Uma carnificina arduamente conquistada

9 de outubro de 2015 § 110 Comentários

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O Brasil teve 58.559 homens, mulheres e crianças assassinados em 2014. Não tem maquiagem nem desvio. Só foram contados os homicídios dolosos oficialmente definidos como tal no país em que só 8% dos casos que a PM, que patrulha as ruas, leva à Policia Civil, que tem o monopólio da porta de entrada do sistema penal e processual mais intrincado e cheio de vazamentos do mundo, se transformam em inquéritos oficiais.

São 5, indo para 6 vezes o que o Estado Islâmico matou em um ano na ultima vez em que a ONU fez essa estatística. Somos o 16º país mais violento do mundo em quase 200 medidos. Temos 2,8% da população mundial e 11% dos assassinatos do planeta. 28,9 de cada 100 mil brasileiros foram intencionalmente trucidados na rua no ano de 2014. São Paulo, o estado que mais prende e que vive sendo alvo de críticas ferozes de acadêmicos e jornalistas para demonstrar que “repressão é o pior remédio contra o crime, só serve para aumentar a violência dos criminosos”, tem o melhor índice do país com menos da metade da média nacional: 12,7 assassinados por 100 mil habitantes. A média mundial é de 6,2 por 100 mil. A dos Estados Unidos, com toda a sua apedrejada “cultura armamentista” e os massacres recorrentes perpetrados por malucos suicidas é de 4,7 pessoas por 100 mil. A da Suiça onde não ha um exército formal e cada cidadão é obrigado por lei a ter uma arma de guerra em casa, a taxa é de 0,6 assassinados por 100 mil habitantes.

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Não obstante todos esses “elementos probatórios”, no entanto, uma boa parte da imprensa e das autoridades constituídas brasileiras, com a Rede Globo de Televisão à frente, continua impávida fazendo uma campanha cerrada para nos provar que quem assassina esses 58.559 brasileiros todo ano “são as armas” e não quem as aponta para alguém e puxa o gatilho, e que a solução para isso é “proibir a circulação de armas” mas manter circulando nas ruas os que as fazem disparar contra seus semelhantes porque prende-los – alem de ser “politicamente incorreto”, vitimas da sociedade que são – seria arriscar “torná-los irrecuperáveis” (como às vidas que eles destroem por motivos cada vez mais fúteis).

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Graças à promoção que a televisão dá a todos quantos abraçam essa tese neste país onde toda a gigantesca corrupção que assombra o mundo gira em torno do comércio de tempo de exposição de candidatos na TV, todos os cidadãos honestos e sem ficha na polícia, dos nossos atiradores olímpicos para baixo, foram obrigados a engolir uma das mais draconianas legislações para impedir o seu acesso a armas em todo o mundo. Quem tem uma é tratado pela mídia como um assassino em potencial e pelas pragmáticas autoridades constituídas que tomam carona nela como alguém a ser ordenhado no bolso e na paciência com taxas abusivas e uma burocracia inexplicável por qualquer critério racional deliberadamente ofensiva à sua inteligência e à sua dignidade de cidadão. Tudo isso se transformou numa verdadeira guerra santa depois do povo ter ousado derrotar o desarmamento nas urnas. A Rede Globo, em especial, liderou a campanha para atiçar políticos dispostos a se vender por exposição na telinha para punir o eleitorado rebelde com uma regulamentação que literalmente jogou a expressão da vontade popular no lixo, um comportamento em tudo semelhante ao que ela hoje critica no PT.

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É a mesma rede, aliás, que das seis da tarde às 11 da noite, diariamente, exibe novelas com pretensões assumidamente didáticas nas quais, invariavelmente, a traição de todos por todos – pais e mães a filhos e filhas, avós a netos e vice-versa, amantes de todos os sexos e meios-sexos uns aos outros – é apresentada como um padrão desejável de “normalidade” enquanto qualquer tipo de adesão a qualquer tipo de valor moral é apedrejado como manifestação aberrante e odiosa de autoritarismo ou até de desvio psíquico (“fobia”).  Outras redes de TV fazem da exploração “gráfica” da violência que hoje rola ao vivo um ritual diário.

Isso não quer dizer que a imprensa e a televisão são as responsáveis diretas pelo massacre em curso. Mas aqueles entre eles que disseminam com uma paixão quase religiosa a idéia de que neste nosso país, na arte como na vida, nenhum efeito tem causa, nenhum ato é fruto de arbítrio, todos somos vítimas “da sociedade” ou “dos estrangeiros” e ninguém, individualmente, tem culpa de nada — tudo que resta fazer são seções de exorcismo contra ferramentas inanimadas — certamente não ajudam esse quadro a melhorar.

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A reafirmação reiterada desse tipo de “verdade” é o que incentiva e libera consciências entre o que ha de pior nas nossas “autoridades competentes” para, diante desses numeros aterradores e com o país inteiro assistindo diariamente à chocante banalidade e frieza dos assassinatos ao vivo, determinar que qualquer bandido preso, mesmo em flagrante, que não for apresentado a um juiz dentro de 24 horas, será obrigatoriamente solto porque – danem-se os quase 59 mil mortos! – o que não podemos admitir é o mais leve risco de que os “supostos” autores desse massacre sejam lesados no seu direito à “ampla defesa”.

