Os óstracos, pedaços de cerâmica, onde os gregos escreviam o nome das pessoas que deveriam ser expurgadas do governo e da sociedade são o exemplo claro da vontade do povo, há mais de três mil anos.
A antítese desse costume salutar foi fomentada pela prepotência do Império Romano e, desastrosamente sedimentada na Idade Média.
Não à toa, essa época é conhecida como a Idade das Trevas, justamente porque o povo se tornou mero instrumento servil, em feudos de famílias abastadas e, muita vez, sem a devida aristocracia, ou o poder dos melhores e não dos poderosos e tiranos.
Além da expansão do conhecimento, via Gutemberg, o capitalismo, derivado do Iluminismo, e o enriquecimento gerado pela produtividade de Adam Smith mudou o panorama das lideranças, destruiu monarquias anacrônicas mundo afora e trouxe novamente à tona o bom e velho conceito grego de democracia, apesar de gerar como subproduto, certas ideologias periféricas e radicais, como o comunismo.
O mundo do século XX desgarrou-se de vez do decrépito mercantilismo e experimentou uma explosão demográfica jamais vista, ao multiplicar sete vezes a população em relação ao século anterior.
A consequência foi o imenso redemoinho criado na arraigada cultura franco greco romana, tradicional do século XIX, uma grande revolução nos costumes e que, nesse novo milênio, ainda gera traumas e tantas dúvidas existenciais que, forçosamente, desembocam nas questões de liderança dos povos, cuja evolução obedece mais às exigências geopolíticas do que somente à vontade popular.
Diante de tal cenário conturbado, um novo ordenamento político se faz necessário no Brasil e a própria democracia deverá evoluir, para se manter como principal protagonista da luta contra a impunidade dos golpistas nesses novos tempos.
Que voltem os velhos e consagrados óstracos da democracia grega, para que os corruptos e aproveitadores não gozem de um minuto sequer de impunidade e sejam definitivamente condenados ao ostracismo.
Os óstracos, pedaços de cerâmica, onde os gregos escreviam o nome das pessoas que deveriam ser expurgadas do governo e da sociedade são o exemplo claro da vontade do povo, há mais de três mil anos.
A antítese desse costume salutar foi fomentada pela prepotência do Império Romano e, desastrosamente sedimentada na Idade Média.
Não à toa, essa época é conhecida como a Idade das Trevas, justamente porque o povo se tornou mero instrumento servil, em feudos de famílias abastadas e, muita vez, sem a devida aristocracia, ou o poder dos melhores e não dos poderosos e tiranos.
Além da expansão do conhecimento, via Gutemberg, o capitalismo, derivado do Iluminismo, e o enriquecimento gerado pela produtividade de Adam Smith mudou o panorama das lideranças, destruiu monarquias anacrônicas mundo afora e trouxe novamente à tona o bom e velho conceito grego de democracia, apesar de gerar como subproduto, certas ideologias periféricas e radicais, como o comunismo.
O mundo do século XX desgarrou-se de vez do decrépito mercantilismo e experimentou uma explosão demográfica jamais vista, ao multiplicar sete vezes a população em relação ao século anterior.
A consequência foi o imenso redemoinho criado na arraigada cultura franco greco romana, tradicional do século XIX, uma grande revolução nos costumes e que, nesse novo milênio, ainda gera traumas e tantas dúvidas existenciais que, forçosamente, desembocam nas questões de liderança dos povos, cuja evolução obedece mais às exigências geopolíticas do que somente à vontade popular.
Diante de tal cenário conturbado, um novo ordenamento político se faz necessário no Brasil e a própria democracia deverá evoluir, para se manter como principal protagonista da luta contra a impunidade dos golpistas nesses novos tempos.
Que voltem os velhos e consagrados óstracos da democracia grega, para que os corruptos e aproveitadores não gozem de um minuto sequer de impunidade e sejam definitivamente condenados ao ostracismo.