Divórcios de biografias

13 de maio de 2015 § 15 Comentários

fac1

Parece que o advogado Fachin convenceu o “juri” da sua “inocência” por 20 a 7.

O segredo de todo advogado é fazer-se o apóstolo mais convicto do mundo de qualquer causa que o contratem para defender. Ontem no Senado, Luis Edson defendeu a sua própria das “acusações” que, com sua biografia, fez-se a si mesmo, dizendo-se o contrário do que se dissera, fora e fizera questão de ser desde sempre até então, biografia esta em função da qual foi escolhido para o STF por Dilma Rousseff, do PT, aquela que, a partir do dia seguinte da eleição, passou a dizer e fazer o exato avesso do que dissera, fora e fizera desde sempre e até então.

São casos paralelos de divórcio da própria biografia…

Fica no ar a momentosa questão de saber quem mais está sendo enganado nessa história, além dos eleitores da “presidenta“. Se o Senado estiver certo e Fachin não for o que sempre fez questão de afirmar que era, é Dilma quem estava errada ao indicá-lo para o cargo em função da biografia renegada. Caso contrário, os trouxas somos os de sempre.

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