Acontece que aqui rejeita-se o método universalmente aceito do “ciclo completo de polícia” no qual o policial que primeiro chega à cena de um crime é quem mede as reações dos circunstantes, interroga testemunhas, colhe provas materiais e monta o quebra-cabeças, terminando frequentemente como testemunha-chave dos julgamentos. Mantem-se duas polícias que não falam uma com a outra e enfia-se entre a cena do crime, que é território da PM, e o inquérito que pode levar o seu autor à justa punição, exclusivo da Polícia Civil, um absurdo labirinto burocrático cuja persistência só pode ser explicada pela corrupção que enseja.

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O policial que viu os fatos frescos neste país sem escolas fica obrigado a relatá-los por escrito a um delegado e a um escrivão de escritório que respondem a outros chefes seguindo uma fórmula que se não for cumprida à risca tem força até para apagar dos autos o fato relatado, danem-se a verdade, as vítimas e os culpados. Estes delegado e escrivão, se e quando puderem, expedirão outro papel com uma ordem para que alguem volte à cena do crime para “reinterrogar testemunhas” e “colher provas” de que eles “dêm fé”, ordem que frequentemente levará anos para ser executada…

Esse ritual ofensivo à inteligência de qualquer um e criminoso com relação a quem clama por justiça, explica porque temos a impressionante marca de 8% dos crimes relatados transformados em Inquéritos Policiais oficiais, dos quais só 0,8% acabam em condenações, o que quer dizer que é muito maior a probabilidade de um criminoso reincidente ser atingido por um raio do que pagar pelos seus crimes.

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O pequeno pormenor desconsiderado pelos “humanistas” que estabeleceram essa regra insana é que a maioria das delegacias da Policial Civil fecha à noite, tendo delegados e escrivães dessa corporação “conquistado o direito” especialíssimo de fazer turnos de 12 horas de plantão por até 96 horas de descanso!!

Não vem ao caso: seja o crime cometido em zona urbana, seja o flagrado pela Policia Rodoviária – de roubo de carga com morte, por exemplo, a segunda facção mais rica e violenta do crime organizado no Brasil – a 300 km de qualquer delegacia aberta, é isso que vai ser: apresentação a um juiz em 24 horas ou nada.

Essa carnificina em meio à qual se esgueiram apavoradas as famílias brasileiras não é, portanto, consequência de um defeito no DNA do famigerado “povinho que deus pôs neste paraíso”. É uma conquista ardua e soberanamente trabalhada por um sistema judiciário e uma “inteligentsia”  corrompidos, aos quais uma imprensa aparelhada ou omissa dá guarida sistemática.

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Marcado:, ,

§ 110 Respostas para Uma carnificina arduamente conquistada

  • Fernão, vc foi bem claro em especial com a Rede Globo que ainda não se convenceu do plebiscito em que ela e seus atores garotos velhos propaganda perderam.

    E assim vão continuar distorcendo informações e números. Um maluco nos EUA pega uma arma e atira em 5/6/9 sei lá pessoas eles dão o maior destaque. Aqui os bandidos matam por dia mais que aquele garoto e a Globo entrevista pessoas determinadas a repetir a ladainha da ” origem social, do abandono, da falta de políticas públicas” das quais o que mais querem é manter o caixa de suas ONGs.

    Na época do plebiscito acompanhei uma ONG chamada Viva Rio , apoiada pela Globo e presidida por um praiano doutoral em generalidades. Mostravam-se contra armas, a favor da maconha, idem dos homossexuais de todos os gêneros e espécies, enfim de tudo que em parte pelo menos é contrário ao desejo de uma nação.

    Na ocasião um parente desse professoral praiano andou pelo Haiti!, sim Haiti, mostrando de preocupação e verificando das necessidades locais, enquanto lá no Rio onde está a sede da sinecura problemas não faltam a serem verificados. Turismo de graça até pra Coréia do Norte.

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  • nao e poracaso que somos e seremos sempre pais de terceiro mundo ;da dignidde.nossos representantes continuam a colocar a culpa destas mortes nas armas;retirando das vitimas o petreo direito de defesa da vida e quiçapois enquanto os politicos neste brasil viverem so para angariar votos e se manter no poder teremos este estado de coisas. enquanto o povo pelo marasmo do qual e peculiar continuar inerte veremos cada vez maisas coisas que nao entendemos continuarem neste pais maravilhoso. apesar de todos dizere. m que armas nao matam pessoas ,mas sim pessoas matam pessoas os nossos dirigentes criminosamente nos tiram o petreo direito a defesa de nossa vida e quiça nossa dignidade . mas este engodo nao vai ter vida para sempre porque o povo enlutado ja percebe que a tal lei do desarmamento nada mais e que uma forma deste governo ladrao e corrupto manietar e controlar um povo desarmado . mas me resta um consolo de saber que isto que agrada aos politicos sem vergonha e sem compromisso com o pais esta com os dias contados . digo agora e sempre nao e nao ao desarmamento porque todo tipo de criminoso tem por obrigaçao enfrentar sua vitima em condiçoes dese defender .

