a “chamada” do segundo filme é “como se não houvesse amanhã…”.
tecnologia (que torna tudo isso muito mais seguro do que parece) àparte, também fico pensando se essa atração pelo perigo não é um sinal desses tempos onde o mistério faz falta e até as formas possíveis de morrer são tão previsíveis…
Você tem razão.
Um tanto de mistério e de recato em tudo excita a imaginação e faz com que as pessoas tenham mais interesse pelo que lhes é próximo.
Eu acrescentaria ao mistério uma pitada de ritual.
A geração de hoje carece de rituais – para qualquer coisa – onde o mistério vai se revelando aos poucos e a imaginação trabalhando a mil.
…
Tenho uma amiga que ficava com milha filha de vez em quando. Ela inventava atividades bobas (e deliciosas) durante todo o dia, Porém, o melhor era uma tal bolacha dada na hora do lanche após minha filha cumprir duas ou três pequenas obrigações – caso contrário, nada de lanchinho.
A técnica era excitar a curiosidade da criança ao extremo até chegar ao clímax do copo com leite e chocolate e duas bolachas recheadas; às vezes eram bolachas cream cracker…
A Ludmila achava o máximo e lembra disso até hoje.
Abs
Invejo a coragem dessa meninada em exercitar esportes tão radicais e conviver com o perigo com essa intimidade.
A minha parte em dinheiro, por favor.
a “chamada” do segundo filme é “como se não houvesse amanhã…”.
tecnologia (que torna tudo isso muito mais seguro do que parece) àparte, também fico pensando se essa atração pelo perigo não é um sinal desses tempos onde o mistério faz falta e até as formas possíveis de morrer são tão previsíveis…
Você tem razão.
Um tanto de mistério e de recato em tudo excita a imaginação e faz com que as pessoas tenham mais interesse pelo que lhes é próximo.
Eu acrescentaria ao mistério uma pitada de ritual.
A geração de hoje carece de rituais – para qualquer coisa – onde o mistério vai se revelando aos poucos e a imaginação trabalhando a mil.
…
Tenho uma amiga que ficava com milha filha de vez em quando. Ela inventava atividades bobas (e deliciosas) durante todo o dia, Porém, o melhor era uma tal bolacha dada na hora do lanche após minha filha cumprir duas ou três pequenas obrigações – caso contrário, nada de lanchinho.
A técnica era excitar a curiosidade da criança ao extremo até chegar ao clímax do copo com leite e chocolate e duas bolachas recheadas; às vezes eram bolachas cream cracker…
A Ludmila achava o máximo e lembra disso até hoje.
Abs