No dia em que o morro descer…

24 de setembro de 2015 § 26 Comentários

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§ 26 Respostas para No dia em que o morro descer…

  • Saulo Mundim Lenza disse:

    A segurança pública no Brasil entrou em colapso. O Rio de Janeiro é apenas um exemplo vergonhoso.

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  • O morro desceu e em Brasilia não há quem controle o bordel. Lé é que se reúnem e deliberam das ações criminosas.

    “Líder do PMDB ameaça retirar indicações se governo mudar oferta de ministérios”

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  • Helena Maria de Souza disse:

    No imaginário de nossas esquerdas, o morro desceria pra fazer “A Revolucão”. Como oi odeólogos do movi mento não tem a menor idéia de como iniciar uma revlucão, ficamos com as revoltas típicas dos que não tem nada, o que numa sociedade de consumo, em que a palavra de ordem é: “Compre e seja feliz!” se traduz em roubar os pertencesdos pretensamente afortunados. Quem destes defensores dos pobres e oprimidos luta realmente para que tenhamos sal’rio mínumo decente (o do DIEESE, oir exemplo), projeto de casas populares tipo o Conjnunto Pedregulho em São Cristóvão no Rio, e escola pública onde se ensine a ler escrever e contar ao invés de doutrinacão ideologica.

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    • Sempre sobra pro consumo.

      A primeira vez em que li e até levei a sério sobre o consumismo, foi nas Reflexões da Quaresma, de 1975 , antes de se tornar PAPA, escrita pelo então Cardeal Karol Wojtya , depois João Paulo II, tendo sido claro nas ameaças `a Igreja pelo consumismo e perseguição.

      Depois entrou na moda com os “sustentáveis” tapuias que combatem o CO2, o petroleo, etc, etc, mas só usam vestimentas em geral incluído canetas, relógios de material sintético em parte ou no todo, assim como suas bicicletas que não poluem e só enchem o saco no trânsito. Foi a partir daí que senti verdadeiramente o que são dogmas normalmente de fontes exógenas.

      Continuando. Gostaria de ver como controlar o consumo e mais ainda o que chamam de supérfluo- normalmente por quem não pode possuir tal qual os petistas enquanto desempregados de governo, assim como o chamado luxo que é exclusivamente emocional pra tem pode atender ao desejo.

      Desenhando: hoje vivemos um bom exemplo à reduzir o consumo, com o desemprego, a falta de dinheiro , o endividamento excessivo,e por aí vai. E a resposta está na recessão.

      Ps. Eduardo. Para não assustá-lo informo que as Reflexões acima indicada foi dada pelo meu tio José, Sacerdote, e que só me dava desses livros não raro em latim. Confesso que eu preferia trocar por dinheiro que ele tinha mas não dava.

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      • Cobucci
        Fui muito abençoado pelo “latinório” dos familiares, um ata e desata enorme, com muita reza e esperança, e que teve imenso valor. Espero que o alto sofrimento infligido ao povo brasileiro e vivenciado por nossas circunstâncias atuais modifique os hábitos e valores dos tapuias, com uma maior expansão de suas consciências e com um maior convívio com o Mestre Interior, que sempre é um bom conselheiro; na verdade falta berço a esta gente onde valores espirituais ninguém quer nem ouvir falar, “que valores espirituais que nada, o que importa é grana no bolso e rolex no pulso”, o que importa é um tênis bacana no pé e um baladão para azarar as minas no final de semana, regada a muitas biritas e drogas alienantes. Concordo que neste orbital tem muita influencia estrangeira, eles conseguem destruir tudo, sem ética concorrencial e fazendo tudo isso uma selva de pedra. Capiste Mano !

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      • Eduardo, vc não poderia ter sido mais feliz, “curto e grosso”

        ……falta berço a esta gente onde valores espirituais ninguém quer nem ouvir falar, “

        São tantas as variáveis que nem sei por onde começar. Quem sabe pela mendicância cultural começando com as “zelites” identificadas no lava jato e que do nada e sabemos como chegaram a tal nível mostrado nas aparências que acabam se tornando paradigmas do sucesso, não raro potencializado pela mídia inter$$ada.

        O Eike Batista é dos exemplos mais atuais!! Gênio, Deus, reverenciado como o maior do mundo no que somos especialistas e depois vem o 7 x 1, não satisfeitos mais 3 em seguida.

        Daqui ha pouco surge outro.

        O comportamental desses tipo verifica-se muito na mídia social de futilidades pessoais e não raro que recebem pra mostrar à identificá-los mostrando de seus prazeres exagerados terceiros mundistas.

        Claro que não é privilégio nosso, mas a aceitação pelas “zelites” sim enquanto o povão se delicia ou sei lá.

        São breves considerações sobre valores que começam em casa…

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  • Eduardo,

    Deixei de considerar de algo que por mais que pareça banal na verdade não é, se não vejamos:

    No Brasil contemporaneamente nunca passamos por provações, digamos, fatais. A Guerra e as privações que ela impõe não só física mas de sobrevivência alimentar.

    Minha família passou e disso me ensinaram. Meu pai entre 1937/1939 esteve na África, Somália, Eritréia e outras , naquela guerra do Mussolini e o Haile Selassie da Etiópia. Pois bem, até morrer meu pai se surpreendia com o volume de lixo domiciliar, no sentido de volume e na curiosidade pela falta de aproveitamento não do lixo propriamente dito mas do que deveria conter. Idem nas compra em supermercados pelo exagero individual e da possibilidade de muitos itens se deteriorarem pelo prazo de consumo.

    Interessante que hoje com a crise leva a sociedade agir ” por necessidade” e não por falta de alternativa ou de reflexão sobre o exagero. Será que aprenderão? Oxalá!.

    Ainda temos o fator climático com o predomínio tropical que leva a menores ou menas (sic Lula) exigências na alimentação, vestimentas e mais na lassidão.

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  • É claro que o morro tem seu lado bom, palavra de quem conhece “in locus” favela Brasilia em Recife -Pe., favela da Rocinha, Rio de Janeiro- RJ, periferia da Grande São Paulo – SP, e outras mazelas do Brasil.

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  • Mesmo para quem presenciou um tiroteio no Bairro do Alemão, R.J., e ouviu palavras de desespero, eu ainda acredito que o morro ainda faça uma grande Alquimia, a Mágica da Transmutação.
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Complexo_do_Alemão

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  • Conheci muitos “bichas” e bandido frouxo por um dever de ofício, era o perfil de muitos aidéticos que tratava nas esporádicas ausências de meu grande amigo o infectologista dr.Nelson James Wright, ex-prefeito de Barretos

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  • Indicação de filme do final de semana.

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  • E pra completar ao filme da Madame Satã, Noel Rosa com Vadico.

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