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  • Maisvalia disse:

    Dois erros no seu texto. O primeiro na primeira linha, o ano é 2014. O segundo é de conteudo. Pelo menos em São Paulo, existe o Departamento de Homicídios , em que equipes de policiais civis vão a todos locais de crimes sem autoria conhecida com os cadaveres ainda lá, e faz o que você descreve no texto como sendo pela PM no local do crime. E por aqui ele esclarece por volta de 60% dos assassinatos. Trabalhei lá e sei do que falo. E são policiais treinados para isso enquanto os PMs que preservam o local nem vontade de estar lá tem e as vezes nem sabem preservar o local. Abs

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  • Alexandre Dniestrowski disse:

    Na primeira linha penso que trata-se de 2014 e não 2015.

    Cronica muito impressionante e contundente: Continue neste caminho esclarecendo as enormidades da nossa realidade.

    Parabens!

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  • Isso é o que se chama estar no Mato sem Cachorro:


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  • José Luiz de Sanctis disse:

    Excelente e oportuno texto. Tramita pela Câmara o PL 3722/2012 de autoria do Dep. Rogério Peninha Mendonça (PMDB-SC) que propunha a mudança da draconiana Lei 10826/2003 – o ditatorial estatuto do desarmamento que foi expressamente revogado pelo povo na votação do referendo de 2005 – cujo governo comunista finge que não existiu. Ontem foi apresentada a sétima versão de um substitutivo do mesmo pelo relator, Dep. Laudívio Carvalho, que pode ser votada no próximo dia 20/10, cujo texto, de tantas exigências, pode nos levar a preferir deixar a lei como está. Isso devido a Comissão que analisa a proposta ser composta em sua maioria por parlamentares que dizem que o cidadão tem direito a legítima defesa e aos meios para tal, dizem que o resultado do referendo deve ser respeitado, mas no texto agem a favor do desarmamento e de mais burocracia e taxas, pois ninguém lê o que eles propõe. Imaginem se fossem declaradamente a favor do desarmamento. Até chip de rastreamento querem inserir nas armas para rastrear o cidadão de bem. Quanto a coibir o contrabando de armas usadas pela bandidagem e que nunca conterão o tal chip, nenhuma proposta. Esse relatório ainda pode ser mudado por algum parlamentar que apresente emendas ou um outro projeto completo em forma de um Voto em Separado. Mas no fundo fica claro que esses semi-deuses enxergam o cidadão como um imbecil a ser tutelado pelo estado e incapaz de decidir entre o certo e o errado. Quem tiver paciência pode ler o absurdo no link que segue. http://www2.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra;jsessionid=E261ED6E25C7AB8AAF1D72B9E048F374.proposicoesWeb2?codteor=1397488&filename=SBT+7+PL372212+%3D%3E+PL+3722/2012

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    • José Luiz,

      Esse Peninha é um idiota e demagogo. Chips em armas?! Então comece na fronteira com o contrabando e ele aplicando dessa genial ideia bem caracterizada pelo nome Peninha, o que vai ao sabor do vento e até de um mínimo assopro ou da estrutura epidérmica que, ao caso, ao invés de formar o revestimento externo das penosas entrou pra dentro do cérebro.

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      • José Luiz de Sanctis disse:

        Prezado Marito, o Peninha é o autor do projeto, mas quem inseriu a obrigatoriedade de chip nas armas e outras absurdidades foi o relator do projeto, Dep. Laudivio Carvalho (PMDB-MG). Isso porque ele se diz a favor do porte de arma “mas com critérios”, imagine se fosse anti arma.

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      • José Luiz,

        Andei de molho gripado e em casa deitado acompanhei no canal 003 a TV Câmara. É inacreditável! o festival de asneiras dos supostamente representantes da sociedade. Tá certo que quanto mais em direção ao Equador o nível em regra piora, mas tudo deveria ter um limite até na própria vergonha que parecem não ter.

        É aquela história repetitiva; falam o que pedem ou o que dá na cabeça e depois vão pra casa dormir porque o salário tá garantido, e pouco se tocando com as consequências e até com os custos com assessores e técnicos a examinares esses processamentos.

        Democracia também pressupõe responsabilidade de quem indica, sugere ou propõe, ou então estão fazendo lobismo no interesse de alguém que não a sociedade.

        É triste e não sugiro a ninguém que perca o tempo em assistir esses caras falando, exceto, frise-se, se pelo hilario. Daí sim, palhaços não faltam tanto que apagaram o Tiririca.

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      • José Luiz de Sanctis disse:

        Marito, parece que lá vivem no mundo da Lua, ninguém sabe o que escrevem ou o que votam.

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  • Brilhante artigo!!!
    Parabéns!

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  • Carmen Leibovici disse:

    Acabei de postar no facebook do IDDD este artigo, pois foi esse grupo que inventou e luta pela audiência de custódia.Seria interessante ouvir as argumentações deles.O ‘Estado ‘ tb poderia convidar alguns deles a discutir essa questão que eles estão fazendo avançar ,talvez, sem maior reflexão a respeito das consequências, levando-se em conta o tamanho do Brasil e a disfuncionalidade da polícia brasileira.Eu acho que antes dessa tal audiência de custódia,quem tem interesse mesmo em resolver a questão,abordaria as causas que você menciona e não as consequências.
    A questão da Globo tb é absurda.Essas novelas entortam as sociedades.Sei lá porque fazem isso.As esquerdas ,eu sei que adoram entortar pessoas para arrumar mais votos,mas porque a televisão entorta,ainda não entendi muito bem.Enfim,eles entortam e vão tb sofrer as consequências do entortamento,portanto isso não é muito inteligente…

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    • Carmen Leibovici disse:

      Quanto as armas,para mim parece evidente que Lula,pragmático e previdente que é na consecução de seus objetivos,planejou isso assim que tomou o poder ,de modo a desarmar a população que ,evidentemente, se revoltaria ao descobrir quem é ele,sendo ai tarde demais.Nós estamos em cima da hora de uma virada pretendida por Lula.Essa virada pegou-o desprevenido.

