É verdade que parte do mundo depende do alimento produzido no Brasil.
No entanto, somos dependentes do que o mundo produz, em todo os outros setores. Isso acontece pela concentração de interesses dos dirigentes em politicagens por uma voraz e corrupta disputa pelo poder.
Acontece que sem indústria não há produtividade. Sem produtividade não há produção de riqueza, nem emprego. Sem riqueza e sem emprego, todos serão pobres e manipulados por um Estado que já consome 82,5% de toda a arrecadação nacional, apenas para manter seu intervencionismo oligárquico assistencialista.
Para completar, o protecionismo patrimonialista estatal privilegia os oligarcas que o apoiam e elimina a livre iniciativa com sucessivos aumentos de impostos, enquanto desonera os custos de exportação de produtos primários e facilita as importações do que foi produzido com a matéria prima exportada daqui.
Isto é, exportamos bananas e compramos bananadas, exportamos minérios e importamos automóveis, componentes eletrônicos e máquinas construídas com esses minérios brasileiros.
Desnecessário perguntar quem fica com a riqueza da produtividade e quem aceita se manter no mesmo extrativismo entreguista dos últimos cinco séculos da nossa paupérrima história de quintal do mundo.
Enquanto isso, os donos do poder enriquecem e o povo empobrece.
Na verdade, desde 1985 e mais intensamente, desde as indefinições econômicas, causadas pelo populismo e gastança de Sarney, no ano eleitoreiro de 1986, em contraste com as ideias de Dilson Funaro, durante o Plano Cruzado I, houve significativo aumento das importações, intensificadas enormemente a partir do Plano Cruzado II, de 1987.
Para os dirigentes, a única importância continuava sendo o aumento da bancada do PMDB e a escalada à tetra presidência de Ulisses Guimarães.
Assim, o parque industrial nacional foi gradativamente sucateado e substituído por massivas importações, pois essas contavam com custos baixos no país de origem e generosas isenções do governo brasileiro, pois havia uma grave crise inflacionária, a população se rebelava e crescia o temor do desabastecimento, diante da péssima administração Sarney.
As indústrias, têxtil e metalmecânica nacionais são o triste resultado dessa política entreguista.
A irresponsabilidade governamental, diante dos interesses nacionais e da própria soberania não poderia ser mais vexatória quanto o foi a partir de 1985.
Sem falar do brutal aumento do consumo e de penetração de produtos importados, a partir de 2003, alcançando, em 2026, o maior patamar da história e demonstrando o total entreguismo do desgoverno atual.
É verdade que parte do mundo depende do alimento produzido no Brasil.
No entanto, somos dependentes do que o mundo produz, em todo os outros setores. Isso acontece pela concentração de interesses dos dirigentes em politicagens por uma voraz e corrupta disputa pelo poder.
Acontece que sem indústria não há produtividade. Sem produtividade não há produção de riqueza, nem emprego. Sem riqueza e sem emprego, todos serão pobres e manipulados por um Estado que já consome 82,5% de toda a arrecadação nacional, apenas para manter seu intervencionismo oligárquico assistencialista.
Para completar, o protecionismo patrimonialista estatal privilegia os oligarcas que o apoiam e elimina a livre iniciativa com sucessivos aumentos de impostos, enquanto desonera os custos de exportação de produtos primários e facilita as importações do que foi produzido com a matéria prima exportada daqui.
Isto é, exportamos bananas e compramos bananadas, exportamos minérios e importamos automóveis, componentes eletrônicos e máquinas construídas com esses minérios brasileiros.
Desnecessário perguntar quem fica com a riqueza da produtividade e quem aceita se manter no mesmo extrativismo entreguista dos últimos cinco séculos da nossa paupérrima história de quintal do mundo.
Enquanto isso, os donos do poder enriquecem e o povo empobrece.
Na verdade, desde 1985 e mais intensamente, desde as indefinições econômicas, causadas pelo populismo e gastança de Sarney, no ano eleitoreiro de 1986, em contraste com as ideias de Dilson Funaro, durante o Plano Cruzado I, houve significativo aumento das importações, intensificadas enormemente a partir do Plano Cruzado II, de 1987.
Para os dirigentes, a única importância continuava sendo o aumento da bancada do PMDB e a escalada à tetra presidência de Ulisses Guimarães.
Assim, o parque industrial nacional foi gradativamente sucateado e substituído por massivas importações, pois essas contavam com custos baixos no país de origem e generosas isenções do governo brasileiro, pois havia uma grave crise inflacionária, a população se rebelava e crescia o temor do desabastecimento, diante da péssima administração Sarney.
As indústrias, têxtil e metalmecânica nacionais são o triste resultado dessa política entreguista.
A irresponsabilidade governamental, diante dos interesses nacionais e da própria soberania não poderia ser mais vexatória quanto o foi a partir de 1985.
Sem falar do brutal aumento do consumo e de penetração de produtos importados, a partir de 2003, alcançando, em 2026, o maior patamar da história e demonstrando o total entreguismo do desgoverno atual.