e manutenção do insumo, pois são atividades-fim da empresa. Com esse entendimento, a Vara do Trabalho de Taquaritinga (SP) condenou uma usina a não terceirizar essas funções, sob pena de multa de R$ 20 mil, acrescida de R$ 1 mil por empregado encontrado em situação irregular. Cabe recurso da decisão. Para a reparação dos danos morais coletivos, a empresa foi condenada ao pagamento de R$ 500 mil em benefício de projetos, iniciativas ou campanhas em benefício de trabalhadores abrangidos pela circunscrição da Vara do Trabalho de Taquaritinga, a serem indicados pelo Ministério Público do Trabalho. A ação civil pública, ajuizada pelo procurador Rafael de Araújo Gomes, de Araraquara, denunciou a fraude cometida pela usina, que contrata pequenos produtores para o plantio e trato cultural da cana, consideradas atividades finais da empresa, cuja terceirização é vedada na Súmula 331 do Tribunal Superior do Trabalho. A obrigação de encerrar a terceirização deve ser cumprida no prazo de 90 dias, a partir da intimação da ré. “O que se percebe, seja pelas provas enunciadas em específico e pelos demais documentos acostados aos autos, é que a Ré passou a terceirizar o plantio e cultivo de sua principal matéria-prima, a cana-de-açúcar, para pessoas chamadas de “vendedores” ou “fornecedores”, em operação iterativamente considerada como fraudulenta por este juízo de Taquaritinga, conforme depoimentos testemunhais feitos nos referidos processos e trazidos aos presentes autos”, escreveu na decisão a juíza Paula Rodrigues de Araújo Lenza. Com informações da Assessoria de Imprensa do MPT-15.⁠⁠⁠⁠

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  • Amaury Machado disse:

    O Brasil está sendo inventariado por criminosos de todas as espécies e Brasília com seus políticos inomináveis e irresponsáveis, “sirializando” lentamente, o país com seu povo moralmente estuprado, protegido apenas por sua fé, esperança e paciciência, que não sabe ainda para onde ir, mas já tem um sentimento de além das passeatas patrióticas.

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  • whataboy disse:

    Faltou creditar os nomes dos deputados. É tão raro que a gente escute algo razoável da boca desses nossos “representantes” que precisamos aplaudir e reconhecer, quando isso acontece.

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  • Sandra Vieira disse:

    Fernão, desculpe-me por escrever aqui, mas não encontrei outro lugar onde poderia entrar em contato com vc. Por gentileza, leia e pode apagar, se assim achar necessário. Vou copiar a mensagem que enviei hoje para o fórum dos leitores do Estadão:

    Prezados,

    Sou leitora do jornal O Estado de São Paulo desde criança, pois meu pai era assinante do jornal. Há quase trinta anos também tenho assinatura deste periódico, mas há algum tempo tenho ficado desgostosa com a linha adotada pelo jornal, especialmente quando da sua parcialidade nas publicações de seus jornalistas. Tenho, por diversas vezes, alertado vocês na sua página do facebook, sobre o nível baixo dos jornalistas que assinam as reportagens. .

    Agora, uma de suas jornalistas, Fabiana Cambrioli de Souza, entrou com uma queixa de injúria e difamação contra mim, porque eu curti uma página da Caneta Desesquerdizadora no facebook, que comentava uma reportagem que a Fabiana fez sobre o Corujão do Prefeito João Dória. Eu curti o post e comentei que o nível dos jornalistas do Estadão está baixo. Nada diferente do que eu já não tivesse mencionado na página de vocês.

    Por essas e outras é que cancelei minha assinatura. É uma pena! Se é assim que vocês tratam seus assinantes, que são fiéis há tanto tempo, imagine como tratam os leitores que não têm vínculos com vocês.

    Deixo aqui o meu desagrado e a minha indignação, apesar de acreditar que não haverá consideração para esta mensagem e muito menos receberei uma resposta.

    Atenciosamente,

    Sandra A. A. Vieira
    Assinatura 132957-1

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  • José Silverio Vasconcelos Miranda disse:

    Conhecer até que conhecem. Mas na câmara, vivem um clima de faz de conta. Juiz do trabalho de primeira instância nunca decide a favor do
    patrão, mesmo se a litigância de má fé for mais clara do que sol do meio
    dia em Macapá. Causa espanto o julgamento dos chamados casos de assédio. Nao existe parâmetro. O suposto assediado pede o que quiser.
    Quantias estapafúrdias. O juiz ainda tem o descaramento de perguntar
    ao indigitado patrão se tem acordo. É surreal. No caso de trabalhadores
    rurais em época de colheita de feijão as coisas pioram. Só quem vive na
    roça conhece o calvário do produtor rural perante os fiscais da justiça do
    trabalho. E pensar que a tal justiça gastou em 2016 dezenove bilhões de reais e colocou nove bilhões nas mãos dos litigantes. Alguma coisa
    está errada.

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    • Fernão disse:

      “alguma coisa” não…
      tudo está errado nesse mundinho surreal que getulio vargas instalou aqui.
      isso está matando o Brasil. e o dinheiro que custa é a parte mais barata dessa tragédia. negro mesmo é o estrago que faz no carater de milhões de brasileiros

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  • Márcia disse:

    Acho que o país vai perder a grande oportunidade _ talvez a última _ de fazer uma reforma trabalhista “casada”, que abranja os setores público e privado, em caráter indissociável, em que a contrapartida para as modificações na CLT seja a extinção inapelável do regime de estabilidade para categorias não típicas de Estado, bem como a reestruturação de seus salários de acordo com a vida real do país.
    A meu ver, se a reforma trabalhista se restringir à iniciativa privada, em 10 anos os empresários estarão novamente com o pires na mão, estrangulados pelo Estado, e acossados pelas firmas chinesas, que estão apenas aguardando a modificação de nossas leis laborais para ingressar no país.

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  • Vagner Mello disse:

    J.T. é cara, ineficiente,demorada e só serve para aumentar o valor dos nossos impostos. O seu fruto mais conhecido é fazer com quê o empregador, pense 10 vezes antes de contratar um funcionário.

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