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  • José Luiz de Sanctis disse:

    Enquanto isso no Oregon, após massacre maioria da população pretende comprar uma arma. Óbvio, a única coisa que pode parar um maluco ou criminoso armado é uma cidadão de bem armado. http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,apos-massacre–maioria-da-populacao-de-oregon-quer-comprar-uma-arma,1776619

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  • quando entenderem que vagabundo e ladrao so respeita um tiro na cara e afrouxarem a tal lei do desarmamento entao comprarei uma arma ou umas armas pois a coisa estafeia

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  • cibin disse:

    São os políticos e os bandidos que, diretamente ou indiretamente, se beneficiam do estatuto do desarmamento. Difícil é saber quem é quem no Brasil, pois existe bastante politico bandido.

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  • Se fosse esse o grande problema nacional. Leiam onde realmente mora o perigo.

    A alta da inflação, que em setembro acumulou 9,5% (em 12 meses), o maior índice desde 2003, fez os brasileiros apertarem os cintos e deixar de gastar com roupas, lazer e até comida.

    É o que mostra um levantamento realizado pela Hello Research, agência especializada em pesquisa de mercado com 2.002 pessoas em mais de 70 cidades de todas as regiões do país.

    Dos entrevistados, 84% afirmaram que tiveram de cortar custos nos últimos 12 meses por conta da inflação.

    Roupas e lazer foram as categorias mais escolhidas para diminuição dos gastos, com 71% e 69%, respectivamente.

    Na sequência aparecem “alimentação fora do lar” e “viagens”, com 65% cada.

    Em seguida, “serviços” (60%), “alimentação em casa” (56%) e “educação” (33%).

    A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais.

    Redução de gastos chegou a 91% nas regiões Norte e Sul
    A redução de gastos foi mais relatada nas regiões Norte e Sul. 91% dos moradores pesquisados dessas regiões informaram ter cortado despesas por medo da inflação.

    Por faixa etária, os brasileiros entre 36 e 45 anos foram os que mais afirmaram ter de reduzir gastos (88%).

    Veja, a seguir, os resultados da pesquisa
    Por faixa etária

    36 a 45 anos: 88%
    46 a 59 anos: 85%
    26 a 35 anos: 83%
    18 a 25 anos: 82%
    Mais de 60 anos: 79%
    Por região

    Norte: 91%
    Sul: 91%
    Centro-oeste: 90%
    Sudeste: 82%
    Nordeste: 80%

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  • Quanto a pesquisa :
    Uma das relações causa/ efeito está muito clara pelo menos em grande parte e explicitadas no artigo de ontem no Estadão, na pag 2 do 1o caderno, de autoria da Monica de Bolle. ” O passado, futuramente” merece atenção, em se tratando de autora ainda jovem e que me orgulho em corresponder, com títulos suficientes e hoje no Peterson Institute os Economics…. em Washington DC.

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  • Quem sofreu na carne a violência fica na certeza de que nunca mais terá reparação na Justiça. Vai carregar a humilhação pelo resto da vida. A menos que esteja entre os “escolhidos” que fazem as engrenagens da burocracia policial funcionar a seu favor.

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  • Lucila Esteve disse:

    Estou de pleno acordo

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  • A endêmica corrupção. Tá tudo tomado. Leiam

    De: Ataide Gil Guerreiro [mailto:ataide@xxxx.com.br]
    Enviada em: quarta-feira, 7 de outubro de 2015 17:27
    Para: carlosaidar@xxxx.com
    Cc: ‘maris@xxx’; Ataide Gil Guerreiro (ataide@xxxx.com.br)
    Assunto: ENC: Renúncia

    Carlos Miguel:

    A sua conduta na Presidência do SPFC não tem a postura que eu esperava de um líder. Todas as vezes que você assumiu a responsabilidade pela negociação de atleta, isolando a área de futebol, ficava uma suspeita de algo errado, foi assim no Douglas, Wesley, Denilson, acreditando em você não investiguei a fundo. Agora porém você exagerou na contratação do Yago, não tem como justificar, os fatos foram grosseiros, prova do sentido de impunidade.

    Tudo isto ficaria sem comprovação, mas quando você me ofereceu repartir a comissão na contratação do Gustavo da Portuguesa, primeiro a sós e depois na frente da Cinira, vi que vocês dois estavam realmente lesando os interesses do clube. Para tratar com desleais só mesmo usando das mesmas armas.

    Fui sábado com um gravador e consegui que você me dissesse em sequência, tudo limpamente gravado:

    1- Descrevesse como você receberia o dinheiro da comissão na contratação do atleta e você ainda destaca que me entregaria em dinheiro circulante e nenhum de nos correria qualquer risco.

    2- Mais grave ainda, quando lhe mostrei os dados sobre um possível contrato entre a TML e a Under Armour, você com a maior “cara de pau” diz que de fato tentou a comissão indevida mas que o contrato não foi assinado, logo você confessa corrupção que apenas não se consumou contra sua vontade.

