China compra com cimentos enquanto Lula quebra o país
8 de novembro de 2026 § Deixe um comentário


Enquanto o governo Lula sufoca a iniciativa privada do Brasil, privilegiando apenas oligarquias amigas, a CSN anunciou a venda da CSN Cimentos para a chinesa Huaxin Building Materials Group por R$ 12,74 bilhões, valor sujeito a ajustes e que inclui cerca de R$ 3 bilhões em dívidas da operação.
A transação faz parte da estratégia do grupo de Benjamin Steinbruch para reduzir um endividamento estimado em R$ 42 bilhões e reorganizar sua estrutura de capital.
A Huaxin venceu um processo competitivo iniciado em março de 2026, superando o consórcio formado por Votorantim Cimentos e a italiana Cementir Holdings.
Segundo a coluna de Mônica Scaramuzzo no UOL, o Morgan Stanley assessorou a CSN, enquanto o Itaú BBA, da família Moreira Salles, atuou ao lado da Huaxin na negociação.
O acordo ainda depende de aprovações do Cade, da Aneel e de reguladores chineses; como a Huaxin possui apenas pedreiras no Brasil, espera-se que a análise antitruste ocorra com maior rapidez.

Com a venda, a CSN reduz a pressão por desinvestimentos na área de infraestrutura, após também ter negociado a venda de um ativo siderúrgico na Alemanha por cerca de R$ 3 bilhões.
A CSN Cimentos é a segunda maior produtora de cimento do Brasil, detendo cerca de 20% a 21% de participação de mercado.
A Huaxin assume uma capacidade instalada capaz de produzir 16,3 milhões de toneladas por ano de cimento.
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