    3- Quando abordei a Far East, você negou que participa mas denunciou como cabeça de uma operação fraudulenta o Douglas.

    4- Você menciona em detalhes que o Douglas perdeu a noção do perigo e pede comissão em todas as operações.

    Carlos Miguel, não quero ver o SPFC envolvido em mais escândalos, mas não pode continuar sendo presidido por você com todas os problemas que você confessa na gravação com a maior simplicidade, como se seus atos fossem lícitos e normais. O Antônio Cláudio me aconselhou a não entregar as provas para a CPI do Futebol, mas que as libere ao presidente do Conselho Deliberativo. O escândalo será iminente e prejudicará o SPFC, a sua imagem pessoal e será devastador também ao seu escritório de advocacia.

    Não esqueça que a CPI Futebol tem poderes para confirmar se a Under Armour Brasil pagou a TML e como a sede da empresa mãe fica nos Estados Unidos, poderá implicar em problemas graves para a multinacional. Me parece quem em face dos fatos só resta a você renunciar.

    Só quero que o SPFC seja decente, imagem que você maculou e se continuar a frente do clube a cada dia será pior, o que você fala do Douglas na gravação vale para você : “perdeu o temor da impunidade”. O Antônio Cláudio está copiado, por ser nosso amigo comum, sério e interessado no saneamento da administração do SPFC.

    ATAÍDE GIL GUERREIRO

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  • Enquanto isso continuamos sem saber Onde estão os ossos de Dana de Teffé? O IRÃ constrói a Bomba-atômica e Dillma aperfeiçoa o CICLISMO. Dillma sabe que para não cair da bicicleta deve continuar pedalando.

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  • Falando em armas e o controle. Divirta-se quem tiver a paciência que não tenho.

    If your friends would enjoy our recommendations of stories from around the web, forward this email and invite them to sign up at nytimes.com/wwr.

    Why Gun Owners Are Right to Fight Against Gun Control
    The anti-gun crowd doesn’t want “compromise.” They want confiscation and control.
    David T Hardy | July 18, 2013
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    In April, the Senate rejected the Toomey-Manchin gun control proposal. In the wake of its defeat many asked why gun owners and their organizations resisted so limited a measure. Granted, it would have had little but symbolic benefit. Its core was to require background checks at gun shows (which Bureau of Justice Statistics concluded involved a whole 0.8 percent of crime guns) and on Internet gun sales (a miniscule proportion, most of which probably go through licensed dealers anyway). But why not accept something so modest, in light of the draconian ideas then being floated as alternatives?

    Understanding the rejection requires understanding gun owners’ shared experiences. Compromise requires that both parties relinquish something. If your counterpart’s position is “give me this now, and I’ll take the rest later,” there is no real compromise to be had. Over decades, that has been precisely the experience of American gun owners.

    Back in 1976, Pete Shields, chairman of what is today the Brady Campaign, candidly laid out the blueprint for The New Yorker:

    We’re going to have to take one step at a time, and the first step is necessarily — given the political realities — going to be very modest. Right now, though, we’d be satisfied not with half a loaf but with a slice. Our ultimate goal — total control of handguns in the United States — is going to take time. My estimate is from seven to ten years. The problem is to slow down the increasing number of handguns sold in this country. The second problem is to get them all registered. And the final problem is to make the possession of all handguns and all handgun ammunition — except for the military, policemen, licensed security guards, licensed sporting clubs, and licensed gun collectors — totally illegal.

    The group’s first target was “Saturday Night Specials,” inexpensive small revolvers, alleged to be criminals’ preferred gun. When that approach gained traction, Shields shifted to a larger target, claim that criminals were now using “expensive, but small pistols,” so all small pistols had to be banned. “Concealability is the key,” he now explained.

    As the years passed, it became apparent that this was going nowhere; a different first “slice” would have to be found. In 1990, Violence Policy Center (VPC) announced that it had found it. The debate must be switched from small handguns to large “assault rifles.”

    Handguns, VPC explained, had become a media and political nonissue, while calls to outlaw “assault rifles” would benefit from mistaken impressions, i.e., “the public’s confusion over fully automatic machine guns versus semi-automatic assault weapons—anything that looks like a machine gun is assumed to be a machine gun.” That rifles of all types were involved in about 300 homicides a year was beside the point. The search was for a target of opportunity, not a solution to crime.

    The major gun control organizations bought the idea, to the point of changing their names to replace “handgun” with “gun.” Pete Shields’ group, Handgun Control, Inc., became the Brady Center to Prevent Gun Violence. The National Coalition to Ban Handguns became the Coalition To Stop Gun Violence.

    The change underscored a lesson gun owners had already learned. Their opponents would go for any target of opportunity—if handgun restrictions didn’t fly, try to restrict rifles—and use that as a foundation to take more in the future. Any “reasonable compromise” would simply be a first step in a long campaign to make firearm ownership as difficult, expensive, and legally risky as possible.

    Take the example of California. There, 1920s legislation required a permit for concealed carry of a firearm, required dealers to report handgun sales to the state, and imposed a one-day waiting period for handgun sales.

    The one-day wait was meant to impede “crimes of passion,” but in 1955 it was increased to three days, in 1965 to five days, and in 1975 to 10 days.

    Open carry of a firearm was initially allowed. In 1967, open carrying of loaded guns was prohibited. In recent years, open carrying even of unloaded guns was forbidden in incorporated areas. The mere sight of an unloaded gun was apparently too much for the California legislature to tolerate.

    In 2001, dealers were forbidden to sell handguns that were not approved by the government, after rigorous laboratory testing, funded by the manufacturer. Every slight variation, even changes in color or finish, required a new certification. The tests actually had nothing to do with reliability or safety, as evidenced by the exemption of law enforcement firearms from them.

    Along the way, the state banned “assault weapons,” magazines holding more than 10 rounds, and private gun sales that didn’t go through dealers. In 1999, “one gun a month” was enacted, for no discernible reason (why would a gun runner pick the most tightly regulated state in the West as his source?)

    Today, the weapons regulation portion of the California Penal Code Annotated spans over 1,050 pages, yet at last count 68 more gun control measures are pending in the legislature. No matter how much the advocates of gun control get, it will never be enough.

    Or try New Jersey, which requires a license to own guns, plus a separate permit for each handgun. Carrying open or concealed is in practice forbidden (the legal standard for a permit is “urgent necessity”), carrying of hollow-point bullets is subject to complex rules, and magazines are limited to 15 rounds.

    That’s not enough, apparently, since the New Jersey legislature is considering bills to cut the magazine limit to five rounds, and to require psychiatric evaluations and home inspections before issuance of the firearm ownership license. Recently three legislators had an embarrassing “hot mike” problem after a gun bill hearing, in which someone proclaimed, “We needed a bill that is going to confiscate, confiscate, confiscate.”

    Or try New York, long considered to have the strictest gun laws in the country, including requiring pistol possession permits (issued at the sole discretion of police, with application fees as high as $340), carry permits limited in some jurisdictions to government officials and celebrities, and a 10 round magazine limit. Then came the Newtown slayings, and the legislature decided it must do something more. The legislation it rushed through reduced the allowed magazine capacity to seven rounds (effectively outlawing the many firearms for which seven round magazines have never been made), required background checks to buy ammunition, and greatly broadened its “assault rifle ban.”

    New York’s Attorney General described this as “modest first step

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  • Cobucci
    Já percebeu que o Vespeiro fica tergiversando, ficamos firulando sobre “leite derramado” e passa batido que estamos diante de uma vergonhosa pororoca. POROROCA. POROROCA. POROROCA.Deste jeito quando aqui venho só fico no “nada a ver”, caramba! tenha a santa paciência, e a novela se arrastará para 2016, vem ai recesso parlamentar de final de ano. Feliz Natal e Próspero ANO NOVO.

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      • É , não raro vc tem razão. Precisamos de ação. Há pouco assisti que o Nobel da Paz foi entregue a 4 grupos distintos de 4 países, que se uniram com um só objetivo e estão tendo sucessos, começando com eleições, combate ao EI, e por aí vai.

        Escrever sem dúvida é um despertar também considerando que o papel aceita tudo, não diz não a nada. Se estamos dispostos a acabar com esse governo sociopata tem que botar a tigrada na rua e não ficar só nisso. Exige continuidade permanente ou morrer na praia.

        Veja os grupos que convocaram com sucesso as manifestação. Sumiram!

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  • Holerite de uma professora primária na Pátria Educadora: R$8OO,oo (Oitocentos reais).

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  • Tenho notado a atenção dada ao suposto dinheiro do Eduardo Cunha, não só por ser Presidente da Câmara. Desconfiado do comportamento da Globo, perguntei a um amigo que conhece bem a empresa e me disse:

    “Vc sabia que a Claudia?!, mulher do Eduardo Cunha, que trabalhou anos na emissora quando despedida recorreu a justiça e ganhou a ação? Tem mais; o rancor continuou a ponto dela e mais uma outra terem sido as únicas ex- funcionárias não convidadas à comemoração dos 50 anos globais”

    “Ele guardam o ódio na geladeira assim não estraga.”

    É assim em tudo que não os intere$$a

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  • Preços defasados. Realidade exacerbada:

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  • Cobucci
    Quando foi lançado o programa Fome ZERO, uma de nossos conselhos é que dando vazão ao nosso Canibalismo, é que comêssemos todos os Políticos, mas longe da técnica da moto-serra utilizada pelo deputado, ela acaba infiltrando esquirolas ósseas tornando a carne intragável. Carne nobre deve ser bem tratada, e é uma delicia! Padre Vieira muito nos orientou neste tema com o Sermão de S.Antonio pregando aos peixes.

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  • São tantos os Estados supostamente pobres com líderes políticos ricos que dá vontade de vender todos ficando o novo país com Minas, menos o norte que pode fundir com a Bahia, São Paulo, parte do Mato Grosso do Sul, Paraná, Sta Catarina e RG do Sul este se prometerem comportar-se na política começando por deletar o Brisola e suas viúvas.

    Daí faríamos um novo país com nome a ser discutido e os antigos paisanos à entrar precisarão de vistos ao custo de U$ 15 mil por 15 dias e se não pagar não entra. Se ultrapassar o período e for encontrado vão pro paredão ao custo de U$ 5 por bala, paga antecipadamente em dinheiro porque cobrar de defunto não é fácil.

    Acordo do meu sonho e leio. O Levy em Lima ,Peru, onde ocorre a reunião do FMI e Banco Mundial acaba de declarar que ” país em crise precisa de mais imposto” Aos que não acreditam em abdução, é o que acaba de ocorrer com o ministro por um tipo de ET conhecido por PT e muito mais destrutivo.

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  • Pois é Cobucci nunca confie em quem pisca muito.
    O BRASIL NÃO VAI NEM QUANDO A GENTE EMPURRA
    153 ministros, com FLM ministro das Comunicações, Marito Cobucci ministro da Justiça, Eduardo (não o Cunha) ministro da Defesa. Todos sob o comando do Armínio Fraga, ministro da Fazenda, aquele que a Operação Zelotes garfou! O Brasil não vai nem quando a gente empurra.

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    • Eduardo,
      Agradeço a nomeação que aceito e gostaria de acumular com a Relações Exteriores por 48 horas.

      Pediria na ONU desculpas ao mundo civilizado pelo bolivarianismo e assinaria quaisquer tratados comerciais exceto com eles com os quais eu romperia. Na corte internacional ressarcimento pelo contrato leonino a favor da Venezuela na Abreu de Lima, indenização justa na reinaria da Petrobrás da Bolívia, pagamento de juros reais pelo Porto em Cuba, faria um BO na Interpol pelos financiamentos as republiquetas africanas.

      Particularmente a Rosemary Noronha, a ex- abandonada amante Rose, devolução dos gastos com passagens e estadias pagas pelo povo tão só a satisfazer a luxúria no Aero Lula.

      Depois dessas ações entregaria o cargo e iria tratar dos procedimentos legais à recuperar o que foi dado a troco da implantação da ideologia terceiro-mundista de 5a categoria que deu no que deu.

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    • É isso Eduardo. Só ladeira abaixo.

      Justiça do Rio aceita denúncia contra Beltrame por improbidade administrativa

      es/Agência O Dia/Estadão Conteúdo

      José Mariano Beltrame é acusado de firmar dois contratos supostamente superfaturados

      Uma denúncia de improbidade administrativa feita à Justiça pelo Ministério Público do Rio contra o secretário estadual de Segurança, José Mariano Beltrame, foi aceita pelo juízo da 7ª Vara de Fazenda Pública do Rio de Janeiro. A decisão foi anunciada na tarde desta sexta-feira, 9. Beltrame será citado para apresentar contestação.

      O secretário é acusado de firmar dois contratos supostamente superfaturados com a empresa Júlio Simões para compra e manutenção de viaturas da Polícia Militar, firmados em 2007 e 2008.

      O primeiro contrato envolveu gasto de R$ 28,4 milhões para a compra de viaturas e R$ 56,7 milhões para a manutenção dos carros. Pelo segundo contrato a secretaria pagou R$ 107,6 milhões pelo carros e R$ 78 milhões pela revisão de 779 veículos.

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    • Tem países nórdicos que terceirizam a política externa, em favor de pessoas mais preparadas que os próprios governantes admitem e aceitam.

      Vc sabe muito bem quando nos criatórios começam a dar muitos pangarés. O que se faz? Compram, alugam, emprestam matrizes e garanhões de outra genética a melhorar a qualidade do plantel à voltar a vencer.

      Trata-se de lembrança sem quaisquer correlações que eventualmente possam denotar desprezo, até porque temos o que há de melhor na gestão pública e, se não dá certo a culpa é dos EUA ou de quem quiser, Paraguai por exemplo.

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      • A culpa é dos brasileiros, a Previdência não da certo porque temos previdenciários, o SUS não da certo porque temos pacientes usuários. É isso mesmo, pela carência de chapéus é melhor cortar cabeças do que deixarmos cabeças sem chapéus. Gestão perfeitíssima. E vai melhorar!

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      • Fernão, deu problema na digitação e a leitura e do Eduardo ficou comprometida.

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      • Eduardo,

        O problema se assim for interpretado não vem de hoje. O que nos últimos anos foi o agravamento levando ao comodismo e por sua vez na aceitação de tudo que dê direitos sem a correspondente obrigação ou deveres.

        Isso cresceu exponencialmente e veja que até nos ajustes de valores encontramos dificuldades, porque não querem saber nem aceitar o que só lhes convém seja em prejuízo da maioria. Democracia reversa obra do PT que estimulou o conforto a troco dos 45 milhões de votos que o guerreiro do povo brasileiro, ora em cana, disse ao Dr. Hélio Bicudo

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      • Tudo padrão FIFA, sem problemas.

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      • Tudo se deve á Herança Maldita!

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      • É o presente maldito ou ” O passado, futuramente” que aconselho, sugiro, indico da leitura da Monica de Bolle, na pag 2 do Estadão do dia 8/10.

        Vale a pena ler, refletir e guardar pra entender e acompanhar como se fez o buraco em que nos meteram e no que pode dar.

        E agora com um band-aid (sic a autora) procurando aplicar à substituir cirurgia cardíaca.

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  • uai Cobucci
    Pois é, podemos junto com FLM chorar e lamentar o destino de nossos brasileirinhos. Gerações Perdidas.

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  • Carnificina com churrasco.

    Desta vez a origem da grana que abasteceu o Cunha veio da África. Na merda em que eles vivem como conseguem se as tetas da Petrobras não disponibilizam. Aliás, só pode estar lá pra isso. Afinal somos líderes do terceiro, quarto e quinto submundo liderado pelo Lula com o dinheiro do BNDES que tá mais pra puteiro desenvolvedor de similares.

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  • Animo, a inovação tecnológica continua sendo do Brasil, é do BRASIILL…

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    • Falando em tecnologia, o atual Ministro da Pasta de Ciência e da própria, o comunista Aldo Rebelo tem a autoria de PL que proibia a utilização de tecnologias externas, pra ser bem claro, originadas de outros países.

      Portanto, se aplicada com sua presença no ministério, vamos começar voltando ao escambo, depois ao cipó, roupas de folha de bananeiras e menos mal mandioca não falta e imbecilidade também não.

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  • Cobucci, Trailer da próxima Novela.
    Finalmente ouviremos: “Declaro a vacância da Presidência do Brasil” Assumirá o cargo provisoriamente o presidente do congresso o Excelentíssimo senhor EDUARDO CUNHA. Durma com um barulho desses.

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    • Eduardo,

      O importante é ocorrer a vacância. Até o Tiririca terá mais credibilidade e compreensão diante dos desafios. E ele como não é burro e nem retardado convidará pessoas pelos valores que os momentos exigem. Só o fato de não ter petistas será um estímulo a suportar os presentes sacrifícios que deverão continuar. Até quando? Com a vacância até o tempo passará mais rápido e daí poderemos acreditar na “luz no fim do túnel” que não será o trem que ora caminha em nossa direção.

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    • Se a moda pega:

      O EI (Estado Islâmico) assassinou nesta sexta-feira (9) cinco jovens acusados pelo grupo de serem homossexuais atirando-os do alto de um edifício no sul da cidade de Mosul, capital da província de Ninawa, no Iraque.

      O presidente da comissão de direitos humanos da província, Gazuan Hamed, disse à Agência Efe que depois do assassinato os membros do EI jogaram pedras nos corpos.

      O EI assassinou mais 120 pessoas, jogando-as do alto, após acusá-las de “praticar sodomia e de desvio sexual”.

      O grupo terrorista degolou em março, em público, outros quatro jovens homossexuais em Mossul, onde esta organização aplica desde o ano passado a sharia, a interpretação radical da lei islâmica.

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  • Isto que é ser estadista, sem ocupar nenhum cargo oficial na diplomacia brasileira, Lula transforma-se em presidente do BENIN – África. Afirmava que iria até a Africa pra vender telefones celulares, uma extraordinária vantagem econômica para o Brasil. Africa um estupendo mercado consumidor do Brasil. Parabéns LULÃO.

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    • É isso. Realmente ele vendeu, levou investimentos, nós pagamos e nunca vamos receber de volta.

      Também por isso é que estamos muito bem com pequenos, mínimos, imperceptíveis problemas na economia. E tudo que temos de positivo vem da irmã Africa à qual o Lula pediu desculpas pela escravidão! Devia estar de ressaca depois de uma noite edílica com a amada Rose.

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  • Vamos aguardar o que o Lula dirá sobre a acusação contra o filho “craque em negócios”. Será que continuará com o ” não sei de nada” ou vai mudar o repetitivo disco.

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  • Para os que não tiveram oportunidade de conhecer, o presente mostra se não totalmente o que está ocorrendo na relação impostos/receita e a possível tendência.
    Embora não se tenha evidências empíricas que comprovem totalmente do acerto , não pode deixar de ser considerado. Afinal tudo bem feito começa com acadêmicos normalmente competentes e o Artur Laffer não pode deixar de ser considerado,

    Espero que abra.

    https://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=2&cad=rja&uact=8&ved=0CCUQFjABahUKEwi134TYmb3IAhWMjZAKHYwyA1U&url=https%3A%2F%2Fpt.wikipedia.org%2Fwiki%2FCurva_de_Laffer&usg=AFQjCNF5-TUL2pHo-lQzuC9vN7xbiTlkIQ&sig2=XFUJ295xYLYnLBipnKcOYQ

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  • A outra alternativa diante da ausência de sinapse, seria de ir pra um morro onde ficam aqueles birutas sentados em roda tal qual os índios esperando a chegada do Disco Voador.

    Se movido a Salinas, garanto que na primeira noite verei várias aparições com alguns contatos tudo devendo ser filmado porque no dia seguinte a possibilidade de esquecer é grande. Afinal, mesmo com Salinas até a memória tem limites que a própria natureza desconhece, mas não se da o mesmo com a ressaca e a sede´, feliz parceria.

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  • Amanhã, terça feira, será dia de pedidos de cassações na Câmara segundo infere-se dos jornais. Vai ser divertido uma vez que denúncias não faltam, em particular do ilustre Fernando Baiano em relação a propina pro Lulinha, e que deverá ser muito apreciada e, sem dúvida, à ser convocado pra uma dessas CPIs que normalmente só dão em ventania mediática.

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  • O Tião Carreiro faria mais sucesso que a Dilma. menos mal ele faria o que mandam melhor que ela.

    Vamos ver hoje as “novidades ” que não são novas diretas do hospício legislativo.

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  • Varlice disse:

    Samba do Crioulo Doido!
    Stanislau Ponte Preta não gostaria de ver no que se transformou seu FEBEAPÁ;

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  • Gustavo dos Reis Filho disse:

    Perfeito!!!

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